terça-feira, 12 de novembro de 2019

Basquete como estratégia de socialização no ensino fundamental II




 

INTRODUÇÃO

 

O presente trabalho tem o propósito de refletir sobre os aspectos relacionados a prática do basquetebol voltada como ferramenta, visando as dificuldades de socialização das crianças do ensino fundamental ll.

         As experiências como estagiários trouxeram uma preocupação relacionada a aprender a lidar com o desconhecido, com o conflito, com o inusitado, com o erro, com a dificuldade de como transformar informação em conhecimento, enfim, socializar.

A escola, no cumprimento da sua função social, tanto quanto a família e a sociedade em si, deve desenvolver nas crianças que nela tem como base a sua formação, competência e habilidades para prepará-las para agir conforme as exigências da atualidade.

A sociedade atual vive de mudanças rápidas e complexas devido ao fluxo de informações variadas e numerosas. As crianças são estimuladas continuamente por meio de sons e imagens, a perceber um mundo colorido, virtual, interligado. Não podemos mais ignorar a televisão, o celular, o cinema, o computador, dentre outros que são veículos de informação, comunicação e aprendizagem, deixando assim o lado virtual muito em destaque, fazendo-os que acabem deixando de lado a socialização, trazendo dificuldades a eles no ambiente escolar.

Desta forma, ao se abordar questões relacionadas ao processo de socialização desenvolvida nas aulas de educação física com a prática do basquetebol, entende-se que são processos que devem caminhar juntos, tanto a parte física e tática realizada, como a parte social, sendo que a socialização é a ponte para grande aprendizado e desenvolvimento.

         A metodologia utilizada neste trabalho foi a revisão de literatura, onde foram utilizadas como bases de dados Biblioteca Dante Alighieri, EFArtigos e Portal de Periódicos da CAPES, utilizando os seguintes descritores socialização, esporte, ensino fundamental e basquete. A pesquisa concentrou-se nos último 33 anos.

 

BASQUETEBOL

 

"Desde sua criação o basquetebol foi evoluindo gradativamente, tornando-se cada vez mais um esporte popular praticado nas diversas classes sociais, todavia, o basquete de características populares", segundo Weis e Possamai (2008 apud BRITO, 2013) baseia-se no princípio do prazer lúdico, buscando auxílio ainda na utilização construtiva do tempo livre.

"O basquetebol é, sem dúvida, um esporte complexo e completo. É uma junção de esforços intensos e breves, feitos em ritmos diversos. É uma junção da corrida com saltos e lançamentos. O basquetebol é sem discursões um esporte repleto de ritmo e coordenação" (DAIUTO, 1991, p. 71)

É realmente, um jogo regido pela dificuldade de manter um ritmo e sendo também, de grande intensidade motora em períodos reduzidos de tempo. Precisando também do controle do equilíbrio, que é dominado pela técnica, que surge nos movimentos de precisão e de segurança, utilizados em alta velocidade (DAIUTO 1991, p. 71).

 

Conforme os autores acima o basquetebol é rico em suas características, com isso torna-se um apoio para a educação física nas escolas. "Na atualidade a Educação Física se constrói na área do conhecimento que insere e integra a escola na cultura corporal do movimento, tendo com o objetivo o lazer, o bem estar, emoções, entender os sentimentos e melhora da saúde" (OLIVEIRA, OLIVEIRA, 2010, p. 5).

"O basquetebol é um esporte incrível para os alunos, desenvolve e começar a ter o amor próprio, a autonomia para expor suas criatividades, ter decisões rápidas e precisas, muita disciplina, e companheirismo, ajudando os alunos a trabalhar em equipe e ter um autocontrole emocional tanto nos jogos quanto em situações distintas" (DAIUTO, 1991, p. 71).

Os alunos que conhecem o basquetebol na escola de uma forma divertida e com um método de ensino apropriado para este esporte, tem claramente uma melhora em seus movimentos e modo de pensar.

"No ensino do basquetebol, esta proposição pode ser desenvolvida com possibilidades de resultados positivos se o ponto de partida da ação pedagógica visar a autonomia do aluno", conforme propõe Oliveira e Paes (2004, p.21 apud OLIVEIRA, OLIVEIRA, 2010, p. 10).

Os profissionais de educação física trabalhando o basquetebol para todos podem proporcionar um novo pensamento para os alunos, mostrando também a forma que se pode ampliar este esporte.

 

 

EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL II

 

 A verdadeira escola, segundo Melhem (2004 apud SAVIETTO, MONTEIRO, 2008) é aquela que oferece a Educação Física com todos os seus aspectos, do ensino infantil até a formação dos alunos, trabalhando a integração da Educação Física no projeto político-pedagógico da escola e investindo na escola como um todo: condições de materiais e em cursos de capacitação e aperfeiçoamento de seus professores.

 

Na educação formal, o professor de Educação Física deverá dar ao esporte um tratamento pedagógico, desenvolvendo-o de uma forma abrangente e diversificada, proporcionando ao aluno a oportunidade de conhecer, tomar gosto, aprender e manter o interesse pelo esporte. Na educação não formal, o esporte, desenvolvido por agentes e agências fora do âmbito escolar, também poderá ter tratamento pedagógico (LEONARDI, GALATTI, PAES, 2014, p. 43)

 

Porém, não é o bastante o professor de educação física trabalhar junto à escola a importância do papel do professor, sem que haja uma boa comunicação e um bom relacionamento entre professor e aluno, para que possa ter um retorno, e para que isso realmente ocorra, o educador precisa ter uma boa didática (HURTADO, 1988 apud SAVIETTO, MONTEIRO, 2008).

Trabalhando junto a escola o professor com sua abordagem e forma de ensino, mostrando o caminho certo e trabalhando o aluno por completo a escola transformará uma sociedade melhor.

 Se tratando de trabalho com alunos (as) do ensino fundamental II, que são crianças de 11 a 14 anos alguns cuidados específicos deverão ser tomados pelo professor, pois é a idade da mudança, do amor ao novo, das explosões, do desinteresse, dos questionamentos, das curiosidades, da confiança em si próprio e arrogância, é a idade do interesse à atividade, a "idade dos desportos" (DAIUTO 1991, p. 37).

"O esporte é um fenômeno sócio cultural em destaque no cenário mundial contemporâneo, que se manifesta de múltiplas maneiras, sendo procurado como prática por diversos seguimentos da sociedade, dentre os quais destacamos crianças e adolescentes". (GALATTI, FERREIRA, SILVA, PAES, 2008, p. 397)

 Sendo assim a Educação Física tem responsabilidade de formar um cidadão capaz de posicionar-se criticamente diante da sociedade e das novas formas da cultura corporal de movimento – o esporte-espetáculo que são muito influenciados pelos meios de comunicação, as atividades fitness, as atividades alternativas, etc. "Pensando por outro lado, é preciso ter bem claro que as Escolas brasileira, mesmo querendo, não poderia ser comparada com a estrutura e funcionamento das academias e clubes, mesmo porque não é essa a sua função" (BETTI, ZULIANI, 2002, p. 73)

No entanto a Educação Física sendo um componente curricular da Educação básica assume então, uma tarefa de muita importância: capacitar a aluna a se incluir na cultura corporal do movimento, formando o cidadão que vai produzi e transformar sua própria opinião, instrumentalizando-o para aproveitar o máximo do jogo, do esporte, das atividades rítmicas e dança, das ginásticas e práticas físicas, em benefício de sua qualidade da vida.

A integração há de ser plena é afetiva, social, cognitiva e motora. Interessante dizer, é a integração de sua personalidade, não basta trabalhar o corpo sem trabalhar a mente (BETTI, 1992, 1994a apud BETTI, ZULIANI, 2002, p. 73). Cabe ao professor ou educador fazer com que a educação pelo esporte ocorra na prática, não sendo repetição ou copia, como de uma receita que dá certo, mas como um campo cheio de novas experiências e descobertas criadas pelos próprios alunos a partir da incorporação ao processo educativo de suas qualidades como educador e como pessoa (HASSENPFLUG, 2004).

Conforme Daiuto (1983 apud HEYDEN, 2010, p. 27),

 

o esporte é uma necessidade individual e social, uma influência que se evidencia cada vez mais dentre as atividades do homem. É fonte de saúde e de distração. Incita ação, competição, superação, esforço e, desse modo, favorece o enriquecimento pessoal. É um extraordinário meio de expressão e revela, por oposição, os limites de cada um. Se o fenômeno desportivo é universal no tempo e no espaço, se encontrou uma adesão tão permanente e efetiva, é porque realmente corresponde a certas necessidades fundamentais do homem.

 

O homem tendo essa necessidade de se movimentar e praticar alguma atividade física procura a que se identifica ou a que trabalha com as suas dificuldades. O basquetebol sendo um esporte coletivo de muito valor motor, abrange muitos projetos de socialização e inclusão nas escolas, trazendo disciplina aos seus praticantes e mostrando o trabalho em equipe mostrando que um depende do outro para que o jogo flua, deixando com que os alunos trabalhem sua criatividade em relação aos movimentos.

 

Portanto, para elas, a escola deverá ser um centro de produção de conhecimento e vivência de experiências significativas para sua vida, na qual a construção da cultura lúdica, da arte e dos esportes esta condicionada não apenas a jogos e brincadeiras e a um mero preenchimento do tempo de lazer, mais a um projeto de escola lúdica, politécnica, plural e de tempo integral. (SILVA, 2003 apud GASPAR, PICH, VAZ, 2004, p.107) 

 

"A educação física é uma matéria repleta de características pedagógicas, sendo assim, o basquetebol torna-se um recurso importante para se desenvolver e o professor consegue tornar sua aula prazerosa, tanto para os alunos" (BRITO, 2012, p.16), quanto para ele mesmo. Ajudando também as crianças de baixa renda a se encontrar na aula e fazendo com que elas convivam com seus amigos de forma saudável tanto mental quando física.

 

Aspectos Sociais da Educação Física no Ensino Fundamental II

 

"O professor de Educação Física auxilia o aluno a entender o seu corpo, sentir seus movimentos e se envolver na esfera da cultura corporal de movimento" (BETTI, ZULIANI, 2002, p. 75).

O professor é uma figura muito importante para os alunos nesta fase, tanto na escola como fora dela, pois muitas crianças passam por situações complicadas em casa e isso acaba afetando seu desempenho em sala de aula, com isso os alunos tem o professor como alguém importante em sua vida, para mostrar um caminho e ensinar a seu uma pessoa com seus próprios ideais no meio da sociedade.   

 

Para isso, não é o bastante aprender as habilidades motoras e desenvolver capacidades físicas, sendo essa aprendizagem muito importante e necessária para os alunos, mas não suficiente para a formação integral dos alunos. O aluno aprende os fundamentos técnicos e táticos do esporte coletivo, precisa entender e saber se organizar socialmente para praticá-lo (jogar), precisa dominar as regras para torna o jogo possível, aprender a respeitar a equipe adversária como um colega e não como um desconhecido, pois sem ele não há jogo nem competição esportiva ( BETTI, ZULIANI, 2002, p.75).

 

"Eleger a cidadania como eixo norteador significa entender que a Educação Física na escola é responsável pela formação de alunos que sejam capazes de participar de atividades corporais adotando atitudes de respeito mútuo, dignidade e solidariedade" (DARIDO et al, 2001, p. 18).

 Além disso, a Educação está a serviço de um tipo de cidadania que não pode ser ganhar, mas sim conquistada com respeito ao próximo e a si próprio (DARIDO et al, 2001, p. 19). Tal ato também implica na compreensão na organização institucional da cultura corporal na nossa sociedade, por tanto é preciso prepará-lo para ser um bom praticante do esporte, onde deve ter uma visão crítica do sistema que o esportivo profissional se encontra.( BETTI, ZULIANI, 2002, p.75) mostrando para os alunos como realmente é a sociedade em que se vive, ensinando com o esporte na escola. 

 

BASQUETEBOL COMO ESTRATÉGIA DE SOCIALIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL II

 

Daiuto (1991, p.78) afirma que

 

o basquetebol, inserido a manifestações educacionais, pode ser desenvolvido na infância e na adolescência, na escola, com a participação de todos, evitando ações seletivas e a competição acirrada e sem propósitos educacionais, propiciando métodos educativos que visem a interação social entre alunos.

 

Um dos aspectos de formação social do aluno são as práticas de respeito, dignidade e solidariedade, todos inseridos também nas aulas de educação física, visam o desenvolvimento de caráter do aluno e sua vida em sociedade. (SOUZA, FONSECA JUNIOR, 2010).

De acordo com o texto apresentado, os conteúdos devem ser ensinados na perspectiva de contribuir no processo de educação dos alunos, que vai além de ensinar gestos, é preciso entender corpo e mente para que possa trabalhar com outros aspectos como inclusão, cooperação, diversidade e autonomia (IMPOLCETO et al., 2007).

 

Na busca de soluções práticas de combate à criminalidade juvenil, e procurando resgatar a cidadania e promover a inclusão social dos jovens em situação de risco, surgiu o esporte à meia noite, um projeto da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, em parceria com os demais órgãos governamentais e não governamentais. O horário de funcionamento dos centros esportivos parece inusitado, mas têm uma justificativa, os idealizadores do projeto constataram que era justamente entre as onze e duas da manhã que ocorria a maior parte dos crimes na região (CARNEIRO, 2007, p. 17).

 

Adaptando-se então ao basquetebol, Coutinho (2003 apud SAVIETTO, MONTEIRO, CALABRESI 2008, p. 13)

 

julga ser de suma importância que no início desta fase o professor propicie aos alunos os primeiros contatos com o jogo, a fim de que se possa haver, por parte de cada aluno, uma percepção do grau de dificuldade exigido pelo esporte. Em seguida o professor deverá fazer um relato sobre as características e exigências do esporte, salientando que ele será melhor praticado futuramente se dividido em partes, para depois retornar-se ao jogo propriamente dito.

 

 

Para Melhem (2004 apud SAVIETTO, MONTEIRO, CALABRESI 2008) as atividades obtidas no ensino do basquetebol são de extrema  importância para o aluno ter o domínio do próprio  corpo em movimento, pois assim os alunos começa as ter um conhecimento corporal, como a lateralidade, assim como a percepção, coordenação, equilíbrio e noção de espaço.

Em relação ao plano social, Ferreira (2003 apud SAVIETTO, MONTEIRO, 2008) afirma que o aluno que é praticante do basquetebol desenvolve a confiança e passa a ter responsabilidade, ter mais contado com seus colegas, a ter o espirito de luta e esforço para com sigo mesmo e com sua equipe, o reconhecimento de que nem sempre se vence, que precisa ter determinação e muita coragem para tomar decisões e realizar movimentos criativos durante um jogo.

 

O esporte não é um fenômeno de simples compreensão. Como afirma Jorge Bento, o esporte é polimorfo e polissêmico tem muitas formas e sentidos. Resultante dos diferentes atores e contextos sociais nos quais o esporte se insere, adquiriu múltiplas e distintas significações, sentidos e funções (BENTO, 2004, apud  HEYDEN et al, 2010, p. 28).

 

Desta forma, pode-se dizer que o basquete, um esporte que se pode obter grandes ganhos, não somente proporcionando o bem estar, mas também uma vantagem em relação à saúde, de forma que beneficie o praticante como um todo, assim como, trabalhe também um lado social, abrangendo uma vasta imediação deste leque, tendo uma melhora social, ajudando cada vez mas os alunos a se tornar uma pessoa melhor tanto para a sociedade como para si próprio, na melhora de seu rendimento em sala de aula e perante a comunidade em que vive.

 

CONCLUSÃO

 

No âmbito social, o esporte tem função pedagógica no processo de formação do indivíduo, ressaltando a disciplina, a solidariedade, trabalho em equipe e outros aspectos favoráveis à construção de valores.

O que reforça ainda mais a visão de ser trabalhado, com um olhar voltado para que essa prática possa ser sim um material muito bem aproveitado, tanto no lado da prática, aperfeiçoando todas as habilidades do indivíduo, como também a compressão de regras, fazendo assim com que o individuo possa aprender a conviver respeitando a todos em seu meio escolar.

As ações da escola referentes à construção do corpo do aluno precisam ser mais abrangentes. Cobrindo desde a formação estudantil de todos, até a formação social trabalhada em todas as matérias, principalmente a da educação física em especial, pois ela também trabalha o sócio educativo fazendo a utilização das práticas esportivas.

O basquete, apesar de ser considerado um esporte de massa e um dos mais praticados no mundo, ainda é no Brasil um esporte pouco aproveitado, um produto mal vendido, divulgado e organizado.

Mas pode-se mudar essa má visão passada, mostrando que dessa forma se pode utilizar para grandes mudanças sociais e educativas. Ou seja, através de novos estudos, pode-se ampliar o repertório do aluno, fazendo com que ele interaja com um maior número de colegas e amplie sua socialização.

 

REFERÊNCIAS

BENTO, J.O. Desporto para crianças e jovens: das causas e dos fins. In: GAYA, A; MARQUES, A. & TANI, G. Desporto para crianças e jovens. Razões e finalidades. Porto Alegre: UFRGS,2004. 

BETTI, M; ZULIANI, L. R. Educação Física Escolar: Uma Proposta De Diretrizes Pedagógicas. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte, São Paulo: Bauru, 2002. Disponível em:<http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/remef/article/view/1363/1065>. Data de acesso: 03/10/2016.

BRITO, M. S. C. Basquete: socialização e integração do esporte, através da visão dos professores de educação física do ensino fundamental da Escola Estadual Dr. Coaracy Nunes. Universidade de Brasilia, Macapá, 2013. Disponível em:<http://bdm.unb.br/bitstream/10483/4589/1/2012_MariadoSocorrodaCruzBrito.pdf>. Data de acesso: 13/09/2016.

CARNEIRO, V. A.; Basquetebol como instrumento de inclusão e desenvolvimento social. Centro universitário de Brasília - UNICEUB, Brasília, 2007. Disponível em: <http://repositorio.uniceub.br/bitstream/123456789/1485/2/20225844.pdf>. data de acesso: 06/10/2016

DAIUTO, M. Basquete: metodologia do ensino. São Paulo: 6ª Edição, Editora Hemus, 1991.

DARIDO, Suraya Cristina et al. A educação física, a formação do cidadão e os parâmetros curriculares nacionais. Revista Paulista de Educação Física, vol.15, São Paulo: Rio Claro, 2001. Disponível em: <file:///C:/Users/lab1/Downloads/PCNS%20E%20A%20EDUCA%C3%83%E2%80%A1%C3%83%C6%92O%20FISICA.pdf>. Data de acesso:01/11/2016

 

GALATTI, Larissa Rafaela, et al. Pedagogia Do Esporte: Procedimentos Pedagógicos Aplicados Aos Jogos Esportivos Coletivos. Revista da Faculdade de Educação Física da UNICAMP, v. 6, Campinas, 2008. Disponível em: <file:///C:/Users/lab1/Downloads/8637843-7905-1-PB.pdf >. Data de acesso: 22/11/2016

 

GASPAR, L. C. J.,PICH, S., VAZ, A. F. Política Pública De Esporte Escolar E Educação Física Escolar: entre a inclusão social e a busca por talentos esportivos, tendo como pano de fundo o Programa Estadual Esporte Escolar de Santa Catarina Ano XVI, n° 23, Dezembro/2004 103 Motrivivência Ano XVI Nº 23, P. 103-116 Dez. /2004. Acesso em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/article/viewFile/2027/3903. data de acesso: 22.11.2016

 

HASSENPFLUG, W. N. Educação pelo esporte-educação para o desenvolvimento humano pelo esporte. São Paulo: Saraiva / Instituto Ayrton Senna, 2004.

 

HEYDEN. Projeto Basquetebol e Cidadania. UNISAL Americana 2010. Disponível em: < http://unisal.br/wp-content/uploads/2013/04/Disserta%C3%A7%C3%A3o_Conrado-Guilherme-Heyden.pdf>. Acesso: 01/11/2016

 

IMPOLCETO, F.M.; DI THOMAZZO, A.; BONFÁ, A.C.; et al. Educação física no ensino fundamental e médio: a sistematização dos conteúdos na perspectiva de docentes universitários. Revista Mackenzie Educação Física Esporte, vol.6, São Paulo: Rio Claro, 2007. Disponível em: <http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/remef/article/view/1285/990 >. Data de acesso:05/10/2016

 

LEONARDI, Thiago José, et al. Pedagogia do esporte: indicativos para o desenvolvimento integral do indivíduo. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte , v.13, São Paulo, 2014. Disponível em: < file:///C:/Users/lab1/Downloads/3613-30009-1-PB.pdf>. Acesso: 22/11/2016

 

OLIVEIRA, P. R; OLIVEIRA, V. Uma análise do referencial teórico-metodológico na práxis escolar no ensino do basquetebol. Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2010. Disponível em:<http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2010/2010_ufpr_edfis_artigo_paulo_roberto_ribas_de_oliveira.pdf>. Data de acesso: 13/09/2016.

 

SAVIETTO, P. A.; MONTEIRO, S. D.; CALABRESI, M. A. C A prática do basquetebol nas escolas. Universidade São Francisco, São Paulo: Bragança Paulista, 2008. Disponível em: <http://lyceumonline.usf.edu.br/salavirtual/documentos/1327.pdf>. Data de acesso: 07/10/2016

 

SOUZA, R N.; FONSECA JUNIOR, E. A influencia da educação física na formação moral do aluno. EFDesportes.com, Revista Digital, ano 15, n.147. Buenos Aires, agosto de 2010. Disponível em:<http://www.efdeportes.com/efd147/educacao-fisica-na-formacao-moral-do-aluno.htm>.  Data de acesso: 05/10/2016

POR

Jessica Santos GOMES, Washington Wesley dos SANTOS, Daniela Moraes SCOSS

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