Curso online de O Brincar e o Aprender na Educação Infantil

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

17:56

10 brincadeiras que fizeram parte da sua infância



Quais são as brincadeiras que fizeram parte da sua infância? Para poder relembrar algumas atividades que podem fazer parte da infância dos seus alunos.

Vamos relembrar?























Aqui neste post citei 10 brincadeiras apenas,entre as milhares de brincadeira que fizeram parte da nossa infância,hoje dominada pelo mundo virtual.

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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

12:11

O folclore na escola e nas etapas de ensino

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O folclore é marcado por se tratar de um momento mágico com ricas lendas, histórias, "causos" entre outros. Trabalhar isso na escola

Educação Infantil
Para aproximar o folclore da realidade dos alunos na Educação Infantil, os educadores podem inserir nos planos de aula brincadeiras e cantigas de roda (como ponto de partida e não como abordagem exclusiva). Além de estimular o movimento, algo fundamental nessa etária, elas ajudam as crianças a desenvolver a fala. Batucar e dançar ritmos regionais, por exemplo, faz os pequenos entrarem em contato com manifestações artísticas locais, que são expressões de sua cultura. "Começar com aquilo que o aluno traz facilita o entendimento da diversidade cultural", diz Ikeda.

Ensino Fundamental 1
A partir do 1º ano, já é possível contar com a ajuda dos alunos para levantar diversos elementos do folclore, sem perder de vista que um ensino eficiente requer planejamento, avaliação inicial e contínua e uma sequência lógica que leve à construção do conhecimento. Não faz muito sentido para um aluno do Sudeste brasileiro, por exemplo, entrar em contato com mitos e lendas da Amazônia se ele ainda não conseguiu entender a noção de folclore. É com base no levantamento de exemplos de situações mais próximas da realidade dos estudantes que o professor consegue perceber quando eles estão prontos conhecer os aspectos que fazem parte da cultura de outras regiões do país - que ele não pratica, mas que podem ser melhor entendidos por meio dessa análise que parte dos elementos mais conhecidos e segue para outros mais distantes. Para um aluno pernambucano, por exemplo, entender as origens do carnaval de Olinda e aprender mais sobre os festejos locais pode ajudar na identificação de diferenças e semelhanças na celebração da festa no restante do Brasil.

Ensino Fundamental 2
Com a separação das disciplinas nessa etapa de ensino, o folclore geralmente passa a ser tratado apenas nas aulas de Arte. "As manifestações culturais são muito mais complexas e envolvem outros aspectos que ultrapassam a noção de Arte", afirma Teca. "Por isso, devem ser trabalhadas em várias disciplinas que compõem o currículo regular das instituições de ensino". Para compreender o porquê a capoeira foi incorporada à cultura brasileira é preciso ensinar aos alunos que o Brasil foi um país escravocrata e que o jogo era praticado por negros africanos trazidos ao Brasil para serem explorados. Muitos desses homens permaneceram aqui após sua libertação, se espalharam pelas capitais do país e ensinaram aos brasileiros como o esporte era praticado. Neste simples exemplo, temos quatro disciplinas envolvidas: História, Geografia, Educação Física e Arte. A mesma regra vale para a maioria dos conteúdos ensinados em sala de aula.

A mudança no ensino do folclore deve ser feita por meio de uma revisão no currículo de cada escola. Para isso, professores e coordenação tem papel importante: afinal, a escola tem uma função importante na legitimação das representações culturais. Por isso, promover a aproximação junto a grupos de teatro, música ou de dança que ficam no bairro em que a instituição está, por exemplo, pode ajudar os alunos a se sentir sujeitos atuantes da cultura local. "Professores e coordenadores pedagógicos precisam reconhecer os alunos como participantes da cultura, que têm muito a contribuir para a construção da aprendizagem", diz Teca.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

07:59

Exercícios de Handebol na Escola

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Handebol para crianças
é usado como gestos específicos e habilidades motoras, que são chamados de básicas o filogenéticas; ou o que significa que são geneticamente feitas na criança, sem ter que aprender especificamente, só precisa de um ambiente certo para desenvolver e aperfeiçoar.

Estas habilidades motoras básicas são: correr, pular, lançar, chutar, escalar, jogar uma bola, receber, passar...

Veja alguns exercícios que podem ser utilizados para handebol na escola:

·    Quicar a bola com força na frente do corpo, lançando-a no solo com a mão direita e recebendo com as duas. Repetir com a mão esquerda.
·    Lançar a bola à cima da cabeça. Girar o corpo e pega-la antes de tocar o solo.
·    Quicar fortemente a bola no solo, saltar verticalmente, buscando recupera-la com as duas mãos o mais alto possível.
·    Afastado de um colega cerca de 5m, posicionar-se de costas, lançar a bola por cima da cabeça para que o colega a receba sem dificuldade. O colega que recebe a bola deverá estar de frente. Após receber a bola o colega passa a posição de costas e repete o exercício.
·    Correr 3 passadas largas saltar sobre um elástico e no ar passar a bola a um colega a 6m de distancia.
·    Em coluna, o primeiro aluno deverá correr pra frente com uma bola, e girando no alto, fazer o passe ao próximo aluno da coluna. O aluno que concluiu o passe irá ao fundo da coluna e o colega que recebeu deverá fazer o exercício.
·    Formar colunas atrás de 6 cones distantes 8 m um do outro,formando uma figura geométrica. O primeiro aluno de uma das colunas estará de posse de uma bola. Deverá lança-la para o primeiro aluno de uma da outras colunas e correr em direção a ela, entrando no seu final. A bola não poderá ser devolvida à mesma coluna de quem recebem a bola.
·  Realizar passes em duplas com duas bolas. Deverão ser capazes de passar e receber a bola com ambas as mãos, tanto parado quanto em deslocamento.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

11:04

Objetivos da Educação Física no Ensino Fundamental

    http://msalx.veja.abril.com.br/2014/08/09/0335/pe6Cx/educacao-fisica-original.jpeg?1402459890

 O esporte é uma ótima forma dos alunos aprenderem que a vida não é feita só de vitórias e que nem sempre se consegue tudo o que se almeja. Os esportes os põem frente à derrota, o que os obrigam a aprenderem a superar suas frustrações

    No Ensino Fundamental, serão oportunizadas diversas vivências que valorizem o aluno como produtor do conhecimento, estimulando a reflexão crítica e a utilização do corpo como instrumento de interpretação do mundo. Para isso, o ensino da Educação Física oferecerá a organização de um ambiente que possibilite desenvolver as capacidades de:

  • Conhecer e utilizar o corpo em movimento no tempo e no espaço;

  • Dominar os movimentos básicos do corpo;

  • Ampliar o repertório motor na combinação de movimentos e habilidades;

  • Identificar e utilizar as atividades ludo-pedagógico do cotidiano escolar na organização do lazer;

  • Repudiar a violência, evidenciando o respeito mutuo, a ética, a dignidade e a solidariedade;

  • Incorporar as manifestações corporais das diversas culturas ao acervo lúdico;

  • Demonstrar autonomia na legislação da regra dos jogos;

  • Entender a diversidade cultural e conviver com ela na organização e execução das práticas corporais;

  • Compreender a importância da atividade física e do esporte para a saúde, relacionando-a com os fatores sócio-culturais;

  • Adquirir habilidades esportivas, reconhecendo a importância do gesto motor, despertando o prazer pelo esporte;

  • Responsabilizar-se pelo desenvolvimento e manutenção de suas capacidades físicas (resistência aeróbica, força, velocidade e flexibilidade)

  • Valorização e respeito com sensações, emoções, limites, integridade física e morais pessoais e dos colegas.

  • Reconhecimento e valorização de atitudes não discriminatórias, quanto à habilidade, sexo, cor e outras.

  • Predisposição em cooperar com colega ou grupo, participar em jogos esportivos, recreativos.

    Propõe-se, assim, a valorização do aluno, dando movimento a cada idéia dentro da escola numa perspectiva interdisciplinar, cabendo ao professor mediar às vivências, desenvolvendo habilidades e competências na formação do ser crítico participativo.


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