Curso online de O Brincar e o Aprender na Educação Infantil

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

06:21

Expectativas de aprendizagem em Educação Física do 1º ao 9º ano

As Orientações Curriculares da prefeitura de São Paulo prevêem que os alunos de 5º ano sejam capazes de:

- Identificar, explicar e demonstrar corporalmente brincadeiras, esportes, danças, lutas e ginásticas vivenciados no contexto da comunidade.

- Buscar a participação de todos, independentemente de gênero, sexualidade, raça, etnia ou biótipo.

- Analisar e comentar em diversas situações o desempenho dos participantes, compreendendo-o como fruto das características pessoais e da diversidade da prática.

- Respeitar o direito de expressão dos colegas, aceitando diferentes graus de participação.

- Reconhecer as atividades que ocorrem em outros grupos culturais e vivenciá-las.

- Identificar as relações de poder presentes nas vivências esportivas.

- Apropriar-se da terminologia específica da modalidade.

O mesmo documento prevê que os estudantes de 9º ano saibam:

- Ser críticos perante a tentativa de imposição da indústria cultural.

- Reconhecer a intencionalidade de políticas esportivas públicas e do terceiro setor.

- Analisar os programas televisivos, as crônicas e a publicidade e seus efeitos.

- Identificar as características das brincadeiras vivenciadas (regras, estratégias, conteúdo e forma).

- Elaborar formas variadas de textos.

- Adaptar formas de participação, facilitando a atuação dos colegas.

- Conhecer e relacionar os tipos de modalidade com os espaços sociais onde ocorrem.

- Compreender a construção do mito do atleta.

- Identificar as práticas discursivas presentes nos esportes que reforçam pejorativamente a identidade de raça, gênero, sexualidade e idade.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

06:16

Atividades aquáticas recreativas



A água é essencial para manutenção e preservação da saúde, além de se tornar importantíssima nos hábitos de higiene e cuidados pessoais. A água está presente no nosso dia a dia, nos alimentos e preparo deles, é hoje uma das maiores fonte de geração de energia elétrica, sem a qual torna-se impossível viver em nossa sociedade atual. Em alguns casos ele é nossa fonte de renda, e também o nosso trabalho.

Na hidroginástica, natação, recreação aquática, o contato com a água torna-se divertida, nela adquirimos uma nova percepção do nosso corpo, onde sentimos ele mais leve, nossos músculos relaxam em contato com ela, nos proporcionado uma experiência totalmente nova.

Dentro da água muitas opções de brincadeiras nos são ofertadas, então, a recreação se faz presente, utilizando bexigas, bolas, objetos que flutuem ou não, entre outros adereços podemos realizar diversas atividades.

O verão está ai! Mas também não só no verão temos a possibilidade de utilizar trabalhos nesses espaços, hoje há investimentos em ambientes climatizados para a realização de atividades com água, pois, atualmente uma grande parcela dos espaços de lazer como parques aquáticos, acampamentos, colônia de férias, hotéis, resorts há ambientes com água!

Confira algumas atividades para serem realizadas

Dentro Ou Fora Do Arco?
Materiais: Arcos ou Bambolês

Descrição: É distribuído vários arcos ao grupo, o recreador ordenará que se permaneça no arco um número X de participantes, lembrando que o recreador não deve estipular como os participantes devem se posicionar no arco (dentro ou fora).A cada número dito, tirasse um arco, até que fique apenas um. Essa dinâmica irá causar um “debate” sobre como todos irão se posicionar ao mesmo tempo no arco. Ao final, peça para todos ficarem fora do arco, e segurando o mesmo. Dará uma bela foto.

O Feitiço Virou Contra O Feitiçeiro
Materiais: Não há necessidade

Descrição: Em grupos. Peça para cada grupo escolher uma atividade e um grupo para executá-la, e devem explicar como realizá-la. Após todos os grupos explicarem suas respectivas atividades e escolher os grupos. O recreador, irá dizer o nome da atividade: “o feitiço virou contra o feiticeiro”. E nesse momento, cada grupo terá que realizar a atividade que desenvolveu para o outro grupo.

Procurando Nemo
Materiais: Não há necessidade

Descrição: Dois participantes formam uma casinha (segurando um nas mãos do outro) e um 3o fica no meio, entre a casinha, este será o Nemo. Não será feito um número exato de casinhas, ou seja, alguns alunos ficarão fora das casinhas. Assim que o recreador falar: "Nemo procura casa", os que estão dentro das casinhas (Nemos) terão que trocar de casa e os que estavam sem casa tem que procurar alguma.
Variações: O recreador pode falar: "Procurando Nemo". Nesse momento os Nemos ficam parados e as casinhas trocam de Nemo. Quando o professor falar TSUNAMI, toda mundo troca de lugar. Nemo vira casa, casa vira Nemo, trocam-se os trios.

Caça Aos Números
Materiais: Números de E.V.A

Descrição: Distribua vários números de E.V.A no centro da piscina. Realiza-se uma conta de somar, subtrair, multiplicar (dependendo da faixa etária do grupo). Cada dupla terá uma numeração, ao comando do recreador, a dupla selecionada sairá para buscar o resultado, vence quem mostrar primeiro e com o resultado certo.

Bob Esponja
Materiais: Esponja

Descrição: É um jogo de estafetas. O grupo é dividido em equipes, sendo-as dispostas em colunas. O primeiro jogador deverá estar com uma esponja na mão, posicionado de frente de um balde que estará na borda da piscina. Ao sinal do recreador, o jogador levará a esponja molhada até o balde, apertando-a e desejando toda a água nela contida. Passa-se a esponja para o próximo jogador, e assim sucessivamente.

Variações: A mesma dinâmica, só que troque a esponja por: copos, copos furados, camiseta ou colete no corpo, meias.

Busca Submarina
Materiais: Tiras de Tecido TNT + Elástico

Descrição: Todos devem colocar sua faixa de TNT (que será seu rabinho) no pulso, com elásticos para segurar. Os alunos devem estar afastados uns dos outros e ao sinal devem tentar tomar para si o rabinho dos outros. O participante que perder o seu tem ainda direito de tentar pegar o do outro para que a brincadeira não tome muito tempo.

Variações: Todos contra todos. Equipes contra equipes. Aquele que pegar o do outro e se tiver perdido o seu, pode recolocar o rabinho que "roubou". Pode-se também contar pontos: Quem roubar mais rabinhos vence o jogo.

E nunca esqueça: “se você pode sonhar, pode fazer” (Walt Disney).

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

06:15

Inclusão eficiente na Educação Física Escolar



A Educação Física, como as demais disciplinas, deve incluir não apenas os gordinhos e baixinhos, mas também os que têm alguma deficiência (física ou mental). "É papel da escola ensinar a conviver com as diferenças e oferecer meios de ajudar a aumentar a sociabilidade", diz Marcos Neira. Os PCNs defendem que isso ajuda a desenvolver "particularmente as capacidades afetivas, de integração e inserção social". Obviamente, é preciso adaptar as atividades às deficiências dos alunos de sua turma para que eles aprendam.

Ao propor um jogo com bola para uma classe em que uma das crianças se locomova em cadeira de rodas, garanta que ela possa participar, atuando como um dos jogadores ou em outra função em que ela colabore com o grupo. O ideal é dar a ela a oportunidade de treinar e desenvolver suas habilidades ou de fazer parte das atividades que envolvam competição, e não apenas atuar como técnico ou juiz, por exemplo. Dessa forma, todos ajudam, interagem, planejam e se tornam verdadeiros campeões.

Mitos pedagógicos

Muitas práticas já tradicionais não garantem a aprendizagem. Conheça algumas delas:

- Ensinar do mais fácil para o difícil

É melhor intercalar teoria e prática, jogos e fundamentos do esporte. Só treinar arremessos em aulas de basquete não garante que a criança aprenda a jogar.

- Saber dançar ou jogar é um dom

É o mesmo que dizer que habilidades são inatas e não podem ser alteradas. Pelo contrário, dar oportunidades a todos desenvolve competências independentemente da aptidão.

- A competição é nociva

Competir pode ser positivo ou negativo. Não é porque os jogos reforçam a disputa entre as equipes que as crianças vão se tornar competitivas - ou menos cooperativas - em outras atividades. Roberto Rodrigues Paes, da Universidade Estadual de Campinas, diz que "o caráter lúdico, a inclusão, o compartir e o competir próprios do esporte são motivadores".

- A Educação Física ajuda a recrear, distrair e descontrair

As práticas esportivas e os exercícios podem ser muito prazerosos, mas o objetivo da escola não é o lazer, é ensinar. As Orientações Curriculares para o Ensino Fundamental da prefeitura de São Paulo defendem que "as práticas não podem ser confundidas com aquelas dadas nas escolinhas de futebol e academias".

Beatriz Santomauro - bsantomauro@fvc.org.br

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

06:14

Educação Física, Recreação e Lazer


O objetivo é o sorriso, não importa de quem – criança, jovem, adulto ou idoso. O instrumento? Atividades lúdicas que tragam alegria, relaxamento e descontração. Eis o trabalho da Recreação e do Lazer, um campo que tem oferecido boas oportunidades a profissionais de Educação Física de todo o Brasil.

Segundo Alípio Rodrigues Pines Júnior (CREF 068904-G/SP), diretor da Associação Brasileira de Recreadores (ABRE), atualmente o tema é objeto de diversos estudos acadêmicos, devido ao crescimento da indústria do lazer e do entretenimento. “A Educação Física é a principal área que discute tal temática, abrigando a maioria dos grupos de pesquisas e suas respectivas publicações”, conta, frisando que a área também é tema de estudo em outros cursos acadêmicos, como Turismo,

Hotelaria e Pedagogia, entre outros. No entanto, é grande a contribuição que a Educação Física traz para a recreação. “A formação em Educação Física trouxe uma contribuição principalmente no conhecimento acerca da execução dos jogos e brincadeiras, além da ampliação do repertório das atividades e sua devida organização”, especifica Alípio.

Campo de trabalho

Com o crescimento do setor de lazer e entretenimento, há um vasto campo de trabalho para o Profissional de Educação Física que deseje atuar na área. Hotéis e resorts, colônias de férias, cruzeiros marítimos, associações filantrópicas, hospitais, clubes e casas de festa são algumas das possibilidades a quem opta por ser um recreador.

O profissional Tiago Aquino da Costa e Silva (CREF 049529-G/SP, nas fotos), conhecido como Tio Paçoca, teve o primeiro contato com o tema na faculdade de Educação Física, ao cursar a disciplina de Recreação e Lazer. “A partir do momento em que tive as primeiras oportunidades profissionais em Recreação e Lazer, decidi que era isso que eu queria para a minha vida!”, relembra. Hoje, ele é proprietário de uma empresa de recreação e coautor de um livro sobre o tema, Manual de Lazer e Recreação. “Atualmente, 100% da minha vida é Recreação, Lazer e Escola”, completa.

Competências e Habilidades

Para atuar na recreação, o profissional deve ter um conjunto de competências e habilidades que passam, necessariamente, pela sua própria sensibilidade em perceber o gosto do público com o qual está lidando, de forma a adequar as atividades programadas. Para fazer essa adequação, é necessário que o profissional tenha, também, conhecimento de diversas técnicas de animação e de intervenção, bem como conhecimentos específicos em atividades físicas, esportes, dança, ginástica, jogos, brincadeiras, entre outros. “Os recreadores devem gostar de gente e de cultura e, ainda, ter presente a sensibilidade da ludicidade e a capacidade de interpretar as expectativas do grupo, desenvolvendo na sua plenitude a ação pedagógica e didática do educador não-formal”, analisa Alípio.

Além dessas características, Tiago Aquino destaca que os profissionais devem também investir no desenvolvimento de competências gerenciais e empresariais. “A maioria dos recreado- res não têm a visão empresarial e de gestão das áreas do Lazer, Recreação e Entretenimento. Isso limita e muito o seu crescimento profissional. Acredito que esse seja o maior impedimento para o desenvolvimento de sua carreira”, avalia.

Educação e lazer

A recreação está longe de ser apenas um divertimento descompromissado. Suas atividades lúdicas e brincadeiras podem ser, também, um poderoso instrumento educacional. “Há uma vertente teórica que mostra que o lazer possui um duplo aspecto educativo, em que é possível promover a educação para o lazer e/ou pelo lazer. Quando falamos da educação para o lazer, visa-se educar o cidadão para sua participação nas atividades de lazer; enquanto que, na educação pelo lazer, o foco é utilizá-lo como uma ferramenta para promover a educação. Este pode ser um foco a ser utilizado nas escolas, como uma das diversas ferramentas à disposição do educador”, finaliza Alípio.

Para saber mais...
www.abrerecreadores.com.br

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

05:16

Metodologias mais comuns na Educação Física


Até 1980, os professores eram técnicos que exploravam a repetição dos movimentos para desenvolver a capacidade física do aluno. Depois disso, diversas correntes surgiram e convivem até hoje.

Saúde
Desde 1990, o sedentarismo e a alimentação inadequada se tornaram comuns entre crianças e a Educação Física passou a refletir sobre a questão.
Foco Ensinar hábitos e comportamentos saudáveis e a prática autônoma de exercícios físicos.
Estratégias de ensino Atividades práticas para exercitar o corpo e aulas expositivas sobre sexualidade, alimentação e estresse.

Psicomotricidade
As pesquisas chegaram ao Brasil por volta de 1960 e cresceram em 1980.
Foco Garantir o conhecimento corporal e suas relações com os objetos, o espaço e o outro - que contribuem para o desenvolvimento integral.
Estratégias de ensino No desenvolvimento espacial e temporal, são usados bambolês, cordas, bolas de diferentes tamanhos, tecidos e bastões.

Cultural
Cada aluno deve ser visto dentro do contexto em que vive, com sua bagagem cultural e seus interesses próprios. O professor é o mediador dos conteúdos e a criança colabora na construção das aulas por meio de discussões.
Foco Integrar alunos com habilidades diversas (inclusive aqueles com diferentes deficiências) e variar as atividades praticadas.
Estratégias de ensino O aluno pratica movimentos variados, lê, registra e reflete sobre seus aprendizados.

Desenvolvimentista
A intenção é entender como se dá o movimento ao longo do Desenvolvimento, analisando a construção da experiência de bebês, crianças e jovens.
Foco É a ação motora com intenção, significado e contexto. Os alunos são sujeitos do próprio desenvolvimento e devem ser considerados as relações internas ao organismo e o que acontece ao seu redor.
Estratégias de ensino As aulas devem proporcionar condições para que o comportamento motor seja desenvolvido justamente pelo aumento da diversificação e pela complexidade dos movimentos.

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