quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

14:59

Educação Físia escolar: Vários Artigos

14:48

O aluno e seu corpo nas aulas de educação física



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Resumo

Este texto apresenta uma discussão sobre o impacto da mídia, e a dinâmica da vergonha nas aulas de Educação Física, de alunos no tocante da imagem corporal, que possuem de si mesmos, e em relação aos colegas. Tem-se como referencial, a psicanálise e a concepção do contexto escolar a partir da análise institucional.

Por outro lado, a importância da participação da mídia, em programas de promoção de atividade física e saúde, e entendida como uma grande estratégia para a informação populacional na promoção da saúde, através de um estilo de vida mais ativo. A relação entre vergonha e corpo é de um lado, racional e de outro, afetivo-emocional. Este texto, ainda que de forma literária, é um convite para se discutir sobre as questões intervenientes nas aulas de Educação Física.


Palavras-chave: vergonha, corpo, educação física, psicanálise, mídia.


Arquivo Completo

sábado, 12 de janeiro de 2008

17:55

História da Recreação


A recreação teve sua origem na pré-história, quando o homem primitivo se divertia festejando o início da temporada de caça, ou a habitação de uma nova caverna. As atividades se caracterizavam por festas de adoração, celebrações fúnebres, invocação de Deuses, com alegria, caracterizando assim um dos principais intuitos da recreação moderna, e também, o vencimento de um obstáculo.As atividades (jogos coletivos) dos adultos em caráter religiosas foram passadas de geração em geração às crianças em forma de brincadeiras.

   O movimento da recreação sistematizada iniciou-se na Alemanha em 1774 com a criação do Philantropinum por J. B. Basedow, professor das escolas nobres da Dinamarca. Na Dinamarca, as atividades intelectuais ficavam lado a lado às atividades físicas, como equitação, lutas, corridas e esgrima.

    Na Fundação Philantropinum havia cinco horas de matérias teóricas, duas horas de trabalhos manuais, e três de recreação, incluindo a esgrima, equitação, as lutas, a caça, pesca, excursões e danças. A concepção Basedowiana contribuía para a execução de atividades a fim de preparação física e mental para as classes escolares maiores.
Contribuindo, Froebel criou os Jardins de Infância onde as crianças brincavam na terra.
Nos EUA o movimento iniciou em 1885 com a criação de jardins de areia pra as crianças se recrearem. Com o tempo, o espaço tornou-se pequeno visto que os irmãos mais velhos vinham também se recrearem nos jardins. Criavam-se então os Playgrounds em prédios escolares, chamados também de pátios de recreio.

    O 1º - HULL HOUSE – Chicago, em 1892. Área para jogos, aparelhos de ginástica e caixa de areia.

   Prevendo a necessidade de atender as diversas faixas etárias, foram criados os Centros Recreativos, que funcionavam o ano todo. Eram casas campestres com sala de teatro, de reuniões, clubes, bibliotecas e refeitórios. Havia estruturas semelhantes ao que temos hoje em dia: Caixas de areia, escorregadores, quadras e ginásio para ambos os sexos com vestiários e banheiros, balanços, gangorra, etc. Para orientação das atividades existiam os líderes especialmente treinados.

    Em 1906 foi criado um órgão responsável pela recreação, o Playground Association Of America , hoje mundialmente conhecido com NATIONAL RECREATION ASSOCIATION.

   O termo playground foi mudado para "recreação" devido à necessidade de atingir um público de diferente faixa etária, como os jovens e adultos. E devido a crescente importância do tempo de lazer dos indivíduos da sociedade.

    No Brasil a criação de praças públicas iniciou-se em 1927, no Rio Grande do Sul com o ProfºFrederico Guilherme Gaelzer. O evento chamava " Ato de Bronze ", onde foram improvisadas as mais rudimentares aparelhagens. Pneus velhos amarrados em árvores construíam um excelente meio de recreação para a garotada.
Em 1929, aparecem as praças para a Educação Física, orientadas por instrutores, pois não havia professores especializados.

    Surgia a partir daí, Centros Comunitários Municipais.

   Em 1972, foi criado o " Projeto RECOM " (Recreação – Educação – Comunicação), pelo prefeito Telmo Flores juntamente com o profº Gaelzer. Porto Alegre (a pioneira desse tipo de projeto), realizou atividades recreativas e físicas promovendo o aproveitamento sadio das horas de lazer e a integração do homem com sua comunidade.

    Funcionavam no RECOM uma Tenda de Cultura e um Carrossel de Cultura, desmontáveis e de fácil remoção. A Tenda é uma casa de espetáculos. O Carrossel foi criado para apresentações externas, espetáculos ao ar livre.

    Façamos a ressalva pela importância da recreação, a Alemanha, a introduzindo nas escolas e criando os parques infantis. Os EUA, criando os playgrounds equipados revolucionando a recreação pública. O Rio Grande do Sul pelo pioneirismo e a implantação do " RECOM " com a recreação móvel.


Ref. Bibliográfica:
GUERRA, Marlene. Recreação e Lazer.Porto Alegre, Sagra, 1988.
 
 
Texto:
Prof. Maurício Leandro - "Choquito" – CREF nº 03560 – G/BA
  • Prof. de Fund. Recreação e Lazer II - FACSUL – Itabuna / Bahia
  • Assessor de Eventos da Educação Física FACSUL – Itabuna / Bahia
  • Prof. de Estágios em Recreação e Lazer das Faculdades Integradas Montenegro - Ibicaraí / Bahia
  • Coordenador de Recreação da Cooperativa do Fitness – CDOF

  • 17:54

    Por que estudar Educação Física na escola?

    Ainda não existe uma resposta simples para isso, mas muitos pesquisadores já se debruçaram em respondê-la anteriormente. Contundo, atualmente ainda não temos uma grande quantidade de trabalhos que buscam responder a questão. Isso deve ter ocorrido pelo fato dos trabalhos anteriores, não necessariamente se concretizaram em mudanças no paradigma da Educação Física escolar.
     
    Porém, esta questão central, qual seria o objetivo de se estudar no mínimo por 12 ou 13 anos Educação Física na educação infantil, no ensino fundamental e médio, perfazendo um total aproximado de 1.040 aulas?
     
    Será que poderia dizer que o seu objetivo é desenvolver habilidades motoras? Mas como poderia sustentar esse objetivo, se as aulas de Educação Física duram em média 45 ou 50 minutos duas vezes por semana, e as crianças, mesmo ironicamente contra a vontade da escola, se movimentam em outros ambientes por meio de estímulos e necessidades? As crianças necessitam das aulas de Educação Física para completar o seu desenvolvimento motor? Se pesquisas mostrarem que sim, seriam apenas 100 minutos por semana suficientes?
     
    Ou as aulas de Educação Física se justificariam pelo fato de se caracterizar como o único momento que seria permitido às crianças se movimentarem, nas cinco horas que passam confinadas dentro da escola?
     
    Nesse sentido, o objetivo seria apenas recrear as crianças? Apenas para ocupar o tempo em atividades descontextualizadas dirigidas por adultos? Então o professor seria apenas um monitor e não um especialista na área?
     
    Por outro lado, será que a Educação Física deveria ser responsável por selecionar atletas para abastecer o cenário olímpico nacional? E se esse é o caso, por que os esportes ensinados são apenas futsal, basquete, vôlei e handebol?
     
    É incontestável que qualquer disciplina deva ensinar o aluno a viver em sociedade. Por isso, as ações pedagógicas devem ser voltadas para encontrar problemas para as soluções do mundo. A escola e a Educação Física devem ser vistas como uma prática primordial para o desenvolvimento do individuo num ambiente humano, cultural e social.
     
    Sendo assim, a Educação Física só se justifica na escola se propor realizar um projeto integrado com as demais disciplinas, almejando desenvolver a consciência sobre a experiência humana e autonomia, por meio de práticas corporais.
     
    As aulas de Educação Física não devem exclusivamente possibilitar o desenvolvimento motor, mesmo porque, não é aceitável o fato de que somente duas aulas semanais sejam suficientes para potencializar o desenvolvimento motor.
     
    São poucas as pessoas que algum dia visitarão as quatro maiores ilhas que compõe o Japão, ou que utilizarão conscientemente um anacoluto, uma prosopopéia, ou uma oração subordinada adverbial, mas todos assistem e continuarão a assistir cada vez mais, filmes sobre futebol americano, beisebol, chorando e se emocionando com as cenas. Porém não compreendendo nada, nem de lógica do jogo, nem muito menos seu componente ideológico.
     
    Porém, não quer dizer que a Educação Física seja mais importante que as outras disciplinas, mas mostra que ela deveria ter o mesmo grau de importância dado às outras disciplinas, já que também faz parte do processo de formação dos cidadãos.
    17:52

    Educação Física e inclusão: considerações para a prática


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    A Inclusão, como processo social amplo, vem acontecendo em todo o mundo, fato que vem se efetivando a partir da década de 50. A inclusão é a modificação da sociedade como pré-requisito para que pessoa com necessidades especiais possa buscar seu desenvolvimento e exercer a cidadania (Sassaki, 1997). Segundo o autor, a inclusão é um processo amplo, com transformações, pequenas e grandes, nos ambientes físicos e na mentalidade de todas as pessoas, inclusive da própria pessoa com necessidades especiais. Para promover uma sociedade que aceite e valorize as diferenças individuais, aprenda a conviver dentro da diversidade humana, através da compreensão e da cooperação (Cidade e Freitas, 1997).

    Na escola, "pressupõe, conceitualmente, que todos, sem exceção, devem participar da vida acadêmica, em escolas ditas comuns e nas classes ditas regulares onde deve ser desenvolvido o trabalho pedagógico que sirva a todos, indiscriminadamente" (Edler Carvalho, 1998, p.170).

    A escola como espaço inclusivo têm sido alvo de inúmeras reflexões e debates. A idéia da escola como espaço inclusivo nos remete às dimensões físicas e atitudinais que permeiam a área escolar, onde diversos elementos como a arquitetura, engenharia, transporte, acesso, experiências, conhecimentos, sentimentos, comportamentos, valores etc. coexistem, formando este locus extremamente complexo. A partir disto, a discussão de uma escola para todos tem suscitado inúmeros debates sobre programas e políticas de inserção de alunos com necessidades especiais. A grande polêmica está centrada na questão de como promover a inclusão na escola de forma responsável e competente.

    Quanto a área da Educação Física, a Educação Física Adaptada surgiu oficialmente nos cursos de graduação através da Resolução 3/87 do Conselho Federal de Educação e que prevê a atuação do professor de Educação Física com o portador de deficiência e outras necessidades especiais. Por isso sabemos que, muitos professores de Educação Física e hoje atuantes nas escolas não receberam em sua formação conteúdos e/ou assuntos ertinentes a Educação Física Adaptada ou a Inclusão.

    Sabemos também que nem todas as escolas estão preparadas para receber o aluno portador de uma deficiência e por vários motivos, entre eles, porque os professores não se sentem preparados para atender adequadamente as necessidades daqueles alunos e porque os escolares que não têm deficiência não foram preparados sobre como aceitar ou brincar com os colegas com deficiência. A Educação Física Adaptada "é uma área da Educação Física que tem como objeto de estudo a motricidade humana para as pessoas com necessidades educativas especiais, adequando metodologias de ensino para o atendimento às características de cada portador de deficiência, respeitando suas diferenças individuais" (Duarte e Werner, 1995: 9).

    Segundo Bueno e Resa (1995), a Educação Física Adaptada para portadores de deficiência não se diferencia da Educação Física em seus conteúdos, mas compreende técnicas, métodos e formas de organização que podem ser aplicados ao indivíduo deficiente. É um processo de atuação docente com planejamento, visando atender às necessidades de seus educandos. A Educação Física na escola se constitui em uma grande área de adaptação ao permitir, a participação de crianças e jovens em atividades físicas adequadas às suas possibilidades, roporcionando que sejam valorizados e se integrem num mesmo mundo. O Programa de Educação Física quando adaptada ao aluno portador de deficiência, possibilita ao mesmo a compreensão de suas limitações e capacidades, auxiliando-o na busca de uma melhor adaptação (Cidade e Freitas, 1997).

    Segundo Pedrinelli (1994: 69), "todo o programa deve conter desafios a todos os alunos, permitir a participação de todos, respeitar suas limitações, promover autonomia e enfatizar o potencial no domínio motor". A autora coloca ue o educador pode selecionar a atividade em função do comprometimento motor, idade cronológica e desenvolvimento intelectual.

    Na escola, os educandos com deficiência leve e moderada podem participar de atividades dentro do programa de Educação Física, com algumas adaptações e cuidados. A realização de atividades com crianças, principalmente aquelas que envolvem jogos, devem ter um caráter lúdico e favorecer situações onde a criança aprende a lidar com seus fracassos e seus êxitos. A variedade de atividades também prevê o esporte como um auxílio no aprimoramento da personalidade de pessoas portadoras de deficiência (Bueno e Resa, 1995). As crianças com algum nível de deficiência (auditiva, visual, física e mental) podem participar da maioria das atividades propostas.

    IMPLICAÇÕES PARA A PRÁTICA PEDAGÓGICA NA ESCOLA

    É importante que o professor tenha os conhecimentos básicos relativos ao seu aluno como: tipo de deficiência, idade em que apareceu a deficiência, se foi repentina ou gradativa, se é transitória ou permanente, as funções e estruturas que estão prejudicadas. Implica, também, que esse educador conheça os diferentes aspectos do desenvolvimento humano: biológico (físicos, sensoriais, neurológicos); cognitivo; motor; interação social e afetivo-emocional (Cidade e Freitas, 1997).
    17:48

    A Educação Física nas escolas públicas

    RESUMO

     

                O presente trabalho tem por objetivo proporcionar, particularmente aos acadêmicos de Educação Física, uma visão das nossas escolas públicas, mostrando-lhes algumas das dificuldades enfrentadas pelos professores e servindo como ponte para reduzir o distanciamento existente entre a instituição que prepara os profissionais e a realidade concreta de seu campo de atuação nas escolas públicas.Também é abordada a questão de como anda a Educação Física escolar, na perspectiva de mudanças na sua prática. Através de uma pesquisa realizada em dez escolas da rede pública estadual, no município de Palhoça/SC, foi feita uma breve análise sobre os conteúdos e metodologias que estão sendo utilizados nas aulas de Educação Física no ciclo de iniciação à sistematização do conhecimento (5ª e 6ª séries) e os objetivos almejados no planejamento; percebe-se ainda forte presença do Esporte, refletindo-se sobre as diversas possibilidades educativas atribuídas a ele.

     

    Palavras-chaves: Conteúdo, esporte, sociedade.

     
    17:33

    Professores aprendem novos métodos para aulas


    Como tornar a escola um espaço atrativo para o estudante? Com essa pergunta em mente, professores, diretores e coordenadores pedagógicos participaram das atividades do segundo e último dia do 1º Seminário Pedagógico - Escola: Planejamento Pedagógico em Construção, que ocorreu no Centro de Convenções. Em debate, novas abordagens para disciplinas como Educação Física, Educação Ambiental e História.

    O professor Marcelino Câmara apresentou, em uma das oficinas, a importância de se levar música de qualidade para a sala de aula. "A música traz resultados cognitivos e sensitivos. Os alunos passam a ter uma linguagem mais rebuscada, ampliando seu vocabulário. Além disso, eles passam a ter uma sensibilidade maior aos instrumentos acústicos".

    Até mesmo quem não tem muita intimidade com o mundo da música pode adotar essa estratégia com os estudantes, ressalta. "Um professor de música não precisa ser músico. O professor tem a sensibilidade de cantar, só por ter escolhido essa profissão. Um simples bater de palma pode marcar o ritmo. Se ainda assim ele tiver dificuldades, pode usar som mecânico ou pedir ajuda a alguém da escola que saiba", explica.

    Há um ano e meio como professora, Simone Kelly afirma que costuma usar muita música e brincadeiras com seus alunos do 2º ano do ensino fundamental. Após participar de uma oficina de Educação Ambiental durante o seminário, ela revela que irá aplicar alguns dos conceitos debatidos. "Vou trabalhar com as noções de respeito ao colega e trabalho coletivo em sala de aula".

    Qualidade
    O presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Estado do Ceará (Sinepe-CE), Airton de Almeida, destaca a importância do seminário. "Queremos criar uma base comum de discussão para os projetos pedagógicos das escolas. A partir disso, elas vão poder criar seus projetos de acordo com suas necessidades".

    De acordo com Airton de Almeida, uma das principais preocupações do Sinepe é qualificar a educação do Estado. "O Ceará tem bons resultados em olimpíadas de Matemática e Química no Brasil e no Exterior. Isso prova a qualidade de nossa escola. Nós temos resultados isolados. Queremos agora ampliar isso para um maior número de alunos".

    sábado, 5 de janeiro de 2008

    07:45

    Fórum sobre Educação Física Escolar

    Discutir idéias sobre educação física escolar é sempre interessante.
     
    Saber como pensa e excuta profissionais que tem a preocupação de oferecer a melhor perspectiva ao nosso aluno só ajuda a lelevar nosso grau de conhecimento.
    Portanto deixo aqui o link de um fórum, um dos mais respeitados do país sobre o assunto
     

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