terça-feira, 30 de setembro de 2014

17:18

Pesquisa reforça a importância do brincar


O que significa brincar, para uma criança? Enganam-se os pais que acreditam que essa atividade precisa estar obrigatoriamente relacionada com algum tipo de atividade física com benefícios para a saúde da criança. Essa é uma das conclusões de um novo estudo da Universidade de Montreal, no Canadá, sobre a importância da brincadeira descompromissada.

Para os pequenos, não existe uma regra ou um objetivo específico para brincar. É uma atividade sem fim, em que eles têm a oportunidade de experimentar sentimentos como excitação ou prazer, mas também para combater o tédio, a tristeza, o medo e a solidão. Por isso mesmo, nenhuma brincadeira deve ser imposta às crianças, muito menos contra a vontade delas.

"O brincar é uma forma de alcançar vários objetivos, incluindo a melhoria da saúde física e do desenvolvimento de aptidões cognitivas e sociais. Obviamente, é importante garantir o desenvolvimento e combater a obesidade infantil com atividades físicas. Mas para chegar lá, devemos mesmo inverter o objetivo final das brincadeiras?", questiona Katherine Frohlich, do Departamento de Medicina Social e Preventiva da Universidade de Montreal.


Ao todo, 25 crianças, entre 7 e 11 anos, participaram do estudo pioneiro, que foi realizado por meio de fotografias. Os pesquisadores clicaram os pequenos durante as atividades de recreação favoritas de cada um, fosse jogando futebol ou jogando xadrez por conta própria.

Um exemplo que reforçou as conclusões do estudo foi o depoimento de uma garota de 10 anos, que revelou brincar de escalar uma escultura de arte moderna perto de casa. Para ela, essa é a brincadeira mais divertida do mundo.

"Brincar é uma atividade prazerosa, mas que não tem obrigatoriamente um propósito", explica Stephanie Alexander, também da Universidade de Montreal e autora da pesquisa.

As fotografias e os depoimentos das crianças revelaram que as atividades recreativas associadas a algum esporte, como futebol, basquete e hóquei, são predominantes. A questão é que transformar a brincadeira em alguma atividade física regular elimina a espontaneidade dos jogos, o que também é importante para o bem-estar das crianças.

Outro ponto que merece ser levado em conta é sobre o "risco" de cada uma dessas atividades. Quando as crianças sentem que estão fazendo algo perigoso e arriscado, mesmo com a vigilância constante dos pais, acabam tendo um desenvolvimento melhor e mais saudável.

"Essa preocupação exagerada com a segurança dos filhos podem contribuir para o surgimento de uma geração de jovens que é cada vez menos capaz de lidar com o imprevisível", alerta Stephanie Alexander

terça-feira, 23 de setembro de 2014

14:04

Importância da atenção ao tipo de pisada em crianças

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pé areia euatleta (Foto: Getty Images)

As pessoas portadoras de pés planos, conhecidos como pés chatos, têm a tendência de pisar para dentro, com a borda interna dos pés, ou seja, são chamados de pronados. O que causa desequilíbrio na pisada e na marcha provocando várias lesões como entorses de tornozelo que ocorrem com mais freqüência.

Acesse o Faça Fisioterapia

Ao detectar-se pés planos no bebê, os pais devem ficar alertas, conversar com o médico para trabalhar os pés da criança desde cedo, para prepará-las para a marcha. O caminhar em diferentes solos com diferentes texturas, solos irregularidades, bolas, apanhar objeto com os pés.

Na natação, a criança trabalha nas atividades de psicomotricidade os pés e o equilíbrio de todo o corpo. O uso de botas ortopédicas e palmilhas é muito discutido, cada caso é um caso, mas os exercícios citados são imprescindíveis.

O caminhar e o brincar, correr na areia fofa, são um dos melhores exercícios. O andar descalço em diferentes tapetes, subir e descer obstáculos, o trabalho psicomotor é muito indicado para fortalecer e dar mobilidade dos pés.

A criança var crescendo com trabalho direcionado visando aumentar o arco plantar, ou seja, a curvatura da sola dos pés. Quando recebemos o paciente adulto, orientamos exercícios que de vem ser feitos para o resto da vida para fortalecimento e alongamento muscular e flexibilidade articular, mas não é possível ganho de arco plantar.

É necessário um trabalho de fortalecimento dos músculos envolvidos na articulação do tornozelo e de toda a perna. É fundamental trabalho de equilíbrio e propriocepção para ativar as reações de equilíbrio para diminuir ou zerar os entorses.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

12:12

Educação Física na Educação Especial

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Por desconhecimento, receio ou mesmo preconceito, a maioria das pessoas com deficiência foram e são excluídas das aulas de Educação Física (EF). A participação nessa aula pode trazer muitos benefícios a essas crianças, particularmente no que diz respeito ao desenvolvimento das capacidades afetivas, de integração e inserção social. (PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS, 1997).

As escolas especiais, como as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), dividem a EF em:
  • EF Escolar para a Educação Infantil (0 a 6 anos) 1ª fase;
  • EF Escolar para o Ensino Fundamental e Educação Profissional para os Ciclos de:
  • Escolarização Inicial (7 a 14 anos) 2ª fase;
  • Escolarização e profissionalização (acima de 14 anos) 3ª fase.

 A formação de turmas para o atendimento em EF, proposta pela APAE Educadora (projeto escolar), deverá observar, além da idade cronológica do aluno para a inserção nas respectivas fases, o seu padrão funcional que é a capacidade de compreensão dos estímulos e de execução dos movimentos propostos.

 Nas fases II (Escolarização Inicial) e III (Escolarização e Profissionalização), há três níveis de atuação da EF (nível I, II e III) e para a inserção do aluno dever-se-á considerar suas condições físicas momentâneas. (TIBOLA, 2001, apud GORGATTI; COSTA, 2005).

Nível I:
    Estimulação motora; desenvolvimento do sistema motor global por meio da estimulação das percepções motoras, sensitivas, e mental com experiências vividas do movimento global; desenvolvimento dos movimentos fundamentais.

Nível II:
    Estimulação das habilidades básicas; melhoria da educação e aumento da capacidade de combinação dos movimentos fundamentais; desenvolvimento de atividades coletivas, visando à adoção de atitudes cooperativas e solidárias sem discriminar os colegas pelo desempenho ou por razões sociais, físicas, sexuais ou culturais.

Nível III:
    Estimulação específica e iniciação esportiva; aprendizagem e desenvolvimento de habilidades específicas, visando à iniciação esportiva; treinamento de habilidades esportivas específicas, visando à participação em treinamento e competições.

 Entende-se que na EF Adaptada deve ser mantida a integridade das atividades e promovida a maximização do potencial individual, uma vez conhecidas às metas do programa, convém modificá-las, apenas quando necessário, sempre respeitando as metas previamente determinadas, assegurando que as atividades sejam um desafio à todos os participantes e, sobretudo, que seja valorizada a diferença. (GORGATTI; COSTA, 2005).

Os Parâmetros Curriculares Nacionais (1997, p. 85) citam que:

A Educação Física para alcançar todos os alunos deve tirar proveito dessas diferenças ao invés de configurá-las como desigualdades. A pluralidade de ações pedagógicas pressupõe que o que torna os alunos diferentes é justamente a capacidade de se expressarem de forma diferente.

O processo de ensino aprendizagem, a respeito dos conteúdos escolhidos deve considerar as características dos alunos em todas as suas dimensões (cognitivas, corporais, afetiva, ética, estética, de relação inter pessoal e inserção social). Não se restringe a simples exercícios de certas habilidades corporais e exercê-las com autonomia de maneira social e culturalmente significativa.

Para Gorgatti e Costa (2005), é importante focalizar o desenvolvimento das habilidades, selecionando atividades apropriadas, providenciando um ambiente favorável à aprendizagem encorajando a auto-superação, a todos os participantes da EF Adaptada.

 Concordamos com os Parâmetros Curriculares Nacionais (1997), quando ele diz que a EF deve oportunizar à todos os alunos, independente de suas condições biopsicossociais, o desenvolvimento de suas potencialidades de forma democrática e não seletiva, visando o seu aprimoramento como seres humanos. Nesse sentido, cabe assinalar que os alunos com deficiência não podem ser privados das aulas de EF.

E assim, a EF faz parte de um processo de educação do ser humano, e, se bem trabalhada e administrada, poderá surtir efeitos benéficos para os praticantes, bem como para a sociedade.

Realmente, a área de Educação Física para alunos especiais está em franco crescimento. E é preciso se especializar, saber características de implantação, como formular aulas e ter atividades que despertem interesse do aluno e desenvolva seu potencial.

Então, vou te indicar dois e-books:

1 - Atividades Físicas de Alunos Especiais: Com este e-book deseja-se oferecer subsídios para as tomadas de decisões no que se refere à política do trabalho de inclusão junto às escolas, indicar mecanismos de preparação de professores de Educação Física que atuam na área, quanto à melhoria da prática escolar, e oferecer indicadores para as propostas curriculares nos planos das instituições e a dinâmica dos professores em seu processo ensino/aprendizagem principalmente na Educação Física Escolar.



2 - Aulas de Educação Física para Alunos Especiais - Foi elaborado para orientar e colaborar com professores e acadêmicos de Educação Física no processo de inclusão dos alunos especiais nas Aulas do Ensino Regular e, também nas Instituições Especializadas, o Ebook contém além da história da inclusão, muitas atividades físicas e esportes para alunos especiais.


Com certeza, com esses dois e-books, o enriquecimento no conteúdo específico vai ser enorme. Boa sorte!

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

10:43

4 atividades para Olimpíada Escolar

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A olimpíada escolar é uma atividade que as crianças esperam ansiosamente o ano todo. Ela acontece no fim do ano, quando o tempo está mais quente, e é um dos últimos eventos escolares antes do verão. Tradicionalmente, é um evento esportivo onde as crianças podem correr, jogar e ganhar prêmios. Ter eventos em que todas as crianças se envolvam fará deste um dia especial para todos.

Golfe com frisbees

Faça um percurso de "buracos de golfe" para as crianças jogarem. Você precisará de frisbees, bambolês, cones e uma pequena piscina. Cada cone será uma bandeira e cada bambolê será um buraco. A piscina vai representar um obstáculo de água no percurso do golfe. As crianças pegarão o frisbee e tentarão acertá-lo dentro do bambolê. Cada lançamento será uma jogada.

Revezamento de praia

Separe equipes de quatro ou cinco crianças cada. Coloque uma quantidade de roupas e itens de praia como chinelos, pés de pato, sungas e óculos de sol em uma extremidade da área de jogo. Quando disser "Vai", um dos membros de cada equipe vai correr, colocar um dos itens citados e voltar para o outro lado. Cada membro das equipes deve participar. A primeira equipe com todos os membros vestidos vencerá.

Revezamento de esponja e balde

Separe os alunos em times de três. Monte quantos times quiser ou precisar. Você precisará de baldes, esponjas e água para essa atividade. Pegue um balde, encha-o com água e coloque-o na frente do time. Atrás dele, coloque outro balde com uma linha desenhada no meio. A primeira pessoa pegará a esponja e a mergulhará no balde com água. Ela a passará para a outra pessoa atrás de si, por cima de sua cabeça. Essa pessoa fará o mesmo e assim por diante, até a última, que irá espremer a esponja atrás de sua cabeça, tentando acertar o balde. O primeiro time a enchê-lo até a linha marcada vencerá.

Boliche com garrafas de refrigerante

Use o asfalto para desenhar as pistas com giz. Outros itens que você precisará incluem garrafas de refrigerante e bolas de basquete. Encha as garrafas de refrigerante de dois litros com 2 a 5 cm de água, para que elas pesem e fiquem de pé. Coloque-as em uma extremidade da pista e organize-as como pinos de boliche. Peça às crianças para usarem a bola de basquete como bola de boliche. Você pode fazer um quadro para anotar os pontos ou apenas deixá-las jogar durante um tempo.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

05:13

Espaços da escolas a serem utilizados pela Educação Física

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Apesar da diversidade de formas de utilização do tempo da educação física, Caparroz (2001) e Bracht e Almeida (2003) afirmam que ainda há uma cultura social de que as aulas de educação física são basicamente um tempo e espaço escolar vinculado ao fenômeno esportivo, o que se justifica, pois alguns professores ainda utilizam o esporte como conteúdo central e referência de movimento em suas aulas. Diante desta cultura, o professor de educação física escolar ainda é vinculado por outros professores, servidores e a direção da escola às atividades que utilizam em suas aulas, ou seja, o professor de educação física se torna o professor de futebol ou professor de ginástica.

A utilização do tempo, espaços e materiais nas aulas de educação física visando à participação de todos os alunos dependerá da realidade de cada unidade escolar, baseada em muitos fatores, como o planejamento das aulas, a criatividade na elaboração de atividades, a colaboração na utilização de espaços comuns, dentre outros fatores

    A educação física escolar, que segundo Cachorro (2003), pertence à escola e pelo ambiente escolar se define e se realiza, necessita de espaços que proporcionem o suporte necessário para esta atividade. Os espaços mais comumente utilizados para realização das atividades da educação física escolar são as quadras, pátios, ginásios, mas há outros espaços e dependências da escola poderiam ser utilizadas pela educação física.

    Com a utilização de novos espaços para as atividades da educação física seriam ampliados para além dos espaços que foram reservados na arquitetura escolar e principalmente na cultura escolar. Concordando com a possibilidade de utilização de diversos espaços Viñao Frago (1998) aponta que a alteração na utilização do lugar, modifica sua natureza cultural e educativa, sendo assim os professores e os alunos devem se "educar" no sentido de definirem a utilização dos espaços, haverá uma transformação quanto à funcionalidade daquele espaço (Hildebrand-Stramann, 2001).

    A determinação dos espaços escolares pela educação física é clara em algumas escolas e se restringe a espaços culturalmente determinados pela associação às modalidades esportivas como as quadras, ginásios, piscinas, pistas de corrida esportivas, mas ao utilizar outros espaços e recursos, o professor de educação física pode ampliar a visão do aluno sobre esta relação espaço/atividades/materiais, aumentando também o conhecimento sobre as possibilidades das aulas de educação física.

    Dentre alguns exemplos das possibilidades de utilização do espaço para as aulas de educação física, diferente dos habituais, a sala de projeção para apresentação de vídeos sobre eventos esportivos ou reportagens sobre atividade física. Estas exposições posteriormente poderiam gerar discussões ou debates mediados pelo professor, além de reflexões sobre a prática da atividade, aplicação das regras, etc. A lanchonete pode desencadear uma aula sobre alimentação saudável, ou mesmo a relação entre o gasto calórico em uma atividade física, dentre outros temas.

    Outra possibilidade para as aulas de educação física seria utilização da biblioteca, a qual poderia ser mais explorada para pesquisas orientadas sobre temas relacionados à educação física, o auditório que muitas vezes é utilizado somente para apresentação de danças e teatro, poderia ser aproveitado para apresentação dos trabalhos e seminários. As áreas externas da escola, como quadras, praças e parques também são uma possibilidade de espaço, onde durante a aula de educação física o professor pode orientar os alunos sobre a utilização destes espaços para atividade física, esportiva e de lazer.

    Os passeios que são realizados pela escola, que muitas vezes são meramente recreativos, poderiam ser uma possibilidade de atividade relacionada às propostas das aulas de educação física. Para isto, o professor de educação física poderia propor assistir a eventos esportivos e em suas aulas discutir regras, tática ou mesmo propor atividades relacionadas ao evento. Outra possibilidade seria uma caminhada em uma cachoeira ou parque, onde o professor orientaria sobre as especificidades desta atividade, bem como poderia incluir orientações de preservação do meio ambiente. Este passeio pode se tornar uma atividade multidisciplinar, onde o professor de ciências/biologia ao longo da caminhada explicaria dados sobre a flora e fauna locais, o professor de geografia explicaria dados sobre o relevo, dentre outros aspectos.

    A utilização de outros espaços, que muitas vezes fogem a rotina das aulas de educação física, deveria ser explorada não apenas em momentos que a quadra está indisponível como nos dias de chuva ou em horários em que o sol é inadequado para utilizar a quadra, mas sim como parte de um repertório de possibilidades de locais e atividades que ampliaria muito a visão atual das aulas de educação física.

    A falta ou a inadequação dos espaços, ou a dificuldade em adequar a atividade proposta e espaço disponível podem reduzir a qualidade das aulas de educação física (Rodrigues e Darido, 2008). Sendo este, mais um aspecto a ser levado em conta pelo professor ao planejar as aulas de educação física, minimizando a possibilidade de redução da qualidade de suas aulas. Outro fator preocupante em relação ao espaço escolar é a depredação, que ocorre principalmente nas escolas públicas. Quanto a este problema, o professor de educação física poderá desenvolver atitudes de preservação como parte das suas aulas, pois faz parte da cultura dos jovens a utilização dos espaços para atividade física, jogos e esporte (Julia, 2001) e ensiná-los a melhor utilizar e preservar este local pode minimizar as dificuldades de acesso aos locais para práticas esportivas e de lazer.

    Soares (1998) apontam como dificuldade para as aulas de educação física escolar o fato de ter suas aulas colocadas em horários convenientes para outras disciplinas e não de acordo com as necessidades específicas desta atividade. Este autor também destaca que a não integração da educação física no momento do planejamento, discussão e avaliação do trabalho pedagógico que acontece em algumas escolas, gera um distanciamento do professor de educação física da equipe pedagógica da escola. Apesar das dificuldades, Souza (1998) e Vago (1999) destacam que as aulas de educação física devem participar ativamente da cultura escolar, não apenas como tempo para recreação ou esporte e recriar as práticas corporais existente, reforçando assim a possibilidade destas aulas se constituírem em um espaço maior na cultura escolar.

    Farias Filho e Vago (2001) apontam que para que o professor de educação física possa desenvolver com excelência sua prática pedagógica, se tornam necessárias condições de trabalho adequadas, pois a falta de local e materiais disponíveis para realização das atividades é um dos fatores que podem interferir, modificar e até prejudicar o planejamento e a execução das atividades propostas, por outro lado esta escassez de materiais e locais pode estimular a criatividade do professor na elaboração das suas aulas.

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