quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

09:36

3 Brincadeiras Recreativas de Salão para Colônia de Férias

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As atividades recreativas são importantíssimas em qualquer acampamento ou colônia de férias, uma vez que podem representar, entre outras coisas, o sucesso ou fracasso do empreendimento; atividades inadequadas, mal escolhidas e mal aplicadas podem prejudicar a percepção sobre o local e a equipe

Jogo da adivinhação

Antes da atividade o coordenador prepara uma lista com o que deve ser adivinhado pelas equipes, por exemplo, cor: azul-marinho, animal: girafa, utensílio doméstico: enceradeira, etc. As equipes, posicionadas em cantos distintos, elegerão um representante, que deverá expressar a ideia da equipe sempre que for a vez da mesma. O monitor responsável pela atividade comenta então o que ele está querendo, no primeiro caso, uma cor, e cada uma das equipes tentarão adivinhar qual cor está escrita na lista, cada uma em sua vez, sorteada sua ordem. Marca ponto a equipe que acertar primeiro o que está sendo pedido. Vence a equipe que marcar maior número de pontos.

Qual é a música?

Antes da atividade o coordenador prepara uma lista de músicas que devem ser adivinhadas e cantadas pelas equipes; o coordenador cita a música do papel, com o nome e um trecho da mesma, e separa uma palavra da música que será a dica para a equipe descobri-la. É interessante o coordenador checar com o monitor que aplicará a atividade se esse conhece as músicas listadas. O monitor fornece a palavra a todos e dá um minuto para a primeira equipe tentar adivinhar a música e cantá-la ou descobrir outra música com a mesma palavra e cantá-la. Se a equipe, ao final de um minuto, cantar a música correta, ganha dois pontos, se cantar outra música que contenha a mesma palavra, ganha um ponto. Se a equipe não conseguir descobrir nenhuma música, a vez é passada para a segunda equipe, que deve imediatamente cantar a música se a tiver descoberto, caso contrário a vez passará para a próxima equipe e assim por diante. Se ninguém descobrir a música, o monitor deverá cantá-la. Vence a equipe que fizer o maior número de pontos.

Jogo da mímica

Antes da atividade o coordenador prepara uma lista de filmes (correspondentes à demanda, ou seja, se forem idosos, procurar filmes mais antigos, etc.) a serem adivinhados pelas equipes por meio de mímica. O monitor responsável pela atividade chama o primeiro participante da primeira equipe e sussurra em seu ouvido o nome de um filme. O participante terá um minuto para representar por meio de mímica o filme a todos do salão, não somente a sua equipe. Sua equipe tentará adivinhar qual é o filme, se conseguir consegue o ponto, se não conseguir a próxima equipe poderá dar seu palpite e assim por diante. Se nenhuma equipe acertar, o monitor responsável pela atividade deverá fazer a mímica do filme até alguém acertar.

Confira uma Lista de Brincadeiras Recreativas que podem ser realizadas em Colônia de férias.

Você pode fazer outras diversas brincadeiras com as crianças, como por exemplo:

Cabo de guerra
Dinâmicas de grupo para crianças
Brincadeiras com Bambolê
Músicas e cantigas de roda infantis
Pintura com as mãos
Cruzadinhas e Bingo
Teatrinho e peças infantis
Gato-mia
pega-pega
pular corda
esconde-esconde
pique -bandeira
amarelinha
caça ao tesouro

Outras brincadeiras clássicas como queimada, esconde-esconde e pique-bandeira são muito boas para as crianças gastarem as energias e também para aprenderem sobre regras e trabalho em grupo.

Você trabalha ou quer trabalhar com Recreação? Está precisando de atividades recreativas para o seu dia a dia, seja na escola ou em outro lugar?  Vem comigo que posso te ajudar!  Clique aqui agora!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

04:18

3 atividades para coordenação motora para 4/5 anos



A coordenação motora é o que permite que a pessoa seja capaz de dominar seu corpo no espaço em movimentos como andar e pular, controlar o corpo em atividades específicas como jogar futebol e mais finamente escrever, recortar, digitar.

E como dito anteriormente, é nessa fase que se treina a coordenação motora. Tanto a coordenação motora ampla que já vem se desenvolvendo quanto a coordenação motora fina.

Modelar massinhas, ligar os pontos e desenhar traços geométricos são atividades que auxiliam a evolução das habilidades motoras das crianças.

No momento em que a criança precisa ser alfabetizada, ela já deve ter o mínimo do domínio da coordenação motora fina. Assim conseguirá realizar tarefas simples, como segurar o lápis de maneira correta e fazer as curvas das letras.

Atividade Para Educação Infantil aos 4 Anos – Coordenação Motora

1- Bola por cima, bola por baixo

Tem como objetivo trabalhar a coordenação motora, concentração e velocidade. Ótima brincadeira para crianças já com 4 anos de idade e pode ser usada tanto na aula de educação física quanto na sala (caso tenha espaço suficiente).

Materiais: Bolas

Execução: O professor deve colocar os alunos em duas colunas, em fila indiana. Podendo dividir em equipes ou meninos versus meninas. Ao primeiro sinal, que pode ser dado com um apito, o primeiro aluno de cada fileira deve passar a bola por cima da cabeça (com as duas mãos), até chegar ao último colega da fileira. Quando este pegar a bola, deverá correr até a frente da fileira e passar a bola por cima da cabeça, dando sequência a atividade.

Assim que todas as crianças completarem e o que iniciou a atividade voltar a ser o primeiro, o professor deve pedir que todas as crianças afastem as pernas e deem sequência a atividade, sendo que desta vez devem passar a bola por baixo, até que todos completem a tarefa.

Quando terminar esta sequência, a primeira criança deve passar a bola por cima da cabeça, e a segunda deve pegar a bola e passar por baixo das pernas, a terceira criança deve pegar a bola embaixo e passar por cima da cabeça, até que todos completem a tarefa.

2- Corrida do Saci

Tem como objetivo trabalhar a coordenação motora, o equilíbrio e velocidade.

Execução:

O professor deverá montar um ponto de partida e um de chegada. As crianças deverão ficar posicionadas em fila, cada uma segurará uma das pernas flexionadas para trás, na posição de saci.

Quando for dado o sinal, elas devem sair pulando até alcançarem a linha de chegada. Deverá ser eliminada a criança que colocar os dois pés no chão e ganhará ultrapassar a linha de chegada primeiro. Para não haver exclusão, a criança que colocar o pé no chão poderá pagar uma prenda ao invés de ser eliminada.

3- Pega-pega

Execução: um aluno começa sendo o pegador. Os outros deverão fugir. No momento que o pegador encostar em alguém este passa a ser o pegador. Poderá variar também com pega-ajuda: ao passo que o pegador encosta em outro aluno este também passa a ser pegador.

Corrente: quando for pego o aluno deverá dar a mão ao pegador e ajudará a pegar e assim sucessivamente, sendo que somente o aluno da ponta com um braço livre pode pegar, vence quem ficar por último a ser pego.

Dica boa:
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segunda-feira, 26 de novembro de 2018

04:32

Desenvolvimento do Treinamento técnico nos Esportes



Para explicar o processo da aprendizagem , há que se entender as bases psicológicas e neurofisiológicas da aprendizagem de movimentos. Só assim , poderemos entender como nosso aluno ou atleta passa do estado de não saber ao estado de realização de certo movimento. Para que um ato motor seja aprendido por um indivíduo, ocorre a divisão desse processo em três fases:

Fase pré-motora-preparação do ato por estabelecimento de um programa motor (visualização do ato) .

Fase motora- realização de programas motores . Aqui o aluno vivência e experimenta o que antes só havia em sua mente.

Fase pós-motora: apreciação do movimento ; o aluno julga se o que fez pareceu ou não com aquilo que lhe foi ensinado. Caso encontre falhas no seu movimento, poderá então estabelecer um novo processo motor.

A repetição  do gesto motor desejado deve ser realizado constantemente, pois a aprendizagem motora ou a técnica nada mais é do que o condicionamento das ligações sinápticas que induzem os sistemas neuronais a uma nova textura , específica para aquele movimento.

Agora, vamos falar desse desenvolvimento do Treinamento técnico nos Esportes na escola e suas idades:

Idade pré-escolar - aqui é mais importante aprender uma grande quantidade de habilidades motoras do que adquirir as técnicas especiais.

Primeira idade escolar - deve-se aumentar o repertório motor e a experiência motora. Se deseja-se treinar a criança para um esporte altamente técnico( ginástica , patinação) e se os dados corporais são favoráveis , já se inicia o treinamento técnico visando uma periodização a longo prazo.Nesse caso , o treinamento é adaptado , de acordo com as necessidades físicas e psicológicas da criança, mas já introduzindo uma formação geral para o esporte.

Segunda idade escolar: é a melhor idade para a aprendizagem motora. Porém ainda convém uma formação técnica geral básica.

Puberdade - devido ao crescimento corporal muito rápido das extremidades e do tronco nessa fase, o treinamento de técnicas esportivas que exige uma coordenação difícil é prejudicado. Por isso , é preferível consolidar as habilidades apreendidas do que trabalhar para adquirir novas, pois elas podem sobrecarregar o indivíduo jovem.

Adolescência - aqui poderão ser desenvolvidas técnicas com altas e altíssimas dificuldades coordenativas, que serão rapidamente aprendidas em virtude da bem-formada qualidade de observação e das boas premissas coordenativas .

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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

04:49

10 Planos de Aulas de Esportes



O Plano de Aula é uma importante ferramenta para os professores de Educação Física. Porém, os que trabalham com o ensino de Esportes, seja ele qual for, precisa se esquematizar para que o ensino do fundamentos específicos seja completo e eficiente.

O professor deve demonstrar grande empolgação naquilo que está abordando e ter uma participação ativa. O uso de jogos lúdicos para ensinar algum esporte ajudará bastante a prender a atenção dos alunos. Assim, uma aula de Educação Física será sucesso.

Para que os alunos tenham uma experiência satisfatória quando estão fazendo aula de Educação Física é importante o planejamento. É por meio dele que o professor consegue elaborar uma boa aula e, consequentemente, transmitir da melhor forma os valores presentes na prática esportiva.


segunda-feira, 22 de outubro de 2018

03:36

A Educação Física Escolar, jogos virtuais e o videogame


Para alguns, pensar em jogos virtuais nas aulas de EFE talvez seja um retrocesso ou até mesmo uma distorção do real objetivo da disciplina na escola. O corpo em movimento (no sentido de fazer uma atividade corporal) é considerado por muitos a essência da Educação Física no contexto escolar, e uma visão contrária a ela pode ser considerada errada e até mesmo condenável.

O jogo virtual e as TIC utilizadas devem ser considerados mais uma ferramenta didática e pedagógica, assim como a bola, os bambolês, a corda, o elástico, o livro, entre outros. É uma conquista da sociedade tecnológica e não pode ser menosprezada pela educação formal.

Um perigo que ocorre algumas vezes é a substituição do papel do professor com relação à utilização da TIC nas aulas. O estudo de Finco e Fraga (2012) aponta que em 2007 um jornal norte-americano enfatizava que centenas de escolas americanas utilizavam o Dance Dance Revolution (DDR) – um tapete de dança que pode ser adotado como ferramenta didática por vários professores que desejam desenvolver o conteúdo dança, mas não possuem intimidade para isso – como parte regular do currículo da Educação Física (Schiesel, 2007, apud Finco; Fraga, 2012). Os autores citam outras pesquisas que evidenciam pontos positivos na utilização do DDR, como o gasto calórico e a manutenção da aptidão cardiorrespiratória. Utilizar jogos eletrônicos (dependendo da concepção de Educação Física e objetivo pedagógico) parece ser algo relevante, mas sempre com a mediação do professor e a relação humana necessária para a vida social e a formação cidadã. O professor deve continuar desempenhando suas funções pedagógicas e mantendo seu status de educador.

Inúmeros jogos de videogame podem facilitar o desenvolvimento da dança e outros conteúdos na EFE e ajudar a quebrar o paradigma sexista de que isso é conteúdo de meninas e o futebol é jogo de meninos.

Diferentes conteúdos podem ser desenvolvidos com os jogos digitais. Horn e Mazo (2010, p. 282) dizem que "o Winning Eleven/Pro Evolution Soccer é um dos jogos de maior circulação no Brasil". Segundo os autores, só os atletas mais lucrativos na venda do jogo possuem uma representação facial mais próxima da realidade, enquanto os demais só são identificados pelas marcas e patrocínios. Reis e Cavichiolli (2008, p. 166) dizem que "hoje, a indústria ligada aos jogos eletrônicos e aos videogames já é considerada a maior indústria de entretenimento no mundo, ultrapassando o faturamento da indústria do cinema". Mais que utilizar alguns desses jogos em nossas aulas, o essencial é poder trazer questões centrais a serem debatidas com os alunos, a forma como o marketing influencia os jogos digitais, os mercados consumidores etc., ampliando o conhecimento dos alunos acerca dessas produções e como elas podem interferir, ou não, em nossas vidas.

Além de inovar nas aulas, o professor pode, por exemplo, desenvolver no AVA conteúdos impossíveis de serem desenvolvidos na escola, pois necessitariam de recursos materiais e estrutura física para praticá-los. Conhecer e vivenciar virtualmente novos saberes é possibilitar e problematizar novas formas de aprendizado.

As tecnologias possibilitam um leque variado e abrangente de jogos e metodologias, que chegam para somar e criar novas possibilidades pedagógicas de interação e aprendizado, mas cabe ao professor identificar e selecionar o AVA que melhor cabe ao objetivo que pretende no desenvolvimento do seu conteúdo junto aos alunos.

Pensar essas possibilidades de ações virtuais não exclui a luta por escolas públicas com estrutura física, com quadra, espaços e locais adequados para aulas de Educação Física de qualidade. Utilizar jogos virtuais para aprender conteúdos e vivenciar virtualmente a prática é uma possibilidade a mais, e não uma troca de espaços ou metodologias.

Vale lembrar e deixar claro que os jogos virtuais, neste texto, não estão sendo colocados como solução para problemas de políticas públicas e panaceia para as escolas sem estrutura, tampouco induzindo a troca das práticas físicas pelas virtuais. As atividades práticas não devem ser substituídas pelas virtuais. O jogo virtual chega à Educação Física para acrescentar e deve ser utilizado intencionalmente, visando um aprendizado embasado em filosofia e princípios pedagógicos como em qualquer outra estratégia didática e pedagógica. Não deve ser visto como solução para a falta de espaços físicos e estrutura, e sim como uma nova possibilidade de aprendizado consciente, que pode ainda auxiliar o debate sobre diversas dimensões da sociedade, como a relação entre o sedentarismo e as tecnologias, o consumismo, o marketing, a economia e a política, entre outras.

As tecnologias surgem possibilitando novas formas de aprendizado e construção de conhecimentos. Em princípio, quando bem utilizadas e orientadas, as vantagens são identificadas com as novas possibilidades, que enriquecem o aprendizado e a prática pedagógica.

As vantagens são facilmente identificadas, como o fácil acesso à informação, variadas formas de comunicação, construção coletiva e virtual do conhecimento etc., porém as mesmas ferramentas que facilitam, quando mal utilizadas e orientadas, podem burlar a construção do conhecimento e distorcer todo o processo de aprendizagem, como quando os alunos copiam e colam textos da internet e entregam ao professor como pesquisa realizada.

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Fonte

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

08:42

Jogo de Queimada na Educação Física Escolar

 Imagem relacionada

Material: uma bola de vôlei ou de borracha.
Local: terreno plano (as crianças e adolescentes utilizam, muitas vezes, uma rua não movimentada).
Formação: à vontade, em campo marcado.
N.º de jogadores: 20 a 40
Atividade: intensa.
Qualidades desenvolvidas: rapidez de movimento, destreza, domínio, cooperação, etc.Resultado de imagem para jogo de queimada

Este jogo pode ser realizado com 20 ou mais jogadores. O terreno, de forma retangular e delimitado por fortes linhas, deve Ter mais ou menos 16 m de comprimento por 8 m de largura e ser dividido em dois campos iguais, por uma linha reta, bem visível traçada no solo. (A quadra de voleibol poderá ser aproveitada).

Os jogadores são preparados em dois grupos iguais, tanto quanto possível em número de habilidade, ostentando cada jogador o distintivo que o permita ser distinguido rapidamente.

É usada uma bola de vôlei ou de borracha (tamanho médio).

Cada partido se coloca num campo, sendo que apenas um jogador de cada partido deverá se colocar atrás da linha de fundo do campo adversário.

Para decidir sobre a posse da bola, no início do jogo, esses dois jogadores virão colocar-se ao centro, entre os dois campos; procede-se, então, como para início do jogo de basquete: “bola ao ar”. Feito isso, voltam os jogadores aos seus lugares, entregando-se a bola a qualquer jogador do partido que a obteve, para começar a partida, a qual é iniciada ao apito do instrutor.

O objetivo visado é fazer o maior número possível de prisioneiros em cada campo. Será vencedor, o grupo que, no fim de um tempo previamente determinado, fizer maior número de prisioneiros, ou então, aquele que aprisionar todos os jogadores adversários.

O jogo se desenvolve da seguinte forma:
Ao ser dado o sinal de início, um jogador do partido a quem coube a bola, atira-a ao campo contrário com o propósito de tocar (queimar) algum adversário com a bola.
Se o conseguir, o jogador tocado é considerado prisioneiro e deve sair do seu campo, e colocar-se próximo a qualquer das linhas de limite do campo adversário. Feito o primeiro prisioneiro, o jogador, que havia sido designado para se colocar atrás da linha de fundo do campo adversário, volta ao seu campo, para que tenha oportunidade de jogar, também, nesta posição.
A bola que, depois de haver tocado em um jogador, rola ou salta pelo terreno, pode ser recolhida por qualquer jogador, para ser arremessada novamente contra o grupo adversário. A bola pode, também ser recolhida por um adversário prisioneiro, a quem, neste caso, se permite entrar em campo, para apanhá-la e atirá-la mesmo do interior do campo, a um companheiro seu ou a um prisioneiro de seu grupo, para que então possa ser arremessada contra o grupo contrário, ou, então, pode sair do campo com a bola nas mãos e arremessá-la de seu devido lugar. Da mesma forma se procede quando a bola não tocar (queimar) nenhum jogador e rolar pelo campo ao qual foi arremessada.
O melhor do jogo e, portanto, aquele que todos os jogadores devem procurar fazer, é agarrar a bola no ar, quando arremessada do campo oposto, para atacar, rapidamente, os componentes do grupo, tratando de queimar a algum jogador coma bola.
Neste jogo, como se vê, a rapidez de ação e a cooperação entre os jogadores, tem enorme importância.

Regras:

1) Cada vez que se faz um prisioneiro, o instrutor fará trilar o apito, parando momentaneamente o jogo, para que o prisioneiro saia do campo, o que deve fazer correndo. A bola não estará em jogo novamente até que outro apito seja dado.
Tudo isto deve ser feito com maior rapidez.
2) Nenhum prisioneiro pode atirar a bola contra um adversário enquanto estiver mesmo com um pé dentro do terreno daquele. Se o fizer perderá a bola.
3) Nenhum jogador dos que estão no interior do campo, poderá agarrar a bola depois que esta tenha tocado o solo. Se o fizer passa a ser prisioneiro.
4) Quando a bola arremessada por um grupo, sair dos limites do campo adversário, será recolhida pelos prisioneiros que estão formando cerco nesse campo. Da mesma forma se procederá quando a bola, por qualquer circunstância, passe de um campo a outro.
5) Os jogadores e os prisioneiros de um mesmo grupo poderão fazer, entre si, todos os passes de bola que acharem convenientes.

Observação: Quando bem conduzido, esse jogo desperta nas crianças e jovens um interesse e entusiasmo extraordinários. É um jogo de grande movimentação, que oferece as mais variadas situações para manter alerta os seus participantes.
O estabelecido na regra n.º 3 obriga o jogador a Ter perfeito domínio de ação.
Requer, ainda, grande rapidez de movimentos, cooperação inteligente e contribui, em geral, para o desenvolver qualidades físicas, morais e sociais de grande alcance educacional.
Aplica-se a ambos os sexos.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

15:56

Portal Educação Física Na Escola



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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

08:11

Utilize o Futsal na Educação Física Escolar




O futsal é um dos esportes mais praticado nas escolas podendo ser praticado por qualquer idade da fase escolar, e além de ser um dos conteúdos mais presentes nas aulas de educação física está presente também como atividade extraclasse, principalmente na formação das equipes que representam o estabelecimento de ensino nos jogos escolares. No ambiente escolar, extra classe, o futsal sofreu modificações, além da finalidade competitiva e recreativa, se tornou um instrumento para retirar a criança da rua e ocupar seu tempo ocioso de forma educativa.

Além de desenvolver as capacidades técnicas e táticas, o aluno desenvolverá suas capacidades cognitivas de percepção, antecipação e tomada de decisões, tendo na aprendizagem psicomotora a base do processo da formação, por meio de movimentos básicos como correr, saltar e rolar o aluno irá desenvolver equilíbrio, ritmo, coordenação e noções de espaço e tempo. No entanto, para o aprendizado ocorrer de forma positiva é necessário que seja progressivo e bem fundamentado, o espaço devidamente apropriado criando uma boa expectativa e interesse por parte dos alunos. Neste caso, os treinos objetivam alcançar os níveis mínimos de desenvolvimento das qualidades que envolvem a modalidade como: o domínio das técnicas individuais, noções de equilíbrio, controle corporal e habilidades motoras, e assim, inserir exercícios de acordo com cada função dos atletas dentro do jogo.

A iniciação ao futsal deve ser uma continuidade do trabalho de desenvolvimento motor, quando são aplicados diversos movimentos e experiências que proporcionam o aumento do acervo motor da criança. Gradativamente, através da combinação de exercícios com bola e pequenos jogos que se tornarão cada vez mais complexos, tanto em regras como em movimentos, o futsal irá se incorporando ao acervo motor da criança.

Neste caso, o cuidado deve ser o maior possível quanto às necessidades de aprendizado e buscando uma forma de não sobrecarregá-las em relação aos treinamentos, sendo assim adequando as atividades na medida do possível de acordo com o desenvolvimento da turma. Respeitar os interesses nessa fase inicial é muito importante, pois de certa forma tanto os aspectos físicos, como o psicológico das crianças nessa etapa ainda não estão preparados para determinadas situações.

 A faixa etária dos alunos deve ser respeitada e as condições de trabalho adequadas de acordo com as necessidades de cada etapa, sendo de extrema importância que os treinamentos tenham um objetivo específico para cada categoria, considerando os aspectos do desenvolvimento motor, além das habilidades e capacidades técnicas dos mesmos.

A escola pode contribuir na formação do indivíduo no exercício da sua cidadania, ofertando várias modalidades esportivas com objetivo de formação pessoal, além do aperfeiçoamento esportivo que é um dos maiores motivadores dos alunos para participação dos treinamentos.

Para facilitar a vida o professor na escola utilizando o Futsal, vou indicar dois guias que me ajudaram. Se você quiser aplicar o futsal como forma de recreação, conheça o guia de recreação esportiva para o futsal. Se você procura atividades para aplicação de vários fundamentos do Futsal, voêcê precisa conhecer o TOP 100 Futsal. São 100 atividades de Futsal para aplicação imediata.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

10:04

6 atividades para Nado Costas



O Nado Costas é uma excelente opção após a realização de séries de Crawl e Borboleta. Mas para uma boa execução, deve-se ter um alinhamento entre o tronco e as pernas, além de manter o corpo paralelo ao nível da água.

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Veja abaixo 6 atividades para facilitar o aprendizado do nado costas.

Atividade 1. Aprendendo a flutuar e respirar (10').

Distribua os espaguetes para os alunos. Peça para que o posicionem nas costas, logo abaixo dos braços. As crianças devem se deitar tentando estender o corpo, olhando para o céu/teto de maneira relaxada e com a respiração tranqüila. O professor deverá observar aqueles alunos que permanecem mais ansiosos e ajudá-los a relaxar. Chegue perto da criança, nesses casos, e ajude-a a posicionar seu corpo, dando-lhe segurança.   

Atividade 2. Com a prancha (10').

Nesse segundo momento, troque os espaguetes pelas pranchas, numa tentativa de aumentar a independência das crianças em relação aos flutuadores. Peça para que coloquem-na atrás da cabeça como um travesseiro e que se deitem na água. Repita o mesmo procedimento com as crianças que estiverem mais inseguras. Atente-se ao ritmo de respiração das crianças.   

Atividade 3. Pernadas com ajuda (15').

Nesse momento, ensine as pernadas alternadas para seus alunos. Muitos deles provavelmente já saberão como fazer, mas não em decúbito dorsal. Distribua as crianças em duplas para que uma ajude a outra durante a realização das pernadas. Com os braços estendidos acima da cabeça e segurando a prancha, peça que se deitem lentamente na água e realize as pernadas alternadas. O colega deverá ajudá-lo no deslocamento e na manutenção da direção, sempre pegando na prancha e puxando-o. Em seguida, troque os papéis. Quem foi ajudado passa a ajudar o outro que realizará as pernadas. Com turmas grandes, o ideal é fazer essa atividade na largura da piscina.   

Atividade 4. Pernada sem ajuda (10').

Agora, na extensão da piscina, distribua os alunos por raias ou algo que se assemelhe a elas (marcas no chão). A cada sinal do professor, uma criança sai em direção a outra ponta da piscina, executado a pernada. Para essa atividade, algumas crianças preferem se abraçar à prancha, colocando-a em frente ao corpo.

Atividade 4. Braçadas I (15').

A braçada do nado costas, em geral, apresenta maior dificuldade para os pequenos. Nesse primeiro momento, peça para que cada um, de pé dentro da piscina, realize as braçadas. Em seguida, com os flutuadores de pernas e com a prancha, peça para que eles façam as braçadas. Os dois acessórios para flutuar são recomendados para a criança não afundar e para ela poder prestar atenção aos seus movimentos.  Esse é um exercício mais lento, por isso, intercale entre os movimentos de pé e deitados com a prancha.   

Atividade 5. Braçadas II (10').

Agora, somente com a prancha, peça para que os alunos executem as pernadas com as braçadas, mas também lentamente. Elas devem segurar a prancha com os braços estendidos a frente da cabeça. A cada braçada dada haverá a troca de mãos na prancha.   

Atividade 6. Nado completo (20').

Peça para que as crianças tentem nadar o nado aprendido. Instrua-as sobre a respiração constante e soltando borbolhas para não deixar que entre água no nariz. A todo momento, dê retorno sobre a execução dos movimentos, que estimula a criança a corrigi-los  

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09:46

Com os jogos, as crianças aprendem que ganhar e perder faz parte da vida


Resultado de imagem para professor de educacao fisica

Ao jogar - um comportamento que atravessa séculos -, a criança descobre que ganhar e perder faz parte da vida e desenvolve estratégias para enfrentar várias situações e os adversários.

Sentados em grupo, crianças, jovens, homens, mulheres e idosos lançam dados, viram cartas e movimentam peças de acordo com regras preestabelecidas e acordadas por todos. Em resumo, jogam. E, consequentemente, se divertem, desafiam uns aos outros, passam o tempo. Um olhar atento mostra algo mais: jogos de tabuleiro revelam peculiaridades da cultura de um povo. Alguns tradicionais, como o Jogo da Glória, surgiram como forma de simbolizar a vida e a morte. Outros demonstravam em sua origem a importância das estratégias de guerra, como o xadrez, e as crenças de um povo, como o mancala.

Levando em conta essas características de comportamento e cultura, quando se transforma em espaço de jogo, a escola possibilita a construção de saberes. O desafio de uma partida proporciona a elaboração e a exploração de questões relacionadas à sociabilidade (que se dá por intermédio de regras) e ao desenvolvimento de estratégias. Detalhes que chamam a atenção para a possibilidade de trabalhar com tabuleiros sem a obrigatoriedade de vincular a atividade às áreas do conhecimento.

É importante que as crianças descubram o gosto do brincar por si só. Esse tipo de abordagem não deve ser encarado pelos educadores como uma perda de tempo. Há vários ganhos importantes para o desenvolvimento dos pequenos, embora possam não parecer importantes ou concretos à primeira vista.

Fonte

Publicado em 18/07/11 e revisado em 17/09/18

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

10:03

Importância o professor de Educação Física para alunos de necessidades especiais



No atual sistema educacional nos deparamos com uma proposta de ensino/aprendizagem, priorizando a diversidade e a inclusão. Nos dias de hoje é comum encontrar pessoas com necessidades especiais nas escolas regulares. Este novo sistema educacional requer conhecimentos, e idéias novas que tenham o objetivo maior de incluir todos, independente de qualquer de condição física.

A Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva assegura acesso ao ensino regular a estudantes com deficiência (intelectual, física, auditiva e visual), com transtorno do espectro autista (TEA) e com altas habilidades/superdotação, entre outros, desde a educação infantil até o ensino superior. Desse modo, quando pensamos em uma abordagem para a educação física escolar inclusiva, faz-se necessário reconhecer o direito de todas as crianças e jovens ao componente curricular da disciplina, à qualidade da aprendizagem, ao respeito e à compreensão das diferenças.

É importante que se considere que o objetivo da educação física escolar é contribuir na formação geral dos estudantes através do desenvolvimento de cultura das capacidades motoras, cognitivas, afetivas e sociais, visando à aquisição do hábito da prática regular de atividades físicas como componente fundamental da educação para uma vida saudável. Portanto, a disciplina é um caminho privilegiado da educação, pelas suas possibilidades de desenvolver a dimensão motora e afetiva das crianças e adolescentes, conjuntamente com os domínios cognitivos e sociais, e por tratar de um dos preciosos recursos humanos, que é o corpo.

A prática de atividade física e/ou esportiva por pessoas que possuem algum tipo de deficiência, sendo esta visual, auditiva, intelectual ou física, pode proporcionar dentre os diferentes benefícios da prática regular de atividade física que são mundialmente conhecidos, a oportunidade de testar seus limites e potencialidades, prevenir as enfermidades secundárias à sua deficiência e promover a sua adequada integração social. Assim sendo, da mesma forma que os alunos ditos "normais", àqueles que possuem alguma deficiência precisam adquirir o hábito da prática desde a escola e compreender a importância dessa atividade ao longo de suas vidas.

Além do processo de inclusão social, é fundamental que a Educação Física seja ofertada a todos, uma vez que as atividades físicas e esportivas para as pessoas com deficiência física apresentam uma considerável gama de valores terapêuticos evidenciando os benefícios tanto na esfera física quanto na psíquica.

As ações dos professores em fazer com que os alunos com deficiência participem das aulas de Educação Física é importantíssimo para estes. Pois essa é a aula e representa o momento em que os alunos podem e têm mais contato uns com os outros, fazendo com que identifiquem e aprendam a respeitar às diferenças.

Com o desenvolvimento de uma Educação Física inclusiva às pessoas com deficiência, poder-se-ia demonstrar à sociedade que todo cidadão, com ou sem deficiência, é capaz de viver com seus limites, praticando alguma atividade física, sem que as pessoas os olhem com compaixão e evitem qualquer forma de exclusão. Dessa maneira, pode-se considerar que esse seria um procedimento acertado e capaz de ampliar suas possibilidades nos campos físico, social, político e cultural.

Se você quiser se aprofundar neste assunto precisa conhecer as Aulas de Educação Física para Alunos Especiais e o ebook Atividades Físicas de Alunos Especiais. São duas excelentes opções para quem trabalha com Educação Física Escolar  para alunos com necessidades especiais.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

04:57

Importância do professor de Educação Física na Escola



A Educação Física é uma disciplina muito significativa, porém, por diversas vezes, pouco valorizada na grade curricular. Ela insere, adapta e incorpora o aluno no saber corporal de movimento, sua função é formar o cidadão que sirá produzi-la, reproduzi-la e transformá-la, qualificando-o para desfrutar os jogos, os esportes, as danças, as lutas, as ginásticas e práticas de aptidão física, em proveito do exercício crítico dos direitos e deveres do cidadão para a benfeitoria da qualidade de vida humana.

Existe a ideia de que essa é a hora de a criança sair da sala de aula e só se movimentar, muitas vezes em esportes e modalidades das quais muitos não gostam, sem entender a relevância que esses movimentos têm para sua vida.

Portanto, ao iniciar as aulas, é importante que o professor crie um mapeamento das práticas corporais que já façam parte do histórico dos alunos. Com esse modelo, ficaria mais fácil para o orientador selecionar temáticas mais adequadas para serem trabalhadas com os estudantes, facilitando assim o aprendizado.

Atividades que englobam brincadeiras de países e culturas diferentes, como danças e cantigas, são experiências relevantes para o desenvolvimento e ampliação do conhecimento da criança, assim como atividades corporais que possam ser pesquisadas em livros, sites, revistas, entre outros meios voltados a esse universo.

É na escola que os alunos aprendem a importância de ter um estilo de vida mais saudável e equilibrado. O professor representa um papel importante para promover uma vida saudável e ativa aos seus alunos.

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quinta-feira, 26 de julho de 2018

11:29

Aspectos para o aprendizado na Natação




O período de aprendizagem da natação depende exclusivamente do desenvolvimento de cada criança, pois cada uma reage a um estimulo de maneira diferente, portanto é difícil afirmar em quanto tempo uma criança vai demorar a aprender a nadar. No entanto, algumas crianças aprendem rápido, por não ter medo da água, enquanto outra criança tem pavor da água, com isso dificulta o processo de aprendizagem da mesma .

As brincadeiras e jogos que são oferecidos à criança devem estar de acordo com o período de desenvolvimento em que ela se encontra, para que a mesma possa aproveitar a situação e se desenvolver melhor. Daí a importância do professor em conhecer o crescimento da criança, pois é ele quem cria os espaços, disponibiliza materiais, participa das brincadeiras, ou seja, faz a mediação da construção do conhecimento.

A desvalorização do movimento natural da criança, em favor do conhecimento estruturado e formalizado, como por exemplo, um processo tecnicista de ensino de natação, a favor da perfeição da técnica e rendimento da criança, ignora as dimensões educativas da brincadeira e do jogo como forma rica e poderosa de estimular a atividade construtiva da criança.

A iniciação desta modalidade, nesta faixa etária, deve permitir exploração de movimento e aprendizagem perceptivo-motora. Isto significa que o professor deve dar oportunidade para o aluno explorar o ambiente aquático e diferentes formas de movimentação que seu corpo pode realizar dentro dele. Além de estimular o indivíduo a não realizar os movimentos preocupando-se apenas com a técnica, mas sim, valorizando a percepção dos seus movimentos dentro da água e da sensação que a água provoca em seu corpo.

No entanto, a natação deve ser muito mais que isso, valorizando a adaptação, aprendizagem, aperfeiçoamento e treinamento; de diferentes formas de ação corporal, aproveitando as propriedades da água e os benefícios que esta proporciona ao ser humano.

A brincadeira e o jogo nas aulas de natação devem ter relação com a cultura infantil, e com a fantasia e o imaginário da criança. Atividades que encorajam as crianças com a intenção de promover um bom relacionamento com a água e possibilitar inúmeras alternativas de expressão dentro do meio líquido.

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quinta-feira, 19 de julho de 2018

11:01

Como fazer a iniciação do Handebol na Escola



A iniciação do Handebol na Escola são atividades que deverão ser desenvolvidas na primeira fase escolar, período em que a criança não domina nenhum ou quase nenhum tipo de movimento motor.

Do pouco para o muito: O trabalho evolui do pouco para o muito, quanto ao tempo e número de exercícios.

Do simples para o complexo: Nas técnicas de fácil execução, fazer abordagem global.

Nas técnicas de difícil execução, utiliza-se subdividir o todo do exercício em partes ou fases.

Do conhecido para o desconhecido: Elementos novos aparecem após termos insistido e assegurado o ensinamento anterior.

Na primeira vez que se executa um gesto novo, ele não é perfeito, porém, o importante é o entendimento consciente do gesto, e quando deve ser aplicado em situação de jogo.


O ensinamento do handebol a um iniciante, é fundamentado as práticas pedagógicas.

A metodologia que poderá ser utilizada pelo professor/técnico, pode ser: jogos educativos, exercícios educativos, Exercícios de aperfeiçoamento e Exercícios de especialização

Jogos educativos:

É a maneira indireta que se introduz o gesto técnico de handebol;

Utiliza-se jogos recreativos para desenvolver os gestos técnicos do handebol;

Busca-se sempre a diversão, o aprendizado, as variações de ações, as diferentes situações, a competição com os companheiros e o meio natural;

Encaminha-se o jogador para a realidade do jogo, com sua prática ele aprende a técnica;

Esta forma de trabalho motiva o aluno, pela competição, a ter gosto pela modalidade.

 Exercícios educativos:

São exercícios ordenados pedagogicamente, partindo-se do mais simples para o mais difícil;

São exercícios com movimentos contínuos que faz executar um gesto técnico, através de repetições sucessivas, com o objetivo de fixar (automatizar) aquele gesto técnico;

Após os jogos educativos se põe em prática o que foi aprendido;

As vantagens desses exercícios educativos são de que o professor pode parar e corrigir o gesto em questão;

Os exercícios podem ser individuais ou em grupo, iniciando-se sempre parado e depois em deslocamento;

Os exercícios devem obedecer uma ordem de dificuldades, quanto mais complexo for, mais devem ser trabalhados de uma forma metódica e detalhada.

Exercícios educativos:

Organização

Formação

Individual, em grupos, 2 x 2

Materiais

Bolas, arcos, cordas, outros

Execução

Parado: inicia-se parado, tanto passe como recepção

Parado c/ deslocamento: receber a bola parado e após fazer os 3 passos

Deslocamento: deve executar o gesto na corrida

3 passos: saída parado e executa, recebe correndo e executa com apoio, recebe correndo e executa com salto.

Exercícios de especialização:

São exercícios ordenados pedagogicamente e executados na posição específica;

Inicia-se com movimentos fragmentados até o movimento completo;

Possibilita o desenvolvimento do jogo através da correção do gesto técnico;

Aqui inicia-se a oposição (passiva ou ativa) do adversário.


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quarta-feira, 18 de julho de 2018

09:21

Atividades lúdicas promovem vínculos e sociabilização



A brincadeira e as atividades lúdicas são muito importante para o desenvolvimento psicológico, social e cognitivo da criança, pois é através dela que ela consegue expressar os sentimentos dela em relação ao mundo social.

As atividades lúdicas preparam a criança para o desempenho de papéis social para a compreensão do funcionamento do mundo, para demonstrar e vivenciar emoções.

Uma questão essencial para uma vida feliz, em qualquer idade, é a capacidade de conviver bem com os demais, ter bons relacionamentos. O desenvolvimento do lado social começa desde muito cedo e as brincadeiras de infância podem ter um impacto decisivo nisso.

É brincando com os amigos ou irmão que as crianças assimilam o conceito de companheirismo. Mais que isso, se tornam resilientes, pois passam a aceitar a frustração da derrota, assim como a alegria da vitória, como coisas naturais.

Assim, podemos afirmar que as atividades lúdicas desenvolvidas em grupo são muito benéficas para os pequenos. Alguns desses benefícios são:

  • Assimilação de valores e respeito ao outro;
  • Respeito as normas e regras;
  • Desenvolvimento das habilidades de ouvir e se comunicar;
  • Aprimoramento da habilidade de negociação;
  • Desenvolvimento da tolerância.

O brinquedo certo ensina os pequenos até a lidarem com as diferenças! E, ainda, é ao brincar que a criança estabelece e fortalece suas relações afetivas.

O Curso Online de Atividades Lúdicas proporciona ao aluno uma oportunidade única para entender, de maneira interativa, a atividade lúdica e a forma que ela pode contribuir para o desenvolvimento infantil.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

05:00

Prepare as Crianças para o Jogo e o Esporte

 Resultado de imagem para atividade física

Antes de as crianças pisarem no gramado, é importante que elas percebam que o preparo pré- jogo envolve mais do que simplesmente comparecer aos treinos. Eles também se preparam alimentando-se bem e descansando diversos dias antes do jogo - assim como os jogadores de elite. Saber que seu organismo está descansado e que há muito "combustível" no tanque fará com que tenham confiança adicional para entrar em campo e superar os desafios.

Abaixo apresentamos algumas dicas para o preparo antes do jogo:

Aquecimento - Antes dos jogos, as crianças precisam de muito alongamento (alongamento estático, sem movimentos de oscilação), jogging ou corridas, além de muitos toques para "sentir a bola" - seja um jogo de futebol ou basquetebol.

Ensine seu filho a prestar atenção a partes específicas do corpo dele/a que precisam de alongamento extra e os incentive a usar o tempo extra para alongar essas áreas durante o aquecimento. Isso é muito importante em esportes do tipo "stop and go", tais como futebol ou basquetebol onde jovens atletas fazem movimentos rápidos ou passam de um tempo parado para arrancadas. As crianças correm o risco de se machucar, principalmente de ter distensão muscular, se eles não fizerem um aquecimento completo.

Orgulho em Jogar - e Equipamentos. Além do preparo físico e mental, os jogadores de elite têm orgulho em garantir que os acessórios (calçados, uniformes etc) estão em boas condições e prontos para o dia do jogo. Por exemplo, os jogadores de futebol garantem que o calçado esteja limpo, polido e adequado para as condições de campo. Tendo orgulho desses acessórios, as crianças aprendem a ser responsáveis e mostrar respeito pela sua equipe e esporte.

Assumindo a Responsabilidade - Finalmente, o mais importante no preparo de um jovem atleta para as atividades esportivas é aprender que é dele/dela a responsabilidade de se preparar para o jogo - e não do técnico, do pai ou da mãe. Alimentar-se corretamente, descansar o suficiente e chegar ao local do jogo com antecedência suficiente para fazer o aquecimento adequado são bons hábitos que devem ser formados.

Tim Carter, Diretor de Desenvolvimento Juvenil, Federação Americana de Futebol

Publicado em 26/01/09 e revisado em 09/07/18

segunda-feira, 4 de junho de 2018

10:31

Exercícios para o Toque no Voleibol



O toque é mais uma ação de recepção da bola, assim como a manchete. Contudo, o seu objetivo, além da defesa, é ajeitar a bola para que ocorra uma jogada ofensiva. O atleta, então, recebe a bola com as duas mãos juntas, e faz o toque para que outro companheiro do time realize o ataque.

Exercícios para toque

Para melhorar o fundamento do toque, observe algumas atividades que você pode propor aos jogadores.

Segurar a bola em posição de toque

Esse exercício é um bom aquecimento para atletas mais avançados, ao mesmo tempo em que serve para desenvolver o movimento perfeito dos iniciantes. Em duplas, um jogador lança a bola em diferentes locais para que o outro realize deslocamentos e segure a bola em posição de toque, ou seja, com os braços estendidos.

Toque e passe

Em duplas, um dos jogadores lança a bola para cima, em seguida, realiza um toque vertical e, sem deixar a bola cair, faz outro toque para o colega, que deverá repetir os mesmos movimentos.

Mais Educativos

Educativos para o toque

* Em duplas, um aluno de frente para o outro. O aluno partirá da posição fundamental para a execução do toque segurando a bola sobre a cabeça e fará uma extensão simultânea dos cotovelos e joelhos empurrando a bola em direção ao colega. Este após pegar a bola repetirá o procedimento.

* Em duplas, um aluno lança bolas em diferentes locais para que seu colega faça o deslocamento, entre sob a bola e a segure na posição de toque.

* Em duplas, o aluno lançará a bola para cima com as duas mãos e efetuará um toque para o colega, que vai segurar a bola e repetir o procedimento.

* Em duplas o aluno lançará a bola para cima, em seguida efetuará um toque para cima e imediatamente após, sem deixar a bola cair, fará o toque para o colega.

* Em duplas, os alunos trocarão passes de toque direto.

* Individualmente controlará a bola dando toques sucessivos para cima.

* Individualmente o aluno toca a bola para o alto, deixa a bola tocar no solo, entra novamente sob a bola e executa outro toque.

* Em duplas, os alunos trocarão passes, porém fazendo um toque para si mesmo (para cima) antes de enviar para o colega.

* Em duplas, cada aluno na linha de fundo de uma quadra. O aluno irá controlando a bola com sucessivos toques verticais até chegar próximo da rede onde fará um toque para o colega que está na outra quadra, que recomeçará o trabalho.

Erros mais comuns no toque

  • não ficar posicionado sob a bola;

  • receber a bola com os cotovelos flexionados;

  • não aplicar a força necessária para amortecer a bola;

  • conduzir a bola com a mão;

  • falta de coordenação no momento de direcionar a bola.

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quarta-feira, 2 de maio de 2018

10:03

10 atividades físicas para criança na escola e fora dela



São inúmeros os benefícios de realizar atividade física, em qualquer fase da vida. Mas as nossas crianças vivem em um ambiente que os convida a serem sedentários, por isso, devemos tentar motivá-los para que não fiquem parados.

Veja a seguir as 10 atividades físicas mais populares entre os pequenos, e o que cada uma faz pela saúde física e mental dos seus filhotes:

Parquinho

A atividade, tanto para psicólogos quanto para profissionais de educação física, é tida como fundamental para crianças antes da idade escolar, entre 2 e 7 anos. Brincar com seus filhos no escorregador, gira-gira, tanque de areia, balanço e gangorra são ótimas chances de incentivar o gosto pelas atividades físicas e ao ar livre nos pequenos.

Pular corda

Depois dos 7 anos de idade, atividades que desenvolvam a coordenação motora e a identificação de ritmo e tempo nas brincadeiras é importante – e pular corda é uma ótima opção, pois as crianças aprendem a se equilibrar revezando os pés, além de aprender a fazer os movimentos básicos de agachar e girar. Como é uma atividade que pode ser feita em conjunto, os pais também podem entrar na brincadeira e se exercitar também.

Balé

A atividade preferida das meninas trabalha, além dos músculos do corpo todo, flexibilidade, disciplina, musicalidade e ritmo. Tanto a vertente clássica quanto a moderna contam com diversas modalidades para diferentes faixas etárias, começando aos 7 anos de idade.

Atletismo

O esporte entra no currículo de várias escolas de ensino fundamental e médio do Brasil, e envolve vários movimentos como correr, saltar e arremessar, atividades que são ótimas para desenvolver força, flexibilidade e resistência. A categoria pré-mirim começa com 12 anos de idade, e as distâncias das corridas, assim como os pesos dos arremessos são adaptados à idade das crianças.

Ginástica olímpica

É uma atividade fantástica para as crianças, pois é divertida e ao mesmo tempo trabalha disciplina e força. E não é uma delícia ficar pulando na cama elástica, plantar bananeira e piruetas no ar? Crianças a partir dos 4 anos de idade já podem começar a se aventurar no esporte.

Futebol

O esporte é um dos preferidos dos meninos e meninas de todo o Brasil, de qualquer classe social. Nas escolinhas de futebol, as crianças aprendem como se deslocar no espaço e trabalhar em equipe, além de desenvolver resistência e coordenação motora.

Karatê

A arte marcial, além de trabalhar força e coordenação motora, é muito boa para reforçar a disciplina e o respeito às regras sociais nas crianças, que podem começar na atividade a partir do 4 anos de idade.

Natação

O esporte aquático é ótimo para melhorar a respiração de crianças e adolescentes, o equilíbrio, a força, a coordenação motora, a velocidade, além de desenvolver habilidades psicomotoras. Além de ser um dos esportes mais completos, você pode colocar seu filho na natação a partir dos 6 meses de idade.

Bicicleta

Pedalar é um ótimo exercício e pode ser feito com a família toda envolvida. A partir dos 3 anos, a criança já pode começar a se aventurar num modelo com rodinhas, e depois, ir aprendendo a se equilibrar sem a ajuda delas. A atividade trabalha a capacidade cardiovascular, além de força e resistência.

Videogame Wii

É uma opção para as crianças saírem um pouco do sofá, que une a diversão do jogo de videogame com as atividades físicas, mas tem o seu porém: o melhor mesmo é que a criança faça atividades físicas acompanhadas de um profissional da área, que vai ajudar a corrigir problemas de postura, entre outras coisas. Há pesquisas – como a publicada na revista científica norte-americana Pediatrics -, que mostram que esses tipos de jogos de videogame, que envolvem atividades de dança ou esportes, são um bom começo para crianças muito sedentárias ou que tenham problemas de obesidade infantil.


terça-feira, 10 de abril de 2018

07:09

Plano de aula: Atletismo

Resultado de imagem para aula de atletismo 

Objetivo
- Aprimorar a habilidade de correr com velocidade e boa coordenação motora.

Flexibilização
Os alunos com algum tipo de deficiência física poderão participar desta atividade desde que possam contar com alguém que os auxiliem, seja empurrando a cadeira de rodas, ou apoiando naquilo que for preciso. Ainda assim, é importante considerar o fato de que estarão em situação de desvantagem em relação aos outros. No caso de alunos cadeirantes, na maioria das vezes, um simples colega "empurrador" pode resolver o problema, desde que seja rápido (você propor um "teste" antes). No caso de alunos que andam com algum tipo de dificuldade e não contam com o apoio da cadeira, pode-se propor aos corredores das outras equipes que, no momento em que vão disputar com eles, o façam de uma forma diferente, enfrentando um desafio a mais como correr de costas ou de lado, por exemplo. A ideia é diminuir a desvantagem, tentando fazer com que todos enfrentem um desafio com graus de dificuldade e esforço parecidos. Mais importante que isso, é compartilhar as ideias entre todos, pedindo sugestões e ouvindo os comentários de todo o grupo. Este tipo de situação tem sua importância na medida em que contribui para que todas as crianças construam gradativamente uma disposição para encarar os próprios desafios e dificuldades de forma criativa e aberta à diversidade.

Desenvolvimento
Peça que os alunos se dividam em duplas, trios ou quartetos. Em um pátio, eles ficam uns ao lado dos outros e, ao sinal do professor ou de um colega, um participante de cada grupo corre o mais rápido que puder, tentando chegar em primeiro lugar a um ponto definido. Quando a primeira bateria terminar, é hora de outros integrantes de cada equipe participarem. Esteja atento para que todos tenham a oportunidade de correr e oriente as crianças quanto aos fundamentos da corrida: posição de largada, atenção e concentração, movimentos coordenados de braços e pernas, respiração, olhar sempre fixo à frente etc. Desafie a garotada a correr de formas diferentes (de costas, de lado, num pé só) e diversifique os espaços, aumentando ou diminuindo a distância da pista.

Avaliação
Um bom indicador de que a turma está correndo cada vez mais rápido é o tempo gasto para completar a distância estipulada. Após a realização de algumas corridas, registre o tempo de todos e estabeleça com eles algumas metas. Tome como base a média de velocidade do grupo e defina os objetivos mais viáveis para cada aluno, visando diminuir o seu tempo. Repita várias vezes a atividade e incentive as crianças a registrar e monitorar seu tempo para ver se melhoram suas marcas.

Conheça a 100 atividades de Atletismo para aplicação imediata em Aulas - TOP 100 Atletismo

terça-feira, 3 de abril de 2018

13:30

Atividade física em prol do desempenho escolar


De ponta cabeça (Foto: Thinkstock)

A conclusão partiu de um experimento simples, realizado pelo pesquisador Brendon Gurd, da Queen's University (Canadá): durante 3 semanas e em dias alternados, alunos de uma escola primária tiveram a opção de participar de um "FUNterval", um recreio divertido, com atividades físicas, ou podiam ficar mais paradinhos, aprendendo sobre diferentes aspectos de um estilo de vida saudável.
O cientista notou que as crianças que aderiram ao intervalo dinâmico ficaram mais concentradas durante os 50 minutos seguintes de aula: se dispersaram menos, mantiveram-se mais focadas na explicação dos professores e se viraram menos para os lados, o que demonstra mais concentração...

Após a atividade física, seja voltada a habilidades motoras ou brincadeiras, as crianças ficam, sim, mais atentas.

O exercício não apenas é capaz de deixar as crianças mais concentradas, como mostrou o estudo. Mas pode ser também uma excelente ferramenta para ajudar os pequenos a fixarem os conteúdos passados em aula. A interdisciplinaridade e as propostas de aulas devem incluir uma primeira parte mais lúdica, com uma dança, um jogo, ou brincadeira, que precede o ensino mais teórico . O movimento corporal, o jogo ou a história ajudam a criança. A partir desse registro, a gente consegue avaliar quais foram os conceitos que adquiriram.

Por fim, não podemos deixar de mencionar que as atividades físicas, sobretudo as brincadeiras em grupo, também são capazes de ensinar às crianças alguns conceitos matemáticos, como perto e longe, rápido e devagar.

Na prática

Confira algumas boas ideias para ajudar seu filho a se concentrar depois do exercício:

Mude de ambiente
Ao passar de um momento de intensa atividade para outro mais calmo, mudar de uma sala para outra, de um ambiente aberto para um fechado, ou vice-versa, ajuda a criança a fazer a transição.

Crie uma rotina
Se a criança já sabe que depois da brincadeira vem a hora do leitura ou o momento de se sentar para fazer a lição de casa, ela pode se preparar melhor para o que está por vir.

Não precisa sair do lugar
Mesmo que você não tenha muito espaço dentro de casa, dá para usufruir dos benefícios do exercício físico, com rotinas simples de aquecimento e músicas. Uma delas é a canção da boneca de lata: "Minha boneca de lata bateu 'com tal parte do corpo' no chão. Levou mais de uma hora pra fazer a arrumação... Desamassa aqui, desamassa ali...Pra ficar boa". A cada rodada você escolhe uma parte do corpo, à qual deve levar as mãos quando a canção chega na parte do "desamassa".

Cuidado com a dose!
Há uma grande diferença entre o seu filho correr durante 40 minutos na aula de educação física e participar de uma brincadeira de 10 minutinhos durante o recreio. É inevitável que o corpo uma hora se canse do excesso de movimento. Por isso, maneire no nível e na duração das brincadeiras antes da lição de casa, para que a criança não fique esgotada.

Fonte: Revista Crescer

Publicado em 27/11/14 e revisado em 03/04/18
10:09

Como planejar aulas e treinos em Educação Física




No plano de aula o professor organiza as unidades a serem desenvolvidas, descrevem os métodos que devem ser utilizados para a aplicação de cada conteúdo, os recursos que serão necessários e as metas a serem atingidas. Desta forma, o plano de aula é uma ferramenta indispensável para o professor que deseja organizar melhor suas aulas e facilitar seu trabalho. A Educação Física requer um cuidado muito especial na elaboração deste planejamento, por isso elaborei este material para ser uma ferramenta de trabalho para professores de Educação Física, acadêmicos, treinadores esportivos e instrutores de academias que queiram trabalhar com atividades físicas e treinamento funcional.




Ensinamentos de Como Elaborar seus Planos de Aulas de Educação Física, com modelos prontos e direcionando para os objetivos e metodologias a serem aplicadas de acordo com a faixa etária dos(as) alunos(as).

1 - TREINAMENTO FUNCIONAL 100 EXERCÍCIOS:
Aqui você encontrará além dos exercícios : - ESTRUTURA DOS PROGRAMAS DE TREINO; - PERIODIZAÇÃO; - DINÂMICAS DE AULAS; - CARACTERÍSTICAS DO PERSONAL COLETIVO; - MODELO DE TREINO COM ROTEIRO; - COMO MONTAR UM CENTRO DE TREINAMENTO

2 - COMO MONTAR TREINOS DE VOLEIBOL O presente trabalho ressalta a importância do profissional de educação física na busca constante por literaturas que contenham exercícios e treinos para auxiliar no seu trabalho. O tema " Voleibol Como Montar Treinos Passo a Passo com mais de 170 exercícios" É UMA EXCELENTE ferramenta para o trabalho dos profissionais que almejam cada vez mais propor atividades diversificadas para as crianças, adolescentes e adultos . Tem por objetivo oportunizar a muitos profissionais que têm dificuldade em elaborar treinos de uma forma organizada e sistemática de acordo com a faixa etária da sua clientela. Nele você encontrará : -História do Voleibol -Fundamentos -Sistema de Jogos *+ de 170 Exercícios -Plano de Aula/Treino -Mini Vôlei

3 - 500 JOGOS E BRINCADEIRAS excelente ferramenta para professores de Educação Física, Pedagogas e Professores dos Ensinos Infantil e Fundamental. São fontes históricas de baseados em autores e também, da minha vivência como docente na área de educação por 20 anos. Aproveitem esta grande oportunidade.

4 - EDUCAÇÃO FÍSICA PARA ALUNOS ESPECIAIS : Com este e-book deseja-se oferecer subsídios para as tomadas de decisões no que se refere à política do trabalho de inclusão junto às escolas, indicar mecanismos de preparação de professores de Educação Física que atuam na área, quanto à melhoria da prática escolar, e oferecer indicadores para as propostas curriculares nos planos das instituições e a dinâmica dos professores em seu processo ensino/aprendizagem principalmente na Educação Física Escolar 1 . A EDUCAÇÃO ESPECIAL AO LONGO DOS ANOS 2. A INCLUSÃO NO AMBIENTE ESCOLAR 3. A EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA 4. ATIVIDADES PRÁTICAS E EXERCÍCIOS .


Não perca a chance de fazer um curso espetacular, com ótimo conteúdo. 

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Informações sobre o Curso:

Produtor: Giovani Soldera

quarta-feira, 7 de março de 2018

09:00

Você é a favor da obrigatoriedade do atestado médico nas aulas de Educação Física?


Participar de atividades físicas na escola é uma delícia, principalmente quando os exercícios incluem a prática de determinados esportes, formação de times e participação em campeonatos. É uma forma interessante de interagir socialmente e ainda se movimentar. É por esses e outros motivos que a educação física escolar é tão importante.

Mas há outros motivos. Especialistas acreditam que ela contribui para outras áreas fundamentais das nossas vidas. Não é à toa que a obrigatoriedade do ensino da Educação Física é determinado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/1996 e 10.793/2003).

Outra lei que passou a ser obrigatória na Educação Física é a lei 5082/2013 que exige atestado médico para as aulas da Educação Física. Porem, se faz necessário algumas observações que discutam o teor desse documento na medida em que se interpreta certo desconhecimento e distanciamento da realidade desse componente curricular.

Por um lado não se rejeita a iniciativa humana de querer ajudar ao próximo, todavia é condenável a posição política que no afã de "proteger a infância e juventude" leva ao público uma visão distorcida sobre o que é a área.

Há neste cenário o flagrante desconhecimento da história da Educação Física, uma interpretação errônea e tendenciosa que confundem termos como atividade física, exercício físico e condicionamento físico além de interferir na ação pedagógica do professor quando relega parte de sua obrigação para outro profissional.

Mesmo que o professor estivesse decidido a trabalhar a aptidão física em suas aulas, e negasse a frequência mínima de dias, pouco tempo para sua realização e o monitoramento da frequência cardíaca dentre outros pontos, ele transformaria suas aulas em uma "grande academia" de condicionamento físico prescrevendo individualmente as aulas e os objetivos para cada aluno ou tendo a grande habilidade de convencer 30 a 40 alunos e alunas a fazerem a mesma coisa, se submetendo a um esforço progressivo dentre outras especificidades.

A obrigatoriedade do atestado médico me fez ter a dúvida se é uma coisa necessária para quem não leva a educação física escolar coo forma de aptidão física.

E aí, você é a favor da obrigatoriedade do atestado médico nas aulas de Educação Física?

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

03:17

Educação Física: Adaptada ou Inclusiva



Quando se fala sobre gerar autonomia, socialização e desenvolvimento físico, social e intelectual de pessoas com deficiência, é imprescindível aliar a tudo isso a prática de educação física adaptada. Pode-se dizer que o principal benefício de atividades como essa é a inclusão, fazendo com que o indivíduo sinta-se confiante e capaz de ir além daquilo a que está condicionado.

  A educação física é uma das melhores disciplinas no ambiente escolar, pois através de atividades e jogos lúdicos promove a interação de todos os alunos. Cria oportunidades para os deficientes mostrarem que também são capazes de evoluir em conjunto.

Para desenvolver um programa de inclusão, utilizando como meio a Educação física adaptada é de extrema importância que o professor de Educação Física tenha conhecimentos básicos relativo ao seu aluno como: tipo de deficiência que o aluno apresenta idade em que apareceu a deficiência se foi repentina ou gradativa, se é transitória ou permanente, as funções e estruturas que estão prejudicadas. O educador deve também se atentar a diferentes aspectos do desenvolvimento humano biológico (físico, sensorial e neurológico), levando em conta interação social e afetivo-emocional

Assim sendo, para que a prática de educação física de forma adaptada tenha os resultados desejados, entretanto, é necessário respeitar as limitações de cada um, adequar as modalidades de acordo com a necessidade específica e fazer um acompanhamento profissional, estimulando suas potencialidades. Se isso envolver diversão, atividades lúdicas e boa companhia, melhor ainda!

Tenha aulas específicas para Alunos Especiais

Podemos dizer que se tem duas linhas na educação física quando se trabalha com portadores de necessidades especiais. São duas modalidades de atuação que dependem muito mais dos educadores que dos alunos propriamente.

Uma das modalidades é a educação física adaptada, na qual os estudantes com deficiência praticam atividades físicas separados dos seus colegas.

A outra é a educação física inclusiva, na qual todos participam das mesmas atividades propostas.

A prática das duas modalidades requer um ambiente acessível, que oferece oportunidades iguais, com inclusão social e valorização das diferenças, estimule o desenvolvimento de habilidades e valorize as competências individuais. Para isso, cabe ao professor planejar as aulas de acordo com as especificidades dos alunos de cada turma.

Sabe-se que essas duas modalidades se encontram designadas à sociedade em uma só que é a educação física adaptada. Mas deve ser de uma maneira diferente: a inclusão deve acontecer com a adaptação dos recursos, das regras, dos professores, dos alunos, dos pais e de todos os envolvidos no processo de ensino/aprendizagem de uma pessoa.

A educação física contribui para o desenvolvimento físico, intelectual, social e psicológico através de jogos e brincadeiras. É nesse contexto que a inclusão deve ocorrer.


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