sábado, 12 de janeiro de 2008

Professores aprendem novos métodos para aulas





Como tornar a escola um espaço atrativo para o estudante? Com essa pergunta em mente, professores, diretores e coordenadores pedagógicos participaram das atividades do segundo e último dia do 1º Seminário Pedagógico - Escola: Planejamento Pedagógico em Construção, que ocorreu no Centro de Convenções. Em debate, novas abordagens para disciplinas como Educação Física, Educação Ambiental e História.

O professor Marcelino Câmara apresentou, em uma das oficinas, a importância de se levar música de qualidade para a sala de aula. "A música traz resultados cognitivos e sensitivos. Os alunos passam a ter uma linguagem mais rebuscada, ampliando seu vocabulário. Além disso, eles passam a ter uma sensibilidade maior aos instrumentos acústicos".

Até mesmo quem não tem muita intimidade com o mundo da música pode adotar essa estratégia com os estudantes, ressalta. "Um professor de música não precisa ser músico. O professor tem a sensibilidade de cantar, só por ter escolhido essa profissão. Um simples bater de palma pode marcar o ritmo. Se ainda assim ele tiver dificuldades, pode usar som mecânico ou pedir ajuda a alguém da escola que saiba", explica.

Há um ano e meio como professora, Simone Kelly afirma que costuma usar muita música e brincadeiras com seus alunos do 2º ano do ensino fundamental. Após participar de uma oficina de Educação Ambiental durante o seminário, ela revela que irá aplicar alguns dos conceitos debatidos. "Vou trabalhar com as noções de respeito ao colega e trabalho coletivo em sala de aula".

Qualidade
O presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Estado do Ceará (Sinepe-CE), Airton de Almeida, destaca a importância do seminário. "Queremos criar uma base comum de discussão para os projetos pedagógicos das escolas. A partir disso, elas vão poder criar seus projetos de acordo com suas necessidades".

De acordo com Airton de Almeida, uma das principais preocupações do Sinepe é qualificar a educação do Estado. "O Ceará tem bons resultados em olimpíadas de Matemática e Química no Brasil e no Exterior. Isso prova a qualidade de nossa escola. Nós temos resultados isolados. Queremos agora ampliar isso para um maior número de alunos".



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