terça-feira, 25 de julho de 2017

08:42

Jogo de Peteca na Educação Física


http://www.fazfacil.com.br/wp-content/uploads/2014/04/20140424-jogo-da-peteca.jpg

Em relação à peteca, alguns especialistas apontam a origem estritamente brasileira, proveniente de tribos tupis do Brasil e que se expandem em regiões densamente populadas pelos indígenas, como Minas Gerais. Considerada a partir de 1985 como esporte oficial, genuinamente brasileiro, a peteca, antes confeccionada em palha de milho, com enchimento de areia ou serragem, e com penas de galinha, hoje aparece padronizada com rodelas de borracha sobrepostas e quatro penas brancas de peru.

A enciclopédia Mirador Internacional (1976, p. 1344) afirma ser a peteca uma espécie de bola achatada de couro ou palha, em que se enfiam penas, cuja origem é indígena (em tupi, “bater” é “peteca”, em guarani, é “petez”). Brinquedo de inverno no Brasil, seu uso coincide com a colheita de milho e com as festas de Santo Antônio, São João e São Pedro.

Depoimentos de Manoel Tubino reafirmam essa origem, chamando a atenção para sua disseminação em Minas Gerais, a partir de 1931, em reduto antigamente habitado por indígenas (Folha de S. Paulo, 2-6-87).

Entretanto, Grunfeld (1979, p. 254), na obra Jeux du Monde, refere-se à peteca como um jogo que se lança de um para o outro com uma bola munida de penachos ou plumas, que se pratica na China, Japão, Coréia, há mais de 2000 anos.

Afirma que antigamente se usava tal jogo para treinamento militar. Pensava-se que tal tipo de jogo melhorava as habilidades físicas do soldado. Na Coréia, os mercadores ambulantes jogavam as petecas uns para os outros pra se aquecerem do frio.

Uma versão menos prática do jogo é aquela em que se utilizam palhetas de madeiras, as raquetes. Em certos desenhos da Grécia clássica, encontra-se um jogo similar ao da raquete ou peteca. Em alguns países, é um jogo tradicional para meninas; no Japão ele faz parte das celebrações do ano novo, e na Inglaterra, sob a Dinastia dos Tudor, servia para pedir graças. Sempre jogando, elas cantavam refrões como:

Peteca, peteca, digam-me a verdade
Quantos anos eu vou viver?
Um, dois, três (id, ibid).

O Jogo da Peteca
De origem indígena, este jogo teve sua prática regulamentada, por muitos anos, nos Clubes América e Regatas São Cristóvão do Rio de Janeiro.

Conta-se que, em 1928, nas Olimpíadas de Antuérpia, os brasileiros exibiram esse jogo, desconhecido dos europeus, causando-lhes tão boa impressão que foi solicitada, ao médico esportivo Dr. José Maria de Melo Castelo Branco, sua regulamentação.

Enviada posteriormente, tornou-se, o jogo, mais difundido na Finlândia do que no Brasil, conforme declaração de atletas, em recente visita ao país.

É comum, em clubes esportivos e nas praias, indivíduos se reunirem em círculo, tendo ao centro um elemento que recebe e distribui a peteca aos demais. O do centro é substituído pelo que deixa a peteca cair. O objetivo é mantê-la em trajetórias aéreas, impulsionada pela palma das mãos.
São realizadas, também, competições rudimentares, em grupos de 2 a 3 elementos, em cada campo, separados por um cordel esticado, contando ponto quanto a peteca não é rebatida e vai ao chão.

Competição Regulamentada

Campo: O campo é representado por dois retângulos de 10 m de largura, por 20 m de fundo e separados por uma zona neutra, medindo 3 m. Duas redes, de 1 m de altura e 10,5 m de comprimento, limitam esta zona. Um poste de 5 m de altura será colocado em um dos lados da zona neutra, com uma verga, destinada a assinalar a altura dos 5 m.

A deficiência de material ou de espaço permite-nos adotar a quadra de voleibol: uma rede ou um cordel deve ser estendido entre os postes, a 1 m de altura; a 1,5 m da rede ou cordel, de cada lado, demarcam-se linhas que constituirão a zona neutra.

Peteca: A peteca deve ser de pelica ou de couro maciço, cheia de crina animal ou de serragem, medindo o seu corpo 8 cm de diâmetro, tendo o peso variável de 75 a 85 gramas. Para moças e crianças, pode ser usada a peteca de 65 gramas. Atualmente, há petecas de fácil confecção, como as de disco de borracha, as quais também poderão ser usadas.

Equipes: Os jogos oficiais são efetuados com equipes constituídas por 5 elementos, que serão assim distribuídos: dois atacantes, na frente; dois defensores atrás e um sacador, no centro; ou ainda, dois na frente, dois no centro e um atrás.
Executado o saque, os jogadores colocam-se em posição que a tática melhor recomendar.

Juizes: Nas competições oficiais, haverá um árbitro, um apontador, um fiscal e dois juizes de linha.

Partidas: Sorteado o campo ou o saque, o vencedor escolhe um ou outro, iniciando-se o jogo pelo jogador central, que dará o saque. Este deve ser dado de baixo para cima, de modo que a peteca passe sobre a rede, no mínimo a uma altura correspondente ao ombro dos jogadores adversários. No momento do saque, os atacantes adversários não devem se colocar aquém da linha média do seu campo; a peteca deve, no saque, ultrapassar essa linha média, no mínimo à altura dos ombros dos jogadores adversários, e cair dentro do campo, quando será o lance considerado válido. Quando cair fora das linhas que limitam o campo ou passar a uma altura abaixo da linha dos ombros dos jogadores, o saque não será válido. Três saques maus correspondem à perda de um ponto, pela equipe sacadora. Com exceção do saque, os demais lances poderão ser executados à vontade, uma vez que o arremesso não seja de cima para baixo.

Conta-se um ponto e perde o saque toda vez que um grupo não rebater a peteca, deixando-a tocar o solo dentro de seu campo, ou então, quando um dos jogadores cometer uma das seguintes faltas:

a) Bater ou tocar na peteca mais de três vezes consecutivas;
b) Prendê-la entre os dedos, contra o corpo ou qualquer objeto;
c) Arremessá-la além das linhas que limitam o campo;
d) Tocar o corpo ou a peteca na rede ou corda;
e) Arremessar ou defender a peteca com as duas mãos;
f) Tocá-la depois de rebatida três vezes, no próprio campo, sem ser devolvida;
g) Tocar com o corpo o solo ou qualquer objeto fora das linhas laterais, finais ou zona neutra;
h) Passar a mão por cima da rede;
i) Deixar o campo sem prévia licença do árbitro.

Em caso de dúvida quanto à validade de um ponto marcado, volte-se o saque (novo saque).

Tática de jogo: A tática de jogo resulta do domínio da peteca com qualquer das mãos. Em geral, os jogadores que recebem o saque são os da defesa, os quais devem passá-la, rapidamente, para os atacantes que se incumbem de devolvê-la ao campo contrário, procurando atirar no lugar em que seja mais difícil de ser recebida, isto é, procurando deslocar um dos jogadores adversários ou aproveitar uma posição adotada pelo grupo adversário; ou ainda, descobrir o ponto fraco ou pontos fracos (jogadores menos hábeis) e arremessar, especialmente, contra eles, a peteca.

Publicado em 26/08/09 e revisado em 25/07/2017

segunda-feira, 17 de julho de 2017

08:21

Como ter mais eficiência no ensino do Futebol?



O futebol é um esporte coletivo, mas, às vezes, ainda é tratado com esporte individual, em que os atletas passam pelo aprendizado, de forma analítica da técnica, separando-a do jogo.

É importante que desde o começo do processo de ensino, os jogadores entendam uma gama de princípios que começa na maneira que eles se relacionam com a bola, com seus companheiros de equipe até como ocupam o espaço de jogo.

O TOP 100 Futebol - 100 atividades de Futebol tem atividades que procuram integrar o aluno ao jogo de futebol e não só treinar um fundamento específico.

Dentre as atividades que temos dentro do TOP 100 Futebol estão:

Atividades para passe
Atividades para cabeceio
Atividades para domínio de bola
Atividades para Chute
Atividades conjuntas reunindo vários fundamentos

Para o profissional que trabalha com esse esporte, é importante ter em mente que atividades que envolvam o jogo na prática trarão mais desenvolvimento aos alunos. A eficiência no ensino será dada pelas atividades realizadas em conjunto.

Conheça o TOP 100 FUTEBOL ESCOLAR.

sábado, 15 de julho de 2017

05:27

8 formas para o professor de Educação Física Escolar ganhar dinheiro


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04:57

Plano de Aula: Queimada maluca


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Objetivo: queimar, não ser queimado e salvar seus colegas. As crianças terão oportunidades de jogar tentando manter o jogo vivo. Para isso poderão ou não manter os colegas jogando.

Objetivo do Professor:
avaliar seus alunos quanto a participação, cooperação e competição. Avaliar quais atitudes individuais e coletivas estão acontecendo nas sua aulas.

Propósito: colocar os alunos frente a frente com a sensação de vencer ou colaborar. As crianças estarão avaliando seu desenvolvimento de acordo com o equilíbrio do jogo.

Recursos:
uma bola de meia e giz.

Número de participantes: pode ser jogado com diferente números de crianças, sendo maior que 10 para maior motivação. Caso seja um grupo muito grande (40) pode-se usar 2 bolas.

Duração: dependerá do interesse do grupo e da avaliação do professor. Normalmente 20 a 30 minutos.

Descrição: todas as crianças deverão ficar em um espaço suficientemente grande para que todos possam correr e se deslocar sem grandes riscos de choque. Elas receberão um pedaço de giz e anotarão no chão ou na parede, seu nome a letra Q (queimei), a letra M (morri) e a letra S (salvei). O professor joga a bola de meia para o alto e está dado o início. Pode-se colocar uma música para acompanhar o jogo. A criança que pegar a bolas, poderá no máximo dar 3 passos para arremessar a bola nos colegas. Caso ela queime alguém este deverá marcar o que houve e depois ficará sentado no lugar. A criança que atirou também deverá marcar que conseguiu queimar o colega. Para salvar bastará que a criança deixe de JOGAR NO OUTRO e passe para quem estiver sentado (JOGAR PARA O OUTRO). Está então poderá levantar e continuar jogando. Todos os acontecimentos deverão ser anotados para futura análise e discussão em grupo.

Dicas: este jogo é muito bom para que o professor possa avaliar o comportamento real de seu aluno. É possível detectar crianças mais cooperativas (salvam mais), mais competitivas (salvam menos), crianças que fazem parcerias, e trazendo com isso a oportunidade de fazê-los VER. É necessário que o professor proporcione o momento de debate, com tranquilidade, para ouvir os comentários e fazer as possíveis colocações. O professor poderá fazer o jogo sem a marcação e depois colocá-la para eles possam avaliar. É importante colocar que existem diferentes crianças jogando e elas têm a liberdade de serem verdadeiras. Não podemos impor as atitudes e sim mostrar os diversos caminhos que elas podem seguir.

Publicado em 28/02/12 e revisado em 15/07/17

segunda-feira, 10 de julho de 2017

12:29

6 formas de desenvolver o trabalho em equipe no Voleibol


O voleibol ou vôlei é um esporte praticado entre duas equipes numa quadra retangular (aberta ou fechada). Esta é dividida por uma rede colocada verticalmente sobre a linha central.
Ele utiliza uma bola e inclui diversos passes com as mãos. Seu objetivo principal é lançar a bola por cima da rede e fazê-la tocar no chão do adversário.
Há alguns aspectos que devem ser observados para desenvolver um bom trabalho em Equipe

1 - Pratique em diferentes posições.
Para ser um melhor jogador, é preciso aprender a jogar de todas as posições; você precisa ter experiência em todos os cantos da quadra, independente da sua altura ou sua capacidade de levantar. Mesmo que seja melhor em uma posição especifique, jogue de todas elas.

2 - Movimente-se.
Vá atrás de todas as bolas, mesmo que ache que não conseguirá pegar. Tente acertar todas as bolas como se fossem sua última jogada toda vez que você jogar. Se estiver a 110%, todo o time sentirá a pressão e a acompanhará. Eventualmente, todo o time estará com todo o gás na quadra.

3 - Comunique-se com seus companheiros de equipe.
O vôlei depende de uma boa comunicação e o melhor time na quadra é normalmente a equipe que mais se comunica. Fale "vai" ou "minha" muito alto para evitar confusão entre você e seus companheiros de equipe. Grite se a bola está dentro ou fora e fique de olho no jogo. Todo o seu time vai se beneficiar com um jogador se comunicando.

4 - Aprenda. Bons jogadores de vôlei sabem que eles sempre precisam melhorar. Aprender a aceitar críticas construtivas e sugestões é uma parte importante de melhorar o seu jogo, esteja você em um time de vôlei ou jogando informalmente com os amigos. Se alguém, um treinador ou um companheiro de equipe, faz uma sugestão, ouça abertamente e tente integrar novas ideias em sua rotina. Faça uma meta para melhorar.

5 - Seja um jogador mentalmente forte.
Se perder uma bola, mantenha o pensamento positivo. Basta seguir em frente e concentrar-se no próximo saque. O voleibol é um esporte mental e o desanimo trará um impacto muito negativo no seu jogo. Mantenha-se focado e com a intenção de ganhar. Fique firme no seu propósito; quando os outros jogadores perceberem seu empenho, todo o time melhorará.

Fique alerta, mesmo se estiver ganhando com uma vantagem de 10 pontos, o jogo ainda pode virar. Concentre-se no jogo até o final e não mude o seu foco até que tenha acabado.
Seja um bom esportista. Saiba que mesmo se não ganhar, é possível jogar novamente e dar o melhor de si. Seus companheiros de equipe apreciarão a sua boa atitude, independentemente de seu desempenho.

6 - Incentive seus companheiros de equipe.
Cumprimentos e incentivos positivos sempre ajudam. Esteja você jogando ou no banco, sempre esteja torça sempre e mantenha o foco.

Para terminar esse post vou dar uma dica bacana. Conheça o guia Voleibol: Como Montar Treinos Passo a Passo e + de 170 exercícios.  Tenho certeza que será muito útil em aulas e em treinamentos de Voleibol.
Até a próxima!

quarta-feira, 5 de julho de 2017

14:02

Treinamento Funcional na Educação Física Escolar - Ensino Médio


Espera-se que os alunos ao iniciar o Ensino Médio sejam portadores de um
rico acervo motor, pois já passaram pela principal fase de formação e teoricamente deveriam estar prontos para movimentos mais específicos e complexos.

Força, resistência, agilidade, equilíbrio e flexibilidade são habilidades que
compõe o complexo sistema motor humano. São elas que, elaboradas pelo sistema nervoso, são responsáveis pela realização de movimentos básicos como andar e subir escada, até os movimentos mais complexos como movimentos técnicos esportivos. A construção destas habilidades gera na criança a base para um adulto que apresenta domínio sobre seu corpo. Em contrapartida, o aluno que na sua infância não teve seu desenvolvimento motor trabalhado de maneira ampla, fica com um déficit motor que carregará para toda sua vida.

Dentro da escola cabe a disciplina de Educação Física promover o desenvolvimento motor já que esta é a única disciplina que tem o movimento como objeto pedagógico. Estimular e apontar experiências positivas para desenvolver o gosto pela atividade física nos alunos do Ensino Médio pode promover adultos fisicamente ativos. Para tanto se propõe uma alternativa metodológica: Treinamento Funcional.

A ideia de trabalhar com o Treinamento Funcional tem como justificativa
mostrar aos alunos do Ensino Médio, a importância que a atividade física tem para o seu cotidiano e os benefícios que acarretará para sua saúde. Praticar essa modalidade experimentalmente nas aulas de Educação Física de modo a vivenciar movimentos que possivelmente, tanto atraiam quanto minimizem as dificuldades de movimentos habilidosos. Inicialmente o Treinamento Funcional foi utilizado para a recuperação dos movimentos funcionais de idosos e de pacientes lesionados, porém seu sucesso fez com que fosse implantado nas academias brasileiras como método alternativo, alcançando com eficiência os objetivos estabelecidos por professores e alunos. Por que não utilizar o treinamento funcional dentro da escola, já que um dos problemas encontrados nas aulas de Educação Física é a formação deficitária das habilidades físicas?

Importante lembrar que o Treinamento funcional refere-se a um conjunto de exercícios praticados como preparo físico ou com o fim de apurar habilidade sem cuja execução se procura atender a função e o fim prático, ou seja, os exercícios de treinamento funcional apresentam propósito específico, geralmente reproduzindo ações motoras que serão utilizadas pelo praticante em seu cotidiano.

Os exercícios funcionais referem-se a movimentos que estabilizam mais de um segmento ao mesmo tempo, que pode ser realizado em diferentes planos e que envolvem diferentes ações musculares (excêntrica, concêntrica e isométrica).

O programa de exercícios funcionais traz vários benefícios tanto ao corpo como também à mente. Pensando nisso, elucidamos alguns dos muitos benefícios do método:
  • Desenvolvimento da consciência sinestésica e controle corporal;
  • Melhoria da postura;
  • Melhoria do equilíbrio muscular;
  • Diminuição da incidência de lesão;
  • Estabilidade articular, principalmente da coluna vertebral;
  • Aumento da eficiência dos movimentos;
  • Melhora do equilíbrio estático e dinâmico;
  • Melhora da força, coordenação motora;
  • Melhora da resistência central (cardiovascular )e periférica ( muscular );
  • Melhora da lateralidade corporal;
  • Melhora da flexibilidade e propriocepção.

A aula de educação física na escola é o ambiente ideal para proporcionar a
aprendizagem de bons hábitos para repassar aos jovens atitudes positivas e como principal meio de compreenderem o porquê da necessidade de se aprender a cultura do corpo.

Para ter variedade de exercícios funcionais, você precisa conhecer o guia com 200 exercícios de Treinamento Funcional. Além desses exercícios, o guia ensina como a montar o treino de funcional de maneira perfeita. Clique aqui e conheça!
Sendo assim, o Treinamento Funcional pode e deve ser usado em auls de Educação Física Escolar no Ensino médio.

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