segunda-feira, 31 de outubro de 2011

05:52

Importância da Educação Física na escoola



São muitos os benefícios da atividade física na escola. Mas, principalmente, a Educação Física estimula que crianças e jovens se exercitem, combatendo um mal da sociedade do século XXI chamado sedentarismo. Pela prática do esporte, o aluno melhora o condicionamento físico e o metabolismo orgânico, evitando males como a obesidade, a fadiga e o estresse, além de problemas emocionais, como a depressão e até mesmo a timidez ou chamada fobia social.

Além disso, na escola, a prática desportiva está associada à educação moral e à formação intelectual e do caráter. Junto com as outras disciplinas, a aula de Educação Física agrega conhecimentos e valores extremamente benéficos à juventude. Com a Educação Física, por exemplo, é possível trabalhar a psicomotricidade, o controle neuro-muscular, a sociabilidade, o espírito de equipe e de cooperação, além da concentração, condições básicas para aprender e conviver em sociedade com harmonia. Enfim, todos conhecem e reconhecem a importância de se fazer uma atividade física.

Especialmente sobre o aumento da obesidade, do sedentarismo e, também, dos problemas comportamentais entre crianças e jovens – principalmente nos países industrializados e países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil – há que fazer um alerta. Essa quase epidemia passa pela pouca ou total ausência de atividades físicas, pela má alimentação e pelo insuficiente convívio social gerado por atividades recreativas e esportivas.

A obesidade infantil, aos poucos, está infiltrada nas famílias, resultado de maus hábitos alimentares, como optar por refeições rápidas, gordurosas, calóricas e sem os nutrientes adequados ao crescimento sadio. A culpa, no entanto, não é das crianças; cabe aos pais ou responsáveis, que acabam oferecendo lanches, em vez de motivarem e ensinarem seus filhos a realizar refeições saudáveis e tão gostosas como as das lanchonetes. São os adultos que devem se preocupar com a (re) educação alimentar.

Além deste envolvimento da família, a escola, através das aulas de Educação Física, tem muita importância no combate e na diminuição dos casos de obesidade infantil. Afinal, com a prática de exercícios físicos, os estudantes irão melhorar corpo e mente, tornar-se-ão mais ágeis e concentrados, terão melhor condicionamento orgânico e motor, irão controlar o consumo calórico e alcançarão o equilíbrio emocional. Como resultado maior: serão cidadãos mais felizes, aptos a contribuir para um mundo também mais sadio.


Bibliografia

Santin, Silvino – Educação Física Temas Pedagógicos – EST Edições

Site: br101.org/obesidade-infantil-educacao-fisica.htm

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

20:06

Amizades protegem criança contra estresse na escola, diz pesquisa


Uma criança que não tem amigos na escola fica mais sujeita ao estresse, segundo uma pesquisa holandesa. A análise química mostra que a exclusão pelos colegas é até mais estressante que o bullying.

A pesquisa publicada pela revista Child Development se baseou nos níveis de cortisol, um hormônio produzido nas situações de estresse.

Os pesquisadores analisaram cerca de cem crianças de quarta série -- 9 e 10 anos. Na entrevista, elas deram os nomes dos colegas mais atormentados por bullying ou brincadeiras e dos mais excluídos. Eles disseram também quem e quantos eram seus melhores amigos na turma e quais as qualidades desses.

Durante dois dias letivos consecutivos, foi medido o nível de cortisol na saliva das crianças, para determinar o estresse ao qual elas estavam submetidas. Os níveis mais altos foram encontrados nos meninos e meninas com menos amigos ou com amizades que eles mesmos classificaram como de baixa qualidade.

"Os resultados demonstram que, embora os amigos não consigam eliminar completamente o estresse da exclusão na escola, eles o reduzem", diz Marianne Riksen-Walraven, autora da pesquisa. "E o número e a qualidade as amizades podem servir de proteção contra a rejeição", conclui.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

05:15

Plano de aula: Introdução ao volei

Objetivos
- Desenvolver técnicas do vôlei.
- Reconhecer habilidades e dificuldades em si e nos colegas.

Conteúdo
Fundamentos básicos do vôlei (saque, manchete e toque).

Anos
2º ao 5º ano.

Tempo estimado
Sete aulas.

 

Material necessário
Papel, canetas, cartolinas, bolas grandes e macias (ou de vôlei), rede ou elástico esticado entre duas paredes, tabela de monitoramento (abaixo).

tabela de monitoramento

Flexibilização
Para alunos com deficiência física
Para incluir alunos cadeirantes proponha que o vôlei seja jogado com todos os alunos sentados em cadeiras e com a rede colocada em altura compatível. Quando o aluno cadeirante estiver avaliando os colegas, a partida pode ser jogada com os demais alunos em pé. Organize desafios com diferentes graus de dificuldade para o aluno - como jogar a bola com uma das mãos, depois com as duas ou fazer uma manchete - e amplie o tempo de realização de cada uma das etapas, caso julgue necessário.

Desenvolvimento
1ª etapa
Avalie o que as crianças já são capazes de fazer, dividindo a classe em grupos de três ou quatro alunos - que são os times. Siga estratégias criteriosas de constituição das equipes (misture meninos e meninas e crianças mais e menos habilidosas, por exemplo). Organize a aula de forma que seja possível realizar mais de um jogo simultaneamente. Ajuste o número de participantes de cada time de acordo com o tamanho da classe. Uma parte da turma será responsável pela avaliação dos colegas. Os alunos que estiverem nesse momento fora do jogo deverão anotar todos os contatos com a bola que um de colegas realizar. Para isso, deverão utilizar a tabela de monitoramento. Cada fundamento deverá ser registrado em papel. Antes da aula, confeccione tabelas para que cada aluno faça seus registros sobre o colega. Para diminuir a possibilidade de erros de avaliação, envolva-os na construção dos critérios que acharem mais adequados para o que chamarão de "certo" e "errado". Inverta os papéis de jogadores e avaliadores. Ao fim desse diagnóstico, planeje os próximos passos da sequência didática com base nos conhecimentos prévios de seus alunos.

2ª etapa
Organize aulas em que os aspectos mais desafi adores do vôlei possam ser trabalhados e aperfeiçoados. Organize um jogo, em que cada aluno, de posse de sua tabela de monitoramento (avaliação realizada pelo colega na primeira etapa), deverá identifi car quais são suas dificuldades. Supondo que ele constate que suas manchetes são ainda pouco frequentes e a proporção de erro ainda é alta, proponha um critério de pontuação diferente para cada manchete que esse aluno fi zer. Se um fundamento qualquer vale um ponto, toda vez que o aluno realizar uma manchete, sua possibilidade de pontuação duplicará. O objetivo é envolver os alunos na sua própria aprendizagem.

3ª etapa
Divida o espaço disponível de modo que quatro ou seis times joguem ao mesmo tempo e organize o ambiente por fundamentos. Combine com a turma que cada time vai treinar um fundamento. O fundamento combinado valerá determinado ponto pela simples realização ou tentativa de executá-lo. Esse jogo pode ser realizado em três aulas. Se achar necessário, amplie o número de aulas da sequência.

Avaliação
Retome os procedimentos do diagnóstico. Reorganize os times e os avaliadores para identificar os avanços e discuta com os alunos esses resultados. Também vale fazer as suas anotações sobre os alunos em situação de jogo. Compare os resultados do diagnóstico com a avaliação. O número de fundamentos realizados, a habilidade de manter a bola em jogo e os acertos e os erros mostrarão a evolução da turma. Houve avanços? Quais foram eles?

Fonte

05:14

Plano de Aula: Circuitos para reflexão sobre o corpo e os movimentos

Objetivos
- Analisar e refletir sobre o corpo e os movimentos
- Conhecer limites e possibilidades de movimentação do corpo.
- Aprender a controlar gradualmente o movimento do corpo.
- Ampliar o repertório motor.

Conteúdos
- Reconhecimento dos limites do corpo.
- Exploração das possibilidades de movimento do corpo.

Anos
1° e 2°.

Tempo estimado
Oito a dez aulas.

Materiais necessários
Colchonetes, cordas, bambolês e cones.

Flexibilização
Para alunos com deficiência física (nos membros inferiores)
Na roda, faça com que todos se sentem em cadeiras, para que fiquem na mesma altura do colega que está na cadeira de rodas. Peça que o aluno com deficiência física fale sobre os movimentos que consegue fazer e conte como adapta os movimentos que não consegue realizar. Durante a 3ª etapa, o aluno precisará da sua ajuda para rolar no chão e da ajuda dos colegas, que podem guiar a cadeira do aluno pelo circuito de cones. Este aluno também pode ser desafiado a empurrar a própria cadeira dentro de um limite proposto com cordas colocadas paralelamente. Também é recomendável propor atividades que possam ser cumpridas com o aluno no chão, em colchonetes, que estimulem os movimentos possíveis para a criança com deficiência nos membros inferiores. A montagem dos circuitos em grupo pode ser uma boa chance para que os colegas experimentem alguns movimentos que são comuns para a criança com deficiência. Sempre estimule novos desafios e as potencialidades do seu aluno, inserindo-o no grupo.

Desenvolvimento
1ª etapa
Sente com os alunos em uma roda e converse sobre as possibilidades de movimentação do nosso corpo. Pergunte quais movimentos eles costumam realizar no dia a dia quando acordam (como o espreguiçar), ao escovar os dentes, ao caminhar até a escola ou quando brincam com os colegas. Sugira que as crianças se levantem, experimentem esses movimentos e falem quais as partes do corpo são acionadas para a realização de cada um deles. Com a turma espalhada pela quadra ou pelo local em que ocorre a aula, dê comandos para que realizem os movimentos discutidos, como se espreguiçar, caminhar, saltar, entre outros. Também estimule os alunos a criar movimentos novos a partir dos que foram experimentados.

2ª etapa
Pergunte como os animais se deslocam. Ouça os exemplos das crianças e questione como esses movimentos podem ser imitados. Com a turma espalhada pela quadra ou pelo local em que ocorre a aula, solicite que realizem os movimentos de diferentes animais. Diga para se posicionarem como se estivessem dentro de um ovo, tal e qual um pintinho antes de nascer. Em seguida, estimule-os a imitar desde o nascimento do pintinho até sua transformação em galo ou galinha. Agora, pergunte aos alunos sobre como dormem, comem, correm ou se espreguiçam os animais que conhecem. Comece pelos animais domésticos (cachorros, gatos etc.) e, depois, fale dos animais de fazendas (porco, vaca, ovelha, pato etc.), sempre pedindo para a criançada imitá-los. Vale também imitar animais que seriam vistos em um safári na África, por exemplo, caso de leões ferozes e girafas enormes, ou, então, aqueles que habitam a floresta Amazônica, como macacos saltitantes e jacarés de bocas enormes ao espreguiçar ao nascer do sol.

3ª etapa
Para explorar e desenvolver ainda mais as habilidades motoras da meninada, monte um circuito de atividades com materiais simples. Organize as estações de modo que os alunos possam vivenciar diversos movimentos a partir de diferentes desafios: equilibrar-se sobre uma corda (ou sobre uma linha desenhada com giz), subir em um banco de madeira e saltar (ou saltar por cima de colegas deitados no chão), desviar de cones (ou de garrafas plásticas com água) dispostos em linha reta, saltar dentro de bambolês (ou dentro de círculos desenhados com giz) e rolar sobre colchonetes (ou sobre grama ou outro piso macio). Primeiramente, deixe que os alunos percorram o circuito utilizando os movimentos que quiserem. Depois, indique quais movimentos são os pretendidos nessas atividades. Em seguida, faça com as crianças a associação dos movimentos vivenciados no circuito aos utilizados cotidianamente pelos alunos. Não esqueça de permitir que os alunos proponham variações, como equilibrar-se sobre a corda andando de costas, saltar dentro dos bambolês com apenas um dos pés ou transpor o banco sem tocá-lo. Por fim, peça que realizem o circuito também com os olhos vendados para estimular o desenvolvimento da percepção por meio de outros sentidos (que não seja a visão), de modo a desenvolver mais a sensibilização corporal. Por fim, proporcione momentos de socialização das experiências.

4ª etapa
Agora será a vez de as crianças sugerirem as atividades e os movimentos em um novo circuito de habilidades. Separe os alunos em grupos para que cada um crie um circuito diferente a ser vivenciado pelos colegas. Após a vivência dos circuitos, compare os movimentos e os desafios propostos por cada grupo, discuta sobre as diferenças entre eles e de onde surgiu a ideia para aqueles movimentos. Proponha também que a criançada construa, com base nas ideias anteriores dos grupos, um único circuito para que todos o experimentem. Apresente os materiais disponíveis e ressalte que a ideia é variar ainda mais os tipos de saltos, rolamentos e deslocamentos. Acompanhe um pouco da criação do novo circuito e assista a uma execução completa dele. Finalize com uma conversa e a produção de um quadro com legendas para registrar os movimentos vivenciados durante as aulas, tanto os sugeridos pelo professor como os criados pelos alunos, de modo que possam comparar o que sabiam e o que aprenderam.

Avaliação
É importante observar se os objetivos propostos para estas aulas foram gradativamente compreendidos e atingidos pela turma. Tenha atenção especial nos momentos de socialização das experiências motoras e, por fim, no momento da realização do registro coletivo das atividades, pois pode ser necessário reajustar as propostas para se adequar às especificidades da turma ou planejar atividades futuras.

Fonte

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

05:47

Estresse em crianças pode surgir em qualquer idade


O estresse é muito comum em pessoas que trabalham no mundo dos negócios e que têm uma rotina de vida muito corrida. Além de ser um problema sério de gente grande, ele também pode afetar crianças e até bebês. E o pior: pode surgir em qualquer idade.

Segundo os especialistas no assunto, o estresse pode ser desencadeado por uma situação ou ambiente hostil. As crianças podem se estressar quando têm que enfrentar uma discussão com um colega de classe ou mesmo quando levam uma bronca da professora. Outros exemplos de situações que podem ocasionar o estresse nos pequenos são problemas na escola, com os amigos, mudanças no estilo de vida ao qual ela está habituada e, por incrível que pareça, os pais.

No caso dos pais, isso acontece porque muitas vezes eles tendem a transferir o estresse do ambiente de trabalho para os filhos. Mais um agravante: os pais querem que seus filhos estejam totalmente preparados para enfrentar o mundo competitivo, por isso, matriculam as crianças em cursos de línguas, informática e esporte. Quase não sobra tempo para fazer a principal atividade das crianças: brincar.

Os pais devem sempre tentar eliminar os fatores de estresse dos filhos, procurando um especialista se necessário. O estresse infantil é um problema que, se não for resolvido logo, pode acabar prejudicando o desempenho escolar, as relações familiares e sociais, trazendo até mesmo danos à saúde.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

05:30

A Importância da Educação Física nas Fases de Alfabetização

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A criança durante toda a sua infância aprende a partir do estudo de material concreto de vivenciar experiências concretas. Como diz Perrenoud, a criança deve vivenciar suas experiências, pois assim, ela será capaz de resolver com competência os problemas que lhe surgirão. E só através de experiências concretas, a criança poderá elaborar seu pensamento. Ao nascer, a criança possuí cem bilhões de neurônios e sendo bem estimulada com afeto, durante a primeira infância, ela terá mais chances de desenvolver sua inteligência. As funções motoras, intelectuais e afetivas estão estimadamente ligadas . Através do seu corpo, a criança vê, percebe tudo que a rodeia e procurar tocar, manifestar suas necessidades, manipular objetos, imitar as pessoas, retribuir um sorriso, dar um feedback. Ela faz a leitura do mundo bem cedo e participa com todos os seus sentidos. ( Platão 1922)
De acordo com Platão, o corpo para se conhecer a realidade. "É através do corpo que percebemos, ou melhor, que conhecemos o mundo em que vivemos, pois o mundo nos chega, através da visão, audição, do olfato e paladar. O que nos faz entender melhor aquela famosa frase de Emília Ferreiro : -"LER NÃO É DECIFRAR, ESCREVER NÃO É COPIAR."
A psicomotricidade afeta diretamente a escrita da criança. Tem que haver harmonia entre a ação e a emoção. A criança antes de ir para a escola já aprendeu a andar e a falar e convive com a presença de material escrito e várias linguagens.
O complexo organismo humano se relaciona com o mundo movendo-se. Quando o corpo se move, os sentidos captam informações, ou seja, o aluno já traz para a escola sua experiência corporal e sua comunicação com o mundo através do seu corpo.
Emília Ferreiro possivelmente concordaria em que de nada vale esse enorme esforço para alfabetizar se a aprendizagem não foi significativa. E o significado, nessa primeira fase da vida, depende, mais que em qualquer outra da ação corporal. Entre os sinais gráficos de uma língua escrita e o mundo concreto, existe um mediador, as vezes esquecido, que é a ação corporal.
Se pensarmos que a criança aprende só quando é submetida a um ensino sistemático e que a sua ignorância está garantida até que receba tal tipo de ensino, nada poderemos enxergar.
Saber quer dizer Ter construído alguma concepção que explica certo conjunto de fenômenos ou de objetos da realidade.
A ludicidade é um instrumento de estimulação prático, utilizado em qualquer etapa do desenvolvimento infantil e para qualquer criança. É uma forma global de expressão que envolve todos os domínios da natureza.
Nada mais sério do que uma criança brincando.( Vygos Tshy 1977). Compreende o jogo , brinquedo e brincadeira que estão ali cercados pelo processo de evolução da inteligência sensório-motor (Jean Piaget)
Para Piaget (Conger Hagan, Huston 2001), os jogos não são apenas forma para a criança gastar energia, mais os meios que contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual.
O brinquedo é o objeto concreto da brincadeira e envolve a afetividade, convívio social e operação mental facilitando a apreensão da realidade (Hishimoto)
As brincadeiras permitem ás crianças identificar, classificar, agrupar ,ordenar ,seriar ,simbolizar, combinar e estimar e ao mesmo tempo , desenvolvem a atenção , concentração ,melhorando a expressão corporal e postura. Emília Ferreiro não nega à E.F sua importância na alfabetização quando escreve: - Do ponto de vista construtivo, a escrita infantil segue uma linha de evolução surpreendentemente regular, através de diversos MEIOS CULTURAIS de diversas SITUAÇÕES EDUCATIVAS e de diversas LÍNGUAS.
Conforme Piaget (Sumumms 1922) a primeira linguagem que a criança compreende é a linguagem do corpo, a linguagem da ação. E através do corpo que a criança interage com o meio.
O esquema corporal compreende todos os gestos realizados pelo nosso corpo, nele mesmo e sobre os objetos; é a tomada da consciência, pela criança, de suas possibilidades motoras e de suas possibilidades de agir e se expressar.(Le Bouch)
A Ed. Física trabalha com o movimento, ação, corpo e propicia situações educativas que auxiliam na construção da escrita.
O que explica a velha frase Alfabetização é Ação que é lida por vários alfabetizadores e não entendida . Vygotsy(1978) defensor do lúdico que nos apresenta os benefícios do lúdico; - Desenvolver a espontaneidade; - Aliviar a tensão interior; - Reeduca o comportamento; - Aumenta o coeficiente da auto confiança; e Ensina a agir com firmeza.
A ludicidade apresenta grandes benefícios do ponto de vista físico, intelectual, social e didático para a criança.
Os professores reclamam que as crianças não entendem o que leêm que codificam e apresentam dificuldades de se expressar e quando escrevem são frases mecânicas. As brincadeiras, e os jogos desenvolvem a criatividade e espontaneidade da criança. Emília Ferreiro declara: Os indicadores mais claros das explorações que as crianças realizam para compreender a natureza da escrita são suas produções espontâneas, entendendo como tal as que não são o resultado de uma cópia (imediata ou posterior, Emília Ferreiro pág. 16 1982)
Concluindo no meu entender Emília Ferreiro tinha consciência da importância da Ed. Física na alfabetização que também valoriza a espontaneidade da criança, o despertar da criatividade da criança e suas experiências corporais e sua vivência social.
Obs. Os autores Alba Valéria de Oliveira.( andrekinny@ibest.com.br ), Valesca Motta Porto e Carlos Leandro R. Antonio estudam na UNIABEU
Bibliografia:
  • Os PCNS 1998
  • Vygotshy - A formação social da mente São Paulo - Martins 1979
  • Emília Ferreiro - A representação da linguagem e o processo de Alfabetização.Pedagogia do movimento na escola de primeira infância Desenvolvimento e personalidade da criança Mussen 2001. Conger, Hagan, Huston 2001 editora: 2001
  • Teorias psicogenéticas em discursão editora: Summus Autores: Yves de La Taille, Marta Hohl de Oliveira, Heloisa Dantas 1922 Summus
Por: Alba Valéria de Oliveira

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