quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

13:20

Conheça o Super Pack "Esportes na Escola" Completo



Esse pack foi criado com os principais esportes que são ensinados nas escolas de todo o país. Nele, temos DVDs dos seguintes esportes: Futsal, Futebol, Handebol, Voleibol, Natação e Basquete. São seis esportes e vários DVDs que mostram tática, técnica, fundamentos e iniciação desses esportes.

Os 6 esportes que estão representados nesse super pack são:

- 8 dvds de Futsal (Técnico, Tático, Defesa, Goleiros, Jogadas Ensaiadas Teórica, Tiro e arremesso de Meta, Arremesso Lateral, Tiro Livre)

- 5 dvds de Futebol (3 dvds de fundamentos - controle, finalização, ações defensivas -, treinamento de goleiros e treinamento de resistência)

- 5 dvds de Handebol (Treinamento de Goleiros, Defesa, Contra-Ataque, Técnico-Tático, Iniciação)

- 4 dvds de Voleibol (2 de treinamento de fundamentos e 2 de sistema tático - simples e complexo)

- 3 dvds de Natação (Iniciação, treinamento de crawl e ensinamento do nado de borboleta)

- 5 dvds de Basquete (Manejo de Bola, Arremesso, Passe, Defesa, Ofensivo)


E ainda tem mais: comprando esse kit, por enquanto, você ainda ganhará um DVD de TREINAMENTO FÍSICO INFANTIL! 

Pelo formato de nossa educação, a iniciação esportiva da criança acontece na escola. Então nada melhor do que o professor conhecer os esportes que são mais praticados!

Ao total, são 30 dvds de muito ensinamento em esportes e o preço deles todos juntos é inacreditável. Originalmente, praticando as promoções já vigentes na nossa loja o total desse kit sairia por R$ 383,00. Eu disse sairia porque não é esse o valor!


Mas o preço que você terá está loooonge desse. Quer saber qual é? Clique no botão abaixo e descubra qual o preço praticado!


Ah, o FRETE É POR NOSSA CONTA!


 Mais informações: dvdsports@gmail.com

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

06:15

Não existe modelo certo para avaliação da Educação Física Escolar



http://www.centraldecursosedf.com.br/wp-content/uploads/2013/12/escolar.jpg

Educação Física é uma disciplina que compõe a educação formal, é oferecida em todo o ensino básico. Seu conteúdo contempla as práticas da cultura corporal nas dimensões atitudinais, conceituais e procedimentais.

A disciplina aqui estudada enfrenta desafios como todas as outras matérias do currículo escolar. Um destes desafios é a avaliação. Especificamente na Educação física, as raízes do tecnicismo, da performance motora, da exaltação à técnica, se sobrepõem a conceitos mais subjetivos como socialização e desenvolvimento afetivo. O ensino quase que exclusivo dos esportes, a formação deficitária de determinados professores e a política de avaliação das escolas, em grande parte são as causas da dificuldade de avaliar na Educação Física.

Qual é o modelo ideal para se fazer a avaliação em Educação Física?

Infelizmente, não existe uma fórmula pronta. Muitos dos modelos citados — e criticados — anteriormente podem ser usados, contanto que não como padrão único e tampouco sem passar por uma reflexão prévia. Por exemplo: os trabalhos escolares são úteis, mas não aqueles que permitem que o aluno simplesmente "recorte e cole" da Internet, e, sim, os que podem reforçar a articulação entre teoria e prática, levando o estudante a refletir sobre seu cotidiano nas aulas de Educação Física e a forma como concebe o próprio corpo.

Em vez de solicitar um trabalho enorme tratando do histórico da modalidade, das séries de progressões pedagógicas e das regras dos esportes — que muitas vezes sequer é lido na íntegra pelo professor —, sugere-se que sejam cobrados textos curtos (na forma de redação), mas com um alto teor de crítica e reflexão, explorando as problemáticas surgidas durante as aulas ou mesmo no dia-a-dia do aluno (como, por exemplo, o uso de anabolizantes). As avaliações teóricas podem seguir a mesma linha: por meio de questões dissertativas, pode-se exigir que o estudante reflita sobre a importância do movimento na sua vida. E, se muitas vezes é inviável acompanhar o desenvolvimento individual dos alunos, pode-se acompanhar o desenvolvimento geral, ou seja, da turma, até mesmo reforçando o senso de colaboração, já que uma parcela da nota será coletiva.

De qualquer forma, o mais importante é não negligenciar a importância da avaliação, pois é através dela que o educando tem um controle do seu desenvolvimento e, assim, sabe quanto ainda pode evoluir com relação aos movimentos e ao domínio e consciência do corpo — quebrando os paradigmas de beleza pregados pela mídia e que envolvem, muitas vezes, sofrimento e privações.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

07:37

15 Atividades Recreativas e Educativas

 http://www.licere.com.br/wp-content/gallery/recreacao/festa-gustavo-6-02-2010-063.jpg
Vi essa postagem sobre 15 atividades recreativas em aula de Educação Física e não pude deixar de compartilhar.  

1)Pebolim Humano
1) alunos organizados em equipes para jogo;
2) seis cordões dispostos lateralmente pela quadra, na altura da cintura, acrescidos de dois cordões fixos lateralmente nas traves do gol;
3) em cada cordão, dois, três o mais canos(tubos) que possam ser segurados pelas mãos dos alunos. No cordão de cada gol haverá um cano;
4) o objetivo do jogo é marcar gols sem soltar o cano;
5) os alunos só poderão se deslocar lateralmente pelo cordão, segurando o cano sem soltar as mãos;
6) o início do jogo se dará com a bola lançada pelo professor e o reinício pelos goleiros;
7) as regras deverão ser discutidas e adaptadas com base nas do jogo de futsal.
Pontos importantes:
-Qual a diferença entre o jogo de pebolim e o futebol?
-Quais as capacidades envolvidas no jogo?
-como é jogar, tendo o espaço delimitado?
Registro do aluno:
Em grupos, "bolar" uma atividade para quadra que consista na adaptação de um jogo ou brincadeira já existente, mas com alteração dos movimentos, levando em conta a participação de toda a classe.
Registro do professor:
Analisar a produção do marco da aprendizagem.

2)Dragão e Rabinho
Fazendo a atividade: todos os alunos dispostos em círculo(conforme a foto). Dois alunos dentro do círculo representarão o "Dragão", sendo que um estará à frente do outro. O aluno da frente será a cabeça do "Dragão" e o aluno de trás que segurará na cintura do aluno da frente, será o "rabinho".
Os alunos que compõem o círculo estarão de posse da bola, sendo que suas tarefas convergirão para a tentativa de "queimar"(acertar) o rabo do "Dragão".
O aluno que se encontra na frente e corresponde à cabeça do "Dragão", tentará defender a dupla e impedir a "queimada". Para se efetivar a "queimada" a bola deverá ser acertada na parte posterior do "Dragão", (referente à região do quadril do aluno que se encontra atrás). Quando o rabinho do "Dragão" for queimado, o aluno que era o "rabo" passa a ser a cabeça, o aluno que era a cabeça volta para o circulo e o aluno que conseguiu "queimar" passa a ser o novo rabo do "dragão". E assim sucessivamente.
VARIAÇÃO: pode-se aumentar o número de bolas ou colocar duas duplas dentro do círculo, ou ainda, dependendo do número de alunos, dividir os alunos em dois grupos (círculos).

3)Passando o Bambolê
Material: vários bambolês
Fazendo a atividade: formação de um grande círculo com os alunos de mãos dadas com o bambolê entre os braços de dois alunos que terão de passar o bambolê sobre o corpo sem soltar as mãos.
O professor para dificultar ainda mais, deverá ir colocando aos poucos mais bambolês no espaço livre para que os alunos passem os bambolês sem deixar o outro bambolê que vem atrás acumular.
VARIAÇÂO: dividir os alunos em dois ou três grupos com o bambolê nos braços de dois alunos. Os alunos deverão passar o bambolê, sem soltar as mãos até chegar no lugar que ele estava. Vence a equipe que conseguir dar 5 voltas primeiro.

4)Cabo de Guerra
O professor divide as equipes sendo que cada duas equipes ficarão com uma corda. O professor marca o meio da corda com um lenço e risca o chão para que ambas as equipes mantenham a mesma distância do centro da corda. Ao sinal do professor as equipes deverão puxar a corda para seu lado. Marca um ponto quem conseguir fazer o lenço da corda chegar no espaço riscado no chão do seu lado. Ganha quem marcar três pontos primeiro. Obs: trocar as equipes nas cordas sendo que todas as equipes joguem umas com as outras.
VARIAÇÃO: Fazer cabo de guerra sem corda, com os primeiros alunos da fila (conforme a foto) segurando as mãos e os demais segurando na cintura.

5)Carangueijobol
O professor divide os alunos em duas equipes. Os alunos são colocados em seus repectivos campos e dentro da área de gol e só poderão se movimentar em 4 apoios. A bola é colocada no centro da quadra e ao sinal do professor, ambas as equipes saem na posição de quatro apoios em direção a bola que está no centro da quadra. O objetivo é marcar gol no time adversário. Não podendo colocar a mão na bola(somente o goleiro pode).
As regras são as mesmas do futsal. Essa atividade exige muitos dos musculos inferiores e posteriores, portanto é necessário um alongamento mais amplo.

6)Nó Humano
Formação: alunos divididos em grupos de no máximo 9 alunos.
O professor pede para que os alunos do grupo fiquem em círculo e todos os alunos devem dar as mãos um aos outros entrelaçando as mãos. Nenhum aluno pode dar as mãos ao aluno do lado e também não pode segurar nas mãos da mesma pessoa. Termina a atividade quando os alunos do grupo, sem soltar as mãos formarem um círculo.
Essa atividade é ideal para o início do ano e serve para o professor conhecer quem é o líder do grupo, aquele que lidera as ações, conhecer o aluno mais acomodado, aquele que não toma nenhuma iniciativa e conhecer aquele aluno 'malandrinho', aquele que quando o professor não está olhando, ele solta as mãos ou da um jeitinho de levar vantagem.

7)Vaqueiro Laçador
Formação inicial: Alunos espalhados pela quadra, o professor coloca no fundo da quadra, diversos bambolês. Escolhe um aluno que será o Vaqueiro que colocará um bombolê na cintura(simbolizando o cavalo) e o outro bambolê na mão (simbolizando uma corda). Ao sinal do professor, o aluno(vaqueiro) sai em perseguição aos demais alunos (conforme a foto). Assim que algum aluno for laçado, este deve pegar dois bambolês que estão no fundo da quadra e se torna vaqueiro, ajudando o primeiro na captura dos demais. Termina a atividade, quando todos forem capturados.

8)Briga de Galo
Alunos em duplas, uma de frente para outra de cócoras, sem colocar os joelhos no chão e de mãos dadas(conforme a foto). Ao sinal do professor, os alunos devem fazer força e ter equilíbrio para derrubar o oponente ou fazer com que o mesmo coloque os joelhos no chão. O professor pode fazer essa atividade por pontuação(quem vencer 6,7,8,ou mais vezes, conforme o combinado) ou por tempo, o professor marca 2 minutos e ao final desse tempo vence quem fizer mais pontos.
Outra forma de briga de galo é faze-lo com os dedos(conforme a foto), sendo que os alunos deverão ficar uma de frente para outra com as mãos direita dadas e deverão movimentar somente o dedo polegar. Vence quem imobilizar o dedo polegar mais vezes.

9)Zigue-Zague
Alunos divididos em dois grupos, com número igual de alunos e em fileira. Os alunos deverão ficar com os pés afastados um do outro e encostado no pé do aluno ao lado (conforme a foto). Dado o sinal do professor, o primeiro aluno de cada equipe tem que se abaixar, e em 4 apoios deve passar por baixo das pernas do companheiro fazendo o zigue-zague. Somente quando o primeiro aluno chegar no último aluno da fileira e ficar na posição dos demais é que o próximo da fila continua a atividade.

10)Sim Senhor Capitão
Formação inicial: Alunos em círculo e sentados e numerados conforme a quantidade de alunos, tendo o professor no centro do círculo e em pé. Todos os alunos serão soldados e o professor será o capitão.
Inicio da atividade: O professor de posse de um pote de tinta guache começa a atividade dizendo um número qualquer, exemplo, número 10. O soldado 10 deverá levantar fazer o movimento de continência e dizer bem alto:
ALUNO(soldado): SIM SENHOR CAPITÃO.
PROFESSOR(capitão): o professor se aproxima e pergunta: FOI VOCÊ QUE PEGOU MEU MOLHO DE CHAVES?
ALUNO(soldado): deverá responder: NÃO SENHOR CAPITÃO.
PROFESSOR: deve perguntar: ENTÃO QUEM FOI?
ALUNO(soldado): FOI O SOLDADO NÚMERO... (deverá dizer um número qualquer). Exemplo nº 21.
PROFESSOR(capitão): SOLDADO 21. E este deverá se levantar imediatamente e responder da mesma forma do anterior e assim sucessivamente. O aluno(soldado) que errar, gaguejar ou esquecer o número deve receber uma "dedada" de tinta do professor. Vence quem terminar a atividade sem marcas de tinta. (observar se algum aluno tem alergia de tinta).

11)Basquete Recreativo
Alunos divididos em duas ou mais equipes de número igual de alunos. Cada equipe tem que ter um aluno que deve ficar no circulo do garrafão em cima de uma cadeira na quadra do adversário e segurando um balde. A atividade começa com duas equipes que jogarão basquete, só que ao invés de usar a tabela do basquete, o aluno deve encestar a bola dentro do balde que fica na mão de um aluno. Nenhum aluno pode invadir o círculo do garrafão e as regras usadas serão as mesmas do basquetebol.


12)Pinoboll
O professor divide os alunos em duas equipes que ficam posicionadas no fundo da quadra. Espalhados pela quadra, são colocados de 8 a 15 cones ou garrafa pet. O professor deve marcar com giz o local dos cones para que nenhuma equipe leve desvantagem.
Ao sinal do professor, o primeiro aluno da equipe 'A' corre até o professor, pega a bola e sai em perseguição do primeiro aluno da equipe 'B'na tentativa de queimá-lo. Assim que este aluno for queimado, o professor apita e os alunos contam quantos cones foram derrubados.
Os cones são levantados e o jogo prossegue até que todos os alunos da equipe 'A' tenham perseguido os alunos da equipe 'B'. Invertem se as posições, com os alunos da equipe 'B' queimando os alunos da equipe 'A'. vence a equipe que derrubou mais cones na somatória de todos os alunos do grupo. É importante que o próprio aluno faça esta contagem.

13)Bola por Cima, Bola por Baixo
Alunos dispostos em duas colunas, sendo o primeiro aluno de cada equipe com uma bola nas mãos.
1)Ao sinal do professor o primeiro aluno de cada fileira deve passar a bola por cima da cabeça com as duas mãos até chegar ao último da fileira que deverá pegar a bola e correr até a frente e dar seqüência a atividade. 2)Assim que todos os alunos completarem a tarefa, o professor deve pedir para que todos fiquem de pernas afastadas e devem passar a bola por baixo de mão em mão, até que todos completem a tarefa. 3) na terceira etapa, o primeiro aluno da fileira deve passar a bola por cima da cabeça, o segundo aluno deve pegar a bola em cima e passar por baixo, o terceiro deve pegar embaixo e passar por cima e assim sucessivamente até que todos completem a prova.

14)Trabalho com Colchão
Duas equipes posicionadas no final da quadra e a uns 15 a 20 metros na frente de cada equipe é colocado um colchão. Ao sinal do professor o primeiro aluno de cada equipe deve correr e realizar os movimentos determinado pelo professor. 1) sair correndo e dar a volta ao redor do colchão e voltar e bater a mão no segundo da fila e assim sucessivamente até que todos realizarem a prova. 2) correr e engatinhar no colchão e voltar e bater a mão no segundo da fila e assim sucessivamente até que todos realizarem a prova. 3) correr e deitar no colchão e fazer um rolamento deitado e voltar e bater a mão no segundo da fila e assim sucessivamente até todos realizarem a prova. 4) correr e dar uma cambalhota no colchão e voltar e bater a mão no segundo da fila e assim sucessivamente até todos realizarem a prova. A atividade continua de acordo com a criatividade do professor e interesse dos alunos.

15)Corrida Contra Relógio
São formados duas equipes com números iguais de alunos. A equipe 'A', fica sentada e posicionada no círculo central da quadra de futsal de posse de uma bola ou algum objeto.
A equipe 'B' fica em pé e em círculo a uma distância de 5 metros da equipe 'A'.
Inicio da Atividade: Ao sinal do professor, os alunos das duas equipes iniciam a atividade, sendo que a função da equipe 'A'(centro) é passar a bola de mãos em mãos até atingirem o maior número de voltas possíveis enquanto isso, simultaneamente, a equipe 'B' deverá dar a volta ao redor da própria equipe da seguinte forma: Um aluno sai correndo, da uma volta ao redor da sua equipe até chegar no seu lugar de saída e toca no ombro do colega ao lado e senta. O aluno tocado faz a mesma coisa do primeiro aluno e assim que o último aluno terminar a prova, o professor apita e a equipe 'A' para de passar a bola e diz quantas voltas completaram. As posições são invertidas. Vence quem der mais voltas com a bola.

Essas 15 Atividades Recreativas e Educativas que foram realizadas na EE Prof. José Benedito Gonçalves na cidade de Salto-Sp, para alunos de 1ª a 4ª séries. Obs: Todas as atividades foram realizadas e deram certo.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

04:26

Brincar ao ar livre faz bem à visão infantil, indica estudo

 

Um estudo realizado na China identificou uma possível maneira de conter o desenvolvimento de miopia em crianças. Em pesquisa feita com 12 escolas chinesas, o resultado apontou que pelo menos 40 minutos por dia de brincadeiras ao ar livre trazem benefícios à visão de meninos e meninas.

Mingguang He e outros pesquisadores pediram a seis escolas que levassem os alunos para brincar fora todos os dias; como grupo de controle, as outras seis mantiveram a rotina de estudos dentro da sala de aula.

Brincar ao ar livre diminuiu incidência de miopia em crianças, diz pesquisa  

Os pais também foram estimulados a incentivar brincadeiras ao ar livre aos finais de semana – nesse ponto, os dois grupos se igualaram.

Depois de três anos, eles passaram a fazer testes com as crianças para identificar se havia sinais de miopia. No inicio do experimento, menos de 2% de cada grupo tinha o problema.

Entre as crianças das escolas que aplicaram a estratégia de brincar ao ar livre, 30% desenvolveram algum grau miopia (259 de 853 crianças). Já entre aquelas que ficaram nas salas de aula, 40% desenvolveram o problema (287 de 726 crianças) – a pesquisa só considerou 'miopia' os exames que apontavam pelo menos 0,5 grau.

A diferença não é grande, mas é significativa, dizem os pesquisadores. E ela se mantém mesmo quando se leva outros fatores em consideração, como o histórico familiar de miopia.

O estudo sugere que as crianças precisam equilibrar atividades realizadas mais de perto, em lugares fechados, como ler, com atividades que usam a visão à distância.

Conclusões

"Isso é importante clinicamente porque crianças que desenvolvem miopia cedo têm mais chances de que o problema avance com o tempo, o que também aumenta o risco de elas desenvolverem a miopia patológica", disseram os pesquisadores na publicação científica Jama.

"Além disso, um atraso no desenvolvimento de miopia em crianças pequenas, que tendem a ter uma maior taxa de progressão, poderia proporcionar benefícios gigantescos para a saúde dos olhos a longo prazo."

Na publicação, Michael Repka, da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, afirma que mais estudos são necessários para confirmar e compreender as conclusões dessa pesquisa.

Segundo ele, os resultados do estudo podem significar que mais tempo ao ar livre limita a quantidade de tempo gasta em atividades realizadas mais de perto, em locais fechados; ou que estar mais exposto à luz do sol ajuda a desenvolver melhor as funções dos olhos.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde divulgados no ano passado, o número de pessoas com miopia todo dobrou nos últimos anos no mundo. O problema costuma estar bastante ligado ao uso do computador ou de outros itens tecnológicos – como tablet, celular, etc – por muitas horas durante o dia.

No Brasil, um estudo realizados pelo CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) em 2014 com crianças entre 9 e 13 anos que utilizavam computador ou videogame por seis horas ininterruptas mostrou que 21% delas desenvolveram algum grau de miopia.

Pesquisas internacionais, como a realizada na China, tentam descobrir se já existe uma forma de diminuir o risco de desenvolvimento do problema mudando hábitos das pessoas, principalmente na infância.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

07:38

A brincadeira na escola e o movimento infantil

http://www.centraldecursosedf.com.br/wp-content/uploads/2013/12/escolar.jpg

Para muitas crianças, a escola é a grande oportunidade de uma boa prática motora orientada, principalmente por causa das aulas de Educação Física. Através da escola e das aulas de educação física, há situações de grupo e não são mais os centros das atenções, sendo que as experiências (cognitivas, afetivas e motoras) vividas nesta fase darão base para um desenvolvimento saudável durante o resto de sua vida.

O brincar não visa somente à busca do prazer, ele está ligado também aos aspectos do desenvolvimento físico e da atividade simbólica. O aspecto físico abrange as habilidades motoras e sensoriais que a criança necessita desenvolver para sobreviver e adaptar-se, enquanto o desenvolvimento das habilidades linguísticas, cognitivas e sociais pode ser observado pelo brincar simbólico. Pelo faz-de-conta, as crianças testam e experimentam os diferentes papéis existentes na sociedade e, com isso, desenvolvem suas habilidades. Com o avançar da idade o faz-de-conta declina e começam a aparecer brincadeiras que imitam cada vez mais o real e os jogos de regras.

Os jogos constituem-se um excelente meio para desenvolver as habilidades motoras básicas na criança e, consequentemente, o desenvolvimento humano. A disciplina Educação Física Escolar tem, neste sentido, uma grande parcela de contribuição no aumento das experiências sensório motoras.

A prática do movimento nas séries iniciais é um caminho para que a criança possa compreender melhor suas habilidades e consiga adaptá-las a outras atividades dentro e fora da escola. A Educação Física deve desenvolver a consciência da importância do movimento humano, suas causas e objetivos, e criar condições para que o aluno possa vivenciar o movimento de diferentes formas, tendo, cada uma, um significado e uma relação com seu cotidiano

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

17:56

10 brincadeiras que fizeram parte da sua infância



Quais são as brincadeiras que fizeram parte da sua infância? Para poder relembrar algumas atividades que podem fazer parte da infância dos seus alunos.

Vamos relembrar?























Aqui neste post citei 10 brincadeiras apenas,entre as milhares de brincadeira que fizeram parte da nossa infância,hoje dominada pelo mundo virtual.

Se você quer ter Planos de Aulas de Educação Física para enriquecer suas aulas, conheça o TOP 100 Educação Física Escolar, que tem 100 Planos de Aulas com atividades diversificadas de esportes. Clique aqui e veja!

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

12:11

O folclore na escola e nas etapas de ensino

http://3.bp.blogspot.com/-qz0Kg_AUM2c/TlvwLCBneSI/AAAAAAAABOo/FdVc4wl9_L8/s320/folclore+na+escola+037.JPG

O folclore é marcado por se tratar de um momento mágico com ricas lendas, histórias, "causos" entre outros. Trabalhar isso na escola

Educação Infantil
Para aproximar o folclore da realidade dos alunos na Educação Infantil, os educadores podem inserir nos planos de aula brincadeiras e cantigas de roda (como ponto de partida e não como abordagem exclusiva). Além de estimular o movimento, algo fundamental nessa etária, elas ajudam as crianças a desenvolver a fala. Batucar e dançar ritmos regionais, por exemplo, faz os pequenos entrarem em contato com manifestações artísticas locais, que são expressões de sua cultura. "Começar com aquilo que o aluno traz facilita o entendimento da diversidade cultural", diz Ikeda.

Ensino Fundamental 1
A partir do 1º ano, já é possível contar com a ajuda dos alunos para levantar diversos elementos do folclore, sem perder de vista que um ensino eficiente requer planejamento, avaliação inicial e contínua e uma sequência lógica que leve à construção do conhecimento. Não faz muito sentido para um aluno do Sudeste brasileiro, por exemplo, entrar em contato com mitos e lendas da Amazônia se ele ainda não conseguiu entender a noção de folclore. É com base no levantamento de exemplos de situações mais próximas da realidade dos estudantes que o professor consegue perceber quando eles estão prontos conhecer os aspectos que fazem parte da cultura de outras regiões do país - que ele não pratica, mas que podem ser melhor entendidos por meio dessa análise que parte dos elementos mais conhecidos e segue para outros mais distantes. Para um aluno pernambucano, por exemplo, entender as origens do carnaval de Olinda e aprender mais sobre os festejos locais pode ajudar na identificação de diferenças e semelhanças na celebração da festa no restante do Brasil.

Ensino Fundamental 2
Com a separação das disciplinas nessa etapa de ensino, o folclore geralmente passa a ser tratado apenas nas aulas de Arte. "As manifestações culturais são muito mais complexas e envolvem outros aspectos que ultrapassam a noção de Arte", afirma Teca. "Por isso, devem ser trabalhadas em várias disciplinas que compõem o currículo regular das instituições de ensino". Para compreender o porquê a capoeira foi incorporada à cultura brasileira é preciso ensinar aos alunos que o Brasil foi um país escravocrata e que o jogo era praticado por negros africanos trazidos ao Brasil para serem explorados. Muitos desses homens permaneceram aqui após sua libertação, se espalharam pelas capitais do país e ensinaram aos brasileiros como o esporte era praticado. Neste simples exemplo, temos quatro disciplinas envolvidas: História, Geografia, Educação Física e Arte. A mesma regra vale para a maioria dos conteúdos ensinados em sala de aula.

A mudança no ensino do folclore deve ser feita por meio de uma revisão no currículo de cada escola. Para isso, professores e coordenação tem papel importante: afinal, a escola tem uma função importante na legitimação das representações culturais. Por isso, promover a aproximação junto a grupos de teatro, música ou de dança que ficam no bairro em que a instituição está, por exemplo, pode ajudar os alunos a se sentir sujeitos atuantes da cultura local. "Professores e coordenadores pedagógicos precisam reconhecer os alunos como participantes da cultura, que têm muito a contribuir para a construção da aprendizagem", diz Teca.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

07:59

Exercícios de Handebol na Escola

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/galerias/imagem/0000000651/0000010996.png

Handebol para crianças
é usado como gestos específicos e habilidades motoras, que são chamados de básicas o filogenéticas; ou o que significa que são geneticamente feitas na criança, sem ter que aprender especificamente, só precisa de um ambiente certo para desenvolver e aperfeiçoar.

Estas habilidades motoras básicas são: correr, pular, lançar, chutar, escalar, jogar uma bola, receber, passar...

Veja alguns exercícios que podem ser utilizados para handebol na escola:

·    Quicar a bola com força na frente do corpo, lançando-a no solo com a mão direita e recebendo com as duas. Repetir com a mão esquerda.
·    Lançar a bola à cima da cabeça. Girar o corpo e pega-la antes de tocar o solo.
·    Quicar fortemente a bola no solo, saltar verticalmente, buscando recupera-la com as duas mãos o mais alto possível.
·    Afastado de um colega cerca de 5m, posicionar-se de costas, lançar a bola por cima da cabeça para que o colega a receba sem dificuldade. O colega que recebe a bola deverá estar de frente. Após receber a bola o colega passa a posição de costas e repete o exercício.
·    Correr 3 passadas largas saltar sobre um elástico e no ar passar a bola a um colega a 6m de distancia.
·    Em coluna, o primeiro aluno deverá correr pra frente com uma bola, e girando no alto, fazer o passe ao próximo aluno da coluna. O aluno que concluiu o passe irá ao fundo da coluna e o colega que recebeu deverá fazer o exercício.
·    Formar colunas atrás de 6 cones distantes 8 m um do outro,formando uma figura geométrica. O primeiro aluno de uma das colunas estará de posse de uma bola. Deverá lança-la para o primeiro aluno de uma da outras colunas e correr em direção a ela, entrando no seu final. A bola não poderá ser devolvida à mesma coluna de quem recebem a bola.
·  Realizar passes em duplas com duas bolas. Deverão ser capazes de passar e receber a bola com ambas as mãos, tanto parado quanto em deslocamento.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

11:04

Objetivos da Educação Física no Ensino Fundamental

    http://msalx.veja.abril.com.br/2014/08/09/0335/pe6Cx/educacao-fisica-original.jpeg?1402459890

 O esporte é uma ótima forma dos alunos aprenderem que a vida não é feita só de vitórias e que nem sempre se consegue tudo o que se almeja. Os esportes os põem frente à derrota, o que os obrigam a aprenderem a superar suas frustrações

    No Ensino Fundamental, serão oportunizadas diversas vivências que valorizem o aluno como produtor do conhecimento, estimulando a reflexão crítica e a utilização do corpo como instrumento de interpretação do mundo. Para isso, o ensino da Educação Física oferecerá a organização de um ambiente que possibilite desenvolver as capacidades de:

  • Conhecer e utilizar o corpo em movimento no tempo e no espaço;

  • Dominar os movimentos básicos do corpo;

  • Ampliar o repertório motor na combinação de movimentos e habilidades;

  • Identificar e utilizar as atividades ludo-pedagógico do cotidiano escolar na organização do lazer;

  • Repudiar a violência, evidenciando o respeito mutuo, a ética, a dignidade e a solidariedade;

  • Incorporar as manifestações corporais das diversas culturas ao acervo lúdico;

  • Demonstrar autonomia na legislação da regra dos jogos;

  • Entender a diversidade cultural e conviver com ela na organização e execução das práticas corporais;

  • Compreender a importância da atividade física e do esporte para a saúde, relacionando-a com os fatores sócio-culturais;

  • Adquirir habilidades esportivas, reconhecendo a importância do gesto motor, despertando o prazer pelo esporte;

  • Responsabilizar-se pelo desenvolvimento e manutenção de suas capacidades físicas (resistência aeróbica, força, velocidade e flexibilidade)

  • Valorização e respeito com sensações, emoções, limites, integridade física e morais pessoais e dos colegas.

  • Reconhecimento e valorização de atitudes não discriminatórias, quanto à habilidade, sexo, cor e outras.

  • Predisposição em cooperar com colega ou grupo, participar em jogos esportivos, recreativos.

    Propõe-se, assim, a valorização do aluno, dando movimento a cada idéia dentro da escola numa perspectiva interdisciplinar, cabendo ao professor mediar às vivências, desenvolvendo habilidades e competências na formação do ser crítico participativo.


segunda-feira, 13 de julho de 2015

07:25

Curso Online de Voleibol: Iniciação e Formação de Equipes

Curso Voleibol: Iniciação e Formação de Equipes

O curso Voleibol: Iniciação e Formação de Equipes  oferece ao profissional de Educação Física conhecimentos sobre história, regras, aspectos táticos, aspectos técnicos e muito mais.

Saiba mais sobre o curso online de Voleibol

O Portal Educação em suas atribuições, tem por objetivo oferecer aos profissionais e estudantes uma prática constante de atualização, por intermédio da EaD (Educação a Distância).Também visa disponibilizar aos participantes, acesso ao ensino de qualidade com eficácia no aprendizado, fornecendo   recursos tecnológicos inovadores, como conteúdo on-line, animações, videoconferência, exercícios de fixação e objetos de aprendizagem, que auxiliam na formação do cidadão contemporâneo, crítico e atuante na sociedade.

Objetivos Específicos
 

  • Instruir acadêmicos e profissionais os passos que devem ser seguidos para o aprendizado do voleibol, como proceder desde o início do ensino até a formação de equipes competitivas.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

07:31

O forró e outras danças no contexto da Educação Física Escolar

 
Vocês ouvem  forró? O que sabem sobre o ritmo? Foto: Patrícia Stavis

As festas juninas são uma grande oportunidade para a introdução do forró nas aulas de Educação Física. Porém, não é só o forró que pode ser usado como instrumento de dança nas aulas.

Na escola, a prioridade não é a performance, então nada de criar coreografias muito complicadas. O objetivo principal é a experimentação e o desenvolvimento da consciência corporal. O fundamental é as crianças conhecerem os limites entre o próprio corpo e o do colega."

Não se prezar pela precisão e fazer experimentações não é o mesmo que deixar os alunos fazerem quaisquer movimentos ou pedir que apenas repitam uma dança conhecida. É essencial que novos desafios sejam apresentados.

Para que os alunos  analisarem outras maneiras de dançar, é legal o professor apresentar vídeos em que o forró (ou outras danças) apareçam em diversos contextos, como em shows de artistas profissionais, bailes e aulas. Todos discutiram sobre o que estava sendo visto: "Essas pessoas dançam sempre em casais?", "Como ficam as mãos sobre o parceiro?", "Como são os passos?", "O homem e a mulher ficam sempre próximos?", "Quais as semelhanças e diferenças entre o forró e outros ritmos que conhecemos?".


Além de incrementar as informações sobre as danças atuais, é importante colocar a dança como elemento cultural e o forró faz parte da cultura e da história do país e que havia outros importantes representantes do ritmo. Falou de Luiz Gonzaga (1912-1989), de Dominguinhos e do Trio Virgulino, artistas mais antigos e desconhecidos dos estudantes, que têm em média 9 anos, e discorreu sobre as diferentes manifestações e os instrumentos utilizados tradicionalmente. Mais uma vez, eles ouviram as músicas e dançaram um forró diferente do que conheciam.

Uma das dificuldades do professor pode ser a formação dos casais, já que os pequenos tinham vergonha de dançar com o colega de outro sexo. 

Intercalar momentos de discussão, apreciação, estudo da história e muita prática, os alunos tiveram um contato mais aprofundado com os movimentos típicos do forró. A dança faz parte das manifestações da sociedade. É necessário que se considerem todas as relações que a cercam.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

06:48

Plano de aula: Pular corda

https://alinemangaraviti.files.wordpress.com/2007/12/07pula_corda.jpg


A intenção principal desta sequência didática é promover a vivência das brincadeiras de pular corda e, por meio delas, abordar conteúdos relacionados ao Ritmo e a Expressão Corporal.

Essa sequência de atividades se justifica também como uma interessante e divertida forma de cultivo e valorização da cultura lúdica tradicional de nosso país.

Também se mostra importante como forma de promover situações de ensino e aprendizagem ricas no sentido da construção de habilidades corporais básicas, no desenvolvimento de dinâmicas de produção em pequenos grupos e ainda como possibilidade de introduzir e desenvolver a idéia de diversificação e transformação de estruturas lúdicas convencionais.

Objetivos

Ao final da seqüência de atividades as crianças deverão ser capazes de:

  • reconhecer a existência de elementos rítmicos e expressivos nas brincadeiras vivenciadas;
  • reconhecer a possibilidade de variações e adaptações nas regras originais de uma brincadeira;
  • realizar os movimentos básicos de saltar com um e dois pés, agachar, girar e equilibrar-se e suas relações com o ritmo em que esses movimentos são executados;
  • projetar e construir seqüências de movimentos levando em conta os seus limites corporais e os dos colegas.

Conteúdos específicos

  • Brincadeira de pular corda.
  • Brincadeiras realizadas em pequenos grupos, sem finalidade competitiva e sem a divisão em equipes, quando a relação entre os desempenhos individuais compõe e viabiliza a vivência grupal.
  • Habilidades motoras de saltar com um e dois pés, agachar, girar, e equilibrar-se.
  • Capacidades físicas de velocidade e força.
  • Ritmo e expressividade.


Ano

4º e 5º anos

Tempo Estimado

Quatro aulas de 40 minutos, subdivididos em 10 minutos para a roda de conversa inicial 25 minutos para a vivência das brincadeiras e 5 minutos para roda de conversa final.

Material Necessário

  • Espaço físico plano e desimpedindo (sala de aula, quadra, pátio, rua, ou similar).

  • Cordas individuais (1,5 metro).

  • Cordas coletivas (6 metros).

  • CD Player

Desenvolvimento das atividades

Em todas as aulas, inicie a atividade fazendo uma explicação das regras e da distribuição dos grupos pelo espaço físico, desenhando na lousa o posicionamento de cada um e os limites a serem utilizados durante as brincadeiras.

Esse desenho deve ser um diagrama simples, com as referências do espaço e a representação da posição que cada grupo de crianças vai ocupar durante a atividade.

Em todas as aulas realize uma roda de conversa no final para avaliar junto com as crianças os avanços conquistados e as dificuldades que foram enfrentadas durante a vivência das brincadeiras.

A seqüência didática está organizada em duas aulas com propostas de brincadeiras feitas por você e uma aula em que as crianças serão desafiadas a conceber brincadeiras.

Primeira aula

Pular corda, brincadeiras tradicionais 

"Um homem bateu à sua porta..."

"Com que você pretende se casar..."

"Rei, capitão, soldado, ladrão..."

"Salada, saladinha..."

Existe uma enorme diversidade de brincadeiras de pular corda em nosso país. Essas sequências variam de região para região em relação aos gestos que compõem as sequências e às músicas cantadas durante a realização.

No entanto, o princípio geral é basicamente o mesmo, ou seja, sequências de movimentos realizados em torno de uma corda em movimento (principalmente saltos e giros), acompanhados de uma música cantada por todos.

Faça um levantamento com os alunos de todas as sequências de pular corda que eles conhecem e confeccione uma lista com o nome das sequências e a descrição dos movimentos de cada uma delas. Os alunos devem participar da confecção deste registro.

Ajude-os a se organizar em pequenos grupos de 5 elementos e distribua uma seqüência de pular corda para cada grupo realizar.

Percorra os grupos durante a atividade, observando se o ritmo de movimentação da corda é condizente com a capacidade de saltar dos participantes e oriente as crianças fazendo ajustes quando for necessário.

Segunda aula

Ritmo individual e em grupo

Distribua as cordas individuais e proponha para os alunos os seguintes desafios:

  • cada aluno deve saltar a corda individualmente, num ritmo lento, e contar qual o número de repetições de saltos que consegue realizar em seqüência, sem errar;
  • cada aluno deve fazer a mesma contagem, agora com a corda sendo batida num ritmo rápido.

É importante ressaltar que a definição de ritmo lento e rápido é realizada por critérios individuais de cada aluno.

Os resultados obtidos são anotados numa planilha, e podem ser utilizados posteriormente para avaliar a evolução da condição individual.

Em seguida, utilizando os mesmos sub-grupos da aula anterior, proponha que a corda seja batida por dois elementos e saltada pelos três outros componentes. Os dois extremos de ritmo (lento e rápido) devem ser estabelecidos pelo grupo, de forma a favorecer a eficiência da quantidade de saltos a ser conseguida por todos. Os batedores devem fazer um rodízio de função com os demais elementos do grupo, de forma que possam experimentar também o papel de saltadores.

Ao final, convide os alunos a refletir e a relatar suas experiências e ajustes necessários na vivência dos diversos ritmos propostos e comente o quanto existe de diversidade individual na determinação dos mesmos.

Terceira e quarta aulas

Corda musicada 

Proponha aos alunos que, nos mesmos sub-grupos das aulas anteriores, inventem uma seqüência de saltos com a corda coletiva em movimento, utilizando uma trilha sonora escolhida por eles.

A escolha do ritmo da música a ser utilizada e a seqüência de saltos propostas serão o desafio de criação e execução de cada um dos grupos.

Como é provável que você tenha apenas um CD player, o tempo da aula deve ser distribuído de forma que todos os grupos tenham a oportunidade de conceber e ensaiar a execução de sua seqüência. Ao final das duas aulas, as apresentações podem ser exibidas para o grupo todo.

Enquanto um dos sub-grupos trabalha com o CD player, os outros podem usar o tempo para criar e ensaiar a sua seqüência, apenas cantando a música escolhida.

Avaliação

Volte seu olhar para os aspectos relacionados com a inclusão de todos os jogadores na vivência das atividades e com a experimentação de todas as funções existentes dentro dos jogos propostos.

Como essas brincadeiras são atividades de performance individual dentro de uma dinâmica coletiva, faça suas observações quanto ao desempenho e o ajuste rítmico dos jogadores individualmente ou dentro dos sub-grupos, não sendo necessário que a dinâmica do grupo todo seja interrompida para que alguma orientação seja feita.

As observações devem ser focadas em torno das variações de ritmo e as relações deste elemento com as capacidades físicas individuais e destas, em contexto coletivo de brincadeira.

Marcelo Jabu
é professor de educação física.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

06:19

10 atividades recreativas para educação física infantil

http://3.bp.blogspot.com/-c8SZ8tCfzMc/UqPF9C1xEcI/AAAAAAAAAEA/ET-GhEZkdvE/s1600/Atividades+Recreativas+1.jpg

As atividades recreativas têm uma importância na  formação de todo ser humano, compreendendo seu desenvolvimento integral (motor,social e cognitivo).

Uma das motivações para esse crescimento é a percepção da importância  dessa prática em todos os momentos da educação básica,inclusive na educação infantil.

Vamos dar um exemplo de 10 atividades recreativas para crainças:

1) Dança da Cadeira
 
A atividade se iniciará com 7 alunos por vez, para ser melhor organizada. Os demais ficarão esperando sua vez ao lado acompanhando a musica através de palmas. Serão 7 participantes em volta de 6 cadeiras. Os alunos irão caminhar em velocidade média em volta das cadeiras, e quando a música e as palmas pararem de tocar, eles sentarão nas cadeiras. Sempre sobrará 1 aluno em pé. Então este sairá da brincadeira e vai para a fila de espera e bater palmas com os outros. E também sairá uma cadeira, de modos que o jogo segue sempre da mesma forma que iniciou. A cada parada na música, sai um participante e uma cadeira, e só terminará quando sobrar apenas um aluno sentado na cadeira.

2) Enchendo as Garrafas

Serão colocados 4 baldes paralelos com água – um para cada aluno – e a 8 metros aproximadamente na frente de cada balde, terá uma garrafa vazia de plástico. Cada aluno com um copo na mão terá que pegar água do balde e encher a garrafa. O vencedor desse jogo se caracteriza por ser mais rápido e conseguir encher totalmente a garrafa com água. Essa atividade será realizada de 4 em 4 alunos por motivo de material, espaço que a escola possui. Quando o primeiro grupo acaba, começam mais 4 que estão na espera.

3) Duro ou Mole

Os alunos serão espalhados por toda a quadra e será escolhido um pegador no qual tem a função de tocar nos fugitivos e dizer "duro!" quando o fugitivo for pego, ele deverá fixar-se no lugar sem se mexer até vir um outro fugitivo e dizer "mole!"

4) Buscar a Bola

Os alunos irão se organizar numa fila lado – a – lado, separado meninas de meninos. Ficará uma bola a 8 metros aproximadamente na frente de cada grupo. O jogo é em forma de competição, e o primeiro de cada fila terá que correr até a bola, pegá-la e trazer para o segundo. Ligeiramente o segundo da fila levará a bola no lugar em que ela se encontrava. Em seguida, o terceiro busca a bola, e assim segue o jogo sucessivamente até a bola chegar no primeiro da fila novamente. O grupo que terminar primeiro será vencedor.

5) Lenço Atrás

Sentados em roda, os alunos irão cantar e bater palma: "lenço atrás, corre mais..." ; um deles ficará de fora com um lenço na mão e correndo em volta da roda e que deverá jogar o lenço atrás de um outro aluno que está sentado e cantando. Este então levantará com o lenço na mão e tentará jogar o lenço no aluno que deixou o lenço atrás dele. Se ele não conseguir jogar o lenço nas costas do aluno que está correndo ele continua a brincadeira, mas se caso ele conseguir, o outro volta a correr em volta da roda. E o aluno que correr do lenço deverá dar a volta na roda e sentar no lugar do aluno que está com o lenço.

6) Bola ao Túnel

De pernas afastadas e dispostos em colunas, os alunos terão que passar uma bola de mão em mão até o fim da coluna (o túnel). Quando a bola chegar no último da coluna ele terá que ir com a bola para o início e recomeçar o jogo. O jogo só termina quando todos executarem o jogo. E será vencedor a equipe que terminar primeiro.

7) Quem é o mestre

Em circulo. Os alunos deverão repetir os gestos e movimentos que um dos amigos, determinado pela professora, estará executando. Um aluno será retirado do circulo e quando voltar tentara descobrir quem e a criança determinada que esta comandando os movimentos do grupo. Terá três chances para descobrir o maestro do grupo, se conseguir quem tomara o seu lugar será exatamente quem estava comandando os movimentos, caso contrario ficara fora da atividade.


8) Caixa mágica

Em circulo, sentadas. Durante o som de uma musica ou palmas, os alunos passarão uma caixinha,quando a musica parar, quem estiver segurando a caixa devera retirar uma gravura selecionada pelo professor, que já estava disposta na caixa e fazer o som ou uma mímica da gravura, os outros tentarão adivinhar qual e figura retirada.


9) Minha Boneca de lata

Em circulo, na posição em pé. A professora orienta os alunos a memorizar as partes do corpo, que serão apontadas de forma crescente durante o desenvolvimento da atividade.
Minha boneca de lata bateu a cabeça no chão.
Levou mais de uma hora pra fazer arrumação
Desamassa aqui (apontando na cabeça) pra ficar boa.
Vão se acrescentando outras partes do corpo, memorizando a seqüência correta.

10) Dança da conga

Em círculo, na posição em pé. O comando dos movimentos vai passando por todos os alunos, quando tem citado o seu nome durante a música: Conga, conga, dança da mironga / uma mão vai à cabeça e a outra na cintura mexendo a bunditia e dançando esta conguitia e agora quero ver o (nome de uma pessoa) dançar conga.
Para finalizar a aula uma roda de conversa: Onde o professor ira questionar seus alunos, com base nas atividades que os mesmo executaram

quinta-feira, 28 de maio de 2015

07:00

A socialização na aula de Educação Física


http://pirainfo.com.br/site/wp-content/uploads/2013/05/A-Importa%CC%82ncia-da-Educac%CC%A7a%CC%83o-Fi%CC%81sica-Escolar-1.jpg

Linguagem corporal é capaz de dizer verdades que a fala esconde. Levando esta afirmação do Best seller "o corpo fala", sabemos mais ainda da importância de se introduzir atividades esportivas que permitam um contato, o toque que por vezes é recriminado e abolido das aulas é fundamental para um desenvolvimento saudável.

A inclusão e início de programas de esportes na escola têm sido frequentemente baseados na crença comum de que a participação no esporte é um elemento de socialização que contribui para o desenvolvimento mental e social e a prática fisico-desportiva proporciona à criança muitas oportunidades de contato social, na medida de seu amadurecimento psíquico.

Muitos pedagogos da Educação Física/Esporte vêm realçando a contribuição da atividade esportiva na socialização das crianças, contribuição essa que tem sido utilizada como justificativa para a inclusão da Educação Física nos currículos escolares.

Interagir é fundamental, nossas crianças realizam pouco ou quase nenhum movimento de atividade corporal. Trabalhar o corpo é trabalhar uma das mais importantes formas de linguagem.

É na aula de Educação Física (jogo, esporte) o único momento de seu dia que a criança tem para reproduzir cultura juntamente com os seus. Estar participando de algo que envolve: linguagem, expressão e contato.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

15:31

Educação física infantil: objetivos gerais e objetivos específicos

 
Educação física infantil


No início da educação infantil, é importante proporcionar o maior número possível de experiências à criança, pois isso as ajudará a adquirir e descobrir um mundo completamente novo. A educação física deve, assim, ser inserida no conjunto de ações pedagógicas que ajudem o desenvolvimento infantil, tendo enfoque lúdico, sem perder sua importância pedagógica. Principalmente, pelo fato de a criança manter vínculos familiares ainda muito fortes.

"Nessa fase, a criança é muito ativa e, por meio dos movimentos, experimenta suas possibilidades e seus limites motores. Por isso, a educação física deve trabalhar a criança em seus movimentos mais amplos, ajudando-a a compreender seu corpo, podendo adquirir a autoconfiança necessária à sua autonomia", afirma o professor Rodrigo William Ferreira,.

 

O objetivo da educação física deve ser a organização da motricidade da criança, por meio de um programa educacional que atenda a seus interesses, buscando a harmonia entre as necessidades individuais e do grupo, por meio de atividades lúdicas, desenvolvendo a consciência corporal, de espaço e tempo. Dessa forma, a criança poderá ser capaz de realizar movimentos considerados fundamentais, como a manipulação, a locomoção, a estabilização, entre outros.

 

Objetivos gerais

 

Dizem respeito ao desenvolvimento da criança como um todo, não apenas no que se refere à atividade física, mas, desde aspectos do aprendizado na escola, até questões do convívio social. São eles:

 

  •   Obter desenvolvimento corporal harmônico (físico- mental);

  •   Adquirir controle corporal;

  •   Desenvolver a habilidade motora;

  •   Condicionar os sistemas orgânicos a suprir demandas diárias e de emergência;

  •   Assumir a responsabilidade do seu próprio bem-estar;

  •   Desenvolver a habilidade de utilização do movimento como instrumento de comunicação e expressão;

  •   Utilizar sadiamente as horas de lazer;

  •   Adquirir comportamentos e valores referentes ao ajustamento pessoal e social;

  •   Desenvolver atitudes favoráveis à atividade física.

 

Objetivos específicos

 

Aqui estão listados os objetivos que a educação física terá, especificamente, sobre aspectos ligados ao desenvolvimento físico da criança, influenciando, diretamente, os objetivos gerais. São eles:

 

Educação física

No início da educação infantil, é importante proporcionar o maior número possível de experiências à criança

Quanto ao esquema corporal

 

  •   Reconhecer as possibilidades sinestésicas do corpo, por meio de movimentos que o afetam, como uma totalidade;

  •   Reconhecer o corpo, no seu todo, e diferenciar cada uma de suas partes, por meio do movimento;

  •  Realizar movimentos independentes e interdependentes, como os diversos segmentos do corpo;

  •   Definir sua dominância lateral.

 

Quanto à orientação espaço-temporal

 

  •   Orientar-se no espaço, discriminando localização, direção e dimensão;

  •   Movimentar-se, discriminando diferentes momentos do tempo, seu curso regular e seu fracionamento;

  •   Identificar e efetuar movimentos, discriminando as diferentes velocidades e trajetórias, no deslocamento do corpo e dos objetos.

 

Quanto às qualidades físicas

 

  •   Estruturar movimentos que requeiram coordenação geral e seletiva;

  •   Equilibrar-se em diferentes situações, com ou sem deslocamento, controlando sua postura;

  •   Melhorar seu desempenho na execução de atividades que requeiram força, resistência, flexibilidade, agilidade e velocidade;

  •   Adquirir controle progressivo dos movimentos que evidenciem os graus de tensão muscular.

 

Quanto à expressão corporal

 

  •   Representar, com movimentos corporais, elementos e objetivos do meio circundante;

  •   Reproduzir, com movimentos corporais, posturas e comportamentos de animais e de pessoas;

  •   Movimentar-se, adaptando-se a diferentes ritmos;

  •   Expressar-se, compondo a movimentação com um companheiro ou com o grupo;

  •   Criar sua própria sequência de movimentos em atividades de respostas livres, vivenciando pensamentos e sentimentos;

  •   Dramatizar, por meio do movimento, fatos, histórias e fantasias;

  •   Conhecer e executar formas de expressões tradicionais do nosso povo e de outros povos.

 

Quanto à recreação

 

  •   Participar de jogos e brinquedos cantados, dramatizações e mímicas;

  •   Cooperar nas atividades de grupos, aceitando diversos papéis;

  •   Utilizar, nos movimentos de lazer, habilidades motoras adquiridas;

  •   Desenvolver habilidade de modificar jogos e atividades para atender aos problemas surgidos, em relação ao espaço, material e tempo disponíveis.

 

terça-feira, 19 de maio de 2015

03:58

Aumente o seu conhecimento em Educação Física Escolar

http://arquivos.tribunadonorte.com.br/fotos/101352.jpg

A Educação Física Escolar é uma das áreas mais conhecidas da nossa profissão. E, porque não dizer uma das mais antigas. Amplamente estudada e pesquisada, há muitas vertentes que merecem atenção e que devem ser de conhecimento de quem trabalha com alunos/escolas/attividades.

Para facilitar a vida desses profissionais, a Cds Universitários formulou um CD DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR. Neste CD há dezenas de artigos e matérias falando de atividades, descobertas, aplicações de atividades recreativas e esportivas no dia a dia do aluno na escola assim como evolução da atividade ao longo da história.

O preço é bacana, o frete e grátis e conhecimento nunca é demais.

Veja aqui maiores informações sobre o CD DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

06:25

5 atividades de Folclore nas aulas de Educação Física



Segundo Giffoni (1973) a palavra folclore (folklore), foi publicada pela primeira fez em agosto de 1846, sendo derivada da palavra folk que quer dizer povo e lore que significa saber, sendo assim, no sentido tradicional do saber do povo. Verderi (2000) refere que folclore é o estudo de temas ligados às raízes de um povo, seus costumes e tradições.
E a educação física é uma excelente forma de resgatar essa cultura popular. Há várias atividades que podem ser incluídas na sua aula de Educação Física. Que tal uma aula inteirinha dedicada às Cantigas de Roda?

Abaixo trago uma lista com algumas das principais cantigas da cultura popular em ritmo de forró. Aí basta estimular a brincadeira e os movimentos corporais das crianças através das músicas!

Eu sou pobre de marré - http://www.youtube.com/watch?v=Ga2HAG3oCVA













Peixe Vivo - http://www.youtube.com/watch?v=tNwf4nb-qFg

Se você quer ter Planos de Aulas de Educação Física para enriquecer suas aulas, conheça o TOP 100 Educação Física Escolar, que tem 100 Planos de Aulas com atividades diversificadas de esportes. Clique aqui e veja! 

Popular

Arquivo do blog