segunda-feira, 27 de maio de 2013

06:21

Plano de aula: Atletismo 5ª e 6ª série



ALONGAMENTO
TEMPO: 5 MIN
AQUECIMENTO: EXERCÍCIO FÍSICO
QUEIMADA INTRUSO
TEMPO: 15 MIN

EXERCICIO 2

3 SERIES DE 15 REPETIÇÕES DE FLEXÃO DE PERNA: OS ALUNOS DEITADOS COM A PERNA FLEXIONADA, ELEVAR OS JOELHOS.
3 SÉRIES DE 15 REPETIÇÕES DE FLEXÃO EM PONTE
3 SÉRIES DE 15 REPETIÇÕES DE PANTURRILHA
3 SEREIS DE 15 REPETIÇÕES DE ABDOMINAIS.
TEMPO: 20 MIN

AULA DADA: ATLETISMO – CORRIDA DE VELOCIDADE

Ø ALUNOS EM DUPLAS, UM SEGURANDO UMA BOLA. AO SINAL DA PROFESSORA, ELE DEVERÁ JOGAR A BOLA PARA O ALTO E CORRER A MAIOR DISTÂNCIA POSSÍVEL, ANTES DA BOLA CAIR NO CHÃO. (O COMPANHEIRO FISCALIZA A DISTÂNCIA PERCORRIDA). VENCE A EQUIPE QUE CONSEGUIR A MAIOR DISTÂNCIA.
TEMPO: 10 MIN

Ø ALUNOS DE FRENTE PARA DUAS COLUNAS DE BAMBOLÊS. ELES DEVERÃO CORRER RAPIDAMENTE POR CIMA DOS BAMBOLÊS, COLOCANDO CADA PÉ EM UM BAMBOLÊ. VENCE A EQUIPE QUE CONSEGUIR EM MENOR TEMPO.
TEMPO: 7 MIN

Ø ALUNO FORMAM TRÊS COLUNAS, Á FRENTE DE CADA COLUNA UM CONE. AO SINAL DO PROFESSOR, O PRIMEIRO ALUNO DE CADA COLUNA CORRE PARA DAR A VOLTA NO CONE E VOLTA PARA DAR UM TAPA NA MÃO DO SEGUNDO ALUNO, QUE FARÁ A MESMA MOVIMENTAÇÃO. O EXERCÍCIO TERMINA QUANDO O ÚLTIMO ALUNO TENHA CORRIDO.
TEMPO: 7 MIN

Ø DA MESMA MANEIRA DA BRINCADEIRA ANTERIOR, PORÉM O ALUNO SEGURARÁ UM BASTÃO AO QUAL DEVERÁ SER ENTREGUE AO SEGUNDO ALUNO E ASSIM SUCESSIVAMENTE, ATÉ TODOS TEREM CORRIDO.
TEMPO: 7 MIN

Ø JOGO QUE ELES PREFERIREM
TEMPO: 20 MIN.

BIBLIOGRAFIA: 3000 EXERCICIOS E JOGOS PARA ED. FISICA ESCOLAR. PAG.138 A 145 VOL.3

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segunda-feira, 20 de maio de 2013

05:23

Esporte "de menino" ou "de menina"? Isso não existe!




Na escola, todos devem ter a experiência de vivenciar as práticas esportivas juntos, sem a distinção de gênero.

Os alunos da EMEF Santa Maria aprendem golpes de judô. Além de conhecer a luta, meninos e meninas provam ter capacidades semelhantes

Um recorde importante será quebrado nos Jogos Olímpicos de Londres, que acontecem em julho deste ano. E não tem nada a ver com velocidade e tempo de prova. Pela primeira vez na história, as mulheres competirão em todas as modalidades. E, para a edição de 2016, mais novidades: segundo o Comitê Olímpico Internacional (COI), todos os novos esportes incorporados aos jogos - como o rúgbi - deverão ter disputas para os dois sexos.

Realmente, a democratização das categorias é um passo em direção à superação da diferença entre gêneros (leia, abaixo, a linha do tempo que apresenta as principais conquistas das mulheres nos Jogos Olímpicos). No entanto, na maioria dos esportes, eles e elas seguem competindo separadamente - em Londres, das 33 modalidades, só duas terão provas mistas: o hipismo e o badminton.

Você deve estar se perguntando se homens e mulheres têm condições físicas de competir juntos e uns contra os outros. A resposta é sim. Segundo Marcos Neira, docente da Universidade de São Paulo (USP), o fato de eles serem tachados como mais rápidos e mais fortes que elas não corresponde a uma realidade comprovada. "Se não existissem ideias como essas, meninos e meninas seriam vistos da mesma maneira tanto na escola quanto na sociedade", explica.

Polêmico no mundo esportivo, o assunto pode ser analisado especialmente na escola, que deve proporcionar a prática esportiva para além das competições. "A Educação Física tem de propor a discussão sobre as diferenças, levar a turma a pensar a respeito do tema e desconstruir ideias produzidas pela cultura. Às vezes, estereótipos como ‘correr é coisa de menino’ são alimentados pelos próprios educadores", afirma Neira.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

03:16

Plano de Aula para basquete na escola


Objetivos
- Conhecer as diferentes formas de arremesso do basquete e sua evolução através dos tempos (gancho, bandeja, jump, três pontos etc.).
- Praticar o arremesso e identificar qual a melhor forma de acertar a bola na cesta nas diferentes situações do jogo.
- Compreender que na maioria das atividades esportivas existem diferentes formas de alcançar o mesmo objetivo.

Conteúdo
- Basquete e arremessos.

Ano
6º ao 9º.

Tempo estimado
Uma aula.

Material necessário
Bolas de diferentes pesos e tamanhos, aros, cestos de lixo grandes e giz.

Desenvolvimento
1ª etapa
Converse com os alunos (com base em pesquisa feita anteriormente) sobre as várias formas de arremessar a bola na cesta no basquete. Identifique com eles como e quando são feitos esses lances, de acordo com diferentes situações. Ofereça fotos e ilustrações mostrando como são realizados os arremessos.

Flexibilização de recursos
Promova a análise compartilhada das fotos. Pela linguagem verbal, os colegas relatam ao estudante cego como são realizados os arremessos.

2ª etapa
Organize duplas ou trios e oriente-os a explorar as formas de arremesso. Além de usar as tabelas de basquete, construa cestas com recipientes de lixo gigantes, aros presos nas traves ou na grade da quadra e alvos desenhados na parede, por exemplo. Distribua bolas pequenas, médias, grandes, leves, pesadas etc. e peça que as duplas ou os trios troquem-nas durante a atividade. Dessa forma, todos sentem o tamanho e o peso delas. Coloque obstáculos entre o local de arremesso e a cesta. Opções: aumentar a distância entre os dois pontos, colocar um aluno no papel de marcador, posicionar a cesta a diferentes alturas, pedir que o lance seja feito de olhos fechados, com uma só das mãos e de costas para a cesta.

Flexibilização de espaço
Leve o aluno com deficiência às diferentes cestas para que ele identifique-as e possa diferenciá-las por meio da experiência tátil (com exceção do alvo desenhado). Para que conheça a tabela original, providencie uma mesa onde ele possa subir para manuseá-la. Providencie um capacho ou material com textura diferenciada e posicione-o na área de onde deve ser feito o arremesso. Depois, leve o aluno até o alvo para que ele calcule a distância antes de jogar a bola. Outra opção: estender um barbante no percurso para as primeiras orientações de mobilidade. Peça que um aluno bata no aro ou no cesto com um bastão ou cabo de vassoura para que o aluno com deficiência se oriente pelo som. Ajude-o a fazer os primeiros arremessos e dê feedbacks - mais para cima, mais para baixo, mais para a direita e mais para a esquerda.

3ª etapa
Converse com a turma sobre a vivência. Pergunte: qual arremesso foi o mais fácil? E o mais difícil? Qual o mais utilizado? Como uns ajudaram os outros? Peça que o grupo escolha as cinco cestas ou alvos de que mais gostou. Os critérios devem levar em conta o desafio e a possibilidade de sucesso. Questione se os estudantes têm ideias de cestas ou alvos diferentes daqueles já explorados e que possam ser construídos.

4ª etapa
Proponha a realização de um jogo de arremessos. O desafio é que cada membro da dupla ou do trio lance a bola nos cinco alvos escolhidos. A tarefa se completa quando todos acertarem a bola nos cinco alvos. O número de arremessos é livre, assim como o ponto de início. O circuito deve ser realizado duas vezes. As duplas devem registrar o número de arremessos realizados em ambas para cumprir o desafio. Ganha o jogo a dupla que da primeira para a segunda vez conseguir diminuir mais o número de arremessos.

Flexibilização de espaço
Repita aqui os procedimentos utilizados na segunda etapa, com o uso do capacho e do bastão. Um colega pode dar novos feedbacks ao aluno cego.

Avaliação
Numa roda de conversa, faça perguntas para verificar se a turma consegue identificar as diferentes formas de arremesso utilizadas no jogo de basquete. O importante é que todos possam reconhecer os arremessos mais apropriados para cada situação de jogo (perto ou longe da cesta, com ou sem marcação, parado ou em deslocamento etc.) Em termos de conteúdo, é fundamental que percebam a existência de diferentes formas de jogar a bola com o objetivo de acertá-la na cesta ou no alvo.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

08:56

Linha do tempo do ensino de Educação Física no Brasil



1882
Rui Barbosa é o primeiro a valorizar a área. Pede a inclusão da ginástica nas escolas e a equiparação de seus professores aos das outras disciplinas. Acredita que é necessário ter um corpo saudável para ativar o intelecto

1900
Os discursos pedagógicos são vinculados a questões médico-higienistas. Nas aulas de Educação Física, que não eram vistas como parte do trabalho da escola, o foco era dado a conteúdos de anatomia e fisiologia

1930
Os militares são os orientadores da Educação Física nas escolas: ensinam ginástica com a intenção de formar homens fortes, disciplinados, com boa aparência física e resistentes a doenças

1937
A Constituição Federal considera a Educação Física uma prática educativa obrigatória para o ginásio (atualmente o período entre o 6º e o 9º ano), mas não uma disciplina

1945
Atividades esportivas passam a ser mais importantes que a ginástica no currículo escolar. Performance, resistência, desempenho e velocidade são as habilidades desenvolvidas

1961
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional torna obrigatória a Educação Física no primário (atualmente o período entre o 1º e o 5º ano) e no colegial (atual Ensino Médio)

1970
O vínculo entre esporte e nacionalismo se estreita. Os políticos aproveitam a boa campanha da Seleção Brasileira de futebol na Copa do Mundo para ressaltar o civismo

1971
A nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional torna obrigatória a Educação Física para o 1º e o 2º grau (atual Fundamental e Médio)

1980
Surgem novas idéias sobre o papel da Educação Física. O esporte e a ginástica, identificados como "alienados", perdem força. O que importa, a partir desse momento, é aliar a disciplina às idéias de democracia e direitos humanos

1996
A mais recente Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional propõe que a disciplina de Educação Física faça parte da proposta político-pedagógica da escola

2008
Várias perspectivas curriculares convivem simultaneamente nas escolas: a voltada à saúde, a desenvolvimentista, a psicomotora e a cultural são as que atualmente têm maior alcance

Fonte: Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNS)

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