segunda-feira, 23 de maio de 2011

09:59

Estréia do novo LAYOUT do BLOG EducaçãoFisicaa!!!


O Educação Fisicaa mudou a sua cara. E mudou o seu endereço também. Apesar de há duas semanas estarmos já com o domínio próprio, o educacaofisicaa.net, hoje estreinamos o novo layout, a nova logomarca. Em breve, estreiaremos novos assuntos também.

A nova logo do BLOG, em forma de espirais, foi pensado no movimento que o o disco do Discóbolo de Mirón, que é o simbolo da Educação Física, faria se ele soltasse da mão.

Por ora, continuamos o blog principal, o blog da Educação Física Escolar e o blog do Treinamento em Esportes.  Navegue, divulgue e se tiver alguma dúvida, nosso email é blogeducacaofisicaa@gmail.com.

Além disso, estamos em várias Redes Sociais espalhando o conhecimento da Educação Física pela sociedade.


Nos adicione, interaja e dê sugestões e opiniões. A sua opinião é muito, mas muito importante mesmo para fazermos um blog cada vez melhor!!!


domingo, 22 de maio de 2011

09:26

Objetivos em cada fase escolar na Educação Física

Educação Infantil

Descoberta dos movimentos fundamentais – fases: inicial, elementar e madura (Gallahue e Ozmun, 2001, p.100), desenvolver o maior número possível de vivências e variações procurando levar os alunos a perceberem as condições motoras;

Educação Fundamental (1a à 4a série)

Exploração dos movimentos fundamentais. Coloca-se como uma fase onde as vivências devem ser intensificadas e ampliadas em graus de complexidade. Nesta fase as combinações devem ser estimuladas e exploradas com o propósito de uma sólida fundamentação do âmbito motor básico.

Educação Fundamental (5a à 8a série)

Especialização dos movimentos fundamentais e adaptação aos modelos padronizados das manifestações culturais. A sólida estrutura organizada no período anterior deve permitir que os alunos consigam se adaptar com facilidade às exigências motoras das manifestações culturais lúdico/esportivas e ampliar esta adaptação construindo formas alternativas do âmbito motor. É o momento onde os alunos estarão estruturando modelos próprios para vencer os obstáculos motores, por isso se trata de uma fase de muitas experiências.

Ensino Médio

Aperfeiçoamento dos movimentos básicos e especializados. Neste período os alunos estarão dando a forma final e inovadora de como pretendem participar das manifestações culturais lúdico/esportivas. A estruturação motora atinge o ponto alto nesta fase e serve como elemento fundamental por toda a vida.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

11:24

Boicote na Educaçao Física na escola

Até o ano pas­sado, o ­índice de “boi­cote” às aulas de edu­ca­ção ­física do colé­gio Renas­cença, em São Paulo, che­gava a 30%, ­segundo esti­ma­ti­vas do dire­tor, João Car­los Mar­tins. “Era impres­sio­nante o ­número de ates­ta­dos médi­cos e a quan­ti­dade de vezes ao mês que as meni­nas fica­vam mens­trua­das”, ­brinca. Essa rea­li­dade se repete em outros colé­gios, em geral, a par­tir da ­oitava série do ­ensino fun­da­men­tal.

Para resol­ver o pro­blema, o colé­gio estu­dou alter­na­ti­vas em reu­niões entre edu­ca­do­res e repre­sen­tan­tes de ­classe e, desde o iní­cio deste ano, uma nova pro­posta para as aulas de edu­ca­ção ­física ­entrou em vigor. Duas vezes por ­semana, no último horá­rio do ­período, os 280 alu­nos do ­ensino médio fazem a ati­vi­dade de sua pre­fe­rên­cia na aca­de­mia Bio Ritmo do Shop­ping Pátio Higie­nó­po­lis, a uma qua­dra da ­escola. O apelo fun­cio­nou entre os ­jovens, que ado­ra­ram a novi­dade.

Na aca­de­mia, os alu­nos têm ­várias ­opções. Além do ho­rá­rio de edu­ca­ção ­física, pelo ­pacote acor­dado entre a ­escola e a aca­de­mia, ainda podem fre­qüen­tar a ati­vi­dade que qui­se­rem, todos os dias, até as 16h. Sair do colé­gio e con­vi­ver em outro ambiente tam­bém é impor­tante para a socia­li­za­ção do aluno. ­Segundo Mar­tins, o índice de insa­tis­fa­ção com as aulas de edu­ca­ção ­física bai­xou para cerca de 10%. “Edu­ca­ção ­física é uma dis­ci­plina indis­pen­sá­vel. Lida com rela­ções, ­regras, autocon­trole e dis­ci­plina de forma dife­rente do que em sala de aula. Os alu­nos tam­bém des­car­re­gam a ener­gia con­cen­trada ­durante as aulas teó­ri­cas”, diz. Para os alu­nos que ado­ram jogar bola, os trei­nos con­ti­nuam. Acon­te­cem na ­escola, à tarde e à noite.

Fonte: Educar para crescer.

sábado, 14 de maio de 2011

09:20

Planejamento curricular da Educação Física Escolar

O principal questionamento quando trabalhamos com o planejamento curricular é o seguinte: Como organizar os conteúdos da Educação Física Escolar?

Os professores têm muita dificuldade em estar organizando a sistematização dos conteúdos. Quando trabalhar e com o que trabalhar em cada uma das séries? As demais disciplinas possuem conteúdos sistematizados que indicam claramente o que trabalhar ao longo dos anos escolares, mas a Educação Física não o possui e isso acaba por gerar dúvidas e trabalhos desarticulados e sem seqüência lógica.

Isso é fundamental para qualquer organização curricular que se pretenda. No que diz respeito ao planejamento e sistematização dos conteúdos da Educação Física Escolar tem-se a dúvida: deve atender ao desporto, à linha desenvolvimentista que considera os níveis de desenvolvimento e complexidade das ações motoras, à vertente da cultura corporal ou outra linha de trabalho?

Desprezar qualquer linha de pensamento ou de prática pedagógica, é como estar limitando a ampliação e complexidade das possibilidades pedagógicas que cada uma delas traz implicitamente. Sendo assim, é importante que os docentes se apropriem de todos os conhecimentos possíveis e que, por intermédio deles, elaborem matrizes curriculares a ponto de propiciarem avanços pedagógicos palpáveis e úteis ao momento histórico que esteja vivendo.

Contudo, faz-se necessário entender as limitações tanto pessoais quanto estruturais dos avanços. Isso pode minimizar choques e retrocessos pedagógicos traumáticos para todos que participam do processo educativo.

De acordo com Sacristán (1992, p.312), o professor não atua seguindo modelos formais ou científicos, nem elabora estratégias de intervenção precisas e inequívocas segundo modelos de ensino ou de aprendizagem, nem decide a sua prática a partir de filosofias ou declarações de objetivos, pelo fato de responder pessoalmente, e na medida de suas possibilidades, com diferente grau de comprometimento ético-profissional, às exigências do seu posto de trabalho com um grupo de alunos em condições determinadas. Porém, não podemos concluir que, por isso tudo, é um mal profissional.

Na sua atividade prática, pode aproveitar idéias e teorias científicas, muito embora se trate sempre de uma elaboração pessoal perante situações complexas em que se deveria contar com o tacto, com a experiência e com o saber-fazer, depurados por uma crítica realizada a partir dos valores que guiam a ação e a partir do melhor conhecimento possível da realidade e de como esta poderia ser.

O conhecimento científico e as teorias pedagógicas, são importantes para conhecermos melhor, para nos conscientizarmos das conseqüências e para descobrir, com mais clareza, caminhos alternativos. Porém, em si mesmas, não orientam diretamente a prática docente.



O autor nos aponta, de forma bastante clara, que entendermos o nosso cotidiano, nossas condições e realidade se coloca como ponto central nas possibilidades de avanços na prática pedagógica. A leitura, compreensão e domínio dos conhecimentos e teorias pedagógicas se fazem como base do saber-fazer, entretanto as variáveis das condições locais, estrutura, possibilidades de ações, administração, demais docentes, alunos e tantas outras, impedem, por vezes, a aplicação de novas ações em sua plenitude. Isso deve servir de alerta e, ao mesmo tempo, de reflexão para avanços gradativos e continuados. Neste sentido destacamos também o trabalho de Oliveira (1999) que demonstrou como atuar de forma gradativa na implantação de novas propostas metodológicas e os percalços que o docente vivencia nesta mudança.

Assim colocado, como a Educação Física pode ser pensada e organizada no meio escolar?

O primeiro passo ao qual devemos no dedicar é o de uma visão macro da área. Os Parâmetros Curriculares Nacionais os definem como blocos (a) esportes, jogos, lutas e ginásticas; (b) atividades rítmicas e expressivas e (c) conhecimento sobre o corpo. Porém, entendemos que os conteúdos da Educação Física exigem uma ampliação e redefinição desta sugestão, ou seja, classificamos como núcleos de concentração e procuramos ampliar suas abordagens e propiciar maior complexidade deixando-lhes o movimento humano como objeto de estudo e não apenas modalidades esportivas. Desta forma, os estruturamos como: a) o movimento em descoberta e estruturação; b) o movimento nas manifestações lúdicas e esportivas; c) o movimento em expressão e ritmo e d) o movimento e a saúde onde

a) O movimento em descoberta e estruturação: compreende a fase inicial do movimento humano, ou seja, a descoberta e a vivência exploratória. Os conteúdos relacionados a este núcleo cuidarão de oferecer uma formação suficiente à vivência e ao entendimento do mundo motor de base. A fase de estruturação compreenderá os conhecimentos afetos à reelaboração e adaptação do mundo motor ao atendimento das diversas manifestações construídas e praticadas pelo homem;

b) O movimento nas manifestações lúdicas e esportivas: compreende o estudo da cultura elaborada em relação ao mundo motor. Contemplar o maior número de experiências e vivências dentro do que o homem criou e estruturou no mundo motor é a função básica deste núcleo. A sociedade pode ser demonstrada e estudada por meio dos conteúdos deste núcleo e, o estudo pormenorizado dos conteúdos aqui tratados, poderá contribuir no entendimento maior de como esta se organiza. Os jogos e esportes e suas múltiplas variações são os componentes centrais;

c) O movimento em expressão e ritmo: o corpo e suas possibilidades motoras é muitas vezes esquecido em sua beleza e condição expressiva. Realçar esta faceta de fundamental importância na estruturação biopsicológica de nossos alunos é função deste núcleo. A escola é um dos poucos espaços sociais onde as habilidades artístico-motoras podem ser vivenciadas, exploradas e, assim, contribuir na formação de um sujeito que consiga perceber e entender um pouco melhor a arte, o seu próprio corpo e suas possibilidades. As artes cênicas e a ginástica são os grandes componentes deste núcleo;

d) O movimento e a saúde: o movimento coloca-se como elemento imprescindível às condições básicas de saúde, assim este núcleo deverá abarcar as questões básicas da higiene, saúde e atividade física permanente. Este núcleo, da mesma forma que os demais, é constante em toda a vida escolar do aluno. Ao encerrar o ensino médio, a última etapa da Educação Física curricular obrigatória, o aluno deverá possuir autonomia sobre os conhecimentos relacionados ao corpo, suas condições básicas de higiene e de como se organizar para uma vida saudável fazendo uso dos conhecimentos aqui trabalhados.

A apresentação dos núcleos e suas nomenclaturas deve ter deixado claro que entendemos o objeto de estudo da Educação Física como sendo o movimento humano. Este entendimento é baseado nos estudos fenomenológicos de Merleau Ponty (1994), nos estudos sobre a motricidade humana de Sérgio (1995), e nas propostas de ensino aberto de Hildebrandt e Laging (1986), Grupo de Trabalho Pedagógico (1991) e Gallardo, Oliveira e Araveña (1998).

domingo, 8 de maio de 2011

09:16

Exemplo de atividade para voleibol


Material: 1 bola de voleibol
Rede de voleibol ou elástico ou cordão
Giz ou fita gomada


Formação: Dois grupos

Organização: Os grupos ocuparão a área de jogo, sendo cada lado dividido em quatro partes, numerando-as da seguinte forma: zona de ataque números três e quatro, e zona de defesa, números um e dois.

Desenvolvimento: O jogo seguirá a dinâmica do voleibol, sendo a pontuação realizada a partir da queda da bola nas zonas numeradas. Exemplo: a bola tocando o solo na zona de ataque três, vale três pontos.

Nota 01: O grupo deverá definir um número de pontos para a partida ser vencida, possibilitando as equipes a opção de ataques em determinadas zonas e dificultanto o fechamento da partida pela necessidade de se atingir um número exato a partir dos pontos.

Nota 02: O grupo poderá, junto com o monitor, acrescentar regras como: a equipe que ultrapassar o número preestabelecido perderá dez pontos.

Nota 03 : A equipe poderá ir somando os pontos de acordo com o recebimento da bola. Exemplo: o participante recebe a bola na zona de número quatro, passa a bola para o participante da zona de número três, nisso todos deverão gritar a soma desses números, no caso, sete. E assim sucessivamente. Ganha o ponto que conseguir fazer mais “pontos” .

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