Curso online de O Brincar e o Aprender na Educação Infantil

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

04:38

Como explorar jogos na Educação Física para além da recreação



Nunca gostei das aulas de Educação Física. Não entendia por que os professores insistiam em propor exercícios repetitivos e também não queria expor minha notória falta de coordenação motora perante toda a classe. Como eu, muitos fogem das aulas dessa disciplina. "Tinha pavor de basquete. A cesta, muito alta, sempre me deixava envergonhado nas aulas." Com essa frase, Everaldo Cortes do Carmo, formador de professores do Instituto Esporte e Educação, em São Paulo, começou uma capacitação gratuita oferecida pela Caravana da Educação -- evento que percorre o país ensinando a professores que a ideia de jogo vai além do trivial "um time de cada lado e uma bola". Desde 2005, o projeto já formou mais de 10 mil educadores, em vários estados. O objetivo da ação é rever conceitos da Educação Física, que ainda privilegia, muitas vezes, a recreação e a cobrança pelo rendimento, em detrimento da valorização de produções de nossa cultura corporal, como os jogos.


À primeira vista, eles são atividades simples, que não precisam ser ensinadas. Mas, logo no início da formação a que assisti, na capital paulista, os educadores perceberam que eles são mais que um mero passatempo. "Ao jogar, as pessoas têm a possibilidade de montar estratégias, desenvolver um trabalho coletivo e treinar técnicas de modalidades esportivas sem realizar treinos intensivos, além de poderem contar com a colaboração de todos, sejam eles baixos, gordos ou com alguma deficiência", disse Everaldo.

Os professores começaram tímidos, mas bastou chegar a hora da prática para se soltarem. Em grupos montados de maneira aleatória, para promover a interação, os participantes treinaram arremesso durante alguns minutos. Quase em silêncio, se comunicavam apenas quando alguém errava o lance. Logo que passaram à atividade seguinte, um jogo denominado "derruba pino", a interação entre eles mudou. Assim, puderam comparar as diferenças entre ele e um treino repetitivo. Durante a partida, os professores se mobilizavam, criavam táticas para alcançar um objetivo comum e participavam de rodas de conversa. Essenciais para a compreensão do que havia sido feito, elas geravam novas regras, mudanças no time e estratégias diferenciadas sem deixar de lado um dos elementos essenciais do jogo: a imprevisibilidade que proporciona a participação de todos.

Não foi só no espaço da quadra que os professores aprenderam. Também em sala, durante a capacitação teórica, eles perceberam que é possível lidar com situações adversas -- como a falta de espaço na escola, por exemplo -- sem perder a oportunidade de usar o jogo como um recurso para a aprendizagem. Num vôlei adaptado, em que a fita adesiva fazia as vezes de rede e bexigas eram usadas como bolas, eles compreenderam que dá para ensinar fundamentos de práticas esportivas à turma com base nesse tipo de estratégia. "O esporte não pode ser trabalhado apenas como técnica. Também é preciso entender o processo de aprendizagem e ensinar valores como a participação e a cooperação", explicou Everaldo.

No fim da formação, que durou dois dias, os professores saíram conversando entre si sobre o que mudariam quando voltassem à escola - e a opinião era unânime. Treinos repetitivos, aulas sem supervisão e alunos escapulindo para não participar - como eu tanto fiz - seriam práticas extintas em suas turmas.

Por Bianca Bibiano (bianca.bibiano@fvc.org.br)

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

04:38

5 jogos e atividades recreativas para aula de Educação Física


Tema: memorização.

Duração: 10 minutos.

Público: crianças, 8 pessoas.

Material: nenhum.

Forme um círculo (ou determine uma ordem de participantes).
O primeiro começa "Minha tia foi à Espanha e trouxe um chapéu" (ou qualquer objeto).
O próximo deverá dizer "Minha tia foi à Espanha e trouxe um chapéu e uma meia" (ou seja, repete o que o primeiro disse e acrescenta seu próprio objeto).

E assim sucessivamente. Quem errar sai do jogo, assim o último que conseguir lembrar a ordem completa de objetos é o vencedor (ou pode-se encerrar o jogo ao perceber os primeiros sinais de desinteresse).

Para aumentar a dificuldade:

O próximo objeto a ser citado deve começar com a letra seguinte no alfabeto, da letra inicial do objeto anterior:
"Minha tia foi a Espanha e trouxe..." um Abacate, uma Bolsa, um Cinto, etc...
Ou você pode restringir o tipo de coisa, por exemplo, só pode usar nomes de flores, ou nomes de frutas, ou visíveis no local onde se está fazendo a brincadeira.

Variante: Meu nome é...

Use este jogo para lembrar os nomes das pessoas de um grupo.
O primeiro diz "Eu me chamo..." (e diz o seu nome) o seguinte deverá dizer "Eu me chamo..." o nome do primeiro seguido do seu próprio.
Cada pessoa pode também acrescentar um gesto ao nome, assim o seguinte deverá repetir todos os nomes com os gestos correspondentes antes de acrescentar o seu próprio.


Jogo Boliche (feito com garrafas PET)

Material: 10 garrafas PET (de refrigerante), jornal, fita crepe, folhas de papel usado de um lado só, canetas, canetinhas e todo material útil para fazer um belo desenho.

Como fazer: pegue as 10 folhas de papel e faça um circulo bem no meio da folha, o circulo deve ter mais ou menos o tamanho da sua mão fechada. Dentro da cada circulo escreva um numero de 1 a 10. Pinte as folhas como quiser, se fizer todas parecidas, o boliche fica mais legal!

Enrole as folhas de papel no sentido do comprimento formando um canudo que deverá caber na boca da garrava. Coloque cada canudo dentro de uma garrafa. Enrole as folhas de papel dentro dos tubos de plástico com os números virados para fora. Sacuda as garrafas e as folhas deverão abrir. Caso não abram, ajeite os números com dois palitos de churrasco.

Dobre a folhas de jornal 4 vezes e corte nas dobras, cada folha renderá 16 pedaços de jornal. Com cada pedaço do jornal faça bolas do tamanho de uma tampa da garrafa, e encha as garrafas posicionando a folha desenhada nas paredes de dentro da garrafa. Pegue folhas de jornal inteiras, amasse até formar uma bola e passe bastante fita crepe envolvendo a bola, para deixá-la firme e pesada.

Desenvolvimento: coloque as garrafas como se fossem os pinos do boliche (uma fileira com quatro garrafas, uma com três garrafas, uma com duas garrafas e a última com apenas uma garrafa , bem na frente).

A uma distância de pelo menos cinco metros, role a bola no chão, em direção às garrafas, para tentar derrubá-las. A pontuação do jogo é calculada de acordo com os números correspondentes às garrafas que forem derrubadas.
Quem somar mais pontos em cinco rodadas, vence.

A cada rodada, as garrafas devem ser recolocadas no lugar, mas em posições diferentes, de forma que o jogador não enxergue o numero do verso da garrafa.


Pinga-bola

Conteúdo: Voleibol – educativo de saque e manchete
Material: uma corda ou rede e bolas de voleibol

Converse com os estudantes sobre o jogo que será realizado e quais benefícios eles irão adquirir ao participar dele.

No decorrer da atividade, explique as regras oficiais e justifique que elas foram modificadas para esse jogo com a finalidade de facilitar a prática para essa faixa etária. Peça-lhes que deem sugestões de outras regras.

- Organização: divida o espaço ao meio, com corda ou rede, a uma altura de 1,60 cm, aproximadamente, e distribua a turma igualmente nos dois lados.

- Desenvolvimento: um estudante de posse da bola lança a mesma para o lado adversário com o braço acima da cabeça, imitando o saque por cima. Ao ultrapassar a corda ou a rede, a recepção deve ser feita somente de manchete, após a bola pingar uma vez no solo. E deverá dar três passes de manchetes pingadas antes de passar a bola para o outro lado, que realiza o mesmo procedimento. O grupo que errar propicia um ponto e a posse da bola para o outro grupo sacar.

- Variação: pode-se diminuir ou aumentar o número de manchetes, bem como trabalhar somente o toque-pingado ou os dois: toque e manchete pingados de acordo com a possibilidade e evolução dos participantes.


Morto-Vivo

Vivo-Morto, Sol-Chuva ou Terra-Mar: os três nomes são referentes a uma mesma brincadeira com algumas variações.

Ela é muito utilizada por palhaços em aniversários de crianças. Não é nada complicada e serve para todas as idades, só precisando de um "chefe" que é quem vai comandar a brincadeira.

Modo de Brincar: um grupo de crianças escolhe o que vai ser o chefe através de sorteio como por exemplo par ou ímpar. Ele é quem virá de frente para as demais crianças, começando a dar os comandos, que todas as demais deverão obedecer.

As crianças participantes devem ficar formando uma fila, enquanto o chefe fica na frente dessa fila olhando para todos eles e observando seus movimentos.

Desenvolvimento: o chefe passa a falar aleatoriamente: "Vivo" ou "Morto". No caso de "vivo/sol" os participantes devem manter-se de pé. Quando ele gritar "morto/chuva" os participantes devem abaixar-se, ficando acocorados. Isso deve ser feito instantaneamente após o grito do chefe.

O chefe do jogo deve procurar fazer as crianças ficarem confusas, repetindo a mesma ordem mais de uma vez, por exemplo:

"Morto", "Morto", "Morto", "Vivo".

À medida que o tempo for passando, o chefe vai alternando a velocidade com que dá as ordens, tentando confundir as crianças. Para dificultar ainda mais, ele também pode começar a fazer os movimentos de se abaixar e levantar, porém com os comandos invertidos.

Quem for errando vai saindo do jogo. A última a permanecer será a vencedor.

Ganha a brincadeira a última criança que restar, que assume o lugar do chefe.

Variante Terra/Mar: no caso de Terra/Mar, a brincadeira funciona da mesma forma, só que uma linha deve ser traçada no chão (faz-se isso com um giz ou utilizando uma corda), então um lado é considerado a Terra e o outro é o Mar, os participantes começam na terra, então o orador começa a gritar 'terra' ou 'mar', e os participantes ficam pulando de um lado pro outro da corda! Vale lembrar que o grito pode ser 'repetido', por exemplo: "terra, mar, mar , terra, terra, terra..."


Gato e Rato

Tema: números e horas; integração.

Duração: 10 minutos.

Público: crianças, 8 pessoas.

Material: nenhum.

As crianças formam uma roda. Uma delas, o Rato, fica dentro da roda. Outra, o Gato fica fora da roda.

O Gato pergunta: "Seu Ratinho está?"
As crianças da roda respondem : "Não"
O Gato pergunta: "A que horas ele chega?"
As crianças respondem um horário a escolha.
As crianças começam a rodar e o Gato vai perguntando: "Que horas são?" e as crianças respondem: "Uma hora" - "Que horas são?" - "Duas Horas" e assim até chegar ao horário combinado.

As crianças na roda devem parar com os braços estendidos; o Gato passa a perseguir o Rato.
A brincadeira acaba quando o Gato pega o Rato. Para os bem pequenos é preferível que os que estão na roda fiquem parados até que o gato pegue o rato. Para crianças maiores as que estão na roda podem ajudar o rato a fugir ou atrapalhar o gato, sem desfazer o círculo.

Pode-se repetir a brincadeira algumas vezes, dando chance a quem quiser ser rato e gato. Procure parar a atividade antes que as crianças percam o interesse.


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

04:38

O que se entende por recreação?


Como cenário teórico para análise, a pesquisa se valeu de argumentos apontados por Waichman que entende a recreação como "o processo educativo que tende a gerar o surgimento ou o aperfeiçoamento da liberdade no tempo, isto é, o tempo livre" (1997, p. 37). Tempo livre, aqui, não compreendido como "livre de obrigações", e sequer é opos-to ao trabalho ou ao tempo deste. Tempo livre entendido como aquele no qual o homem age por sua própria necessidade autocriada - autocondicionamento, liberdade, necessi-dade interior - em que o heterocondicionamento (o oposto do autocondicionamento, necessidade exterior) é mínimo e o sujeito coloca (ou impõe-se) as condições para cada atividade" (WAICHMAN, 1997).

Partindo da idéia de que a natureza humana é condicionada pelo meio social, Waichman (1997, p. 81) nos aponta a concepção de tempo social:

"[...] dá-se no concreto e no cotidiano, em um contínuo caracterizado pelo que é mais necessário (condicionamento exterior), num extremo, e a liberdade (condicionamento interior, obrigação interior), no outro. Entre um e outro extremo não existem compartimentos estanques, mas uma infinidade de posições de mais a menos auto ou heterocondicionamentos."

Assim sendo, a liberdade e o condicionamento seriam dependentes um do outro, e o ho-mem, só será livre quando for construtor de suas próprias condições (WAICHMAN, 1997). Para isso, precisa de criticidade para discernir o que é necessidade interior (auto-condicionamento - liberdade) e o que é necessidade exterior (heterocondicionada - obrigação), e a partir daí, superar as condições exteriores, passando a ser o maior res-ponsável de suas condições. Nesse contexto, a recreação apresenta atividades com obje-tivos de experimentar novas atitudes/ posturas, para que o indivíduo se perceba um su-jeito histórico, que pode ser mais heterocondicionado ou mais autocondicionado. À ne-cessidade de liberar-nos de parte do tempo heterocondicionado surge a "liberdade de", que "ocupamos com atividades de nossa escolha, autocondicionadamente" (WAICHMAN, 1997, p. 96). Segundo Fromm, (apud WAICHMAN, 1997, p. 129), "e-xiste o par dialético ‘liberdade de’ e ‘liberdade para’, ou seja, devo estar liberado de al-guma coisa, para assim poder ‘liberar-me para algo’ ". A "liberdade de" é, então, uma contrafunção - segundo Munné (apud WAICHMAN, 1997) contrafunção seria a com-pensação de uma alteração nos sistemas, sejam eles sociais ou pessoais, diminuindo os efeitos desta alteração - do tempo heterocondicionado (de obrigações) e ocorre num tempo liberador. É essa contrafunção que nos abre a possibilidade de ter acesso à "liber-dade para", alcançando o tempo livre, liberdade no tempo (WAICHMAN, 1997). Nessa conjuntura, a recreação é o agente fomentador da necessidade, no indivíduo, de trans-formação da liberdade de em liberdade para, e do tempo liberador em tempo livre. O tempo livre é, portanto, "[...] uma possibilidade, um valor a ser gerado, uma práxis a ser exercida" (WAICHMAN,1997, p. 37), ressaltando que, toda conduta autocondicionada decorre de um heterocondicionamento prévio (WAICHMAN, 1997). Então, "[...] o tem-po livre é livre quando contempla ambas as ‘partes’ da liberdade em seu exercício con-creto" (WAICHMAN, 1997, p. 129), e "liberar-me para" envolve um processo de aprendizagem. Este processo "[...] implica a existência de algum agente impulsionador, alguém que diga, sugira, que motive o(s) modo(s) de liberar o ‘tempo para’ de acordo com o modelo educativo que o oriente". Assim, o recreólogo "[...] está comprometido, já que sua tarefa consiste em que os recreandos gerem valores que lhes permitam participar da realidade de um modo mais coerente com seu ‘ser humano’ " (WAICHMAN, 1997, p. 129).

Ao trilhar a definição do autor, vejo necessária a contextualização desta. Waichman entende ainda que a recreação manifesta-se em instituições, num ‘modelo organizativo’, [...] que implicam a formulação de objetivos educativos e uma determinada continui-dade temporal" (WAICHMAN, 1997, p. 130); "tem como critério fundamental de tra-balho a busca do desenvolvimento da participação efetiva, consciente e comprometida, mediante organizações autogestoras (autocondicionamento)" (WAICHMAN, 1997, p. 131). A recreação utiliza-se do ‘tempo liberado de’ e conduz à geração do "tempo livre para", pretendendo conceber aprendizagens para não apenas consumir o tempo livre, mas fazer uso positivo e criativo desse tempo.

"A organização e a realização das ativi-dades enfatizam mais o grupal do que o individual, ratificando assim que o homem é um ser social, cooperativo com os outros e não exclusivamente competitivo. Como va-lores a desenvolver, propõe as atitudes de auxílio mútuo e solidárias diante da ênfase do individualismo típico do entretenimento" (WAICHMAN, 1997, p. 132).

Ainda, com-forme delineia Waichman (1997), a recreação não se faz presente na educação formal, ela é, segundo ele, parte da educação não-formal, e a característica crucial em que Waichman se baseia para pretender a recreação nesta, é a de não obrigatoriedade, pois o indivíduo busca a educação não-formal voluntariamente. No entanto, convém lembrar que Waichman (1997, p. 141) compreende que: "A essência da recreação não é apenas o tempo em que ela se manifesta, mas também as características educativas que se lhe outorgam. O participante gerará aprendizagens para o uso desse tempo liberado fora das estruturas do sistema recreativo."

Sobre isso, penso ser importante esclarecer que não comungo completamente desse em-tendimento do autor, visto acreditar que o "lugar" da recreação não seja apenas o sistema não-formal. Compreendo que a recreação possa contextualizar-se também no sistema formal de ensino, já que segundo Waichman (1997): o crucial da recreação são as características educativas nela colocadas; para se alcançar o tempo livre, sempre partimos de um tempo heterocondicinado; na recreação, se educa para fora do sistema recreativo; e, por último, a essência da recreação não é o tempo em que se manifesta. Assim estou defendendo, a partir dessa leitura acerca da discussão de Waichman (1997), que, o docente da educação formal, que busca a criticidade do recreando centrando-se no modelo de homem como protagonista de sua história, pode educar para o tempo livre, no tempo heterocondicionado (da escola), pois é deste último que sempre partimos para alcançar o tempo plenamente livre.

Fonte

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

04:38

Obra completa de Paulo Freire grátis para download



paulo freire obra download


O Centro de Referência Paulo Freire, dedicado a preservar e divulgar a memória e o legado do educador, disponibiliza vídeos das aulas, conferências, palestras e entrevistas que ele deu em vida. A proposta tem como objetivo aumentar o acesso de pessoas interessadas na vida, obra e legado de Paulo Freire.

Para os interessados em aprofundar os ensinamentos freirianos, o Centro de Referência também disponibiliza artigos e livros que podem ser baixados gratuitamente.

Educação como liberdade

Internacionalmente respeitado, os livros do educador foram traduzidos em mais de 20 línguas. No Brasil, tornou-se um clássico, obrigatório para qualquer estudante de pedagogia ou pesquisador em educação. Detentor de pelo menos 40 títulos honoris causa (concedidos por universidades a pessoas consideradas notáveis), Freire recebeu prêmios como Educação para a Paz (Nações Unidas, 1986) e Educador dos Continentes (Organização dos Estados Americanos, 1992).

“Defendo a educação desocultadora de verdades. Educando e educadores funcionando como sujeitos para desvendar o mundo”, dizia Freire. A educação como prática da liberdade, defendida por ele, enxerga o educando como sujeito da história, tendo o diálogo e a troca como traço essencial no desenvolvimento da consciência crítica.

Clique aqui para acessar o acervo Paulo Freire

Popular

Arquivo do blog