sexta-feira, 30 de abril de 2010

07:01

Criança com dor de cabeça tem mais problemas de comportamento


Crianças com queixas de dor de cabeça apresentam mais problemas de comportamento, como retraimento, reação emocional e agressividade, quando comparadas a um grupo de crianças sem essas queixas. Esse é o resultado de uma pesquisa da psicóloga Luciana Leonetti Correia, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (Universidade de São Paulo).

De acordo com o estudo, essas crianças também apresentam reação de desconforto em relação à intensidade de som, luz e movimento, que podem aparecer nos primeiros meses de vida, sendo um importante potencial indicador de dor de cabeça em fases posteriores do desenvolvimento.

Foram avaliadas 75 crianças, na fase pré-escolar, com idade entre três e cinco anos. A queixa de dor de cabeça prevaleceu em 29% delas, de acordo com o relato materno.

Comportamento

As crianças foram avaliadas com base em questionários validados, respondidos pelas mães biológicas, sobre indicadores de temperamento e comportamento da criança e queixas de dor de cabeça por parte delas e dos membros da família. Os dados foram submetidos à análise estatística, sendo realizada a comparação entre os dois grupos e a análise dos indicadores de risco que melhor explicavam a queixa da criança.

As crianças com as queixas estão mais expostas para manifestarem problemas de comportamento, do tipo queixas somáticas, como retraimento e reação emocional, além de queixas de outras dores, como por exemplo, abdominal. Do total de crianças pesquisadas, a prevalência para queixas de dor abdominal foi de 15%. Para a autora do estudo, o fato pode indicar uma condição sugerida em alguns estudos, que seria a "migrânea-abdominal".

De mãe pra filho

A pesquisa descobriu também que na presença de dor de cabeça materna, do tipo enxaqueca, as crianças apresentavam uma chance de quase cinco vezes mais a ter queixa de dor de cabeça, com relação à identificação e sintomas de dor de cabeça entre criança, mãe e outros membros da família. Segundo a autora, a prevalência de queixa pode estar associada com as queixas dessa dor na família, que pode ocorrer devido a fatores genéticos, como mostra a literatura, ou pela perspectiva da aprendizagem social, ou seja, por meio de modelos de dor que estão presentes no ambiente da família.

Os resultados podem ter desdobramentos para programas na prevenção de risco em mães e crianças com queixa de dor de cabeça.

Fonte: USP

terça-feira, 27 de abril de 2010

19:05

Atividade física melhora o sono das crianças



Se seus filhos brincam, correm e se divertem bastante durante o dia, ficam mais cansados e dormem melhor à noite. O que os pais já sabiam foi confirmado por um estudo australiano. 

Pesquisadores da Universidade Monash, em Melbourne, e da Universidade de Auckland analisaram 519 crianças com 7 anos de idade para entender o que afeta osono infantil. Eles descobriram que, para cada hora em que ficam sentadas, seja assistindo TV ou lendo um livro, as crianças precisam de três minutos a mais para dormir. 

Para chegar a esse resultado, os autores do estudo monitoraram, por meio de um aparelho, a movimentação das crianças. Segundo eles, a média foi de 26 minutos para cair no sono e a maioria levou cerca de 40 minutos. Mas algumas crianças, que se movimentaram mais ao longo do dia, adormeceram mais rápido e, segundo os pesquisadores, tenderam a dormir mais. 

Segundo os autores, esse estudo enfatiza a importância da atividade física para os pequenos, não só para controlar o peso e manter a saúde do coração, mas também para um sono de qualidade. As descobertas foram publicadas no jornal Archives of Disease in Childhood.

Fonte: Crescer

sábado, 24 de abril de 2010

09:28

A saúde emocional do educador



O educador é um ser humano. Como tal, está exposto a problemas que prejudicam a sua saúde não só física como emocional. 

Trabalhar sob forte pressão, sem motivação, sem apoio pode trazer malefícios tanto na preparação quanto na aplicação da aula de educação física. 

Estar atento a transformações e mudanças de humor e de opinião é fundamental para que não haja prejuizo para os alunos. 

Você acha importante a manutenção da saúde emocional do professor? Porque? Comente!!!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

06:20

Incentive seu filho a gostar de esporte





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O esporte ajuda as crianças a desenvolver habilidades físicas, fazer exercício físico, fazer amigos, se divertir, aprender a jogar como um membro de uma equipe, aprender a "fair play", e melhorar a auto-estima. Desporto cultura americana tem vindo a tornar-se um dinheiro fazendo negócio. O altamente estressante, competitiva, "vencer a qualquer custo" a atitude predominante em faculdades e com atletas profissionais afeta o mundo dos esportes e atletismo para crianças, criando um ambiente insalubre. É importante lembrar que as atitudes e comportamento ensinada às crianças no esporte transição para a vida adulta. Os pais devem ter um papel ativo no sentido de ajudar a criança a desenvolver o desportivismo. Para ajudar seu filho a obter o máximo do esporte, você precisa estar ativamente envolvidos. Isto inclui:  apoio emocional e um feedback positivo, ir alguns jogos e falar sobre eles mais tarde,

Tendo em expectativas realistas para o seu filho, aprendendo sobre o esporte e apoiar o envolvimento de seu filho,  ajudar o seu filho falar com você sobre suas experiências com o treinador e outros membros da equipe, ajudar seu filho a lidar com decepções e perda, e modelagem do comportamento respeitoso espectador.

Embora este envolvimento leva tempo e cria novos desafios para os horários de trabalho, permite-lhe tornar-se mais bem informados sobre o treinador, equipe de valores, comportamentos e atitudes. Comportamento do seu filho e atitude reflete uma combinação do treinamento e suas discussões sobre o desportivismo e fair-play.

Também é importante falar sobre o que seu filho observa em eventos desportivos.Quando ocorre má desportivismo, discutir outras maneiras a situação poderia ser tratada. Embora você possa reconhecer que, no calor da competição, pode ser difícil manter o controle e respeito pelos outros, é importante salientar que o comportamento desrespeitoso não é aceitável. Lembre-se, o sucesso não é a mesma coisa que ganhar e fracasso não é a mesma coisa que perder.

Se você está preocupado com o comportamento ou atitude do treinador do seu filho, você pode querer conversar com o treinador particular. Como adultos, você pode conversar sobre o que é mais importante para a criança aprender. Enquanto você não pode mudar de uma determinada atitude ou comportamento de um ônibus, você pode deixar claro como você gostaria que seu filho a ser abordado. Se você acha que o treinador não é sensível, discutir o problema com os pais responsáveis pela escola ou atividades da liga. Se o problema persistir, você pode decidir retirar o seu filho.

Como na maioria dos aspectos da paternidade, a ser activamente envolvidos e falar com seus filhos sobre a sua vida é muito importante. Ser orgulhoso das realizações, compartilhando vitórias e derrotas, e conversando com eles sobre o que aconteceu ajuda-los a desenvolver habilidades e capacidades para o sucesso na vida. As lições aprendidas durante esportes para crianças irão moldar valores e comportamentos para a vida adulta.

terça-feira, 13 de abril de 2010

03:55

Deixe seu filho se sujar


Se você é daquelas mães que têm arrepios ao ver uma criança toda lambuzada de chocolate ou que corre atrás do seu filho com um par de chinelos mal ele tira o sapato, pense melhor. Permitir que a criança se suje não só faz bem a ela, como é essencial para seu desenvolvimento.

"Os pais não podem criar os filhos dentro de uma redoma de vidro", diz o pediatra e neonatologista Jorge Huberman. Ele explica que cada indivíduo precisa desenvolver sua imunidade. A criança nasce apenas com a imunidade recebida da mãe durante a gestação, e começa a desenvolver seu próprio sistema a partir dos seis meses.

Por isso, é importante que os pequenos entrem em contato com o que muitos pais consideram como "sujeira": mexer na grama, rolar na terra e colocar alguns objetos na boca, desde que sempre sob supervisão de um adulto, são atitudes recomendáveis. Assim, eles podem criar anticorpos e construir um sistema de defesa natural do corpo, o que se torna impossível se as crianças são sempre mantidas em ambientes assépticos.

Depois da exploração de um ambiente menos higienizado - como um parque ou um quintal - basta dar banho na criança. Mas atenção: o excesso de banhos também é contraindicado pelo pediatra. "No verão, claro que a criança vai entrar mais vezes no chuveiro, até para se refrescar. Mas basta um banho com sabonete - os outros podem ser apenas com água", recomenda.

Estímulos

Ter contato com sujeira não só é importante para a saúde infantil, mas também para o desenvolvimento psicológico. Segundo a psicóloga antroposófica Sandra Stirbulov, todas as crianças precisam estimular os sentidos do tato, do movimento, do equilíbrio e da vitalidade para garantir um crescimento saudável. "O que não passa pelo sentido físico pode não ser decodificado mais tarde, atrapalhando o desenvolvimento da criança rumo à capacidade de abstração", diz ela.

E essa estimulação passa, naturalmente, pelo contato mais amplo possível com texturas, cores e cheiros - sempre submetido ao bom senso dos pais. Uma criança que está aprendendo a comer precisa entender que a comida é dada na colher, mas necessita igualmente tocar na comida para senti-la. Não tem mal algum deixá-la brincar com um pouco do alimento do prato.

"Os pais devem estar sempre atentos a proporcionar às crianças diferentes percepções sensoriais", defende Sandra, o que é impossível se você não deixa seu filho caminhar descalço na terra ou pintar desenhos com tinta a dedo.

Crianças que são privadas desta experimentação por pais excessivamente zelosos, que morrem de medo da criança apanhar uma pneumonia porque andou pela casa descalça ou não permitem que ela role na grama porque vai se sujar de terra, podem criar problemas para os filhos mais tarde. "Elas ficam indispostas a experimentar novas comidas, por exemplo. Antes mesmo de colocarem na boca, rejeitam um alimento novo", explica Sandra.

A dificuldade também pode se estender para a aprendizagem. "A criança que não entrou em contato com lama, terra, argila e outras materiais pode deixar de desenvolver, por exemplo, a motricidade fina - e ter problemas para segurar o lápis e escrever quando chega a fase da alfabetização", completa Cássia Franco, psicóloga especializada em terapia de casal e família.

Dicas para deixar seu filho se sujar

- Deixe a criança brincar com tinta e pegar um pouco da comida quando ela ainda está aprendendo a comer

- Promova uma sessão de pintura ou escultura em casa, em família. Se suje junto com seus filhos: pintem um painel coletivo ou mexam com argila

- Permita que seu filho mexa na grama, na areia e caminhe descalço sobre superfícies de texturas e temperaturas diferentes

- Dê a ele brinquedos de materiais diferentes, com diferentes texturas. Evite que a criança tenha só brinquedos de plástico, que tem sempre a mesma textura

- Apresente a seu filho sons diferentes, colocando-o em contato com brinquedos que façam barulho - não os eletrônicos, mas a partir da intervenção da criança

- Estimule seu filho a experimentar cheiros diversos: ofereça uma florzinha ou explore com ele os temperos da cozinha

Fonte: IG

Postado por Dani Souto. Contato: danisouto@gmail.com

terça-feira, 6 de abril de 2010

05:45

Plano de aula para basquete


Objetivo 
- Aprender fundamentos práticos e teóricos do basquete. 

Conteúdos 
- Princípios técnicos e táticos do basquete. 
- Regras e história da modalidade. 

Anos 
7º e 8º. 

Tempo estimado 
Três aulas. 

Material necessário 
Bolas de basquete (cheias e murchas), coletes de duas cores e cópias do texto disponível no site How Stuff Works


Desenvolvimento 
1ª etapa 
Inicie avaliando os conhecimentos da turma. Quem assiste a partidas na TV ou em ginásio? Qual o objetivo do jogo? Quais regras são conhecidas? Que tipo de contato pode ser feito com o adversário? Como a bola é conduzida? 

2ª etapa 
Distribua o texto informativo e enfatize que o esporte nasceu para desenvolver a agilidade e a resistência, qualidades difíceis de serem exercitadas sob o rigoroso inverno do Hemisfério Norte, onde foi criado. Faça a leitura coletiva, esclareça dúvidas e analise com os alunos o posicionamento e as características dos jogadores. Levante questões: jogadores baixos podem atuar como pivôs? Ou mesmo como alas? E os altões, podem ser armadores? Destaque a rígida relação entre o domínio de fundamentos e a posição em quadra: armadores devem driblar, alas têm de arremessar de média e longa distâncias e pivôs precisam disputar rebotes e arremessar de curta distância. Peça que cada um monte uma lista e distribua os colegas, meninos e meninas, nas posições. Eles devem levar em conta a estatura, a velocidade, a agilidade e a habilidade dos colegas. 

3ª etapa 
Drible: divida a turma na quadra e dê bolas para uma parte dos estudantes. Os que estiverem com elas devem controlá-las, driblando em um espaço combinado, enquanto os demais tentarão roubá-las. Quem perder a posse ou sair do espaço delimitado cede a bola. Estipule um tempo máximo de posse e vá trocando a função. 

4ª etapa 
Jogo dos passes: divida a turma em duas equipes e entregue a elas uma bola murcha, para que o passe seja uma alternativa mais eficiente. Reforce que a regra não permite andar com a bola na mão - o pé de apoio tem de ficar imóvel. O objetivo é que a bola seja passada entre os companheiros de equipe para tentar uma cesta, como num jogo. Após o arremesso ou em caso de perda da posse, as equipes trocam de lugar. 

5ª etapa 
Arremessos: perfile a turma na linha de lance livre e explique a mecânica dos arremessos.
1) Com uma das mãos - Partindo da posição fundamental, com o peso do corpo na perna da frente e a bola na altura do peito, o jogador flexiona as pernas simultaneamente à elevação da bola acima da cabeça com ambas as mãos, sendo que uma determina a direção e a outra a impulsão.
2) De bandeja - Arremesso feito em movimento em direção à cesta. 
3) Jump - O jogador dribla em direção à cesta e para numa posição de equilíbrio, flexiona as pernas, salta, elevando a bola acima e à frente da cabeça com ambas as mãos, e executa o arremesso no momento mais alto do pulo. Divida os estudantes em quatro grupos e coloque três deles para praticar os arremessos. O último vai disputar o rebote. Alterne as posições para que todos executem as diferentes tarefas. 

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