Curso online de O Brincar e o Aprender na Educação Infantil

segunda-feira, 28 de abril de 2014

06:44

Saiba identificar e combater o bullying nas escolas


Menina sofrendo, vítima de bullying - Foto: Getty Images

"Na sala de aula, jogavam bolinha de papel na minha cabeça, não me deixavam participar de nenhum grupo, me imitavam, pois eu gaguejava quando criança. Era sempre um grupo de meninos que fazia isso. A cena que me magoa até hoje lembrar foi quando dois meninos acharam um pedaço de fio de cobre atrás da escola e me bateram com ele", o depoimento é de Lídia Eliane Canuto de Souza, 30 anos, residente de Ribeirão Pires, interior de São Paulo.

O que aconteceu no passado com ela e que permanece no cotidiano de diversas crianças e adolescentes em escolas do mundo todo é a prática denominada "Bullying". O termo de origem inglesa é, por definição, qualquer tipo de comportamento agressivo praticado intencionalmente por uma pessoa ou grupo de forma repetida contra alguém, sem motivação específica ou justificável, causando danos psicológicos, dor emocional e física (se a agressão envolver contato físico).

Segundo a ONG "Learn Without Fear" (Aprender Sem Medo), 350 milhões de crianças e jovens são vítimas de bullying anualmente em todo o mundo. O pediatra e um dos autores do livro "Diga não para o Bullying", Aramis Lopes Neto, aponta que atitudes violentas dentro da escola geram muita preocupação, pois interferem na formação do indivíduo e deixam sequelas, principalmente para as vítimas. No caso de Lídia, ela diz que o bullying contribuiu para diminuir sua autoestima e fazer com que tenha dificuldade em confiar nas pessoas e de se relacionar.

O bullying não pode ser encarado como uma brincadeira ou provocação natural entre crianças e adolescentes e merece atenção para ser prevenido e combatido.

Há várias formas de manifestar o bullying. A prática pode ocorrer da forma direta, quando a agressão é feita contra o seu alvo por meio de apelidos, exclusão do grupo, agressão moral ou física. O bullying pode ser também indireto, envolvendo furtos, fofocas e até mesmo, o cyberbullying, aquele que usa a internet, celular e outros meios do mundo digital para divulgar as ofensas - sites caluniando as vítimas, vídeos disseminados com situações embaraçosas e fofocas circulam pela rede numa velocidade impressionante. Segundo uma pesquisa recente feita pela Universidade de Valência, na Espanha, entre 25 % e 29 % dos adolescentes sofrem bullying via telefone celular ou internet.

Além disso, as provocações podem começar presencialmente e evoluir para o ambiente virtual, como conta a professora do Ensino Fundamental da Rede Municipal do Rio de Janeiro, Cristiane Mesquita. "Uma aluna nossa recebia ameaças e xingamentos, que eram divulgados na porta do banheiro da escola. Depois, isso se repetiu numa rede social na internet. A mãe, completamente assustada, foi à escola e nós a orientamos a procurar a justiça. A direção convocou o responsável pela agressora, que pediu desculpas à garota. Só então a mãe desistiu de denunciar", relembra.

Em geral, o modo de manifestar o bullying varia entre os meninos e as meninas. Entre eles, ocorrem mais agressões físicas e exclusões do grupo, na hora de jogar bola ou no recreio, por exemplo. Enquanto entre elas, a prática envolve fofocas, difamações e dominação, sem no entanto, excluí-las do grupo. 

A escola deve adequar o ambiente escolar para reduzir o bullying e valorizar a diversidade. Medidas para esclarecer o que é o bullying também devem ser realizadas. E é fundamental que a escola aja como um facilitador entre pais e alunos para encaminhar, orienta e resolver a questão. Um dos fatores que agrava ainda mais o problema é a omissão de professores e dos profissionais do ambiente estudantil.

É essencial que o professor tenha consciência de que o bullying maltrata e baixa a autoestima da criança. Sempre que presencio em minha turma, eu converso seriamente com todos e leio uma lei que criminaliza quem pratica o bullying.

A lei N.º 5.089, do estado do Rio de Janeiro, obriga os professores e funcionários de escolas públicas e particulares do Rio de Janeiro a denunciarem casos de violência contra crianças e adolescentes, inclusive o bullying, a delegacias e conselhos tutelares. As instituições que não cumprirem a norma podem pagar multas de 3 a 20 salários mínimos. Algumas das principais medidas a serem tomadas nas escolas incluem:

1- Admitir que o bullying existe em todas as escolas.
2- Praticar ações que podem reduzir a incidência das agressões com mobilização de toda a comunidade escolar: professores, coordenadores, pais e alunos.
3- Promover o trabalho de compromisso para a redução do bullying saindo da premissa: "Essa escola não vai mais tolerar o bullying".
4- Cada turma ou série construindo sua forma de conviver contra o bullying, admitindo o que é aceitável e o que não é.
5- Trabalhar a amizade, solidariedade, não-violência e amor com atividades em grupo.

terça-feira, 15 de abril de 2014

10:14

Atividade: Coelhinho sai da toca

Tema: atenção; integração.

Duração:
10 minutos.

Público:
crianças, mínimo 10 pessoas.

Material: nenhum.

Dividir as crianças em grupos de 3: duas ficam de mãos dadas, formando a toca e a terceira fica no meio representando o coelho. As "tocas" devem estar espalhadas pelo local da brincadeira.

Devem ficar duas ou mais crianças sem toca, no centro da área.

Quando tudo está pronto, alguém diz: "Coelhinho, sai da Toca!". E todos tem que mudar de toca.

As crianças que estão no centro têm que tentar ocupar as tocas que ficam vazias enquanto as demais procuram uma nova toca.

Quem ficar sem toca, vai para o centro e a brincadeira recomeça.
04:36

Atividades Lúdicas que Auxiliam na Psicomotricidade

Veja quais atividades podem aumentar a coordenação motora


A Coordenação motora é a capacidade de coordenação de movimentos decorrente da integração entre comando central (cérebro) e unidades motoras dos músculos e articulações.

De acordo com Lopes et.al. (2003), o conceito de coordenação motora é abordado em diferentes âmbitos, contextos e áreas científicas (controle motor, aprendizagem motora, desenvolvimento motor, biomecânica, fisiologia). Assim, a coordenação motora pode ser analisada segundo três pontos de vista:

a) Biomecânico, dizendo respeito à ordenação dos impulsos de força numa ação motora e a ordenação de acontecimentos em relação a dois ou mais eixos perpendiculares;
b) Fisiológico, relacionando as leis que regulam os processos de contração muscular;
c) Pedagógico, relativo à ligação ordenada das fases de um movimento ou ações parciais e a aprendizagem de novas habilidades.

Coordenação motora ampla: é o trabalho que vai apurar os movimentos dos membros superiores (braços, ombros, pescoço e cabeça) e inferiores (pernas, pés, quadris). As atividades envolvidas nesta prática dizem respeito à organização geral do ritmo, ao desenvolvimento e às percepções gerais da criança.

Atividades:
1) Saltar a corda:
Coordenação motora ampla:
Formação: coluna.
Material: corda.
Desenvolvimento: a frente de cada coluna estarão três cordas esticadas na horizontal, o primeiro aluno deverá saltar as cordas de frente, de costa, de lado.

2) Cobrinha:
Coordenação motora ampla:
Formação: coluna.
Material: corda.
Desenvolvimento: o professor deverá fazer cobrinha com a corda, o deverá saltar sem tocar na corda.
Variação: dois segurando a corda fazendo um leve balanceio de um lado para o outro.

3) Lançar:
Coordenação motora ampla:
Formação: individual.
Material: bola.
Desenvolvimento: deslocando, lançar a bola para cima e segurar.

4) Deslocamento:
Coordenação motora ampla.
Formação: individua.
Material: bola.
Desenvolvimento: andando e passando a bola por entre as pernas em forma de 8.

5) Deslocamento:
Coordenação motora ampla:
Formação: individual.
Material: bola.
Desenvolvimento: andar com a bola entre as pernas.

6) Abraçados:
Coordenação motora ampla:
Formação: dois a dois.
Material: Bola.
Desenvolvimento: andar com bola entre o tórax dos colegas.

7) Corrida das bolinhas:
Coordenação motora ampla.
Formação: coluna.
Material: cartelas de ovos e bolinha de gude.
Desenvolvimento: Colocar cartelas de ovos vazias a cinco metros de distância para que as crianças possam enchê-las pegando bolinhas de gude ou grãos que estão distantes; (correm levando as bolinhas ou grãos).

8) O presente:
Coordenação motora ampla:
Material: caixas de papelão de tamanho variado.
Desenvolvimento: Entrar em caixas de papelão gigante, médias e pequenas.

9) Bola por cima:
Coordenação motora ampla:
Material: bola.
Formação: assentados em coluna.
Desenvolvimento: os alunos deverão estar assentados em fila, o organizador distribuirá uma bola para cada fila, ao sinal do organizador os alunos deverão passar a bola por cima da cabeça. Vence a equipe que conseguir transportar a bola primeiro.
Variação: quando a bola chegar ao último aluno este deverá deslocar-se e ocupar a primeira posição na fila, vence a equipe que chegar primeiro no aluno que começou a atividade.

10) Bola pela lateral:
Coordenação motora ampla:
Material: bola.
Formação: assentados em coluna.
Desenvolvimento: Idem a anterior, porém a bola é passada lateralmente.

11) Bola por baixo:
Coordenação motora ampla:
Material: bola.
Formação: em pé – coluna.
Desenvolvimento: Idem a anterior, porém a bola é passada por debaixo das pernas.
Variação: quando a bola chegar ao último este deverá passar por debaixo das pernas dos colegas, carregando consigo a bola. Continuando assim a atividade. Vence a atividade quando o primeiro aluno da equipe que começou ocupar a sua primeira posição.

12) Minhocão
Coordenação motora ampla:
Material: bola.
Formação: em pé – coluna.
Desenvolvimento: Idem a anterior, porém a bola é passada por debaixo das pernas do primeiro colega e por cima da cabeça do segundo colega e assim por diante, por baixo, por cima, por baixo, por cima...

13) Controlar o jornal no corpo:
Coordenação motora ampla:
Material: jornal.
Formação: fila.
Desenvolvimento: o organizador entrega um jornal para o primeiro aluno da equipe, este deverá correr controlando-o no corpo, indo e voltando, entregar o jornal para o próximo colega de sua equipe, que realizará o mesmo percurso. Vence a equipe que terminar primeiro. (Coloca-se o jornal no tórax, deve correr sem segurar o jornal).

14) Montar quebra-cabeça gigante no chão;
15) Correr com fitas coloridas sem deixá-las tocar o chão;
16) Jogar bolas de ar (bexiga, balão) para o alto e não deixá-las tocar o chão;
17) Rodar pneu de borracha.


Coordenação motora fina: diz respeito aos trabalhos mais finos, aqueles que podem ser executados com o auxílio das mãos e dedos, especificamente aqueles com grande importância entre mãos e olhos. O bom desenvolvimento da coordenação fina garantirá um bom traço de letra e será observado quando, por exemplo, a criança pega água em um copo plástico sem derramar ou equilibrando a força necessária para colorir desenhos nas mais diferentes texturas e superfícies.

Atividades:
1) Amassar e desamassar:
Coordenação motora fina:
Formação: círculo.
Material: jornal.
Desenvolvimento: os alunos em círculo receberão uma folha de jornal, deverão:
- amassar o jornal usando as mãos
- colocar o jornal amassado no chão e desamassá-lo com os pés.

2) Amarrado:
Coordenação motora fina:
Material: lenço.
Formação: coluna.
Desenvolvimento: A frente de cada coluna estará um aluno de pé e com os braços em extensão. O professor entregará um lenço ao primeiro aluno de cada coluna que deverá deslocar até o colega que está em frente da coluna e amarrar a sua mão, voltar tocar na mão do colega que deverá deslocar até o colega amarrado e desamarrá-lo, entregando o lenço para o próximo colega de sua coluna e assim sucessivamente.3) Tampa e destampa:
Coordenação motora fina:
Material: garrafa pet.
Formação: coluna.
Desenvolvimento: A frente da coluna estará uma garrafa pet tampada. Assim o primeiro da coluna destampa a garrafa pet volta para sua coluna e assenta no final da mesma, o segundo tampa a garrafa pet e assim sucessivamente.

4) Empilhar e desempilhar:
Coordenação motora fina:
Material: latas.
Formação: coluna.
Desenvolvimento: o primeiro aluno de cada fila deverá correr até o local onde se encontram as latas e empilhá-las, voltar e tocar na mão de seu colega de equipe, este deverá desempilhá-las, voltando e tocando na mão do próximo colega de sua equipe e assim sucessivamente, vence a equipe que terminar primeiro.

5) Bola de gude;

6) Dominós.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

11:10

Equilíbrio e força para praticar slackline na escola



Manter o olhar fixo em um ponto, os braços erguidos e abertos e a postura ereta para não cair. Essa foi uma das aprendizagens da moçada do 7º ao 9º ano da EM Professora Lacy Luiza da Cruz Flores, em Joinville, a 176 quilômetros de Florianópolis, durante a exploração do slackline. Os alunos se dedicaram a descobrir a melhor forma de caminhar sobre a fita elástica. "Mais que apresentar uma nova modalidade esportiva, eu queria problematizar aspectos como equilíbrio, concentração e percepção corporal", explica o educador Alessandro Cohen.


A ideia de levar para a escola um esporte de aventura é bem-vinda. Segundo Dimitri Pereira, professor de Esportes Radicais na Universidade Nove de Julho (Uninove), além de proporcionar a vivência, é possível abordar temas como perigo e segurança e trabalhar pernas, abdome, articulações dos joelhos, tornozelos e quadris. Há kits no mercado de vários preços (a partir de 50 reais). Em geral, a diferença entre eles tem a ver somente com a maciez da fita - todos suportam, em média, a mesma carga.

Para começar, Cohen prendeu o equipamento em pilares e em árvores do pátio, a 25 centímetros do chão. Em seguida, perguntou o que os jovens sabiam a respeito desse esporte. Disseram que já tinham visto pessoas praticando, mas nunca experimentado, e não entendiam muito bem como funcionava. Essa foi a deixa para o professor fazer uma demonstração. A turma ficou interessada e foi desafiada a testar, inclusive Bruno Eduardo Bonikoski, 17 anos, que tem síndrome de Down e aparece em ação na foto que abre esta reportagem. "Ele não teve mais dificuldades que os outros", diz Cohen. Maria Cláudia Dantas, psicopedagoga clínica e escolar, explica que apesar de a hipotonia (diminuição do tônus muscular) ser uma característica comum da síndrome, interferindo no controle muscular e nos movimentos, é preciso analisar caso a caso, e ainda assim considerar que todos podem experimentar o slackline. "Basta organizar adequadamente o espaço, cuidar da segurança e planejar de que maneira os colegas podem contribuir para que aquele estudante vença as questões de equilíbrio, como qualquer um."

Fonte: Nova Escola

08:29

Aula educativa para saque e manchete no Voleibol

http://educacaofisicafoz.no.comunidades.net/imagens/volei2.jpg


Conteúdo:
Voleibol – educativo de saque e manchete
Material: uma corda ou rede e bolas de voleibol

Converse com os estudantes sobre o jogo que será realizado e quais benefícios eles irão adquirir ao participar dele.

No decorrer da atividade, explique as regras oficiais e justifique que elas foram modificadas para esse jogo com a finalidade de facilitar a prática para essa faixa etária. Peça-lhes que deem sugestões de outras regras.

- Organização: divida o espaço ao meio, com corda ou rede, a uma altura de 1,60 cm, aproximadamente, e distribua a turma igualmente nos dois lados.

- Desenvolvimento: um estudante de posse da bola lança a mesma para o lado adversário com o braço acima da cabeça, imitando o saque por cima. Ao ultrapassar a corda ou a rede, a recepção deve ser feita somente de manchete, após a bola pingar uma vez no solo. E deverá dar três passes de manchetes pingadas antes de passar a bola para o outro lado, que realiza o mesmo procedimento. O grupo que errar propicia um ponto e a posse da bola para o outro grupo sacar.

- Variação: pode-se diminuir ou aumentar o número de manchetes, bem como trabalhar somente o toque-pingado ou os dois: toque e manchete pingados de acordo com a possibilidade e evolução dos participantes.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

10:22

Plano de Aula: Saltos na Ginastica

Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula

Vivenciar diversos tipos de saltos.

Desenvolver a noção espacial

Promover as capacidades de raciocínio e tempo de reação rápidos.

Promover o respeito as diferenças de habilidades.

Trabalhar em grupo

Duração das atividades
1 aula de 50 minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Não serão necessários conhecimentos anteriores.

Estratégias e recursos da aula

Caro Professor, nas ilustrações abaixo apresentamos os tipos de saltos mais comuns. Essas posições serão trabalhadas e desenvolvidas na aula de uma forma forma lúdica.

 

FIg 1- SALTO CARPADO


 

 

Fig 2 - SALTO AFASTADO

Salto Afastado Salto Afastado

 

 

Fig. 3 - SALTO GRUPADO

 

 

O SALTO é conteúdo principal desta aula. Apresentamos algumas idéias de atividades de saltos encadeadas, com respaldo na Ginástica Artística (GA), no Salto em Distância (SD) e no Salto em Altura (SA).

 

ATIVIDADE 1 - Jogo das Posições

Este jogo tem como objetivo ensinar as 4 posições básicas dos saltos mais simples provenientes da GA. Ele funciona na mesma dinâmica da brincadeira “morto ou vivo”, porém mais difícil, pois nos valemos de 4 posições diferentes. Peça para os alunos sentarem-se no chão da quadra, espalhados, de modo a não encostarem um no outro. O professor chamará qualquer uma das 4 posições básicas da GA para que os alunos executem, a saber: posição esticada – deitado, com o corpo totalmente esticado ( use a figura do palito de picolé para ilustrar o movimento), posição grupada – sentado, segurando os joelhos com as pernas dobradas, posição afastada – sentado com as pernas estendidas e afastadas umas das outras ao máximo e mãos nos pés, posição carpada – pernas unidas e estendidas e mãos nos pés. A medida que o aluno erre, ele se tornará um ajudante para verificar se os outros colegas estão fazendo a posição certa.

Dica: diminua o tempo entre falar uma e outra posição para elevar o nível de dificuldade do jogo.

 

 

ATIVIDADE 2 - Trabalhando as Diferentes Posições

 

Usando as posições apresentadas e praticadas na atividade anterior, peça que todos os alunos se levantem e promova um jogo com a mesma dinâmica, porém, eles deverão começar em pé, saltar e executar a posição no ar e terminar em pé outra vez.

 

 

ATIVIDADE 3 - Pulando Corda

Peça aos alunos para se dividirem em trios. Cada trio receberá uma corda, onde 2 ‘baterão’ a corda para o terceiro aluno pular. Cada aluno deverá escolher a forma que pulará a corda antes de começar a fazê-lo. Peça para que cada aluno conte o máximo de vezes que conseguiu pular da forma escolhida. Estimule-os a realizarem o salto na corda utilizando algumas das posições apresentadas.

Dica: É importante ressaltar que TODOS os alunos devem passar pelo momento de pular a corda em seu trio.

Pulando cordas em trio

 

ATIVIDADE 4 - Brincando com as cordas

Peça para que os trios se juntem de 2 em 2 formando SEXTETOS. Cada sexteto terá duas cordas, com as quais simularão as margens de um “rio” pelo qual terão que pular sobre, de um lado para o outro. O importante nesta brincadeira é que o “rio” de cada sexteto tem que ter o tamanho máximo possível de modo que TODOS do grupo têm que conseguir pular pelo “rio” sem pisar nas cordas e chegando ao outro lado.

Dica:

1 – Caso alguém caia no meio das cordas, o rio tem que ser diminuido, caso os integrantes do grupo caiam muito depois da corda, o rio tem que ser aumentado.

2 – Cabe ao professor ajudar os alunos a verificarem a distância máxima que o grupo pode ter.

 

FINALIZANDO A AULA

Caro Professor, reuna os alunos no centro da quadra e promova um debate sobre as atividades desenvolvidas. Questione-os em que atividade conseguiram desenvolver todas as posições e, quais as que tiveram maior dificuldade e porquê.

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