quarta-feira, 29 de abril de 2009

12:19

Dormir bem pode reduzir hiperatividade infantil

 

Já se sabia que crianças que não dormem bem podem, apesar de nem sempre demonstrar cansaço, apresentar mudanças de comportamento.

O novo estudo, publicado na revista científica Pediatrics, obteve dados concretos que parecem comprovar a teoria.

Ele concluiu que, entre as 280 crianças participantes, as que dormiam menos de oito horas por noite eram as mais hiperativas.

Os especialistas responsáveis acreditam que o sono adequado poderia melhorar o comportamento das crianças saudáveis e reduzir os sintomas das que sofrem do transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (ADHD na sigla em inglês).

A equipe por trás do novo estudo disse que pouco se sabe sobre o papel do sono nas vidas das crianças, mas segundo estimativas, um terço das crianças nos Estados Unidos não dormem o suficiente.

Monitoramento

A equipe da University of Helsinki e do National Institute of Health and Welfare da Finlândia estudou 280 crianças saudáveis com idades entre sete e oito anos.

Os especialistas queriam saber se as crianças saudáveis que dormiam menos eram as mais propensas a apresentar sintomas associados com ADHD.

Nenhuma das crianças participantes sofria de transtorno de atenção.

Os pais preencheram questionários sobre os hábitos de dormir dos filhos e depois anotaram a quantidade de horas que as crianças dormiram durante um período de sete noites.

As crianças foram equipadas com actigraphs, pequenos dispositivos eletrônicos que registram a atividade física do portador - e também períodos de repouso - 24 horas por dia.

Ligação

As estimativas dos pais dos períodos de sono dos filhos se revelaram maiores do que as medidas.

Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque as estimativas dos pais foram baseadas no horário habitual de os filhos irem para a cama, ou porque os pais achavam que a criança estava dormindo quando na verdade ela estava acordada na cama ou lendo.

Os pais também responderam perguntas sobre o comportamento dos filhos, baseadas em questionários usados para diagnosticar o transtorno de déficit de atenção.

As crianças com períodos médios de sono inferiores a 7,7 horas por noite apresentaram maior hiperatividade e maiores índices de comportamento impulsivo.

Elas também apresentaram mais sintomas de transtorno de déficit de atenção com hiperatividade.

"Nós fomos capazes de demonstrar que o sono de duração curta e a dificuldade para dormir estão associados a sintomas de ADHD", disse a pesquisadora responsável pelo estudo, Juulia Paavonen, do Finnish National Institute of Health and Welfare.

"Os resultados indicam que manter horários de sono adequados entre crianças pode ser importante na prevenção de sintomas comportamentais."

09:30

Dez trava-línguas para melhorar a pronúncia


Sabe aquele comercial de TV em que o Luciano Huck aparece falando frases que parecem impossíveis de serem ditas? Aquilo se chama trava-língua e é um ótimo exercício para falar corretamente. 

» vc repórter: mande fotos e notícias 

A fonoaudióloga e professora da Universidade São Camilo Luciana Bertachini afirma que é possível aprender a articular bem as palavras com brincadeiras. "A mãe pode estimular os filhos na pronúncia correta ao ajudar a criança a colocar um nome difícil numa boneca, por exemplo. Outra maneira é cantar músicas com palavras que tenham bastante consoante", informa. 

Essa dica impede, por exemplo, que você seja como o Cebolinha, personagem da Turma da Mônica que troca o "r" pelo "l", o que torna o jeito dele de falar "englaçado", porém errado.

E mesmo que alguns adultos achem um charme quando você troca uma letrinha por outra, saiba que esse erro pode lhe trazer problemas no futuro. Não seria no mínimo esquisito se seus pais falassem como alguém de cinco anos? Então, é bom corrigir eventuais falhas na pronúncia desde cedo.

Para treinar e ainda se divertir, separamos 10 trava-línguas:

- O sabiá não sabia que o sábio sabia que o sabiá não sabia assobiar.

- Em um ninho de mafagafos havia sete mafagafinhos; quem amafagafar mais mafagafinhos, bom amagafanhador será.

- O tempo perguntou pro tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo respondeu pro tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem.

- O rato roeu a roupa do rei de Roma. Rainha raivosa rasgou o resto.

- Três tigres tristes para três pratos de trigo. Três pratos de trigo para três tigres tristes.

- O peito do pé de Pedro é preto. Quem disser que o peito do pé de Pedro é preto tem o peito do pé mais preto do que o peito do pé de Pedro. 

- O doce perguntou pro doce qual é o doce mais doce que o doce de batata-doce. O doce respondeu pro doce que o doce mais doce que o doce de batata-doce é o doce de doce de batata-doce.

- Cinco bicas, cinco pipas, cinco bombas. Tira da boca da bica, bota na boca da bomba.

- A aranha arranha a rã. A rã arranha a aranha. Nem a aranha arranha a rã. Nem a rã arranha a aranha.

- A vaca malhada foi molhada por outra vaca molhada e malhada.

Redação Terra

08:50

Curso de Educação Física Adaptada


Educação especial e Educação Física.
O que é Educação Física Adaptada ?
Para quem a educação física e o esporte adaptado?
A pessoa com deficiência e a atividade física;
Esporte e atividade física enquanto fenômeno social, de integração e inclusão;
Deficiência: rótulo e estigma;
A pessoa com deficiência e a atividade física;
Classificação das deficiências.
Para quem a educação física e o esporte adaptado?
Esporte para as pessoas portadoras de deficiência;
Paraolimpíadas.
Saiba maiores informações clicando aqui
04:36

Dica de livro: Educação Física Recreação, Jogos e Desportos



RECREAÇÃO - Conceitos, Definições, Histórico, Objetivos do ensino: da pré-escola à 4ª série, Estrutura e funcionamento de uma aula de recreação, Fundamentos metodológicos, Meios utilizados na recreação, Psicomotricidade, Exemplos de atividades recreativas para o desenvolvimento psicomotor,
OS JOGOS - Conceitos e histórico, Organização, técnicas e princípios para a realização dos jogos, tipos de jogos, Como tornar o jogo um verdadeiro fator educacional, Utilizando o circuito como ferramenta de trabalho,
RECREAÇÃO - Recreação de massa/especial, características gerais das principais etapas do desenvolvimento segundo Jean Piaget, As fases do desenvolvimento segundo Sigmund Freud, Exemplos de atividades e jogos nas diferentes fases do desenvolvimento infantil,
EDUCAÇÂO FÍSICA - Benefícios da Educação Física, Considerações sobre a ginástica, Aquecimento e alongamento, Aparelhos, Sugestões de atividades interdisciplinares,
OS DESPORTOS - Atletismo, Basquetebol, Voleibol, Futsal e o Futebol, Handebol.

Saiba mais sobre esse livro clicando aqui

sábado, 25 de abril de 2009

05:29

Educação pelo movimento

sexta-feira, 24 de abril de 2009

12:17

Emprego na Educação Física


Eu ando recebendo originado do blog muitos pedidos de emprego, em diversas áreas da educação física. Eu infelizmente não tenho nenhuma fonte de empregos. Porém posso indicar esse site, que é excelente.
 
Espero que ajude. Para ir a um site com empregos de Educação Física clique aqui ou clique aqui
10:20

AVALIAÇÃO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA

por Gilson Brun

Falar sobre avaliação é sempre muito complicado, por ser um tema já bastante discutido e por existirem várias linhas de pensamento. Talvez por isso seja um assunto que os grandes doutores em Educação Física algumas vezes preferem desconversar.

Num passado não muito distante, a avaliação era estritamente tecnicista e o professor analisava somente o resultado da ação. Eram tempos em que o esporte dominava as aulas e o objetivo de todo professor era somente criar novos atletas. A individualidade do aluno e seu histórico motor eram esquecidos.

Um exemplo clássico dessa época era a prova em forma de circuito. De acordo com a modalidade daquele bimestre, criava-se essa prova, com objetivos rígidos, e anotavam-se os acertos e erros do aluno, para depois ser feita a média e atribuída a nota.

Os alunos que eram atletas da modalidade avaliada sempre tiravam as maiores notas. Os esforçados que, por um motivo ou outro, não estivessem bem no dia da prova tinham a sua nota reduzida. E aqueles mais obesos então, que eram massacrados pelos "atletas", recebiam notas muito baixas.

O pior era quando o professor havia sido atleta ou trabalhava como treinador, pois a cobrança na avaliação era ainda maior. Não que isso fosse maldade dele. O fato é que, no seu dia-a-dia, um erro podia pôr a perder um campeonato e ele acabava transpondo essa pressão para as suas aulas e seus alunos.

No método tradicional, não eram observados a participação, a conduta, o empenho e, o mais importante, o desenvolvimento do aluno ao longo do tempo. E toda a avaliação se resumia a um único dia, sem que houvesse interesse em saber se o aluno estava se sentindo bem ou mal na hora do teste. O que importava era que tivesse um ótimo desempenho, pois a sua média bimestral seria decidida ali, naquele momento.

Com a evolução da Educação Física, sente-se atualmente a necessidade de descobrir uma avaliação correta e principalmente justa. Um método que está sendo utilizado em algumas escolas, e que tem dado um bom resultado, é a avaliação contínua e diária. É claro que o trabalho do professor é um pouco maior, pois ele precisa ter o controle total de sua turma e estar sempre atento a todos os alunos, em vários aspectos.

Nesse tipo de avaliação, o professor terá que observar as capacidades físico-motoras que pretende desenvolver na aula. Cabe aqui ressaltar que determinada atividade poderá aprimorar várias capacidades, mas o professor deverá destacar apenas uma como objetivo da avaliação.

Outro ponto que o professor deve avaliar durante a aula é a capacidade socioafetiva, principalmente porque os alunos estão em contato direto uns com os outros nas nossas aulas. Os aspectos a serem analisados são a sociabilização do aluno, o companheirismo e a capacidade de trabalhar em grupo. Devemos nos preocupar com o desenvolvimento da socioafetividade para que nossos alunos não tenham dificuldade de conviver em sociedade.

A avaliação contínua e diária é vantajosa porque permite ao professor acompanhar todo o desenvolvimento dos seus alunos e porque ele, ao fazer esse acompanhamento, terá de anotar todas as observações feitas sobre a sua turma, obtendo, ao final do ano, um relatório completo.

Além disso, com esse método, todos os alunos terão a mesma chance, pois serão avaliados em relação a si mesmos, e não mais em relação a um colega que é atleta. Assim, se alguém tiver uma certa dificuldade no início da aula e, ao final, conseguir um pequeno crescimento, o objetivo dessa aula para ele será considerado atingido. E, se um dos alunos não estiver bem em uma aula, poderá recuperar sua nota com as outras do bimestre.

Como foi escrito no começo: tratar sobre avaliação não é tão simples assim. Toda discussão a respeito é sempre muito acirrada, porque cada um tenta defender a sua opinião e muitas vezes não está aberto a aceitar opiniões de outros professores que também têm a sua experiência para contar.

Quando falamos em mudar a avaliação, temos que lembrar que ela está prevista nas normas internas da escola e as alterações devem ser bem estudadas. Mas creio eu que, se essa mudança for para melhor, vale a pena tentar.

Fonte: www.educacional.com.br
10:19

GINCANA: SINÔNIMO DE DIVERSÃO E APRENDIZAGEM

No início do ano letivo, temos a preocupação de integrar os nossos alunos e fazer com que os novos sejam incorporados à turma. Para isso, existem várias atividades interessantes. Uma delas é a gincana, que pode ser feita nos primeiros dias de aula e faz muito sucesso entre a garotada.

PREPARANDO A GINCANA
Depois de apresentar e explicar a atividade, temos de dividir a turma em equipes com um número mais ou menos equivalente de participantes, tentando observar uma distribuição equilibrada de forças.
Na gincana, é bom ter vários tipos de provas (tarefas):
Esportivas: para demonstrar habilidades esportivas e atléticas. Ex.: jogos de voleibol, futebol misto, corrida de revezamento, tiro ao alvo, corrida de saco, etc.
Culturais: os alunos terão de provar o seu conhecimento sobre esportes ou assuntos gerais.
Artísticas: as equipes terão de demonstrar sua desenvoltura e criatividade. Exemplo: determina-se uma tarefa, como imitar algum grupo de axé, pagode ou apresentador(a) de televisão, e alguns integrantes de cada equipe terão de realizar a performance diante de toda a turma. A apresentação é livre e o júri escolherá a melhor. Outro exemplo é pedir que as equipes façam trabalhos manuais com barro, madeira e outros materiais.
Caça ao Tesouro: nesta prova um objeto será escondido em algum local da escola, e as equipes terão de descobrir e decifrar pistas para encontrá-lo. Pode-se envolver alguns funcionários da escola na brincadeira, deixando, por exemplo, uma pista com uma das zeladoras ou outro funcionário.

Cada prova terá uma pontuação distinta. É interessante dar pontos para todas as equipes, de acordo com a classificação. Assim, as que não estiverem bem classificadas não perderão o estímulo e a disputa se tornará mais acirrada.

ENVOLVENDO A COMUNIDADE

Podemos organizar uma gincana para toda a comunidade, e não somente para a nossa turma. Algumas escolas já fazem isso. Nessas gincanas, além das provas citadas, são incluídas outras. Veja alguns exemplos:
Beneficentes: envolve a arrecadação de materiais que posteriormente serão distribuídos para entidades beneficentes. Cada objeto dá direito a determinado número de pontos. A equipe que obtiver a maior pontuação ganha a prova.
Externas: são assim chamadas porque as provas acontecem fora dos limites da escola. Exemplo de prova externa: trazer um esportista famoso da cidade (para a elaboração dessa prova, o que vale é a criatividade da comissão organizadora).

Atenção! Quando for fazer uma gincana desse porte, não se esqueça de elaborar um regulamento que proteja todos os participantes e evite que uma diversão torne-se uma disputa agressiva e perigosa.

TODOS PODEM CRIAR A SUA GINCANA

A gincana não é uma exclusividade das aulas de Educação Física. Ela pode ser utilizada para todas as outras matérias. Basta somente adaptar as provas às suas necessidades e divertir-se muito com seus alunos.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

12:52

EF Escolar é insuficiente para garantir a saúde, diz estudo


Aquelas aulas de Educação Física podem não estar sendo suficientes para garantir a saúde do seu filho. Como uma forma de combater as crescentes taxas de obesidade infantil no mundo, especialistas alertaram para a necessidade de intensificar os exercícios na escola. Entre as soluções apresentadas, está a de levar os halteres para a classe.

Para Frederick Hahn, autor do novo livro Strong Kids, Healthy Kids (Crianças Fortes, Crianças Saudáveis, em tradução livre), atividade física sozinha não é suficiente para prevenir a obesidade em crianças. Ele acredita que é preciso combinar treinamentos de força e resistência com uma dieta pobre em carboidratos. "Todas as crianças precisam suar. Mas quase todos os chamados programas de fitness para crianças são mal conduzidos", disse ele à agência de notícias Reuters.

De acordo com Hahn, cofundador do Conselho Nacional para Padrões de Exercícios dos Estados Unidos, apenas 30 minutos de treinamentos de resistência por semana seriam suficientes para aumentar a massa muscular e acelerar o metabolismo das crianças. "Treinamentos de força são concentrados, disse ele, ao explicar porque não é necessário tanto tempo desse tipo de atividade.

Uma recente análise de 26 estudos sobre o tema vai ao encontro da opinião de Hahn. A pesquisa da Universidade de Ontário, publicada pela organização Cochrane Library, indica que as atividades físicas escolares não são eficazes no sentido de tornar as crianças mais ativas fora da escola e, além disso, têm pouco impacto no controle do peso. "Outras atividades são necessárias", alerta Maureen Dobbins, que liderou o estudo.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

09:42

Brinquedoteca estimula criatividade das crianças


Com o objetivo de aliar o tripé acadêmico do ensino, pesquisa e extensão, com uma prática socioeducativa para crianças e adolescentes, o curso de Educação Física, da Universidade Estadual do Pará (Uepa), apostou em um método divertido: a Brinquedoteca Joana D'arc. Existente desde 2003, no campus III da Universidade, a iniciativa já atendeu uma média de 18 mil pessoas, entre meninos e meninas com idade entre seis e 17 anos, além de adultos e idosos.

Pintura, produção de brinquedos com materiais reciclados, expressão corporal por meio de som, dança e desenvolvimento sensitivo e motor, além de exercícios de leitura e teatro de fantoches, estão entre as atividades desenvolvidas no local para estimular a criatividade e a expressividade das crianças. O espaço conta com a parceria do Serviço Social do Comércio do Pará (Sesc-PA) e da Organização Não Governamental (ONG) Rádio Margarida.

Uma média de 600 crianças e adolescentes visitam o local mensalmente. A coordenadora do espaço, Márcia Bandeira, afirma que o lugar é uma iniciativa que permite que crianças e adolescentes se sintam livres para aprender brincando, sem nenhuma forma de cobrança ou obrigação.

A brinquedoteca conta com a presença de pedagogas, educadoras e universitários voluntários dos cursos de Design, Educação Física e Pedagogia de diferentes faculdades de Belém. Segundo a pedagoga da brinquedoteca, Andrea Silva, os voluntários recebem capacitação para atuarem com as crianças.

Na maioria das vezes, as crianças que frequentam o lugar fazem parte dos cursos livres existentes na Universidade, como os de dança, natação e de práticas esportivas, que oferecem serviços à comunidade a preços baixos.

Com uma média de permanência no local entre 30 e 40 minutos, as crianças aproveitam para passear entre os quatro ambientes existentes no espaço, como as salas de artes plásticas, expressão do corpo, jogos e de artes cênicas. "Nosso público curte cada cantinho da brinquedoteca. O legal disso tudo é que eles visitam o espaço porque gostam e se sentem bem", afirma. (Agência Unama)

04:49

Dica de Livro: Trabalhando com Jogos Cooperativos


Esse livro resultou da inquietação do autor em relação à dicotomia existente no ensino de educação física: se a cooperação é um comportamento tão valorizado nos discursos dos educadores, por que, muitas vezes, não é privilegiado nas práticas escolares? O livro discute as possibilidades e os limites dessa proposta pedagógica no contexto escolar da educação física, mostrando como a adoção de jogos cooperativos pode contribuir para o pleno desenvolvimento das habilidades sociais dos alunos. Fundamentado na literatura da área, Marcos Miranda demonstra a importância de que se cultive a cooperação, com a conseqüente modificação de práticas, conceitos e valores competitivos comumente encontrados na escola. O livro oferece ainda um conjunto de atividades, como sugestão para os professores, que pode servir para iniciar um trabalho que valorize a cooperação. As atividades apresentadas são abertas e podem ser modificadas de acordo com o contexto e as vivências de professores e alunos, caracterizando assim um processo de aprendizagem ativa.

terça-feira, 21 de abril de 2009

11:37

O Futsal como prática esportiva no meio escolar


A Educação Física brasileira passou por inúmeras mudanças até os dias de hoje. Mas apesar de todas as suas concepções, o desporto é algo que faz parte integral desta educação física. Uma educação física atual, que não busca somente estados físicos, mas sociais, cognitivos, motores e psicológicos.

Sabemos que a educação física brasileira está longe de ser um modelo de seriedade e eficiência mundial, mas a cada ano que passa, surgem novas conquistas.

Hoje sofre influências não só dos profissionais da área mas, de sociólogos, políticos e pedagogos. Surgiram vertentes tecnicistas, esportivistas,  biologicistas etc.,, todas em prol de uma educação física mais integralista e mais abrangente.

A educação física em unanimidade, é uma área de conhecimento da cultura do corpo e do movimento, possui como função, a introdução do aluno nesta cultura, reproduzindo-a, transformando-a, e usufruindo de todas as vertentes que ela possa conceber. Tendo como resultado final a formação integral do jovem, bem como uma melhoria na sua qualidade de vida.

Para tanto a prática do desporto nas aulas de educação física, se tornou essencial, até como instrumentos de modificações e complementação da formação.

Dentre as várias atividades presentes na aula de educação física, uma se destaca pela preferência unânime de todos, o Futsal.

Como já foi colocado, a história do futsal, está ligada à educação física. Surgiu por uma questão de necessidade física, histórica e social. Nem todas as escolas possuem campos de futebol,  ou grande áreas de lazer para a prática de outras atividades, mas possuem , ao menos, uma pequena quadra esportiva. 

O futsal devido a estas facilidades e a uma identidade com o popular, tornou-se um fenômeno dentre as atividades escolares e extra-escolares. É um esporte que se assemelha com o futebol, mas diferente, pelo diminuto espaço e pela pouca necessidade de material,  e  que requer do praticante, o uso de todas as suas funções psicomotoras vindo de encontro as necessidades e anseios da comunidade discente.

Segundo pesquisa realizado no Distrito Federal, o futsal é o desporto que apresenta o maior número de equipes e de atletas, participantes dos jogos escolares em todas as suas categorias, inclusive com um grande crescimento na área feminina. Isto quer dizer que, dentre todas as modalidades que são praticadas, quer seja nas aulas de educação física, quer seja em escolinhas de treinamento, o futsal é o esporte que desperta maior interesse por parte dos alunos.

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, os currículos de educação física, devem constar atividades práticas da cultura corporal do movimento, que têm presença marcante na sociedade brasileira. Considera também, que os conteúdos da área contemplem as demandas sociais.

O futsal vem de encontro a essa vertente, uma vez que atende todas as demandas da sociedade e as exigências do estatuto curricular. Por  esta ocasião, e por exemplos citados, é que o futsal é presença marcante e essencial nos currículos de todas as escolas do Brasil. 

Autor: Prof. Fábio Antônio T. de Melo.

domingo, 19 de abril de 2009

05:51

Psicomotricidade Aquática

Psicomotricidade Aquática é uma das formas de estimular as potencialidades do indivíduo utilizando a água como meio, trabalhando a relação do indivíduo com o espaço, com o objeto, com o outro e consigo mesmo; baseia-se na criatividade e espontaneidade, e ambas devem surgir naturalmente, sem serem comandadas.
Para entender melhor a psicomotricidade aquática é necessário lembrar um pouco sobre a relação do meio líquido com o movimento enquanto expressão psicomotora do ser humano.

Tem como base desde a concepção e evolução, quer dizer, no meio intra-uterino até chegar o nascimento. Sabe-se que o feto está banhado por um líquido chamado líquido amniótico, o qual está na mesma temperatura que seu corpo e travessado permanentemente pelo fluxo sangüíneo da mãe.

Ao nascer, a criança entra num mundo desconhecido que não está mais em harmonia com as sensações internas, mas sim, as externas como o contato das mãos, dos objetos, da temperatura, da luz que na verdade é do outro. A criança então, busca encontrar um complemento que é a mãe (podendo ser outro adulto). Essa fusão irá mantê-la protegida e num estado prazeroso.

A água dentro desses aspectos positivos pode auxiliar nesse contato, nessa fusionalidade. Deve ser utilizada como meio de ação mais global, através do movimento, e da relação desse indivíduo com o espaço, com o outro, com o objeto e consigo mesmo.

Trabalhar a psicomotricidade dentro da água é fazer dela e do movimento uma estimulação para o indivíduo. Com isso, ele aprende a se conhecer e a se aceitar. A criança não entra na aula e fica apenas brincando sem planejamento algum, há a necessidade de estudar o histórico dessa criança, de saber as suas necessidades e frustrações para poder atuar como um meio e não como um fim.

Nas atividades dentro da água são solicitados os canais exteroceptivos (sinais do meio externo captados pelos órgãos dos sentidos), proprioceptivos (situação do corpo no espaço) e interoceptivos (está ligada a vida orgânica e vegetativa) em diversos níveis.

Para se obter sucesso nas atividades, é preciso planejar o trabalho que será realizado e estabelecer os objetivos que deverão ser atingidos, mesmo que não possua uma data preestabelecida para tal. Os conteúdos trabalhados podem ser funcionais e relacionais.

Em se tratando dos conteúdos funcionais, são destacados como: coordenação motora global, que possibilita desafios e dificuldades na água; tônus e postura, que podem ser modificados de acordo com o empuxo e ação da gravidade; equilíbrio, que também se altera devido a estes itens; esquema corporal; que bem trabalhado irá ajudar a criança a se adaptar em relação a espaço e tempo; espaço e tempo propriamente ditos e estimulação do desenvolvimento cognitivo. Já no aspecto relacional, observa-se o comportamento do indivíduo diante de diferentes situações, relacionadas com objetos, espaço, tempo e às pessoas, abordando conteúdos como criatividade, afetividade, espontaneidade, agressividade e comunicação.

Retirado de http://blog.mundoeducacaofisica.com/2006/12/13/psicomotricidade-aquatica/
05:13

O que é Psicomotricidade?

A Psicomotricidade | Histórico


A Psicomotricidade



Definição


É a ciência que tem como objeto de estudo o homem através do seu corpo em movimento e em relação ao seu mundo interno e externo.

Está relacionada ao processo de maturação, onde o corpo é a origem das aquisições cognitivas, afetivas e orgânicas. É sustentada por três conhecimentos básicos: o movimento, o intelecto e o afeto.

Psicomotricidade, portanto, é um termo empregado para uma concepção de movimento organizado e integrado, em função das experiências vividas pelo sujeito cuja ação é resultante de sua individualidade, sua linguagem e sua socialização.

O Psicomotricista

É o profissional da área de saúde e educação que pesquisa, avalia, previne e trata do Homem na aquisição, no desenvolvimento e nos transtornos da integração somato-psíquica e da retrôgenese.

Quais são suas áreas de atuação?

Educação, Clínica, Consultoria, Supervisão, e Pesquisa.

Qual a clientela atendida?

Crianças em fase de desenvolvimento; bebês de alto risco; crianças com dificuldades/atrasos no desenvolvimento global; pessoas portadoras de necessidades especiais: deficiências sensoriais, motoras, mentais e psíquicas; família e a 3ª idade.

Mercado de trabalho Creches; escolas; escolas especiais; clínicas multidisciplinares; consultórios; clínicas geriátricas; postos de saúde; hospitais; empresas.

Fonte: http://www.psicomotricidade.com.br/

quarta-feira, 15 de abril de 2009

04:55

Curso de Brinquedoteca

Seguindo a frase de abertura do Blog "Não há nada mais sério do que uma criança brincando", esse curso que vou indicar é o resgate dessa brincadeira.

Objetivo Específico do Curso:
Identificar o Conceito pedagógico sobre o Brincar, analisando a organização do espaço da brinquedoteca;
Sugerir trabalho em Artes, organização do espaço, música;
Discutir os teóricos sobre educação e idéias sobre Brinquedo e Jogo

Saiba mais sobre o curso, conteúdo programático, investimento..

sexta-feira, 10 de abril de 2009

14:15

Sua saúde no Twitter


Noticias sobre a sua saúde diretamente no Twitter.
 
Engloba todos os blogs que a Chakalat.net com diversos assuntos como: fisioterapia, odontologia, esportes, estetica, relaxamento, educação física, hérnia de disco e etc.
 
Siga-nos agora!!!
 
09:45

Alunos pedindo dispensa?

Nos últimos tempos, um dos principais problemas que vem preocupando os professores de Educação Física do Ensino Médio é o pequeno número de alunos que participa ativamente das aulas. Isso ocorre devido às prerrogativas de dispensa estabelecidas pelas recentes leis criadas pelo MEC, que permitem a não-participação nas aulas práticas nos casos de apresentação de atestados médicos — que podem ser por tempo indeterminado e não trazem o diagnóstico de patologias que justifiquem a dispensa — e de comprovantes de academias e clubes sobre a participação em outras práticas físicas — que, mesmo sendo importantes, não têm a função das aulas de Educação Física — e até de permuta de aulas práticas por trabalhos escritos, os quais servem, na maioria dos casos anteriores, como avaliação dos alunos dispensados. Mas, em muitas escolas, fica a critério do aluno a escolha entre as aulas e os trabalhos, já que essa disciplina é obrigatória somente da 5.ª à 8.ª série.

Assim, resta ao professor a motivação à prática como alternativa, entendendo-se aqui motivação como um processo: o educador não tem de ser um animador nato ou oferecer um imenso repertório de atividades na esperança de que uma delas acabe despertando o interesse dos estudantes. Ele deve fazer um estudo das condições que permeiam sua prática docente antes mesmo de convidar os alunos à prática. Esse estudo preliminar pode seguir alguns passos básicos, mas igualmente importantes:

1) Conhecer a própria escola. Parece simples, no entanto, muitas vezes o professor nem chega a examinar as normas internas da instituição em que leciona. Existem escolas, por exemplo, que aceitam os comprovantes de academias, clubes e escolinhas para suprir as aulas de Educação Física ou a permuta das aulas práticas por trabalhos teóricos; outras vetam tais procedimentos. Mais relevante ainda é participar da formulação do regimento interno e, se for o caso, solicitar alterações nele.

2) Conhecer a comunidade em que seus alunos estão inseridos: as condições primárias, os valores familiares, morais e religiosos, os problemas... Por exemplo: crianças com alimentação inadequada (como hambúrguer, batatas fritas e biscoitos em excesso), mesmo que sejam magras, têm menos disposição para realizar atividades intensas. Já as alimentadas em excesso, que geralmente são obesas, também evitam os exercícios para não se exporem. Algumas religiões não permitem a prática de nenhum tipo de atividade física às sextas ou aos sábados. Alguns pais/responsáveis não gostam que seus filhos se sujem ou transpirem, havendo, nesse caso, necessidade de um trabalho específico de esclarecimento com eles. Outra situação em que a conversa com os pais se faz necessária é quando estes estão passando por um processo de separação, pois os filhos também podem evitar atividades físicas por causa do estresse. Enfim... O meio é um forte fator de influência no processo educativo.

3) E, finalmente, conhecer os alunos: seus anseios, características culturais, a forma de pensar correspondente a cada faixa etária e, conseqüentemente, as atividades mais favoráveis. Transpondo para situações cotidianas: o futebol é um esporte que, por estar altamente enraizado na cultura brasileira, por si só já é motivador (lembrando-se que o professor deve ter cuidado para não tornar sua aula apenas uma “hora do futebol”). A maioria dos alunos de escolas particulares gosta de atividades físicas criadas recentemente, como as várias modalidades de ginástica praticadas em academia. Estudantes que estão passando por períodos de avaliação nas demais disciplinas podem ficar ansiosos demais com a prática física. Nessas épocas, técnicas que ajudam a relaxar — como a ioga — podem auxiliá-los. Crianças entre 7 e 10 anos preferem jogos lúdicos; já os pré-adolescentes gostam mais dos pré-desportivos.

Mesmo depois de ter feito essa análise, o professor deve ter cuidado com um ponto específico no início de suas aulas: o choque que a prática pode acarretar no aluno despreparado. Em outras palavras, atividades intensas podem gerar constrangimento naqueles que não conseguem realizá-las corretamente e causar dores musculares. O aluno, nesse caso, pode deduzir que terá essas sensações desagradáveis — de cunho psicológico ou físico — o ano inteiro, o que fará com que ele busque recursos cabíveis para não participar das aulas. No começo do ano letivo, aulas moderadas são sempre mais motivadoras. Oferecer informações teóricas no início dessas aulas também é um recurso eficaz. O professor pode explicitar a importância da atividade física para a saúde e a qualidade de vida. Mas a exposição teórica não deve ultrapassar 10 minutos, porque, após esse período, ela pode surtir efeito contrário, ou seja, desmotivar.

Usando esse método, o professor pode iniciar suas aulas com mais segurança, evitando que os alunos busquem o amparo das leis que permitem a não-participação nas aulas práticas. E, sabendo da importância que a Educação Física tem no sistema educacional, alguns especialistas na área estão tentando modificá-las com a finalidade de estabelecer tanto critérios mais consistentes para a dispensa do aluno quanto a obrigatoriedade da disciplina em todas as séries.


Fonte: www.educacional.com.br

quarta-feira, 8 de abril de 2009

04:46

Dica de Livro: 150 Propostas de Atividades Motoras para a Educacao Infantil

segunda-feira, 6 de abril de 2009

07:34

Promoção Educação Física Escolar

Nos reunimos com o site CDS e DVDS UNIVERSITARIOS para presentar os frequentadores desse blog !!!

Não é nenhuma promoção complicada.

Para concorrer a um cd com dezenas de artigos específicos para educação física escolar oferecidos pelo Cds e Dvds Universitários basta deixar um comentário neste post dizendo: “Eu quero o Cd de Educação Física Escolar”.

No dia 20 de abril, iremos fazer um sorteio por um site da Web e posto o numero do comentário vencedor aqui no blog.

Será considerado apenas dois comentários de cada pessoa de uma vez. ( Se houver mais de dois comentários, apagarei do segundo em diante).

Não esqueça de deixar um e-mail válido para eu entrar em contato depois.

Boa Sorte!!!

sexta-feira, 3 de abril de 2009

19:08

Desenvolvimento Psicomotor

Etapas do desenvoolvimento psicomotor
DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR DA CRIANÇA

Padrão motor: é uma série de movimentos inter-relacionados, para alcançar um objetivoOcorre em 3 fases: preparatória, ação e contínua

Os elementos do movimento são 4:

1 - tempo; 2 - peso; 3 - espaço; 4 - forma.

Fatores que afetam as respostas motoras:

-conhecimento do espaço

-qualidade da força

-e seu inter-relacionamento

Estágios do desenvolvimento motor e estágios de aprendizagem

Para a criança estar pronta para movimentos perceptivos motores e voluntários é necessário seguir o desenvolvimento dos movimentos básicos, que são fundamentais como pré-requisitos.

Movimento voluntário
( 2 a 6 anos – saindo do corpo vivido entrando no corpo percebido)

Os movimentos reflexos são involuntários. São elementos fundamentais para o desenvolvimento motor

Movimentos reflexos são executados sem o pensamento consciente em resposta a um estímulo. O desenvolvimento básico dos reflexos baseia-se em: posturais, segmentares e de preensão.

-equilibrar-se num pé só

-andar sobre uma linha em diferentes curvas e formas

-hiperestender o corpo em vários níveis e direções

-transportar objetos na cabeça

- correr para perto e para longe de objetos em movimento

Movimentos básicos

Essa é a fase mais crítica para que o desenvolvimento motor seja correto. Normalmente a criança desenvolve pela prática

Podem ser:

-locomotores :- rastejar, andar saltar, pendurar, rastejar

-não locomotores: puxar, empurrar, virar, curvar

-manipulativos : Em sala de aula ( preensão, cópia, etc)

1-perceptivo motor: Baseai-se nos estágios anteriores, acrescentando outra dimensão: a percepção que antecede a resposta motora. A criança interpreta antes de responder a um movimento.Importantíssimo para o desenvolvimento da inteligência

2-habilidades físicas: Estas determinam aadequação ao movimento. A criança muito nova não tem essa adequação.Adquire essas habilidades na fase do corpo percebido ( 5-6 anos). Essas habilidades são relativas ao esporte e à dança. Em habilidades mais complexas as crianças nessa idade ainda não têm maturidade total

3-movimentos criativos:

É a resposta ao "movimento" através da comunicação. Aqui ocorre o desenvolvimento motor expressivo e interpretativo. Estímulos do ambiente são motivadores nessa faixa de idade

São desenvolvidos também em classe ( artes visuais- música)

Estágios de aprendizagem
1-Imitação: a criança observa e executa uma imitação do que está vendo ( ação)

Esse movimento é carente de coordenação ( ou controle muscular)- é uma forma imatura e imperfeita. Ocorre com crianças até 3 anos.

2-Manipulação:

A criança desempenha a ação de acordo com orientações dadas; não se baseia somente na observação

3-Conceituação:

Nessa fase a criança alcança exatidão, equilíbrio e outras habilidades de precisão podem ser alcançadas ( na pré-escola )

4-Discriminação:

Coordenação de uma série de ações com seqüência adequada.

Começam a surgir as habilidades motoras rítmicas e a complexa coordenação óculo-motora

-baterna bola de soprar com as mãos abertas procurando mantê-la no ar

-Arremessar uma bola de meia ou pequenos sacos de areia num balde ou caixa com abertura de tamanho igual ao da bola

-Em sala de aula: encaixar pinos de madeira- jogar bilboquê, etc

5-Naturalidade:

Atinge o desempenho mais alto de capacidade e a ação quase não requer energia psíquica ( pensamento). As respostas são automáticas e espontâneas

Ex: andar é uma ação motora que se desenvolve na criança até o nível de maturidade

Movimentos e atividades de dança
A execução das atividades motoras grossas ocorre paralelamente ao desenvolvimento integral da criança.

Para estimular o auto- conceito: movimentos com conhecimento das partes do corpo e do que o corpo pode executar

Imagem corporal ( melhorar o auto-conceito)

-esconder partes do corpo ( nariz, orelha, etc)

-mover braços, cabeça, pernas e pé de maneira ritmada

-colocar objeto sobre diferentes partes do corpo

-transmitir mensagem usando as diferentes partes do corpo

-desenhar partes do corpo num papel ( em classe )

-mover parte do corpo em determinada direção

-tocar diferentes partes do corpo com os olhos fechados

-Brincadeiras, como: "o macaco disse"- o professor dá os comandos

- espelhar-se num parceiro imitando seus movimentos

Coordenação
Falhas na coordenação motora podem ser causadas pela deficiência de movimentos desde o período de amamentação até a 1ª infância

Andar( explorar diversas maneiras de andar, correr saltar)

-andar de lado

-andar com artelhos para fora e calcanhares unidos

-correr com as mãos sobre a cabeça

-correr com as mãos no quadris

correr com as mão presas às costas

-correr na ponta dos pés

-saltitar nos dois pés

-saltitar num pé só

-saltar para frente

-saltar para trás

-saltitar para o lado direito, para o esquerdo

Empurrar e puxar
-cabo de guerra- dois a dois usando corda curta

-cobra: deitar em decúbito dorsal, braços estendidos sobre a cabeça, deslizar o corpo no solo, inclinando o quadril na linha da cintura, para a esquerda e para a direita

-peixe: em decúbito dorsal, no solo, executar movimentos de nadar

-urso- andar em quatro apoios, movimentando ao mesmo tempo, braço esquerdo, perna esquerda, braço direito, perna direita

Atividades de equilíbrio

( amplia a capacidade de concentração da criança)

-subir escada, elevando o joelho omais alto possível

-passo de elefante: inclinada para a frente na altura da cintura, deixar os braços e mão soltos imitando o elefante. (propor outras imitações)

-andar de joelhos: a criança anda ajoelhada com as mãos no ar

-passo de pato: com as mãos seguras nas costas, em forma de cauda, andar inclinada ou agachada para a frente ou qualquer outra variação

-pulo do coelho: saltitar para a frente sobre dois pés e apoio com as mãos no solo

Atividades de Conscientização do Corpo
A criança necessita de atividade que envolvam os dois lados do corpo, para se obter o máximo de eficiência nos movimentos.

-deitada em decúbito dorsal, com os pés elevados do solo, executar círculos

-deitada em decúbito dorsal, braços estendidos ao longo do corpo, deslizar os -dois braços ao mesmo tempo até tocar a cabeça com as mãos.

-Deitada em decúbito dorsal, braços estendidos ao longo do corpo, deslizar o ---braço esquerdo para cima e perna esquerda para cima, perna direita para fora

-Deitar no solo, com os olhos fechados e tocar as partes do corpo que forem citadas

Atividades de consciência espacial
Usar a imaginação da criança. Não dar exemplo.

-Pedir à criança :

-Ser uma árvore

-Procurar ser mais alta que possa

-Procurar ser menor que possa

-Apontar a uma parede. Tocar e voltar

-Apontar uma parede. Correr até ela e voltar

-Sem sair do lugar, mover os pés rapidamente

O MOVIMENTO USADO NA FORMAÇÃO DE CONCEITOS
Muitos conceitos podem ser aprendidos através de atividades motoras.O conhecimento pode ser alcançado pelo reforço no domínio psicomotor.

O conhecimento exige: percepção, concentração e a prática.

Matemática: podem ser usadas atividades manipulatórias, usando saquinhos de areia, móbiles geométricos e outros tipos de material.

Esse material dever ser com números, símbolos e figuras geométricas. Ex: fazer uma construção com figuras geométricas de cores diferentes, marcadas com letras e números ( em classe)

APRENDIZAGEM PERCEPTIVO-MOTORA
Input- é a interpretação ( no cérebro) da informação recebida ( inteligência)

Output- é a resposta como resultado da interpretação ( motora)

A resposta perceptivo-motora passa por 4 fases:

1-discriminação e fornecimento de informação (input)

2-assimilação com experiências passadas (cerebral- inteligência)

3-movimento intencional de uma resposta motora ( output)

Objetivos das atividades perceptivo-motoras

A percepção surge a partir de experiências com os sentidos. Por isso quanto maior o número de experiências, mais rico é o desenvolvimento dessas percepções

Retirado de: http://www.webartigos.com/articles/14672/1/desenvolvimento-psicomotor/pagina1.html

quarta-feira, 1 de abril de 2009

16:17

O profissional de Educação Física no processo de inclusao



O presente trabalho buscou analisar, de forma teórica e prática, os fatores necessários para incluir pessoas com necessidades especiais nas aulas de Educação Física das escolas da zona urbana do município de Não - Me - Toque, bem como as principais dificuldades encontradas pelos professores que atendem a essa demanda e o que pensam acerca do referido tema. Este estudo teve como população e amostra 20 professores, sendo 13 do sexo masculino e 7 do sexo feminino, aos quais aplicou-se um questionário semi-estruturado onde, de acordo com os resultados obtidos constatou-se que somente 25% desses professores sentem-se aptos para trabalhar com pessoas com necessidades especiais em suas aulas. 

Também foi possível constatar que 50% acreditam que a inclusão influencia positivamente no ambiente escolar e 31% mencionaram que o profissional de Educação Física deve ser qualificado para atuar no processo inclusivo. 

Com a pesquisa realizada percebeu-se que ainda existe muito preconceito por parte da escola, família e sociedade, assim como falta de interesse e preparação dos educadores físicos, tornando a inclusão escolar um processo cada vez mais difícil em nossa atualidade, porém, se houvesse colaboração e conscientização de todos os segmentos, seria um grande avanço no processo educativo.


04:44

Dica de Livro: Educação Física no Brasil: a História que Não se Conta

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