quinta-feira, 14 de novembro de 2019

09:44

Futsal nos Anos iniciais do ensino fundamental


RESUMO

Este estudo visa a introdução do futsal nas séries iniciais do ensino fundamental, com o objetivo de desenvolver um estudo sobre futsal nas séries iniciais do ensino fundamental. A metodologia desenvolvida neste estudo é uma pesquisa bibliográfica utilizando livros e artigos científicos encontrados em sites como: sciello, Pub Med, Google Acadêmico. O estudo tem como objetivo mostrar como o surgimento do futsal e seus primeiros contatos como práticas esportivas, e os benefícios que a prática pode fornecer a criança. Existem inúmeros benefícios, como melhorar a coordenação, agilidade, socialização, a percepção linha do tempo e pode até mesmo moldar os futuros atletas. Teve ênfase na sua aplicação no ambiente escolar, as regras e atividades que ajudam no processo de ensino e aprendizagem.

Palavras-chave: futsal, escola, ensino fundamental.

INTRODUÇÃO

O futsal, como esportes, está ganhando apelo cada vez mais popular e, no caso de um jovem esporte, exige literatura específica podendo dar um apoio mais didático e pedagógico para a preparação de seus praticantes.

A Educação Física como componente curricular da educação básica deve assumir outra tarefa: para introduzir e integrar o aluno na cultura dos movimentos do corpo, formando o cidadão que vai produzi-lo, tocá-lo e virar fornecendo ferramentas para que se possa aproveitar o jogo, esporte, atividades rítmicas e de dança, ginástica e práticas de aptidão para o benefício da qualidade de vida (BETTI, 2002, p 75). O futsal tem um papel fundamental no processo de ensino e aprendizagem, como é o conteúdo que exige a concentração praticante, equilíbrio, coordenação, reflexão, cronograma percepção e melhorar a sua aptidão.

Deve ser dada prioridade à inclusão da atividade física na vida diária e o valor da educação física que promove a atividade física ao longo da vida, amigável e de forma agradável, a integração das crianças não discriminando os menos aptos são estas estratégias que a educação física deve ter como nenhuma metodologia alternativa. E é uma alternativa significativa e importante, a sua utilização não exclui outras abordagens metodológicas (LAZZOLI,1998, p.108).                                     No caso da educação física, o que significa que o ensino da educação e como isso é parte do componente maior, que é a educação do aluno / cidadão? O texto da atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) do nº 9394 de 1996, citado no art. 26 § 3 que "a educação física, proposta educacional abrangente do currículo da escola da componente educação básica, de acordo com a idade e condição da população escolar." (BRASIL / LDB, 1996).

O profissional de educação física para introduzir futsal é baseado em métodos e normas e tentar aplicá-la de forma transparente. Os principais métodos para ensinar na escola são o método parcial ou analítica complexa do mundo (que envolve o ensino de peças móveis para se juntar a eles posteriormente) método, ou (está ensinando a fundação apresentar o todo pode ser na forma de jogo) e o método misto (este método é o tempo de métodos parciais e globais). Todos os métodos têm seus pontos fortes e fracos, o professor deve analisar e usar o método mais apropriado para cada situação (TENROLLER 2004, p.68).

Como o principal facilitador a educação o futsal, enfatizamos a importância do jogo no processo de formação dos estudantes. O jogo é o procedimento mais utilizado no ensino da escola, porque requer alguns materiais, o que já é conhecido é escasso nas escolas. Durante todo o jogo, se desenvolve, nos alunos a vontade de aprender, sendo assim motivados as competências são aperfeiçoadas as criatividades, cognição e aprender a resolver problemas e tomar decisões. Além de promover a inclusão e desenvolvimento das inteligências múltiplas, entre outros (BALBINO, 2002, p.60). Nos primeiros anos (1ª a 4ª série) é de grande importância para um trabalho divertido, especialmente nos primeiros anos de aprendizagem, você deve transmitir o componente lúdico. A prática de jogos já conhecidos, é mais fácil para o professor para ensinar a criança onde a diversão se torna a ponte do aprender. Esta atitude de aprender com prazer, brincando, apontando para o outro, como eles aprendem o esporte, as crianças podem definitivamente incorporá-lo em suas vidas. (SANTANA,

2003 p.89).                                                                                                                                      As tarefas são a experiência do gesto motor sem ter de se preocupar com o aperfeiçoamento técnico; jogos que estão presentes no dia a dia e na cultura das crianças pequenas, com jogos de espaço limitado e número de jogadores, se deve ou não preservar a unidade do jogo; e ternos sob medida, quando todo o jogo adaptado e não pode ser alterado ou não o número de jogadores, com regras adaptadas e para preservar ou não o jogo (cooperação, oposição, acabamento e diversidade). (SANTANA, 2003, p.89).                                                                                     A prática do futsal nas séries iniciais é as atividades lúdicas vem chamando a atenção para o aluno a praticar o jogo, apesar de não deixar suas brincadeiras de lado. É uma maneira prática para passar o jogo de futebol, aprendendo brincando.

METODOLOGIA

Foi realizada uma pesquisa bibliográfica que teve como principal objetivo fazer um estudo sobre o Futsal nas series iniciais do ensino fundamental. Para isso foi utilizado artigos científicos que tiveram como palavra de busca "Educação Física", "Ensino Fundamental", " Atividade Física" "Futsal".

Esse estudo foi realizado a partir de pesquisa bibliográfica de caráter exploratório, com apreciação e leituras de revistas, artigos científicos artigos originais e de revisão, publicados na base de dados Scielo Brasil, Google Acadêmico, Biblioteca Virtual, em língua portuguesa e livros, que abordem a temática em diferentes aspectos, para que se compreenda o que está sendo estudado. A pesquisa bibliográfica é aquela que se concretiza a partir de referências publicadas e fornece ao pesquisador conhecimento teórico e treinamento científico que habilita a produção de trabalhos originais e relevantes, tendo como objetivo conhecer e analisar as principais contribuições teóricas existentes sobre um determinado problema.                                                                           Foi feita uma revisão bibliográfica de literatura, para a definição de suporte, ou seja, passar em revista todos os trabalhos disponíveis, objetivando selecionar tudo que possa servir em uma pesquisa, focando no assunto e que em seus estudos abordaram o respectivo tema de forma objetiva, e que trouxe grandes esclarecimentos para a pesquisa (LAKATOS, 1991).                                                                     O método de abordagem foi o dedutivo, pois partiu das teorias e leis mais gerais para as especificas, com isso a compreensão do problema investigado se tornou mais fácil. Quanto aos procedimentos utilizados foi monográfico, por ser uma pesquisa científica que seguirá uma rigorosa metodologia, a fim de entender a fundo os diversos aspectos que envolvem essas instituições educadoras. Foi um trabalho no nível de conclusão de curso, como requisito parcial para obtenção do grau de bacharelado.                                                                                                              Em virtude de se ter optado pela pesquisa bibliográfica, os dados coletados foram às informações obtidas através da revisão de literatura, aqui entendidas como conceitos, concepções e modelos relacionados ao tema e problema pesquisados. A análise se deu no confronto das ideias dos autores pesquisados e da opinião e experiência da pesquisadora acerca da problemática.         A ética esteve presente em todas as etapas da pesquisa, mesmo não sendo realizada pesquisa de campo, por entender que os autores e pesquisadores devem ter o respeito e a preservação da sua identidade em relação às suas manifestações de ideias, assim como o devido respeito à produção do conhecimento científico.

A Prática da Educação Física nas Séries Iniciais do Ensino Básico

Segundo Paim; Bonorino (2009, p. 1):

[…] A educação física é uma área do conhecimento que trabalha com o corpo e movimento, como parte da cultura humana. Nesta perspectiva cultural em que a educação física é inserida, você não deve associar os seus serviços apenas para questões fisiológicas dos seres humanos, mas também sua autoconsciência corporal, melhora da autoestima e autoconceito, entre outros.

De acordo com o mesmo autor, favorece a compreensão do seu próprio corpo e suas possibilidades, em conhecer e experimentar um número diversificado de atividades físicas para os alunos no futuro dos alunos a escolher a atividade mais confortável e agradável para ajudar no desenvolvimento pessoal e melhorar a sua qualidade de vida. Neste contexto, a educação física vai além de recreação e desporto. No entanto, as mudanças não ocorrem de repente, e, na prática, essa mudança possui muitos obstáculos. De acordo com o parágrafo 3º do artigo 26 da LDB 9394/96 (BRASIL, 1996)

"[…] Programa de educação física é parte da educação básica." Na tentativa de assegurar a presença de educação física sobre a educação básica em 2001, foi introduzido o termo "obrigatório" neste texto. Portanto, a educação física é componente curricular obrigatório da educação básica, incluindo séries do ensino primário e secundário.

Para torná-lo componente curricular obrigatório, reconheceu-se que é o objeto de estudo e conhecimento próprios, presente em jogos, esportes, ginástica, luta, dança e conhecimento corporal, em seguida, formando a base que mantém na escola. Apesar do reconhecimento legal, há uma necessidade de mudar o foco de atuação na educação do estudante de educação física, que deve ser a espinha dorsal de qualquer ensinamento projeto como uma forma de legitimar o processo de ensino e aprendizagem.
Para Vasquinho (citado em Educação…, 2009, p. 2)

"[…] A Educação Física ensina algo que nenhum componente curricular outra escola ou qualquer outro local ensina que é o corpo humano em movimento." Em outras palavras, o movimento como uma dimensão de desenvolvimento e cultura humana. As crianças passam a aquisição do controle cada vez maior de nascimento de seus próprios corpos e gradualmente apropriando-se as possibilidades de interação com o mundo.

Neste contexto, a área de educação física evoluiu de tal forma que vem cobrindo múltiplos conhecimentos produzidos e apreciado pela sociedade em geral relacionada ao corpo e movimento. Entre eles são considerados movimento atividades culturais fundamentais para o lazer, expressão de sentimentos, afetos e emoções, e as possibilidades de manutenção, promoção e recuperação da saúde.  Portanto, a educação física deve procurar maneiras de desenvolver seu papel social e político em sua especificidade e, na prática, podem ser transformados em atividades educacionais desejáveis. Através de projeto político-pedagógico, que visa, de acordo com a Vale (1999 apud Darido et al, 2008, p. 59) é formar um aluno competente no uso de conhecimento sistemático, crítico em relação ao contexto o uso consciente dos canais deferentes, criativas, autônomas, capazes de usar a liberdade com responsabilidade línguas, por causa da consciência dos limites e emancipada, sendo capaz de analisar e julgar as questões a ser reflexivo.          Professores de educação Física, diretores de escolas, pais e alunos devem estar cientes da função deste componente curricular, que deverão agir em conjunto com o projeto político-pedagógico da escola de formação como parceiros na função a formação do cidadão de ser participativa, solidária, crítica e independente. O currículo de educação física, também deve assumir a responsabilidade que lhe cabe nesse processo educacional para ajudar nos fins educacionais indicados na LDBEN / 96 para a educação básica, como segue:

Art. 22 A educação básica desenvolve o aluno, garantindo assim uma formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecendo maneiras de fazer avançar o trabalho e um estudo mais aprofundado. (LEI …, 2009, p).

Nesta perspectiva, é necessário que o componente curricular seja orientado por professores licenciados em educação física, como eles são os únicos profissionais com competências pedagógicas específicas para o pleno exercício da atividade de desenvolvimento da cultura do corpo e movimento no ambiente escolar.  Além disso, podemos ver que todo o pessoal de educação deve ser claro, a fim de estudar educação física e seus objetivos educacionais e, portanto, pode determinar os melhores procedimentos e estratégias a aplicar na realização de atividades diárias.

Na escola, a educação física deve desenvolver uma política de trabalho lúdico, sem o propósito de se criar atletas, mas para as crianças desenvolverem seu lado motor, cognitivo, afetivo potencial, possível dentro e fora do ambiente educacional.         É claro que, do ponto de vista legal sem dúvida, quanto ao ensino obrigatório da disciplina no ensino primário e secundário, mas do ponto de vista da legalidade da Educação Física, esses sistemas, especialmente as Diretrizes Curriculares Nacionais para a instrução do núcleo permite uma mudança de paradigma na concepção de educação física, evitando qualquer distorcida por escolas ou sistemas escolares usar a autonomia concedida pela Lei 9394/96.                     Portanto, a realização dessas mudanças, são possíveis graças à luta dos educadores e de alguma forma da legislação educacional brasileira, só pode encontrar eco na prática docente dos professores de educação física se eles usam argumentos legítimos e decisivos justificar a sua importância na formação dos estudantes.

O FUTSAL NO AMBIENTE ESCOLAR

Processo Histórico

O Futsal surgiu devido à necessidade de adaptar o espaço físico, insuficiente para a prática de futebol convencional. Segundo relatos, o esporte começou no Brasil na década de 1940 na ACM (Associação Cristã de Moços) de São Paulo. Em uma segunda versão diz que o esporte nasceu em Montevidéu no Uruguai com o professor Juan Carlos Ceriani, também no ACM em 1930. O Futsal tem se tornado um esporte muito popular, e embora as Associações Internacionais de Futebol (FIFA) atuem como organizador oficial das competições, as regras são alteradas em alguns países, prejudicando o reconhecimento do esporte como um esporte olímpico (LUCENA, 2002).

"O futsal é um esporte que surgiu a partir da fusão de futebol de salão e futebol de cinco, no final dos anos 80 no século XX… "(SANTANA, 2002, p. 02)

Futsal nasceu na década de 30 e cresceu na ACM de Montevidéu, Uruguai. Os muitos sucessos do Uruguai na época fizeram o futebol o esporte mais popular no país (SANTINI e VOEER, 2008, p.184).
Quando pensamos da história do futsal, Voser e Giusti (2002, p. 24) indicaram que o futsal, também conhecido pelo acrômio Futsal adaptou-se a praticar de esportes, com equipes de cinco jogadores, com o objetivo, uma vez que a bola na baliza do adversário, que é definida por dois postes verticais limitadas pela altura e por uma barra horizontal. O objetivo é o gol, é importante notar que o goleiro é o único que pode segurar a bola com as mãos e o jogo é vencido pela equipe que marcar mais gols em 40 minutos dividido em duas fases.

Sua aparência ainda é controversa, alguns dizem que foi no Uruguai, outros dizem que eles têm sido no Brasil, mas a teoria mais aceita é a primeira. Durante a década de 1930, ambos apareceram no Uruguai e no Brasil, futsal, como no Brasil, que foi praticada nos tribunais e pequenas salas do ACM, mas, em Montevidéu, no Uruguai, as primeiras regras foram criadas, derivada de basquete, handebol e polo aquático, para organizar a prática de futsal.

Desde 1950, o esporte tornou-se popular em todo o país, o que levou ao surgimento de federações e confederações, o desenvolvimento das suas regras e campeonatos (FERREIRA, 2001, pg.24).
Autores como Teixeira (1996) e Figueiredo (1996), entre outros, atribuí ao Brasil o nascimento do futsal. De acordo com Zilles (l987), Lucena (1994) e Apollo (1995), dizem que o Uruguai foi o criador deste esporte. A questão não se sabe se ele era dos brasileiros que, quando visitar a ACM de Montevidéu levou do Brasil o hábito de jogar futebol em quadras de basquete; ou se era os brasileiros que conheciam a notícia para chegar lá e eles voltaram, estendendo-se para a prática no país.

Futsal Como um Esporte

Esporte na escola permitirá que os alunos possam exercer sua cidadania, em que trabalho e lazer são essenciais para uma boa qualidade de vida. Para nós, a participação e a cidadania que significa experimentar o esporte que você precisa saber compreender, analisar e refletir o esporte. (PAES, 2009, p.65).                        Neste cenário, você deve estar preparado para as mudanças e as exigências que enfrentamos. Em todos os esportes, especialmente o futebol em um processo de formação adequada devem procurar o desenvolvimento integral das capacidades técnicas e tácticas. Portanto, estudante desenvolvimento futsal de habilidades cognitivas de percepção, antecipação, a tomada de decisões é essencial. A educação psicomotora é a base do processo de aprendizagem. Assim, para a criança aprender gestos técnicos é necessário antes de aprender os movimentos básicos, como correr, saltar e rolar bem como equilíbrio, ritmo, coordenação e conceitos de espaço e tempo são essenciais para a aprendizagem técnica individual (SAAD, 1997, p.26).                                                                                       O futsal é um esporte que está crescendo, modernização e tentar satisfazer as necessidades dos profissionais e, como qualquer esporte de massa desempenha um papel importante no desenvolvimento psicológico, físico e social (Melo, 2001, p. 165).

Sendo um esporte dinâmico, mesmo quando praticada numa perspectiva lúdica, as praticantes decisões rápidas em seus movimentos necessários, culturalmente determinados. Em comparação, por exemplo, o campo de futebol, o jogador tem, portanto, mais tempo com a bola e também para alguns campos desportivos, porque tem mais espaço para ir (BARBANTI, 1990).
Porem na escola, o futsal é apresentado como atividades no processo de se exercitar, seguindo um conjunto de procedimentos que são estruturados na escola pelo professor com uma orientação correta, sendo ainda importante e necessário a preparação de planos de aula, de modo que o conhecimento e as técnicas no desenvolvimento de adolescentes nas práticas de atividades motoras que são adquiridas, em uma combinação da capacidade condicional: força , flexibilidade, agilidade, velocidade, entre outros; com habilidades coordenativas: equilíbrio, ritmo, velocidade de reação e tempo de reação, ou seja, a supervisão deve ser o de acompanhar e reforçar os seus limites, com atenção, o foco deste processo educativo. (VOSER e GIUSTI, 2002, p. 24)

Em tal posição de ensino, ou seja, tradicional, futebol entende que é o modo que permite que você trabalhe em uma série de aspectos: jogo técnico e tático, raciocínio rápido, coordenação, questões sociais, cooperação, respeito e liderança. Segundo ele, o processo de aprendizagem sobre o esporte de futsal, a experiência crianças e passar por diferentes situações de aprendizagem diferenciadas. (MUTTI 2003, pg.20).         Além disso, entende-se que a construção de um currículo para o ensino e educação físico desporto focada em uma concepção crítico-emancipatória é necessário. Isto deve promover o ensino de desportos e jogos, marcado por um significado mais amplo que incorpora as dimensões estéticas e éticas expressivos do movimento humano. Superando dimensão técnica e ensinar o esporte se torna meramente instrumental para ele o grande desafio na prática de ensino de futebol esporte (KUNZ, 2006, p.12).

A Educação Física Na Escola: Diferentes Perspectivas

A educação física fornece uma experiência no aspecto físico de sentir e se relacionar. "Esta ação pedagógica proposta de educação física sempre imbuída de experiência de sentir corporeidade e referem-se a dimensão cognitiva medida deve ser sempre a este corpo substrato." (ZULIANI, 2002, p 75).

"Esporte ensinado nas escolas como cópia impensado de esporte, competição ou de renda, só pode promover experiências bem-sucedidas há uma minoria e a falha ou falta de experiência para a grande maioria." (KUNZ, 1994 p.119).         O futsal deve ser incluído na educação física atividades do plano de aula e o professor deve ter o conhecimento sobre suas regras e relatar as suas contribuições para a escola e espaço social.

A inclusão de crianças nas atividades tornou-se extremamente importante e, portanto, foi o crescente interesse da escola, e a necessidade para resolver esta tarefa mais. Houve reuniões, estudos de todas as possibilidades, porque era muito importante, como são as crianças e, claro, todos os profissionais devem conhecer os métodos de ensino, as características de cada faixa etária e do tipo de trabalho que poderia ser usado crianças (KAWASHIMA; BRANCO 2008, p 02).

De acordo com Santana (2003, p.89) observou que, nos primeiros anos (1ª a 4ª série) é importante que seja um trabalho divertido. Especialmente nos primeiros anos de aprendizagem, deve se inserir o componente lúdico, nos jogos e na cultura das crianças. A prática de jogos já conhecidos é mais fácil para o professor para ensinar a criança sendo a diversão à ponte.

Os esportes coletivos têm princípios operacionais comuns: sistemas ofensivos e defensivos. Este princípio deveria ser ensinado a partir de sistemas específicos de futsal usando sistemas simples, ainda assim, nos primeiros quatro anos da escola primária, a importância de não trabalhar o conteúdo específico de cada esporte de equipe, onde o futsal é indicado, mas comum a todos os elementos, de modo nenhum a especialização precoce e também o uso da técnica. (KAWASHIMA, 2008, P.03)

Existem quatro tipos de atividades motoras para ensinar futebol. As tarefas são a experiência do motor gestor que tem de se preocupar com o aperfeiçoamento técnico; jogos que estão presentes no dia a dia e na cultura das crianças; reduzindo jogos com pouco espaço e reduzir o número de jogadores; porem quando não pode ser alterado ou o número de jogadores é limitado e com regras mesmo adaptado o jogo deve haver, cooperação, união e diversidade. (SANTANA, 2002, p.89).

PRINCIPAIS REGRAS

Para iniciarmos a introdução do futsal, será necessária a aplicação de algumas regras básicas.

As partidas de futsal são divididas em dois tempos de 20 minutos cada corrido, dependendo das categorias e são disputadas entre duas equipes de cinco atletas no jogo e mais ou menos 07 atletas na reserva, que dão passe, dribles, recepciona e chute a gol que é objetivo do jogo até chegarem à vitória de umas das equipes. (SANTANA, 2010, p.22).

Dimensões

A quadra de jogo caracteriza-se por um retângulo com o cumprimento máximo de 42 metros e o mínimo de 25 metros, e de largura máxima de 22 metros e a mínima de 15 metros (CBF, REGRAS OFICIAIS DO FUTSAL, 2007, p. 5).

Área de meta

Nas quadras com largura igual ou superior a 17 metros, em cada extremidade da quadra, a 6 metros de distância de cada poste de meta haverá um semicírculo perpendicular a linha de fundo que se entenderá ao interior da quadra com um raio de 6 metros. A parte superior deste semicírculo será uma linha reta de 3 metros, paralela a linha de fundo, paralela entre os postes (CBF, REGRAS OFICIAIS DO FUTSAL, 2007, p. 6).

Penalidades

A distância de 6 metros do ponto central da meta, medida por uma linha imaginaria em ângulo reto com a linha de imaginaria em ângulo reto com a linha de fundo e assinalado por um pequeno circulo de 10 centímetros de raio (CBF, REGRAS OFICIAIS DOFUTSAL, 2007, p. 7).

Tiro livre sem barreira

A distância de 10 metros do ponto central da meta medida por uma linha imaginaria em angulo reto com a linha de fundo (CBF, REGRAS OFICIAIS DO FUTSAL, 2007, p. 7).

Zona de substituições

E o espaço determinado da linha lateral, do lado onde se encontra a mesa de anotações e cronometragem, iniciando-se a uma distancia de três metros de cada lado partindo da linha divisória do meio da quadra (CBF, REGRAS OFICIAIS DO FUTSAL, 2007, p. 7).

Construção

O seu piso será constituído de madeira, material sintético ou cimento, rigorosamente nivelada, sem declives. (CBF, REGRAS OFICIAIS DO FUTSAL,

2007, p. 8).

Fundamentos

Essa modalidade de jogo incentiva exercitar o raciocínio rápido, a agilidade e a força, dá a sua contribuição para que o aluno deixe os problemas do dia a dia fora da quadra, antes de entrar para o jogo, associando a oportunidade de aprender, exercitar e se divertir. Esse pode ser compreendido como um dos segredos porque o futsal tem tantos adeptos. O esporte é popular em todo mundo e no Brasil, apesar de não ser tão divulgado como o futebol, é uma modalidade que vem sendo cada vez mais praticada, principalmente nas escolas (SANTANA,

2010, p.35).

As ações técnicas envolvidas na prática do jogo de futsal dividem-se em: domínios, recepções, passes, dribles, chutes, cabeceios, giros e arremessos. Todas essas ações podem ser realizadas de forma simples ou complexa. As combinações das habilidades são de suma importância para o desenvolvimento do jogo, pois assim, o jogador pode variar sua posição na quadra (ala, pivô), desenvolver esquemas táticos, possuir habilidades e movimentações adequadas para um melhor desempenho. Um exemplo é quando um jogador atua na posição de pivô e pode jogar durante a partida na posição de ala, se houver necessidade (BELLO, 1998, p. 61).

Passe e a ação de enviar a bola a um companheiro. Também conhecido como toque. Alguns autores o subdividem em: lançamento (passe longitudinal ao campo) e cruzamento (passe transversal ao campo). Classificação do passe quanto à distância: Curto, Médio, Longo (COSTA; FARRET, 2005, p.19).

"Passe é a ação de enviar a bola a um companheiro ou determinado setor de espaço de jogo. " (MELO, 2001, p.25).

Domínio se define pela ação que consiste em amortecer a bola para si, oriunda de um passe, colocando-a em condições adequadas para prosseguir a jogada. Também conhecida como „‟matada de bola‟‟. Classificação do domínio quanto à trajetória: Rasteiro Parabólico Meia-altura (COSTA; FARRET, 2005,

p.20).

"Domínio de bola: diferentemente do futebol, é realizada, na maioria das vezes, com a sola do pé ou de outra maneira. " (MELLO, 2013, p. 25).

Controle define-se na ação de manter a bola sob o domínio, por meio de toques sucessivos, objetivando mantê-la no ar, com o jogador parado ou em movimento. Também conhecido popularmente como ¨embaixadinha¨ ou ¨Pepe¨. Classificação do controle quanto à execução: Com o dorso do pé (o mais usado). Com a coxa, peito, ombro, cabeça, e calcanhar são controles de extrema habilidade (COSTA; FARRET, 2005, p. 21).

Proteção e o modo em que o jogador mantem a posse de bola, objetivando protege-la do adversário, e impedindo-o de tomar posse da mesma. Classificação da proteção quanto a execução: Solado do pé. (COSTA; FARRET, 2005, p.19).

Condução é a ação que o jogador realiza após receber a bola, deslocando-se, de posse da mesma, e objetivando achar espaços no jogo para prosseguir a jogada. Classificação da condução quanto trajetória: Retilínea. (COSTA; FARRET, 2005, p.19).

"Condução é a ação de progredir com a bola por todos os espaços

Possíveis do jogo. " (SANTANA, 2010, p.27).

Finta e a maneira de ludibriar o adversário, sem a posse da bola, com variações de direção e sentido, objetivando criar espaço, antes inexistente, para receber a bola. Classificação da finta quanto ao objetivo: Ofensivo, defensivo. (COSTA; FARRET, 2005, p.19).

Drible e o modo de ludibriar o adversário com a posse de bola, objetivando ultrapassar o adversário para criar espaços antes inexistentes. Classificação do drible quanto ao objetivo: Ofensivo, defensivo (COSTA; FARRET,

2005, p.19).

"Drible é a ação individual de um atleta, exercida com a posse de bola, visando ludibriar um oponente quando ultrapassado. " (MELLO, 2013, p. 25).

Chute e a ação de golpear a bola com os pês, objetivando faze – lá entrar no gol adversário, ou afasta-la da proximidade do seu próprio gol. Alguns autores classificam chute como finalização. Classificação do chute quanto à trajetória: Rasteiro, Meia-altura, Alto-Parabólico (COSTA; FARRET, 2005, p.19).

Desarme consiste em pegar, (tomar) a bola do adversário. Também conhecido como ¨roubada de bola". Classificação do desarme quanto ao objetivo: Defensivo, ofensivo (COSTA, FARRET, 2005, p.19).

Cabeceio e o ato de golpear a bola com a cabeça, objetivando fazer um passe, finalizar ou rechaçar. Pode ser ofensivo ou defensivo. Classificação do cabeceio quanto ao objetivo: Defensivo, ofensivo. (COSTA, FARRET, 2005, p.19).

Técnica individual do goleiro

Com o avanço dos sistemas e das táticas, o goleiro não joga somente dentro de sua área de meta. Ele necessita também jogar com fundamentos que antes não lhe eram necessários, fundamentos estes iguais aos dos jogadores de linha.  Entretanto, o passe, o domínio e o chute são os que merecem maior atenção. O goleiro precisa de um treinamento individualizado, ou seja, diferente dos demais jogadores. Talvez seja, atualmente, o treinamento que mais evolui. Não é pretensão aqui descrever exercícios e treinamento para goleiro, mas somente citar as habilidades básicas que ele deve possuir (COSTA, FARRET, 2005, p.30).    Empunhadura (Pegada): Movimentação em que o goleiro defende a bola com as mãos, executarão diferentes movimentos do corpo, vindo esta bola das mais diversas direções (SANTANA, 2010, p.29).

Defesa alta consiste no movimento, no qual o goleiro defende a bola com as mãos, ou com qualquer parte do corpo, com a bola acima da linha da cintura.

Defesa Baixa: Movimentação em que o goleiro defende a bola com as mãos, ou com qualquer parte do corpo, com a bola abaixo da linha da linha da cintura (COSTA, FARRET, 2005, p.30).

Arremessos e a ação do goleiro de passar a bola com as mãos a um integrante da sua equipe, podendo ser dos mais variados tipos: Quanto à distância: curto, médio e longo. Quanto à trajetória: rasteiro, obliquo e parabólico (MELO, 2001, p.22).

"Saída do gol e a capacidade do goleiro de intervir na jogada, fora da sua área de meta e de forma defensiva, em relação às ações ofensivas da equipe adversária" (MELO, 2001, p.22).

EXERCÍCIOS TÁTICOS

"Exercício tático como movimentações entre os jogadores da mesma equipe, objetivando defender ou fazer ou fazer gol, adequando-se ao sistema de jogo que está sendo utilizado". (GARGANTA, 1995, p.24).

Atividades preparatórias

Adaptação à bola – Adaptar e familiarizar o aluno quanto ao peso e tamanho da bola. Apresentar noções de tempo, espaço, força e movimentos da bola.   Material – Uma bola para cada aluno. Formação – Alunos dispostos pelo espaço destinado à atividade.  Desenvolvimento – Os alunos farão várias evoluções com a bola para adaptar-se com ela. Variações – O professor sugere aos alunos que realizem os exercícios (ANDRADE JUNIOR, 2003, p. 29).

Segundo Andrade Junior (2003):

Alunos sentados: deverão deslizar a bola pelo corpo e em torno dele, devem com as pernas estendidas, passar a bola por baixo dos pés com as mãos, levantando as pernas alternadamente. Alunos sentados: devem flexionar as pernas, com a bola entre elas. Eles devem fazer com que a bola toque alternadamente nas faces internas do pé. Alunos em pé: com uma bola entre as pernas. Eles devem fazer com que a bola toque alternadamente nas faces internas do pé. Alunos em pé: devem quicar a bola no chão e rebatê-la com um dos pés. Em seguida, devem segurá-la com as mãos. (ANDRADE JUNIOR, 2003, p. 32).

Manobras Ofensivas Básicas com a Utilização do Pivô

Exercício: Quatro filas dispostas nos quatro cantos da quadra, onde o primeiro da fila passa a bola na paralela para o primeiro da outra fila, este domina a bola, faz o giro e finaliza. Assim, as outras filas fazem o mesmo. Os alunos que realizaram o movimento mudam de fila e vão para o final, aguardando chegar a sua vez. (COSTA, FARRET, 2005, p.37).

Manobras Ofensivas na Diagonal

Exercício: Duas filas posicionadas paralelamente as laterais de um lado da quadra. O primeiro jogador passa a bola em diagonal para o primeiro da outra fila, que se desloca na paralela para a quadra ofensiva. O jogador que recepta a bola domina e passa novamente ao outro jogador, que terá deslocado na paralela para finalizar. (COSTA, FARRET, 2005, p.38).

Manobras ofensivas na paralela

Exercícios: Duas filas dispostas próximas ao tiro de canto na mesma linha de fundo, e o primeiro passa a bola na paralela da quadra para o jogador que esta posicionada na outra fila. Este se desloca na diagonal e domina a bola. O jogador que realizou o passe se desloca em diagonal ate o meio da quadra, balança e corre em direção ao jogador que esta com a bola para finalizar.(COSTA, FARRET, 2005, p.39).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente estudo teve por finalidade demonstrar como foi o surgimento do futsal, seu criador, suas primeiras regras e como eram as primeiras competições, seus primeiros contatos como pratica esportiva, e os benefícios que a pratica do mesmo proporciona à criança. São inúmeros os benefícios, tais como a melhora na coordenação, agilidade, socialização, percepção espaço temporal, podendo forma ate futuros atletas. O Futsal e uma das práticas esportivas que mais se próximas da realidade dos alunos, mesmo quem nunca participou dela na infância nas brincadeiras de rua e fundo de quintal, já assistiu ou teve outro tipo de acesso a informações sobre ela.

Por ser parte de uma realidade próxima da vivência do aluno, pode ser um elemento motivador para que os alunos participem, oportunizando ao professor a partir do conhecimento do aluno dinamizar sua prática. Teve ênfase na sua implantação no ambiente escolar, algumas regras foram citadas para nortear o trabalho do profissional de educação física. Atividades lúdicas que auxiliam no processo de ensino aprendizagem também foram colocadas em estudo, sendo que o lúdico e uma forma de ensino onde a criança aprende brincando.

REFERÊNCIAS

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<http://bdjur.stj.gov.br/dspace/handle/2011/10240>. Acesso em: 7 fev. 2012.TENROLLER, C.A. Futsal: ensino e prática. Canoas. Ed. Ulbra, 2004, 152p.

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ZILLES, A.. Poligrafo de futebol de salão, Porto Alegre: UFRGS, 1987

POR

SILVA, Marllon Felipe Martins, AMARO, Diogo Alves

SILVA, Marllon Felipe Martins; AMARO, Diogo Alves. Futsal nos Anos iniciais do ensino fundamental. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo Do Conhecimento, Ano 01, Vol. 10, PP. 114-134.  Novembro de 2016. ISSN:2448-0959

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terça-feira, 12 de novembro de 2019

10:50

Basquete como estratégia de socialização no ensino fundamental II

 

INTRODUÇÃO

 

O presente trabalho tem o propósito de refletir sobre os aspectos relacionados a prática do basquetebol voltada como ferramenta, visando as dificuldades de socialização das crianças do ensino fundamental ll.

         As experiências como estagiários trouxeram uma preocupação relacionada a aprender a lidar com o desconhecido, com o conflito, com o inusitado, com o erro, com a dificuldade de como transformar informação em conhecimento, enfim, socializar.

A escola, no cumprimento da sua função social, tanto quanto a família e a sociedade em si, deve desenvolver nas crianças que nela tem como base a sua formação, competência e habilidades para prepará-las para agir conforme as exigências da atualidade.

A sociedade atual vive de mudanças rápidas e complexas devido ao fluxo de informações variadas e numerosas. As crianças são estimuladas continuamente por meio de sons e imagens, a perceber um mundo colorido, virtual, interligado. Não podemos mais ignorar a televisão, o celular, o cinema, o computador, dentre outros que são veículos de informação, comunicação e aprendizagem, deixando assim o lado virtual muito em destaque, fazendo-os que acabem deixando de lado a socialização, trazendo dificuldades a eles no ambiente escolar.

Desta forma, ao se abordar questões relacionadas ao processo de socialização desenvolvida nas aulas de educação física com a prática do basquetebol, entende-se que são processos que devem caminhar juntos, tanto a parte física e tática realizada, como a parte social, sendo que a socialização é a ponte para grande aprendizado e desenvolvimento.

         A metodologia utilizada neste trabalho foi a revisão de literatura, onde foram utilizadas como bases de dados Biblioteca Dante Alighieri, EFArtigos e Portal de Periódicos da CAPES, utilizando os seguintes descritores socialização, esporte, ensino fundamental e basquete. A pesquisa concentrou-se nos último 33 anos.

 

BASQUETEBOL

 

"Desde sua criação o basquetebol foi evoluindo gradativamente, tornando-se cada vez mais um esporte popular praticado nas diversas classes sociais, todavia, o basquete de características populares", segundo Weis e Possamai (2008 apud BRITO, 2013) baseia-se no princípio do prazer lúdico, buscando auxílio ainda na utilização construtiva do tempo livre.

"O basquetebol é, sem dúvida, um esporte complexo e completo. É uma junção de esforços intensos e breves, feitos em ritmos diversos. É uma junção da corrida com saltos e lançamentos. O basquetebol é sem discursões um esporte repleto de ritmo e coordenação" (DAIUTO, 1991, p. 71)

É realmente, um jogo regido pela dificuldade de manter um ritmo e sendo também, de grande intensidade motora em períodos reduzidos de tempo. Precisando também do controle do equilíbrio, que é dominado pela técnica, que surge nos movimentos de precisão e de segurança, utilizados em alta velocidade (DAIUTO 1991, p. 71).

 

Conforme os autores acima o basquetebol é rico em suas características, com isso torna-se um apoio para a educação física nas escolas. "Na atualidade a Educação Física se constrói na área do conhecimento que insere e integra a escola na cultura corporal do movimento, tendo com o objetivo o lazer, o bem estar, emoções, entender os sentimentos e melhora da saúde" (OLIVEIRA, OLIVEIRA, 2010, p. 5).

"O basquetebol é um esporte incrível para os alunos, desenvolve e começar a ter o amor próprio, a autonomia para expor suas criatividades, ter decisões rápidas e precisas, muita disciplina, e companheirismo, ajudando os alunos a trabalhar em equipe e ter um autocontrole emocional tanto nos jogos quanto em situações distintas" (DAIUTO, 1991, p. 71).

Os alunos que conhecem o basquetebol na escola de uma forma divertida e com um método de ensino apropriado para este esporte, tem claramente uma melhora em seus movimentos e modo de pensar.

"No ensino do basquetebol, esta proposição pode ser desenvolvida com possibilidades de resultados positivos se o ponto de partida da ação pedagógica visar a autonomia do aluno", conforme propõe Oliveira e Paes (2004, p.21 apud OLIVEIRA, OLIVEIRA, 2010, p. 10).

Os profissionais de educação física trabalhando o basquetebol para todos podem proporcionar um novo pensamento para os alunos, mostrando também a forma que se pode ampliar este esporte.

 

 

EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL II

 

 A verdadeira escola, segundo Melhem (2004 apud SAVIETTO, MONTEIRO, 2008) é aquela que oferece a Educação Física com todos os seus aspectos, do ensino infantil até a formação dos alunos, trabalhando a integração da Educação Física no projeto político-pedagógico da escola e investindo na escola como um todo: condições de materiais e em cursos de capacitação e aperfeiçoamento de seus professores.

 

Na educação formal, o professor de Educação Física deverá dar ao esporte um tratamento pedagógico, desenvolvendo-o de uma forma abrangente e diversificada, proporcionando ao aluno a oportunidade de conhecer, tomar gosto, aprender e manter o interesse pelo esporte. Na educação não formal, o esporte, desenvolvido por agentes e agências fora do âmbito escolar, também poderá ter tratamento pedagógico (LEONARDI, GALATTI, PAES, 2014, p. 43)

 

Porém, não é o bastante o professor de educação física trabalhar junto à escola a importância do papel do professor, sem que haja uma boa comunicação e um bom relacionamento entre professor e aluno, para que possa ter um retorno, e para que isso realmente ocorra, o educador precisa ter uma boa didática (HURTADO, 1988 apud SAVIETTO, MONTEIRO, 2008).

Trabalhando junto a escola o professor com sua abordagem e forma de ensino, mostrando o caminho certo e trabalhando o aluno por completo a escola transformará uma sociedade melhor.

 Se tratando de trabalho com alunos (as) do ensino fundamental II, que são crianças de 11 a 14 anos alguns cuidados específicos deverão ser tomados pelo professor, pois é a idade da mudança, do amor ao novo, das explosões, do desinteresse, dos questionamentos, das curiosidades, da confiança em si próprio e arrogância, é a idade do interesse à atividade, a "idade dos desportos" (DAIUTO 1991, p. 37).

"O esporte é um fenômeno sócio cultural em destaque no cenário mundial contemporâneo, que se manifesta de múltiplas maneiras, sendo procurado como prática por diversos seguimentos da sociedade, dentre os quais destacamos crianças e adolescentes". (GALATTI, FERREIRA, SILVA, PAES, 2008, p. 397)

 Sendo assim a Educação Física tem responsabilidade de formar um cidadão capaz de posicionar-se criticamente diante da sociedade e das novas formas da cultura corporal de movimento – o esporte-espetáculo que são muito influenciados pelos meios de comunicação, as atividades fitness, as atividades alternativas, etc. "Pensando por outro lado, é preciso ter bem claro que as Escolas brasileira, mesmo querendo, não poderia ser comparada com a estrutura e funcionamento das academias e clubes, mesmo porque não é essa a sua função" (BETTI, ZULIANI, 2002, p. 73)

No entanto a Educação Física sendo um componente curricular da Educação básica assume então, uma tarefa de muita importância: capacitar a aluna a se incluir na cultura corporal do movimento, formando o cidadão que vai produzi e transformar sua própria opinião, instrumentalizando-o para aproveitar o máximo do jogo, do esporte, das atividades rítmicas e dança, das ginásticas e práticas físicas, em benefício de sua qualidade da vida.

A integração há de ser plena é afetiva, social, cognitiva e motora. Interessante dizer, é a integração de sua personalidade, não basta trabalhar o corpo sem trabalhar a mente (BETTI, 1992, 1994a apud BETTI, ZULIANI, 2002, p. 73). Cabe ao professor ou educador fazer com que a educação pelo esporte ocorra na prática, não sendo repetição ou copia, como de uma receita que dá certo, mas como um campo cheio de novas experiências e descobertas criadas pelos próprios alunos a partir da incorporação ao processo educativo de suas qualidades como educador e como pessoa (HASSENPFLUG, 2004).

Conforme Daiuto (1983 apud HEYDEN, 2010, p. 27),

 

o esporte é uma necessidade individual e social, uma influência que se evidencia cada vez mais dentre as atividades do homem. É fonte de saúde e de distração. Incita ação, competição, superação, esforço e, desse modo, favorece o enriquecimento pessoal. É um extraordinário meio de expressão e revela, por oposição, os limites de cada um. Se o fenômeno desportivo é universal no tempo e no espaço, se encontrou uma adesão tão permanente e efetiva, é porque realmente corresponde a certas necessidades fundamentais do homem.

 

O homem tendo essa necessidade de se movimentar e praticar alguma atividade física procura a que se identifica ou a que trabalha com as suas dificuldades. O basquetebol sendo um esporte coletivo de muito valor motor, abrange muitos projetos de socialização e inclusão nas escolas, trazendo disciplina aos seus praticantes e mostrando o trabalho em equipe mostrando que um depende do outro para que o jogo flua, deixando com que os alunos trabalhem sua criatividade em relação aos movimentos.

 

Portanto, para elas, a escola deverá ser um centro de produção de conhecimento e vivência de experiências significativas para sua vida, na qual a construção da cultura lúdica, da arte e dos esportes esta condicionada não apenas a jogos e brincadeiras e a um mero preenchimento do tempo de lazer, mais a um projeto de escola lúdica, politécnica, plural e de tempo integral. (SILVA, 2003 apud GASPAR, PICH, VAZ, 2004, p.107) 

 

"A educação física é uma matéria repleta de características pedagógicas, sendo assim, o basquetebol torna-se um recurso importante para se desenvolver e o professor consegue tornar sua aula prazerosa, tanto para os alunos" (BRITO, 2012, p.16), quanto para ele mesmo. Ajudando também as crianças de baixa renda a se encontrar na aula e fazendo com que elas convivam com seus amigos de forma saudável tanto mental quando física.

 

Aspectos Sociais da Educação Física no Ensino Fundamental II

 

"O professor de Educação Física auxilia o aluno a entender o seu corpo, sentir seus movimentos e se envolver na esfera da cultura corporal de movimento" (BETTI, ZULIANI, 2002, p. 75).

O professor é uma figura muito importante para os alunos nesta fase, tanto na escola como fora dela, pois muitas crianças passam por situações complicadas em casa e isso acaba afetando seu desempenho em sala de aula, com isso os alunos tem o professor como alguém importante em sua vida, para mostrar um caminho e ensinar a seu uma pessoa com seus próprios ideais no meio da sociedade.   

 

Para isso, não é o bastante aprender as habilidades motoras e desenvolver capacidades físicas, sendo essa aprendizagem muito importante e necessária para os alunos, mas não suficiente para a formação integral dos alunos. O aluno aprende os fundamentos técnicos e táticos do esporte coletivo, precisa entender e saber se organizar socialmente para praticá-lo (jogar), precisa dominar as regras para torna o jogo possível, aprender a respeitar a equipe adversária como um colega e não como um desconhecido, pois sem ele não há jogo nem competição esportiva ( BETTI, ZULIANI, 2002, p.75).

 

"Eleger a cidadania como eixo norteador significa entender que a Educação Física na escola é responsável pela formação de alunos que sejam capazes de participar de atividades corporais adotando atitudes de respeito mútuo, dignidade e solidariedade" (DARIDO et al, 2001, p. 18).

 Além disso, a Educação está a serviço de um tipo de cidadania que não pode ser ganhar, mas sim conquistada com respeito ao próximo e a si próprio (DARIDO et al, 2001, p. 19). Tal ato também implica na compreensão na organização institucional da cultura corporal na nossa sociedade, por tanto é preciso prepará-lo para ser um bom praticante do esporte, onde deve ter uma visão crítica do sistema que o esportivo profissional se encontra.( BETTI, ZULIANI, 2002, p.75) mostrando para os alunos como realmente é a sociedade em que se vive, ensinando com o esporte na escola. 

 

BASQUETEBOL COMO ESTRATÉGIA DE SOCIALIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL II

 

Daiuto (1991, p.78) afirma que

 

o basquetebol, inserido a manifestações educacionais, pode ser desenvolvido na infância e na adolescência, na escola, com a participação de todos, evitando ações seletivas e a competição acirrada e sem propósitos educacionais, propiciando métodos educativos que visem a interação social entre alunos.

 

Um dos aspectos de formação social do aluno são as práticas de respeito, dignidade e solidariedade, todos inseridos também nas aulas de educação física, visam o desenvolvimento de caráter do aluno e sua vida em sociedade. (SOUZA, FONSECA JUNIOR, 2010).

De acordo com o texto apresentado, os conteúdos devem ser ensinados na perspectiva de contribuir no processo de educação dos alunos, que vai além de ensinar gestos, é preciso entender corpo e mente para que possa trabalhar com outros aspectos como inclusão, cooperação, diversidade e autonomia (IMPOLCETO et al., 2007).

 

Na busca de soluções práticas de combate à criminalidade juvenil, e procurando resgatar a cidadania e promover a inclusão social dos jovens em situação de risco, surgiu o esporte à meia noite, um projeto da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, em parceria com os demais órgãos governamentais e não governamentais. O horário de funcionamento dos centros esportivos parece inusitado, mas têm uma justificativa, os idealizadores do projeto constataram que era justamente entre as onze e duas da manhã que ocorria a maior parte dos crimes na região (CARNEIRO, 2007, p. 17).

 

Adaptando-se então ao basquetebol, Coutinho (2003 apud SAVIETTO, MONTEIRO, CALABRESI 2008, p. 13)

 

julga ser de suma importância que no início desta fase o professor propicie aos alunos os primeiros contatos com o jogo, a fim de que se possa haver, por parte de cada aluno, uma percepção do grau de dificuldade exigido pelo esporte. Em seguida o professor deverá fazer um relato sobre as características e exigências do esporte, salientando que ele será melhor praticado futuramente se dividido em partes, para depois retornar-se ao jogo propriamente dito.

 

 

Para Melhem (2004 apud SAVIETTO, MONTEIRO, CALABRESI 2008) as atividades obtidas no ensino do basquetebol são de extrema  importância para o aluno ter o domínio do próprio  corpo em movimento, pois assim os alunos começa as ter um conhecimento corporal, como a lateralidade, assim como a percepção, coordenação, equilíbrio e noção de espaço.

Em relação ao plano social, Ferreira (2003 apud SAVIETTO, MONTEIRO, 2008) afirma que o aluno que é praticante do basquetebol desenvolve a confiança e passa a ter responsabilidade, ter mais contado com seus colegas, a ter o espirito de luta e esforço para com sigo mesmo e com sua equipe, o reconhecimento de que nem sempre se vence, que precisa ter determinação e muita coragem para tomar decisões e realizar movimentos criativos durante um jogo.

 

O esporte não é um fenômeno de simples compreensão. Como afirma Jorge Bento, o esporte é polimorfo e polissêmico tem muitas formas e sentidos. Resultante dos diferentes atores e contextos sociais nos quais o esporte se insere, adquiriu múltiplas e distintas significações, sentidos e funções (BENTO, 2004, apud  HEYDEN et al, 2010, p. 28).

 

Desta forma, pode-se dizer que o basquete, um esporte que se pode obter grandes ganhos, não somente proporcionando o bem estar, mas também uma vantagem em relação à saúde, de forma que beneficie o praticante como um todo, assim como, trabalhe também um lado social, abrangendo uma vasta imediação deste leque, tendo uma melhora social, ajudando cada vez mas os alunos a se tornar uma pessoa melhor tanto para a sociedade como para si próprio, na melhora de seu rendimento em sala de aula e perante a comunidade em que vive.

 

CONCLUSÃO

 

No âmbito social, o esporte tem função pedagógica no processo de formação do indivíduo, ressaltando a disciplina, a solidariedade, trabalho em equipe e outros aspectos favoráveis à construção de valores.

O que reforça ainda mais a visão de ser trabalhado, com um olhar voltado para que essa prática possa ser sim um material muito bem aproveitado, tanto no lado da prática, aperfeiçoando todas as habilidades do indivíduo, como também a compressão de regras, fazendo assim com que o individuo possa aprender a conviver respeitando a todos em seu meio escolar.

As ações da escola referentes à construção do corpo do aluno precisam ser mais abrangentes. Cobrindo desde a formação estudantil de todos, até a formação social trabalhada em todas as matérias, principalmente a da educação física em especial, pois ela também trabalha o sócio educativo fazendo a utilização das práticas esportivas.

O basquete, apesar de ser considerado um esporte de massa e um dos mais praticados no mundo, ainda é no Brasil um esporte pouco aproveitado, um produto mal vendido, divulgado e organizado.

Mas pode-se mudar essa má visão passada, mostrando que dessa forma se pode utilizar para grandes mudanças sociais e educativas. Ou seja, através de novos estudos, pode-se ampliar o repertório do aluno, fazendo com que ele interaja com um maior número de colegas e amplie sua socialização.

 

REFERÊNCIAS

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POR

Jessica Santos GOMES, Washington Wesley dos SANTOS, Daniela Moraes SCOSS

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quinta-feira, 31 de outubro de 2019

04:59

Exercicios apenas na Educação Física Escolar?




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Hoje em dia, o cotidiano é muito agitado. Pelo menos em um turno, há aulas; depois, são as tarefas de casa, as aulas de língua estrangeira, a família, as brincadeiras, os amigos, os programas favoritos de televisão, enfim... É bastante coisa para se fazer em um único dia. Assim, com tantos compromissos e tarefas diárias, muitas vezes não sobra tempo para a prática de alguma atividade física. Mas será que essa atividade é mesmo tão importante? Até porque, existe uma matéria dedicada somente a isso.

As aulas de Educação Física escolar realmente objetivam o desenvolvimento pessoal do aluno. Por meio do movimento, são ensinados valores múltiplos que vão desde o desenvolvimento físico, passando pelo caráter lúdico - através dos jogos e brincadeiras -, e atingindo até a conscientização de valores morais, como o respeito e o trabalho em grupo. Entretanto, a principal função das aulas de Educação Física é propiciar aos alunos condições de saúde e qualidade de vida melhores.

No entanto, a freqüência dessas aulas varia de uma a três vezes por semana, dependendo da escola. É muito pouco tempo para que os objetivos sejam atingidos. Por isso, o professor de Educação Física precisa da colaboração do aluno, que deve agir em benefício de sua própria saúde.

O processo deve acontecer da seguinte forma: o professor passa conteúdos variados para os alunos - incluem-se aí os jogos, as atividades pré-esportivas, as brincadeiras, etc. - e os alunos, por sua vez, devem realizar as atividades sugeridas, apreendendo e, principalmente, contribuindo para a melhora de sua saúde. Mas só isso não basta! Os alunos também devem escolher as atividades que mais lhes agradam e procurar complemento para elas fora do horário de aula.

Existem as mais variadas atividades. São recomendáveis as "escolinhas" esportivas - que às vezes são oferecidas pela própria escola -, as escolas de natação e as academias de ginástica. A vantagem desses locais é que, na maioria deles, existem profissionais capacitados na área de Educação Física que garantem a continuidade do trabalho que o professor da escola está desenvolvendo. Mesmo que a opção seja outra atividade, sem a presença de um professor, é importante que ela seja feita sistematicamente. Caminhadas, prática de esportes com os amigos e esportes radicais - skate, surfe, etc. - também são válidos se feitos regularmente.

Conclui-se, portanto, que a Educação Física escolar ajuda bastante na obtenção de saúde, mas ela não é a solução para todos os problemas. Assim, mesmo que o dia-a-dia esteja bastante ocupado, é importante encontrar um "tempinho" para prática de alguma atividade física, o que garante uma vida mais saudável e, conseqüentemente, mais ativa e produtiva.


Publicado em 04/01/10 e revisado em 31/10/19

Retirei daqui

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

05:33

Jogos e brincadeiras no Ensino Médio



A educação Física escolar tem como um de seus objetivos atuar no sentido de criar uma interação e socialização entre seus alunos visando uma vida saudável deve assim, integrar o aluno na cultura corporal de movimento, mas de uma forma completa, transmitindo conhecimentos sobre a saúde, sobre várias modalidades do mundo dos esportes, jogos, ginástica, dança e lutas, adaptando o conteúdo das aulas à individualidade de cada aluno e a fase de desenvolvimento em que estes se encontram. É uma oportunidade de desenvolver as potencialidades de cada um, mas nunca de forma seletiva e sim, incluindo todos os alunos.

Uma das formas de atuação da Educação Fisica na escola é a introdução de jogos e brincadeiras, inclusive no ensino médio. O papel do Ensino Médio, no âmbito de suas ações é desenvolver nos alunos algumas capacidades básicas, investigar, interpretar, resolver e elaborar situações problemas, realizar tomadas de decisões, estabelecer estratégias e procedimentos, adquirir e aperfeiçoar conhecimentos, buscar valores sociais e pessoais, desenvolver trabalhos de forma solidária e cooperativa e sempre ter a consciência de estar aprendendo.

Na organização dos conteúdos, deve-se levar em consideração que as formas de expressão corporal dos alunos refletem os condicionantes impostos pelas relações de poder com as classes dominantes no âmbito de sua vida particular e de seu lazer. Neste ciclo do processo de ensino-aprendizagem, existem várias formas possíveis de distribuição do conteúdo com o tema jogo, esporte, ginástica e dança.

A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, deve ser componente curricular da Educação Básica, ajustando-se às faixas etárias e às condições da população escolar. (LDB, 1996). Ela é uma pratica pedagógica que no campo escolar, tematiza, formas de atividades expressivas corporais como: esporte, dança, ginástica, jogo, onde estas formas configuram uma área de conhecimentos que chamamos de cultura corporal.

Esporte

O esporte, como prática social institucionaliza temas lúdicos da cultura corporal, deve ser abordado pedagogicamente no sentido de esporte "da" escola e não como o esporte "na" escola. Sendo uma produção histórico-cultural, o esporte subordina-se a sociedade capitalista. Na escola, é preciso resgatar os valores que privilegiam o coletivo sobre o individual. O seu ensino não se esgote nos gestos técnicos. Colocar um limite para o seu ensino.

Ginástica

 A ginástica no currículo escolar tradicional brasileiro inclui formas básicas do atletismo, exercícios em aparelhos e exercícios com aparelhos manuais e ainda formas de luta. Nos programas brasileiros se evidencia a influência da calistenia e do esportivismo, ginástica artística ou olímpica, o que pode explicar o fato de a ginástica ser cada vez menos praticada nas escolas. Outro fator que interfere no ensino de ginástica na escola é a falta de instalações e aparelhos no estilo olímpico desestimula o professor a ensinar ginástica. Sua prática permite ao aluno a interpretação subjetiva das atividades através de um espaço amplo de liberdade para vivenciar as próprias ações corporais.

Dança

 A dança é considerada uma expressão de diversos aspectos as vida do homem, sendo uma linguagem social na qual permite a transmissão de sentimentos, emoções da afetividade vivida nas esferas da religiosidade, do trabalho, dos costumes, hábitos, da saúde, da guerra. A escola pode oferecer ao aluno outras formas de pratica da expressão corporal, como por exemplo, a mímica ou pantomima, contribuindo para o desenvolvimento da expressão comunicativa nos alunos. (COLETIVO DE AUTORES, 1992).

Os jogos e brincadeiras como conteúdo

Não ser fácil definir o conteúdo jogo, pois quando essa palavra é pronunciada cada um pode entendê-la de formas variadas. Pode-se estar se referindo a jogos políticos, de adultos, crianças, animais ou xadrez, adivinhas, contar estórias, dominó, quebra-cabeça dentre outros. Os jogos, mesmo recebendo a mesma denominação, têm suas especificidades. Por exemplo, no faz-de-conta, existe predominância da situação imaginária; no jogo de xadrez, regras padronizadas permitem a movimentação das peças.

 A existência de regras em todos os jogos é uma característica marcante. Há regras explícitas, como no xadrez ou amarelinha, regras implícitas como na brincadeira de faz-de-conta, em que a menina se faz passar pela mãe que cuida da filha. São regras internas, ocultas, que ordenam e conduzem à brincadeira.

O jogo possui dimensões antropológicas, sociais e políticas de profundo grau. Pode ser visto como manifestação do ser humano em forma de brinquedo alegre e sem outro qualquer interesse, além de brincar. Ou jogo pode ser entendido como forma de competir e de derrotar os outros. No primeiro caso, o jogo não é mais que uma forma criativa em que os outros são presenças agradáveis para vivenciar momentos de prazer e diversão. No outro caso, o jogo pode se tornar facilmente uma forma de confronto ou luta, em que as atividades realizadas não têm um fim em si mesmas, porém na conquista de outros objetivos. O outro não é presença agradável, mas sim um obstáculo a ser superado para alcançar as metas pretendidas.

 O jogo, visto como brinquedo e como criatividade, tem mais espaço para ser entendido como forma de educação, também na medida em que busca melhorar as capacidades inventivas e conduz à convivência harmoniosa. Em suma, brincar é educar por meio da criação e da convivência. (SANTIN, 1990).

 Observa-se o desenvolvimento do aluno no caráter dos seus jogos, que evoluem desde aqueles onde as regras encontram-se ocultas numa situação imaginária até os jogos onde as regras são cada vez mais explicitas, e a situação imaginária é oculta (COLETIVO DE AUTORES, 1992).

Um jogo de duas equipes, por exemplo, "bola queimada", sugere a situação imaginária de uma guerra onde uma equipe "extermina" a outra com "tiros" de bola. O imaginário da "guerra" vai sendo apagado através das regras, cada vez mais complexas, às quais os jogadores devem prestar o máximo de atenção. Nesse sentido é conveniente promover junto aos alunos discussões sobre as situações de violência que o jogo cria e as conseqüentes regras para seu controle. Dessa forma, os alunos poderão perceber que um jogo como a "bola queimada" é discriminatório, visto que os mais fracos são eliminados mais rapidamente, perdendo a chance de jogar. Isso não significa não jogar "bola queimada", senão mudar suas regras para impedir o domínio da competição sobre o lúdico.

Quanto mais rígidas são as regras dos jogos, maior é a exigência de atenção da criança e de regulação da sua própria atividade, tomando o jogo tenso. Todavia, é fundamental o desenvolvimento das regras na escola, porque isso permite à criança a percepção da passagem do jogo para o trabalho.
 
Jogos e brincadeiras no ciclo de sistematização do conhecimento (1ª a 3ª séries do Ensino Médio)

 Neste ciclo os jogos devem conter conteúdos que impliquem no conhecimento sistematizado e aprofundado de técnicas e táticas, bem como da arbitragem dos mesmos; no conhecimento sistematizado e aprofundado sobre o desenvolvimento/treinamento da capacidade geral e específica de jogar; e na prática organizada conjuntamente entre escola/comunidade.

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05:13

O jogo na Educação Física Escolar para Ensino Fundamental e Médio (com atividades!)




O jogo, visto como brinquedo e como criatividade, tem mais espaço para ser entendido como forma de educação, também na medida em que busca melhorar as capacidades inventivas e conduz à convivência harmoniosa. Em suma, brincar é educar por meio da criação e da convivência.

Observa-se o desenvolvimento do aluno no caráter dos seus jogos, que evoluem desde aqueles onde as regras encontram-se ocultas numa situação imaginária até os jogos onde as regras são cada vez mais explicitas, e a situação imaginária é oculta.

 Um jogo de duas equipes, por exemplo, "bola queimada", sugere a situação imaginária de uma guerra onde uma equipe "extermina" a outra com "tiros" de bola. O imaginário da "guerra" vai sendo apagado através das regras, cada vez mais complexas, às quais os jogadores devem prestar o máximo de atenção. Nesse sentido é conveniente promover junto aos alunos discussões sobre as situações de violência que o jogo cria e as consequentes regras para seu controle. Dessa forma, os alunos poderão perceber que um jogo como a "bola queimada" é discriminatório, visto que os mais fracos são eliminados mais rapidamente, perdendo a chance de jogar. Isso não significa não jogar "bola queimada", senão mudar suas regras para impedir o domínio da competição sobre o lúdico.

Quanto mais rígidas são as regras dos jogos, maior é a exigência de atenção da criança e de regulação da sua própria atividade, tomando o jogo tenso. Todavia, é fundamental o desenvolvimento das regras na escola, porque isso permite à criança a percepção da passagem do jogo para o trabalho.

Veja agora exemplos de jogos e brincadeiras que podem ser aplicados na Educação Física Escolar:

PEGOBOL

É uma variação do pega-pega, sendo que neste haverão vários pegadores e uma bola entre eles, só poderão pegar os demais quando estiverem em posse de bola(será usada uma bola, e com o decorrer da atividade e provável desenvolvimento dos alunos, aumentar o n° de bolas).

PEGACOR

Dividir os alunos em dois grandes grupos, dispostos de costas uma para a outra,  determinar uma cor a cada equipe. Quando o professor chamar uma cor, esta terá de pegar a outra antes que esta chegue ou toque na mancha.

JUNTA RÁPIDO

Os alunos permanecem andando ou correndo pelo espaço disponível (quadra, pátio ou etc), e ao comando do professor indicando o n° de pessoas que devem se agrupar rapidamente, quem ficar sem grupo fará algo pré-determinado.VARIAÇÃO: Pedirá para juntar grupos que gostem de determinada cor, comida, música, desenho animado, novela, brincar, estudar, dançar e etc.

A ÁGUIA E OS PINTINHOS

Alunos divididos em coluna por um, com as mãos sobre os ombros do colega da frente. O primeiro aluno será a galinha e os outros, os pintinhos. O professor escolhe um outro aluno para ser a águia, que corre livremente. Ao seu comando, a águia tenta pegar o último pintinho, que está no final da coluna, porém é impedido pela galinha e seus pintinhos que, sem desfazerem a coluna, ajudam na segurança.

JOGO DO PENETRA

A turma foi dividida em dois grupos, devendo cada grupo estar de mãos dadas sobre a linha central da área de jogo e de costas, tendo à frente de cada grupo um aluno. Este, ao ouvir a palavra bloqueio, tentará chegar do lado da área pertencente ao seu grupo.

QUERO VER QUEM PEGA

Dispor os alunos na quadra, pátio ou local preferencialmente amplo e que tenha diferentes objetos de diferentes cores, tamanhos e etc. O comandante deve ser a principio o professor, que ira mencionar: Quero ver quem pega, (batendo palmas 3 vezes intervalado), o fará três vezes e na ultima não bate palmas, mas Dara um comando, como por exemplo: Quero ver quem pega num objeto redondo, numa coisa vermelha, em alguém que esta de relógio, num colega que o nome inicie com a letra C, quem pega o professor. O bom desta atividade e que estimula criança a identificar os diferentes objetos que estão ao seu redor, alem de ser bastante requisitada para ser desenvolvida nas praticas pelos alunos.

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