terça-feira, 10 de abril de 2018

07:09

Plano de aula: Atletismo

Resultado de imagem para aula de atletismo 

Objetivo
- Aprimorar a habilidade de correr com velocidade e boa coordenação motora.

Flexibilização
Os alunos com algum tipo de deficiência física poderão participar desta atividade desde que possam contar com alguém que os auxiliem, seja empurrando a cadeira de rodas, ou apoiando naquilo que for preciso. Ainda assim, é importante considerar o fato de que estarão em situação de desvantagem em relação aos outros. No caso de alunos cadeirantes, na maioria das vezes, um simples colega "empurrador" pode resolver o problema, desde que seja rápido (você propor um "teste" antes). No caso de alunos que andam com algum tipo de dificuldade e não contam com o apoio da cadeira, pode-se propor aos corredores das outras equipes que, no momento em que vão disputar com eles, o façam de uma forma diferente, enfrentando um desafio a mais como correr de costas ou de lado, por exemplo. A ideia é diminuir a desvantagem, tentando fazer com que todos enfrentem um desafio com graus de dificuldade e esforço parecidos. Mais importante que isso, é compartilhar as ideias entre todos, pedindo sugestões e ouvindo os comentários de todo o grupo. Este tipo de situação tem sua importância na medida em que contribui para que todas as crianças construam gradativamente uma disposição para encarar os próprios desafios e dificuldades de forma criativa e aberta à diversidade.

Desenvolvimento
Peça que os alunos se dividam em duplas, trios ou quartetos. Em um pátio, eles ficam uns ao lado dos outros e, ao sinal do professor ou de um colega, um participante de cada grupo corre o mais rápido que puder, tentando chegar em primeiro lugar a um ponto definido. Quando a primeira bateria terminar, é hora de outros integrantes de cada equipe participarem. Esteja atento para que todos tenham a oportunidade de correr e oriente as crianças quanto aos fundamentos da corrida: posição de largada, atenção e concentração, movimentos coordenados de braços e pernas, respiração, olhar sempre fixo à frente etc. Desafie a garotada a correr de formas diferentes (de costas, de lado, num pé só) e diversifique os espaços, aumentando ou diminuindo a distância da pista.

Avaliação
Um bom indicador de que a turma está correndo cada vez mais rápido é o tempo gasto para completar a distância estipulada. Após a realização de algumas corridas, registre o tempo de todos e estabeleça com eles algumas metas. Tome como base a média de velocidade do grupo e defina os objetivos mais viáveis para cada aluno, visando diminuir o seu tempo. Repita várias vezes a atividade e incentive as crianças a registrar e monitorar seu tempo para ver se melhoram suas marcas.

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terça-feira, 3 de abril de 2018

13:30

Atividade física em prol do desempenho escolar


De ponta cabeça (Foto: Thinkstock)

A conclusão partiu de um experimento simples, realizado pelo pesquisador Brendon Gurd, da Queen's University (Canadá): durante 3 semanas e em dias alternados, alunos de uma escola primária tiveram a opção de participar de um "FUNterval", um recreio divertido, com atividades físicas, ou podiam ficar mais paradinhos, aprendendo sobre diferentes aspectos de um estilo de vida saudável.
O cientista notou que as crianças que aderiram ao intervalo dinâmico ficaram mais concentradas durante os 50 minutos seguintes de aula: se dispersaram menos, mantiveram-se mais focadas na explicação dos professores e se viraram menos para os lados, o que demonstra mais concentração...

Após a atividade física, seja voltada a habilidades motoras ou brincadeiras, as crianças ficam, sim, mais atentas.

O exercício não apenas é capaz de deixar as crianças mais concentradas, como mostrou o estudo. Mas pode ser também uma excelente ferramenta para ajudar os pequenos a fixarem os conteúdos passados em aula. A interdisciplinaridade e as propostas de aulas devem incluir uma primeira parte mais lúdica, com uma dança, um jogo, ou brincadeira, que precede o ensino mais teórico . O movimento corporal, o jogo ou a história ajudam a criança. A partir desse registro, a gente consegue avaliar quais foram os conceitos que adquiriram.

Por fim, não podemos deixar de mencionar que as atividades físicas, sobretudo as brincadeiras em grupo, também são capazes de ensinar às crianças alguns conceitos matemáticos, como perto e longe, rápido e devagar.

Na prática

Confira algumas boas ideias para ajudar seu filho a se concentrar depois do exercício:

Mude de ambiente
Ao passar de um momento de intensa atividade para outro mais calmo, mudar de uma sala para outra, de um ambiente aberto para um fechado, ou vice-versa, ajuda a criança a fazer a transição.

Crie uma rotina
Se a criança já sabe que depois da brincadeira vem a hora do leitura ou o momento de se sentar para fazer a lição de casa, ela pode se preparar melhor para o que está por vir.

Não precisa sair do lugar
Mesmo que você não tenha muito espaço dentro de casa, dá para usufruir dos benefícios do exercício físico, com rotinas simples de aquecimento e músicas. Uma delas é a canção da boneca de lata: "Minha boneca de lata bateu 'com tal parte do corpo' no chão. Levou mais de uma hora pra fazer a arrumação... Desamassa aqui, desamassa ali...Pra ficar boa". A cada rodada você escolhe uma parte do corpo, à qual deve levar as mãos quando a canção chega na parte do "desamassa".

Cuidado com a dose!
Há uma grande diferença entre o seu filho correr durante 40 minutos na aula de educação física e participar de uma brincadeira de 10 minutinhos durante o recreio. É inevitável que o corpo uma hora se canse do excesso de movimento. Por isso, maneire no nível e na duração das brincadeiras antes da lição de casa, para que a criança não fique esgotada.

Fonte: Revista Crescer

Publicado em 27/11/14 e revisado em 03/04/18
10:09

Como planejar aulas e treinos em Educação Física




No plano de aula o professor organiza as unidades a serem desenvolvidas, descrevem os métodos que devem ser utilizados para a aplicação de cada conteúdo, os recursos que serão necessários e as metas a serem atingidas. Desta forma, o plano de aula é uma ferramenta indispensável para o professor que deseja organizar melhor suas aulas e facilitar seu trabalho. A Educação Física requer um cuidado muito especial na elaboração deste planejamento, por isso elaborei este material para ser uma ferramenta de trabalho para professores de Educação Física, acadêmicos, treinadores esportivos e instrutores de academias que queiram trabalhar com atividades físicas e treinamento funcional.




Ensinamentos de Como Elaborar seus Planos de Aulas de Educação Física, com modelos prontos e direcionando para os objetivos e metodologias a serem aplicadas de acordo com a faixa etária dos(as) alunos(as).

1 - TREINAMENTO FUNCIONAL 100 EXERCÍCIOS:
Aqui você encontrará além dos exercícios : - ESTRUTURA DOS PROGRAMAS DE TREINO; - PERIODIZAÇÃO; - DINÂMICAS DE AULAS; - CARACTERÍSTICAS DO PERSONAL COLETIVO; - MODELO DE TREINO COM ROTEIRO; - COMO MONTAR UM CENTRO DE TREINAMENTO

2 - COMO MONTAR TREINOS DE VOLEIBOL O presente trabalho ressalta a importância do profissional de educação física na busca constante por literaturas que contenham exercícios e treinos para auxiliar no seu trabalho. O tema " Voleibol Como Montar Treinos Passo a Passo com mais de 170 exercícios" É UMA EXCELENTE ferramenta para o trabalho dos profissionais que almejam cada vez mais propor atividades diversificadas para as crianças, adolescentes e adultos . Tem por objetivo oportunizar a muitos profissionais que têm dificuldade em elaborar treinos de uma forma organizada e sistemática de acordo com a faixa etária da sua clientela. Nele você encontrará : -História do Voleibol -Fundamentos -Sistema de Jogos *+ de 170 Exercícios -Plano de Aula/Treino -Mini Vôlei

3 - 500 JOGOS E BRINCADEIRAS excelente ferramenta para professores de Educação Física, Pedagogas e Professores dos Ensinos Infantil e Fundamental. São fontes históricas de baseados em autores e também, da minha vivência como docente na área de educação por 20 anos. Aproveitem esta grande oportunidade.

4 - EDUCAÇÃO FÍSICA PARA ALUNOS ESPECIAIS : Com este e-book deseja-se oferecer subsídios para as tomadas de decisões no que se refere à política do trabalho de inclusão junto às escolas, indicar mecanismos de preparação de professores de Educação Física que atuam na área, quanto à melhoria da prática escolar, e oferecer indicadores para as propostas curriculares nos planos das instituições e a dinâmica dos professores em seu processo ensino/aprendizagem principalmente na Educação Física Escolar 1 . A EDUCAÇÃO ESPECIAL AO LONGO DOS ANOS 2. A INCLUSÃO NO AMBIENTE ESCOLAR 3. A EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA 4. ATIVIDADES PRÁTICAS E EXERCÍCIOS .


Não perca a chance de fazer um curso espetacular, com ótimo conteúdo. 

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Produtor: Giovani Soldera

quarta-feira, 7 de março de 2018

09:00

Você é a favor da obrigatoriedade do atestado médico nas aulas de Educação Física?


Participar de atividades físicas na escola é uma delícia, principalmente quando os exercícios incluem a prática de determinados esportes, formação de times e participação em campeonatos. É uma forma interessante de interagir socialmente e ainda se movimentar. É por esses e outros motivos que a educação física escolar é tão importante.

Mas há outros motivos. Especialistas acreditam que ela contribui para outras áreas fundamentais das nossas vidas. Não é à toa que a obrigatoriedade do ensino da Educação Física é determinado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (9.394/1996 e 10.793/2003).

Outra lei que passou a ser obrigatória na Educação Física é a lei 5082/2013 que exige atestado médico para as aulas da Educação Física. Porem, se faz necessário algumas observações que discutam o teor desse documento na medida em que se interpreta certo desconhecimento e distanciamento da realidade desse componente curricular.

Por um lado não se rejeita a iniciativa humana de querer ajudar ao próximo, todavia é condenável a posição política que no afã de "proteger a infância e juventude" leva ao público uma visão distorcida sobre o que é a área.

Há neste cenário o flagrante desconhecimento da história da Educação Física, uma interpretação errônea e tendenciosa que confundem termos como atividade física, exercício físico e condicionamento físico além de interferir na ação pedagógica do professor quando relega parte de sua obrigação para outro profissional.

Mesmo que o professor estivesse decidido a trabalhar a aptidão física em suas aulas, e negasse a frequência mínima de dias, pouco tempo para sua realização e o monitoramento da frequência cardíaca dentre outros pontos, ele transformaria suas aulas em uma "grande academia" de condicionamento físico prescrevendo individualmente as aulas e os objetivos para cada aluno ou tendo a grande habilidade de convencer 30 a 40 alunos e alunas a fazerem a mesma coisa, se submetendo a um esforço progressivo dentre outras especificidades.

A obrigatoriedade do atestado médico me fez ter a dúvida se é uma coisa necessária para quem não leva a educação física escolar coo forma de aptidão física.

E aí, você é a favor da obrigatoriedade do atestado médico nas aulas de Educação Física?

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

03:17

Educação Física: Adaptada ou Inclusiva



Quando se fala sobre gerar autonomia, socialização e desenvolvimento físico, social e intelectual de pessoas com deficiência, é imprescindível aliar a tudo isso a prática de educação física adaptada. Pode-se dizer que o principal benefício de atividades como essa é a inclusão, fazendo com que o indivíduo sinta-se confiante e capaz de ir além daquilo a que está condicionado.

  A educação física é uma das melhores disciplinas no ambiente escolar, pois através de atividades e jogos lúdicos promove a interação de todos os alunos. Cria oportunidades para os deficientes mostrarem que também são capazes de evoluir em conjunto.

Para desenvolver um programa de inclusão, utilizando como meio a Educação física adaptada é de extrema importância que o professor de Educação Física tenha conhecimentos básicos relativo ao seu aluno como: tipo de deficiência que o aluno apresenta idade em que apareceu a deficiência se foi repentina ou gradativa, se é transitória ou permanente, as funções e estruturas que estão prejudicadas. O educador deve também se atentar a diferentes aspectos do desenvolvimento humano biológico (físico, sensorial e neurológico), levando em conta interação social e afetivo-emocional

Assim sendo, para que a prática de educação física de forma adaptada tenha os resultados desejados, entretanto, é necessário respeitar as limitações de cada um, adequar as modalidades de acordo com a necessidade específica e fazer um acompanhamento profissional, estimulando suas potencialidades. Se isso envolver diversão, atividades lúdicas e boa companhia, melhor ainda!

Tenha aulas específicas para Alunos Especiais

Podemos dizer que se tem duas linhas na educação física quando se trabalha com portadores de necessidades especiais. São duas modalidades de atuação que dependem muito mais dos educadores que dos alunos propriamente.

Uma das modalidades é a educação física adaptada, na qual os estudantes com deficiência praticam atividades físicas separados dos seus colegas.

A outra é a educação física inclusiva, na qual todos participam das mesmas atividades propostas.

A prática das duas modalidades requer um ambiente acessível, que oferece oportunidades iguais, com inclusão social e valorização das diferenças, estimule o desenvolvimento de habilidades e valorize as competências individuais. Para isso, cabe ao professor planejar as aulas de acordo com as especificidades dos alunos de cada turma.

Sabe-se que essas duas modalidades se encontram designadas à sociedade em uma só que é a educação física adaptada. Mas deve ser de uma maneira diferente: a inclusão deve acontecer com a adaptação dos recursos, das regras, dos professores, dos alunos, dos pais e de todos os envolvidos no processo de ensino/aprendizagem de uma pessoa.

A educação física contribui para o desenvolvimento físico, intelectual, social e psicológico através de jogos e brincadeiras. É nesse contexto que a inclusão deve ocorrer.


quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

05:40

Planos de Aula na Educação Física Escolar

   

O ensino de Educação Física auxilia na formação do caráter, assim como proporciona maior rendimento intelectual dos alunos. Por isso, o plano de aula é uma ferramenta fundamental na vida escolar, pois norteia as atividades a serem feitas com os alunos, da Educação Infantil ao Ensino Médio.

Na Educação Física, ter planos de aulas para facilitar planejamento é essencial para estudantes e professores. O plano de aula de Educação Física deve ser conciso e prático. Ele visa nortear os comandos do professor e deve ser elaborado tendo-se em consideração o projeto pedagógico da instituição de ensino.

Conheça o guia que mudou minha vida de professora de Educação Física.

O bom plano de aula de Educação Física prioriza as necessidades e as limitações dos alunos, variando de acordo com a faixa etária e as características intrínsecas a cada um deles.

Seja durante o Ensino Médio, Fundamental ou Educação Infantil, sem dúvida alguma o planejamento de Educação Física contribui para a melhoria da qualidade do tempo das aulas. Além do mais, influencia positivamente a saúde física e emocional dos alunos.

Pelo que podemos ver, a organização do plano de aula de acordo com cada faixa etária dos alunos demonstra a importância da Educação Física no currículo de todos os níveis da Educação Básica.




segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

12:11

Importância da Psicomotricidade até os 3 anos da criança


A escola ainda mantém o caráter mecanicista instalado na Educação Infantil, ignorando a psicomotricidade também nas séries iniciais do Ensino Fundamental. Os professores, preocupados com a leitura e a escrita, muitas vezes não sabem como resolver as dificuldades apresentadas por alguns alunos, rotulando-os como portadores de distúrbios de aprendizagem. Na realidade, muitas dessas dificuldades poderiam ser resolvidas na própria escola e até evitadas precocemente se houvesse um olhar atento e qualificado dos agentes educacionais para o desenvolvimento psicomotor.

Entendemos hoje que a psicomotricidade, oportunizando as crianças condições de desenvolver capacidades básicas, aumentando seu potencial motor, utilizando o movimento para atingir aquisições mais elaboradas, como as intelectuais, ajudaria a sanar estas dificuldades.

Neuropsiquiatras, psicólogos, fonoaudiólogos têm insistido sobre a importância capital do desenvolvimento psicomotor durante os três primeiros anos de vida, entendendo que é nesse período o momento mais importante de aquisições extremamente significativas a nível físico. Aquisições que marcam conquistas igualmente importantes no universo emocional e intelectual.

Aos três anos as aquisições da criança são consideráveis e possui, então, todas as coordenações neuromotoras essenciais, tais como: andar, correr, pular, aprender a falar, se expressar, se utilizando de jogos e brincadeiras. Estas aquisições são, sem dúvida, o resultado de uma maturação orgânica progressiva, mas, sobretudo, o fruto da experiência pessoal e são apenas parcialmente, um produto da educação. Estas foram obtidas e são complementadas progressivamente ao tocar, ao apalpar, ao andar, ao cair, ao comparar, por exemplo, e a corticalização, em si mesma, "é uma estreita função das experiências vivenciadas". (Koupernik)

Esta ligação estreita entre maturação e experiência neuromotora, segundo Henri Wallon passa por diferentes estados:

• Estado de impulsividade motora – onde os atos são simples descargas de reflexos;

• Estados emotivos – as primeiras emoções aparecem no tônus muscular. As situações são conhecidas pela agitação que produzem, evidenciando uma interação da criança com o meio;

• Estado sensitivo-motor – coordenação mútua de percepções diversas (adquire a marcha, a preensão e o desenvolvimento simbólico e da linguagem);

• Estado projetivo – mobilidade intencional dirigida para o objeto. Associa à necessidade do uso de gestos para exteriorizar o ato mental (inteligência prática e simbólica).

Do ato motor à representação mental, graduam-se todos os níveis de relação entre o organismo e o meio (Wallon). O desenvolvimento para Wallon é uma constante e progressiva construção com predominância afetiva e cognitiva.

Na educação infantil, a prioridade deve ser ajudar a criança a ter umapercepção adequada de si mesma, compreendendo suas possibilidades e limitações reais e ao mesmo tempo, auxiliá-la a se expressar corporalmente com maior liberdade, conquistando e aperfeiçoando novas competências motoras.

O movimento e sua aprendizagem abrem um espaço para desenvolver:

• Habilidades motoras além das dimensões cinéticas, que levem a criança aprender a conhecer seu próprio corpo e a se movimentar expressivamente;

• Um saber corporal que deve incluir as dimensões do movimento, desde funções que indiquem estados afetivos até representações de movimentos mais elaborados de sentidos e idéias;

• Oferecer um caminho para trocas afetivas;

• Facilitar a comunicação e a expressão das idéias;

• Possibilitar a exploração do mundo físico e o conhecimento do espaço;

• Apropriação da imagem corporal;

• Percepções rítmicas, estimulando reações novas, através de jogos corporais e danças;

• Habilidades motoras finas no desenho, na pintura, na modelagem, na escultura, no recorte e na colagem, e nas atividades de escrita.

Os materiais que colaboram para as experiências motoras podem incluir:

• Túneis para as crianças percorrerem;

• Caixas de madeira;

• Móbiles;

• Materiais que rolem e onde as crianças possam entrar;

• Instrumentos musicais ou geradores de som (bandinhas de diversos objetos etc.);

• Cordas;

• Bancos, sacos de diversos tamanhos, pneus, tijolos;

• Espelhos, bastões, varinhas;

• Papéis de todos os formatos;

• Giz, lápis, canetas hidrográficas (de diversos tamanhos);

• Elásticos e outros.

Estimular atividades corporais, para além da sala de aula, propiciando experiências que favorecerão a motricidade fina, auxiliariam os alunos de ritmo normal e os de aprendizagem lenta a vencer melhor os desafios da leitura e da escrita.

Além disso, pode ser destacado o fato de que as brincadeiras e os jogos são importantes no mundo da fantasia da criança, que torna possível transcender o mundo imediatamente disponível, diretamente perceptível. O mundo perceptível das pessoas é sempre um mundo significativo, isto é, sempre um mundo interpretado por alguém e, portanto, singular e subjetivo tal como a escrita.

As crianças estão sempre em movimento, se deslocando entre ações incertas, aleatórias, em função de sua curiosidade com o mundo, para a construção de interesses próprios mais claros. A escola pode aproveitar esse movimento ou, então, pode inibi-lo de tal modo que desencoraje a criança em sua pesquisa com o meio.

A atitude da escola frente à espontaneidade do movimento de cada criança poderá senão determinar, pelo menos influenciar fortemente o rumo do processo de aprendizagem da criança. A escola que trabalha com especial atenção para o desenvolvimento psicomotor da criança tende a contribuir no bom aprendizado.

Para facilitar o seu trabalho, indico o TOP 100 Psicomotricidade, com 100 atividades de Psicomotricidade para aplicação imediata.
12:09

7 metas da Psicomotricidade na criança




A Psicomotricidade existe nos menores gestos e em todas as atividades que desenvolve a motricidade da criança, visando ao conhecimento e ao domínio do seu próprio corpo. É um fator essencial e indispensável ao desenvolvimento global e uniforme da criança. A estrutura da Educação Psicomotora é a base fundamental para o processo intelectual e de aprendizagem da criança. O desenvolvimento evolui do geral para o específico; quando uma criança apresenta dificuldades de aprendizagem, o fundo do problema, em grande parte, está no nível das bases do desenvolvimento psicomotor.

A psicomotricidade, como estimulação aos movimentos da criança, tem como meta:

- Motivar a capacidade sensitiva através das sensações e relações entre o corpo e o exterior (o outro e as coisas).

- Cultivar a capacidade perceptiva através do conhecimento dos movimentos e da resposta corporal.

- Organizar a capacidade dos movimentos representados ou expressos através de sinais, símbolos, e da utilização de objetos reais e imaginários.

- Fazer com que as crianças possam descobrir e expressar suas capacidades, através da ação criativa e da expressão da emoção.

- Ampliar e valorizar a identidade própria e a auto-estima dentro da pluralidade grupal.

- Criar segurança e expressar-se através de diversas formas como um ser valioso, único e exclusivo.

- Criar uma consciência e um respeito à presença e ao espaço dos demais.

A Psicomotricidade contribui de maneira expressiva para a formação e estruturação do esquema corporal e tem como objetivo principal incentivar a prática do movimento em todas as etapas da vida de uma criança. Por meio das atividades, as crianças, além de se divertirem, criam, interpretam e se relacionam com o mundo em que vivem. Por isso, cada vez mais os educadores recomendam que os jogos e as brincadeiras ocupem um lugar de destaque no programa escolar desde a Educação Infantil.

Portanto, observe essas 7 metas, introduza na Educação Infantil. Para facilitar o seu trabalho, indico o TOP 100 Psicomotricidade, com 100 atividades de Psicomotricidade para aplicação imediata.

Bons exemplos de atividades físicas são aquelas de caráter recreativo, que favorecem a consolidação de hábitos, o desenvolvimento corporal e mental, a melhoria da aptidão física, a socialização, a criatividade; tudo isso visando à formação da sua personalidade.

sábado, 30 de dezembro de 2017

15:12

Estudo da ONU destaca a falta de atividade física nas escolas públicas

 

Segundo levantamento inédito feito pela ONU, no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), somente 0,58% das escolas brasileiras é considerada Escolas Ativas, que tem a distribuição do tempo e espaço apropriada para a prática das atividades físicas.

Atividades físicas nas escolas brasileiras
 

O estudo considera Escola Ativa um ambiente escolar com práticas variadas de esporte, infraestrutura propícia e participação ativa dos pais. Além de estrutura e incentivo à prática do esporte como rotina, essas escolas são vitoriosas para além das quadras.

Já sabemos que o esporte escolar funciona como um bom incentivo para o desenvolvimento do aluno na sala de aula.

Entre as escolas públicas, mostra o estudo, que quase metade (42%) se demonstra insuficiente para a prática de exercícios físicos, possuindo apenas uma quadra ou pátio. Entre as particulares, 24% estão neste nível.

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