segunda-feira, 17 de setembro de 2018

10:04

6 atividades para Nado Costas



O Nado Costas é uma excelente opção após a realização de séries de Crawl e Borboleta. Mas para uma boa execução, deve-se ter um alinhamento entre o tronco e as pernas, além de manter o corpo paralelo ao nível da água.

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Veja abaixo 6 atividades para facilitar o aprendizado do nado costas.

Atividade 1. Aprendendo a flutuar e respirar (10').

Distribua os espaguetes para os alunos. Peça para que o posicionem nas costas, logo abaixo dos braços. As crianças devem se deitar tentando estender o corpo, olhando para o céu/teto de maneira relaxada e com a respiração tranqüila. O professor deverá observar aqueles alunos que permanecem mais ansiosos e ajudá-los a relaxar. Chegue perto da criança, nesses casos, e ajude-a a posicionar seu corpo, dando-lhe segurança.   

Atividade 2. Com a prancha (10').

Nesse segundo momento, troque os espaguetes pelas pranchas, numa tentativa de aumentar a independência das crianças em relação aos flutuadores. Peça para que coloquem-na atrás da cabeça como um travesseiro e que se deitem na água. Repita o mesmo procedimento com as crianças que estiverem mais inseguras. Atente-se ao ritmo de respiração das crianças.   

Atividade 3. Pernadas com ajuda (15').

Nesse momento, ensine as pernadas alternadas para seus alunos. Muitos deles provavelmente já saberão como fazer, mas não em decúbito dorsal. Distribua as crianças em duplas para que uma ajude a outra durante a realização das pernadas. Com os braços estendidos acima da cabeça e segurando a prancha, peça que se deitem lentamente na água e realize as pernadas alternadas. O colega deverá ajudá-lo no deslocamento e na manutenção da direção, sempre pegando na prancha e puxando-o. Em seguida, troque os papéis. Quem foi ajudado passa a ajudar o outro que realizará as pernadas. Com turmas grandes, o ideal é fazer essa atividade na largura da piscina.   

Atividade 4. Pernada sem ajuda (10').

Agora, na extensão da piscina, distribua os alunos por raias ou algo que se assemelhe a elas (marcas no chão). A cada sinal do professor, uma criança sai em direção a outra ponta da piscina, executado a pernada. Para essa atividade, algumas crianças preferem se abraçar à prancha, colocando-a em frente ao corpo.

Atividade 4. Braçadas I (15').

A braçada do nado costas, em geral, apresenta maior dificuldade para os pequenos. Nesse primeiro momento, peça para que cada um, de pé dentro da piscina, realize as braçadas. Em seguida, com os flutuadores de pernas e com a prancha, peça para que eles façam as braçadas. Os dois acessórios para flutuar são recomendados para a criança não afundar e para ela poder prestar atenção aos seus movimentos.  Esse é um exercício mais lento, por isso, intercale entre os movimentos de pé e deitados com a prancha.   

Atividade 5. Braçadas II (10').

Agora, somente com a prancha, peça para que os alunos executem as pernadas com as braçadas, mas também lentamente. Elas devem segurar a prancha com os braços estendidos a frente da cabeça. A cada braçada dada haverá a troca de mãos na prancha.   

Atividade 6. Nado completo (20').

Peça para que as crianças tentem nadar o nado aprendido. Instrua-as sobre a respiração constante e soltando borbolhas para não deixar que entre água no nariz. A todo momento, dê retorno sobre a execução dos movimentos, que estimula a criança a corrigi-los  

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09:46

Com os jogos, as crianças aprendem que ganhar e perder faz parte da vida


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Ao jogar - um comportamento que atravessa séculos -, a criança descobre que ganhar e perder faz parte da vida e desenvolve estratégias para enfrentar várias situações e os adversários.

Sentados em grupo, crianças, jovens, homens, mulheres e idosos lançam dados, viram cartas e movimentam peças de acordo com regras preestabelecidas e acordadas por todos. Em resumo, jogam. E, consequentemente, se divertem, desafiam uns aos outros, passam o tempo. Um olhar atento mostra algo mais: jogos de tabuleiro revelam peculiaridades da cultura de um povo. Alguns tradicionais, como o Jogo da Glória, surgiram como forma de simbolizar a vida e a morte. Outros demonstravam em sua origem a importância das estratégias de guerra, como o xadrez, e as crenças de um povo, como o mancala.

Levando em conta essas características de comportamento e cultura, quando se transforma em espaço de jogo, a escola possibilita a construção de saberes. O desafio de uma partida proporciona a elaboração e a exploração de questões relacionadas à sociabilidade (que se dá por intermédio de regras) e ao desenvolvimento de estratégias. Detalhes que chamam a atenção para a possibilidade de trabalhar com tabuleiros sem a obrigatoriedade de vincular a atividade às áreas do conhecimento.

É importante que as crianças descubram o gosto do brincar por si só. Esse tipo de abordagem não deve ser encarado pelos educadores como uma perda de tempo. Há vários ganhos importantes para o desenvolvimento dos pequenos, embora possam não parecer importantes ou concretos à primeira vista.

Fonte

Publicado em 18/07/11 e revisado em 17/09/18

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

10:03

Importância o professor de Educação Física para alunos de necessidades especiais



No atual sistema educacional nos deparamos com uma proposta de ensino/aprendizagem, priorizando a diversidade e a inclusão. Nos dias de hoje é comum encontrar pessoas com necessidades especiais nas escolas regulares. Este novo sistema educacional requer conhecimentos, e idéias novas que tenham o objetivo maior de incluir todos, independente de qualquer de condição física.

A Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva assegura acesso ao ensino regular a estudantes com deficiência (intelectual, física, auditiva e visual), com transtorno do espectro autista (TEA) e com altas habilidades/superdotação, entre outros, desde a educação infantil até o ensino superior. Desse modo, quando pensamos em uma abordagem para a educação física escolar inclusiva, faz-se necessário reconhecer o direito de todas as crianças e jovens ao componente curricular da disciplina, à qualidade da aprendizagem, ao respeito e à compreensão das diferenças.

É importante que se considere que o objetivo da educação física escolar é contribuir na formação geral dos estudantes através do desenvolvimento de cultura das capacidades motoras, cognitivas, afetivas e sociais, visando à aquisição do hábito da prática regular de atividades físicas como componente fundamental da educação para uma vida saudável. Portanto, a disciplina é um caminho privilegiado da educação, pelas suas possibilidades de desenvolver a dimensão motora e afetiva das crianças e adolescentes, conjuntamente com os domínios cognitivos e sociais, e por tratar de um dos preciosos recursos humanos, que é o corpo.

A prática de atividade física e/ou esportiva por pessoas que possuem algum tipo de deficiência, sendo esta visual, auditiva, intelectual ou física, pode proporcionar dentre os diferentes benefícios da prática regular de atividade física que são mundialmente conhecidos, a oportunidade de testar seus limites e potencialidades, prevenir as enfermidades secundárias à sua deficiência e promover a sua adequada integração social. Assim sendo, da mesma forma que os alunos ditos "normais", àqueles que possuem alguma deficiência precisam adquirir o hábito da prática desde a escola e compreender a importância dessa atividade ao longo de suas vidas.

Além do processo de inclusão social, é fundamental que a Educação Física seja ofertada a todos, uma vez que as atividades físicas e esportivas para as pessoas com deficiência física apresentam uma considerável gama de valores terapêuticos evidenciando os benefícios tanto na esfera física quanto na psíquica.

As ações dos professores em fazer com que os alunos com deficiência participem das aulas de Educação Física é importantíssimo para estes. Pois essa é a aula e representa o momento em que os alunos podem e têm mais contato uns com os outros, fazendo com que identifiquem e aprendam a respeitar às diferenças.

Com o desenvolvimento de uma Educação Física inclusiva às pessoas com deficiência, poder-se-ia demonstrar à sociedade que todo cidadão, com ou sem deficiência, é capaz de viver com seus limites, praticando alguma atividade física, sem que as pessoas os olhem com compaixão e evitem qualquer forma de exclusão. Dessa maneira, pode-se considerar que esse seria um procedimento acertado e capaz de ampliar suas possibilidades nos campos físico, social, político e cultural.

Se você quiser se aprofundar neste assunto precisa conhecer as Aulas de Educação Física para Alunos Especiais e o ebook Atividades Físicas de Alunos Especiais. São duas excelentes opções para quem trabalha com Educação Física Escolar  para alunos com necessidades especiais.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

04:57

Importância do professor de Educação Física na Escola



A Educação Física é uma disciplina muito significativa, porém, por diversas vezes, pouco valorizada na grade curricular. Ela insere, adapta e incorpora o aluno no saber corporal de movimento, sua função é formar o cidadão que sirá produzi-la, reproduzi-la e transformá-la, qualificando-o para desfrutar os jogos, os esportes, as danças, as lutas, as ginásticas e práticas de aptidão física, em proveito do exercício crítico dos direitos e deveres do cidadão para a benfeitoria da qualidade de vida humana.

Existe a ideia de que essa é a hora de a criança sair da sala de aula e só se movimentar, muitas vezes em esportes e modalidades das quais muitos não gostam, sem entender a relevância que esses movimentos têm para sua vida.

Portanto, ao iniciar as aulas, é importante que o professor crie um mapeamento das práticas corporais que já façam parte do histórico dos alunos. Com esse modelo, ficaria mais fácil para o orientador selecionar temáticas mais adequadas para serem trabalhadas com os estudantes, facilitando assim o aprendizado.

Atividades que englobam brincadeiras de países e culturas diferentes, como danças e cantigas, são experiências relevantes para o desenvolvimento e ampliação do conhecimento da criança, assim como atividades corporais que possam ser pesquisadas em livros, sites, revistas, entre outros meios voltados a esse universo.

É na escola que os alunos aprendem a importância de ter um estilo de vida mais saudável e equilibrado. O professor representa um papel importante para promover uma vida saudável e ativa aos seus alunos.

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quinta-feira, 26 de julho de 2018

11:29

Aspectos para o aprendizado na Natação




O período de aprendizagem da natação depende exclusivamente do desenvolvimento de cada criança, pois cada uma reage a um estimulo de maneira diferente, portanto é difícil afirmar em quanto tempo uma criança vai demorar a aprender a nadar. No entanto, algumas crianças aprendem rápido, por não ter medo da água, enquanto outra criança tem pavor da água, com isso dificulta o processo de aprendizagem da mesma .

As brincadeiras e jogos que são oferecidos à criança devem estar de acordo com o período de desenvolvimento em que ela se encontra, para que a mesma possa aproveitar a situação e se desenvolver melhor. Daí a importância do professor em conhecer o crescimento da criança, pois é ele quem cria os espaços, disponibiliza materiais, participa das brincadeiras, ou seja, faz a mediação da construção do conhecimento.

A desvalorização do movimento natural da criança, em favor do conhecimento estruturado e formalizado, como por exemplo, um processo tecnicista de ensino de natação, a favor da perfeição da técnica e rendimento da criança, ignora as dimensões educativas da brincadeira e do jogo como forma rica e poderosa de estimular a atividade construtiva da criança.

A iniciação desta modalidade, nesta faixa etária, deve permitir exploração de movimento e aprendizagem perceptivo-motora. Isto significa que o professor deve dar oportunidade para o aluno explorar o ambiente aquático e diferentes formas de movimentação que seu corpo pode realizar dentro dele. Além de estimular o indivíduo a não realizar os movimentos preocupando-se apenas com a técnica, mas sim, valorizando a percepção dos seus movimentos dentro da água e da sensação que a água provoca em seu corpo.

No entanto, a natação deve ser muito mais que isso, valorizando a adaptação, aprendizagem, aperfeiçoamento e treinamento; de diferentes formas de ação corporal, aproveitando as propriedades da água e os benefícios que esta proporciona ao ser humano.

A brincadeira e o jogo nas aulas de natação devem ter relação com a cultura infantil, e com a fantasia e o imaginário da criança. Atividades que encorajam as crianças com a intenção de promover um bom relacionamento com a água e possibilitar inúmeras alternativas de expressão dentro do meio líquido.

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quinta-feira, 19 de julho de 2018

11:01

Como fazer a iniciação do Handebol na Escola



A iniciação do Handebol na Escola são atividades que deverão ser desenvolvidas na primeira fase escolar, período em que a criança não domina nenhum ou quase nenhum tipo de movimento motor.

Do pouco para o muito: O trabalho evolui do pouco para o muito, quanto ao tempo e número de exercícios.

Do simples para o complexo: Nas técnicas de fácil execução, fazer abordagem global.

Nas técnicas de difícil execução, utiliza-se subdividir o todo do exercício em partes ou fases.

Do conhecido para o desconhecido: Elementos novos aparecem após termos insistido e assegurado o ensinamento anterior.

Na primeira vez que se executa um gesto novo, ele não é perfeito, porém, o importante é o entendimento consciente do gesto, e quando deve ser aplicado em situação de jogo.


O ensinamento do handebol a um iniciante, é fundamentado as práticas pedagógicas.

A metodologia que poderá ser utilizada pelo professor/técnico, pode ser: jogos educativos, exercícios educativos, Exercícios de aperfeiçoamento e Exercícios de especialização

Jogos educativos:

É a maneira indireta que se introduz o gesto técnico de handebol;

Utiliza-se jogos recreativos para desenvolver os gestos técnicos do handebol;

Busca-se sempre a diversão, o aprendizado, as variações de ações, as diferentes situações, a competição com os companheiros e o meio natural;

Encaminha-se o jogador para a realidade do jogo, com sua prática ele aprende a técnica;

Esta forma de trabalho motiva o aluno, pela competição, a ter gosto pela modalidade.

 Exercícios educativos:

São exercícios ordenados pedagogicamente, partindo-se do mais simples para o mais difícil;

São exercícios com movimentos contínuos que faz executar um gesto técnico, através de repetições sucessivas, com o objetivo de fixar (automatizar) aquele gesto técnico;

Após os jogos educativos se põe em prática o que foi aprendido;

As vantagens desses exercícios educativos são de que o professor pode parar e corrigir o gesto em questão;

Os exercícios podem ser individuais ou em grupo, iniciando-se sempre parado e depois em deslocamento;

Os exercícios devem obedecer uma ordem de dificuldades, quanto mais complexo for, mais devem ser trabalhados de uma forma metódica e detalhada.

Exercícios educativos:

Organização

Formação

Individual, em grupos, 2 x 2

Materiais

Bolas, arcos, cordas, outros

Execução

Parado: inicia-se parado, tanto passe como recepção

Parado c/ deslocamento: receber a bola parado e após fazer os 3 passos

Deslocamento: deve executar o gesto na corrida

3 passos: saída parado e executa, recebe correndo e executa com apoio, recebe correndo e executa com salto.

Exercícios de especialização:

São exercícios ordenados pedagogicamente e executados na posição específica;

Inicia-se com movimentos fragmentados até o movimento completo;

Possibilita o desenvolvimento do jogo através da correção do gesto técnico;

Aqui inicia-se a oposição (passiva ou ativa) do adversário.


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quarta-feira, 18 de julho de 2018

09:21

Atividades lúdicas promovem vínculos e sociabilização



A brincadeira e as atividades lúdicas são muito importante para o desenvolvimento psicológico, social e cognitivo da criança, pois é através dela que ela consegue expressar os sentimentos dela em relação ao mundo social.

As atividades lúdicas preparam a criança para o desempenho de papéis social para a compreensão do funcionamento do mundo, para demonstrar e vivenciar emoções.

Uma questão essencial para uma vida feliz, em qualquer idade, é a capacidade de conviver bem com os demais, ter bons relacionamentos. O desenvolvimento do lado social começa desde muito cedo e as brincadeiras de infância podem ter um impacto decisivo nisso.

É brincando com os amigos ou irmão que as crianças assimilam o conceito de companheirismo. Mais que isso, se tornam resilientes, pois passam a aceitar a frustração da derrota, assim como a alegria da vitória, como coisas naturais.

Assim, podemos afirmar que as atividades lúdicas desenvolvidas em grupo são muito benéficas para os pequenos. Alguns desses benefícios são:

  • Assimilação de valores e respeito ao outro;
  • Respeito as normas e regras;
  • Desenvolvimento das habilidades de ouvir e se comunicar;
  • Aprimoramento da habilidade de negociação;
  • Desenvolvimento da tolerância.

O brinquedo certo ensina os pequenos até a lidarem com as diferenças! E, ainda, é ao brincar que a criança estabelece e fortalece suas relações afetivas.

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segunda-feira, 9 de julho de 2018

05:00

Prepare as Crianças para o Jogo e o Esporte

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Antes de as crianças pisarem no gramado, é importante que elas percebam que o preparo pré- jogo envolve mais do que simplesmente comparecer aos treinos. Eles também se preparam alimentando-se bem e descansando diversos dias antes do jogo - assim como os jogadores de elite. Saber que seu organismo está descansado e que há muito "combustível" no tanque fará com que tenham confiança adicional para entrar em campo e superar os desafios.

Abaixo apresentamos algumas dicas para o preparo antes do jogo:

Aquecimento - Antes dos jogos, as crianças precisam de muito alongamento (alongamento estático, sem movimentos de oscilação), jogging ou corridas, além de muitos toques para "sentir a bola" - seja um jogo de futebol ou basquetebol.

Ensine seu filho a prestar atenção a partes específicas do corpo dele/a que precisam de alongamento extra e os incentive a usar o tempo extra para alongar essas áreas durante o aquecimento. Isso é muito importante em esportes do tipo "stop and go", tais como futebol ou basquetebol onde jovens atletas fazem movimentos rápidos ou passam de um tempo parado para arrancadas. As crianças correm o risco de se machucar, principalmente de ter distensão muscular, se eles não fizerem um aquecimento completo.

Orgulho em Jogar - e Equipamentos. Além do preparo físico e mental, os jogadores de elite têm orgulho em garantir que os acessórios (calçados, uniformes etc) estão em boas condições e prontos para o dia do jogo. Por exemplo, os jogadores de futebol garantem que o calçado esteja limpo, polido e adequado para as condições de campo. Tendo orgulho desses acessórios, as crianças aprendem a ser responsáveis e mostrar respeito pela sua equipe e esporte.

Assumindo a Responsabilidade - Finalmente, o mais importante no preparo de um jovem atleta para as atividades esportivas é aprender que é dele/dela a responsabilidade de se preparar para o jogo - e não do técnico, do pai ou da mãe. Alimentar-se corretamente, descansar o suficiente e chegar ao local do jogo com antecedência suficiente para fazer o aquecimento adequado são bons hábitos que devem ser formados.

Tim Carter, Diretor de Desenvolvimento Juvenil, Federação Americana de Futebol

Publicado em 26/01/09 e revisado em 09/07/18

segunda-feira, 4 de junho de 2018

10:31

Exercícios para o Toque no Voleibol



O toque é mais uma ação de recepção da bola, assim como a manchete. Contudo, o seu objetivo, além da defesa, é ajeitar a bola para que ocorra uma jogada ofensiva. O atleta, então, recebe a bola com as duas mãos juntas, e faz o toque para que outro companheiro do time realize o ataque.

Exercícios para toque

Para melhorar o fundamento do toque, observe algumas atividades que você pode propor aos jogadores.

Segurar a bola em posição de toque

Esse exercício é um bom aquecimento para atletas mais avançados, ao mesmo tempo em que serve para desenvolver o movimento perfeito dos iniciantes. Em duplas, um jogador lança a bola em diferentes locais para que o outro realize deslocamentos e segure a bola em posição de toque, ou seja, com os braços estendidos.

Toque e passe

Em duplas, um dos jogadores lança a bola para cima, em seguida, realiza um toque vertical e, sem deixar a bola cair, faz outro toque para o colega, que deverá repetir os mesmos movimentos.

Mais Educativos

Educativos para o toque

* Em duplas, um aluno de frente para o outro. O aluno partirá da posição fundamental para a execução do toque segurando a bola sobre a cabeça e fará uma extensão simultânea dos cotovelos e joelhos empurrando a bola em direção ao colega. Este após pegar a bola repetirá o procedimento.

* Em duplas, um aluno lança bolas em diferentes locais para que seu colega faça o deslocamento, entre sob a bola e a segure na posição de toque.

* Em duplas, o aluno lançará a bola para cima com as duas mãos e efetuará um toque para o colega, que vai segurar a bola e repetir o procedimento.

* Em duplas o aluno lançará a bola para cima, em seguida efetuará um toque para cima e imediatamente após, sem deixar a bola cair, fará o toque para o colega.

* Em duplas, os alunos trocarão passes de toque direto.

* Individualmente controlará a bola dando toques sucessivos para cima.

* Individualmente o aluno toca a bola para o alto, deixa a bola tocar no solo, entra novamente sob a bola e executa outro toque.

* Em duplas, os alunos trocarão passes, porém fazendo um toque para si mesmo (para cima) antes de enviar para o colega.

* Em duplas, cada aluno na linha de fundo de uma quadra. O aluno irá controlando a bola com sucessivos toques verticais até chegar próximo da rede onde fará um toque para o colega que está na outra quadra, que recomeçará o trabalho.

Erros mais comuns no toque

  • não ficar posicionado sob a bola;

  • receber a bola com os cotovelos flexionados;

  • não aplicar a força necessária para amortecer a bola;

  • conduzir a bola com a mão;

  • falta de coordenação no momento de direcionar a bola.

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