quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

09:36

3 Brincadeiras Recreativas de Salão para Colônia de Férias

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As atividades recreativas são importantíssimas em qualquer acampamento ou colônia de férias, uma vez que podem representar, entre outras coisas, o sucesso ou fracasso do empreendimento; atividades inadequadas, mal escolhidas e mal aplicadas podem prejudicar a percepção sobre o local e a equipe

Jogo da adivinhação

Antes da atividade o coordenador prepara uma lista com o que deve ser adivinhado pelas equipes, por exemplo, cor: azul-marinho, animal: girafa, utensílio doméstico: enceradeira, etc. As equipes, posicionadas em cantos distintos, elegerão um representante, que deverá expressar a ideia da equipe sempre que for a vez da mesma. O monitor responsável pela atividade comenta então o que ele está querendo, no primeiro caso, uma cor, e cada uma das equipes tentarão adivinhar qual cor está escrita na lista, cada uma em sua vez, sorteada sua ordem. Marca ponto a equipe que acertar primeiro o que está sendo pedido. Vence a equipe que marcar maior número de pontos.

Qual é a música?

Antes da atividade o coordenador prepara uma lista de músicas que devem ser adivinhadas e cantadas pelas equipes; o coordenador cita a música do papel, com o nome e um trecho da mesma, e separa uma palavra da música que será a dica para a equipe descobri-la. É interessante o coordenador checar com o monitor que aplicará a atividade se esse conhece as músicas listadas. O monitor fornece a palavra a todos e dá um minuto para a primeira equipe tentar adivinhar a música e cantá-la ou descobrir outra música com a mesma palavra e cantá-la. Se a equipe, ao final de um minuto, cantar a música correta, ganha dois pontos, se cantar outra música que contenha a mesma palavra, ganha um ponto. Se a equipe não conseguir descobrir nenhuma música, a vez é passada para a segunda equipe, que deve imediatamente cantar a música se a tiver descoberto, caso contrário a vez passará para a próxima equipe e assim por diante. Se ninguém descobrir a música, o monitor deverá cantá-la. Vence a equipe que fizer o maior número de pontos.

Jogo da mímica

Antes da atividade o coordenador prepara uma lista de filmes (correspondentes à demanda, ou seja, se forem idosos, procurar filmes mais antigos, etc.) a serem adivinhados pelas equipes por meio de mímica. O monitor responsável pela atividade chama o primeiro participante da primeira equipe e sussurra em seu ouvido o nome de um filme. O participante terá um minuto para representar por meio de mímica o filme a todos do salão, não somente a sua equipe. Sua equipe tentará adivinhar qual é o filme, se conseguir consegue o ponto, se não conseguir a próxima equipe poderá dar seu palpite e assim por diante. Se nenhuma equipe acertar, o monitor responsável pela atividade deverá fazer a mímica do filme até alguém acertar.

Confira uma Lista de Brincadeiras Recreativas que podem ser realizadas em Colônia de férias.

Você pode fazer outras diversas brincadeiras com as crianças, como por exemplo:

Cabo de guerra
Dinâmicas de grupo para crianças
Brincadeiras com Bambolê
Músicas e cantigas de roda infantis
Pintura com as mãos
Cruzadinhas e Bingo
Teatrinho e peças infantis
Gato-mia
pega-pega
pular corda
esconde-esconde
pique -bandeira
amarelinha
caça ao tesouro

Outras brincadeiras clássicas como queimada, esconde-esconde e pique-bandeira são muito boas para as crianças gastarem as energias e também para aprenderem sobre regras e trabalho em grupo.

Você trabalha ou quer trabalhar com Recreação? Está precisando de atividades recreativas para o seu dia a dia, seja na escola ou em outro lugar?  Vem comigo que posso te ajudar!  Clique aqui agora!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

04:18

3 atividades para coordenação motora para 4/5 anos



A coordenação motora é o que permite que a pessoa seja capaz de dominar seu corpo no espaço em movimentos como andar e pular, controlar o corpo em atividades específicas como jogar futebol e mais finamente escrever, recortar, digitar.

E como dito anteriormente, é nessa fase que se treina a coordenação motora. Tanto a coordenação motora ampla que já vem se desenvolvendo quanto a coordenação motora fina.

Modelar massinhas, ligar os pontos e desenhar traços geométricos são atividades que auxiliam a evolução das habilidades motoras das crianças.

No momento em que a criança precisa ser alfabetizada, ela já deve ter o mínimo do domínio da coordenação motora fina. Assim conseguirá realizar tarefas simples, como segurar o lápis de maneira correta e fazer as curvas das letras.

Atividade Para Educação Infantil aos 4 Anos – Coordenação Motora

1- Bola por cima, bola por baixo

Tem como objetivo trabalhar a coordenação motora, concentração e velocidade. Ótima brincadeira para crianças já com 4 anos de idade e pode ser usada tanto na aula de educação física quanto na sala (caso tenha espaço suficiente).

Materiais: Bolas

Execução: O professor deve colocar os alunos em duas colunas, em fila indiana. Podendo dividir em equipes ou meninos versus meninas. Ao primeiro sinal, que pode ser dado com um apito, o primeiro aluno de cada fileira deve passar a bola por cima da cabeça (com as duas mãos), até chegar ao último colega da fileira. Quando este pegar a bola, deverá correr até a frente da fileira e passar a bola por cima da cabeça, dando sequência a atividade.

Assim que todas as crianças completarem e o que iniciou a atividade voltar a ser o primeiro, o professor deve pedir que todas as crianças afastem as pernas e deem sequência a atividade, sendo que desta vez devem passar a bola por baixo, até que todos completem a tarefa.

Quando terminar esta sequência, a primeira criança deve passar a bola por cima da cabeça, e a segunda deve pegar a bola e passar por baixo das pernas, a terceira criança deve pegar a bola embaixo e passar por cima da cabeça, até que todos completem a tarefa.

2- Corrida do Saci

Tem como objetivo trabalhar a coordenação motora, o equilíbrio e velocidade.

Execução:

O professor deverá montar um ponto de partida e um de chegada. As crianças deverão ficar posicionadas em fila, cada uma segurará uma das pernas flexionadas para trás, na posição de saci.

Quando for dado o sinal, elas devem sair pulando até alcançarem a linha de chegada. Deverá ser eliminada a criança que colocar os dois pés no chão e ganhará ultrapassar a linha de chegada primeiro. Para não haver exclusão, a criança que colocar o pé no chão poderá pagar uma prenda ao invés de ser eliminada.

3- Pega-pega

Execução: um aluno começa sendo o pegador. Os outros deverão fugir. No momento que o pegador encostar em alguém este passa a ser o pegador. Poderá variar também com pega-ajuda: ao passo que o pegador encosta em outro aluno este também passa a ser pegador.

Corrente: quando for pego o aluno deverá dar a mão ao pegador e ajudará a pegar e assim sucessivamente, sendo que somente o aluno da ponta com um braço livre pode pegar, vence quem ficar por último a ser pego.

Dica boa:
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segunda-feira, 26 de novembro de 2018

04:32

Desenvolvimento do Treinamento técnico nos Esportes



Para explicar o processo da aprendizagem , há que se entender as bases psicológicas e neurofisiológicas da aprendizagem de movimentos. Só assim , poderemos entender como nosso aluno ou atleta passa do estado de não saber ao estado de realização de certo movimento. Para que um ato motor seja aprendido por um indivíduo, ocorre a divisão desse processo em três fases:

Fase pré-motora-preparação do ato por estabelecimento de um programa motor (visualização do ato) .

Fase motora- realização de programas motores . Aqui o aluno vivência e experimenta o que antes só havia em sua mente.

Fase pós-motora: apreciação do movimento ; o aluno julga se o que fez pareceu ou não com aquilo que lhe foi ensinado. Caso encontre falhas no seu movimento, poderá então estabelecer um novo processo motor.

A repetição  do gesto motor desejado deve ser realizado constantemente, pois a aprendizagem motora ou a técnica nada mais é do que o condicionamento das ligações sinápticas que induzem os sistemas neuronais a uma nova textura , específica para aquele movimento.

Agora, vamos falar desse desenvolvimento do Treinamento técnico nos Esportes na escola e suas idades:

Idade pré-escolar - aqui é mais importante aprender uma grande quantidade de habilidades motoras do que adquirir as técnicas especiais.

Primeira idade escolar - deve-se aumentar o repertório motor e a experiência motora. Se deseja-se treinar a criança para um esporte altamente técnico( ginástica , patinação) e se os dados corporais são favoráveis , já se inicia o treinamento técnico visando uma periodização a longo prazo.Nesse caso , o treinamento é adaptado , de acordo com as necessidades físicas e psicológicas da criança, mas já introduzindo uma formação geral para o esporte.

Segunda idade escolar: é a melhor idade para a aprendizagem motora. Porém ainda convém uma formação técnica geral básica.

Puberdade - devido ao crescimento corporal muito rápido das extremidades e do tronco nessa fase, o treinamento de técnicas esportivas que exige uma coordenação difícil é prejudicado. Por isso , é preferível consolidar as habilidades apreendidas do que trabalhar para adquirir novas, pois elas podem sobrecarregar o indivíduo jovem.

Adolescência - aqui poderão ser desenvolvidas técnicas com altas e altíssimas dificuldades coordenativas, que serão rapidamente aprendidas em virtude da bem-formada qualidade de observação e das boas premissas coordenativas .

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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

04:49

10 Planos de Aulas de Esportes



O Plano de Aula é uma importante ferramenta para os professores de Educação Física. Porém, os que trabalham com o ensino de Esportes, seja ele qual for, precisa se esquematizar para que o ensino do fundamentos específicos seja completo e eficiente.

O professor deve demonstrar grande empolgação naquilo que está abordando e ter uma participação ativa. O uso de jogos lúdicos para ensinar algum esporte ajudará bastante a prender a atenção dos alunos. Assim, uma aula de Educação Física será sucesso.

Para que os alunos tenham uma experiência satisfatória quando estão fazendo aula de Educação Física é importante o planejamento. É por meio dele que o professor consegue elaborar uma boa aula e, consequentemente, transmitir da melhor forma os valores presentes na prática esportiva.


segunda-feira, 22 de outubro de 2018

03:36

A Educação Física Escolar, jogos virtuais e o videogame


Para alguns, pensar em jogos virtuais nas aulas de EFE talvez seja um retrocesso ou até mesmo uma distorção do real objetivo da disciplina na escola. O corpo em movimento (no sentido de fazer uma atividade corporal) é considerado por muitos a essência da Educação Física no contexto escolar, e uma visão contrária a ela pode ser considerada errada e até mesmo condenável.

O jogo virtual e as TIC utilizadas devem ser considerados mais uma ferramenta didática e pedagógica, assim como a bola, os bambolês, a corda, o elástico, o livro, entre outros. É uma conquista da sociedade tecnológica e não pode ser menosprezada pela educação formal.

Um perigo que ocorre algumas vezes é a substituição do papel do professor com relação à utilização da TIC nas aulas. O estudo de Finco e Fraga (2012) aponta que em 2007 um jornal norte-americano enfatizava que centenas de escolas americanas utilizavam o Dance Dance Revolution (DDR) – um tapete de dança que pode ser adotado como ferramenta didática por vários professores que desejam desenvolver o conteúdo dança, mas não possuem intimidade para isso – como parte regular do currículo da Educação Física (Schiesel, 2007, apud Finco; Fraga, 2012). Os autores citam outras pesquisas que evidenciam pontos positivos na utilização do DDR, como o gasto calórico e a manutenção da aptidão cardiorrespiratória. Utilizar jogos eletrônicos (dependendo da concepção de Educação Física e objetivo pedagógico) parece ser algo relevante, mas sempre com a mediação do professor e a relação humana necessária para a vida social e a formação cidadã. O professor deve continuar desempenhando suas funções pedagógicas e mantendo seu status de educador.

Inúmeros jogos de videogame podem facilitar o desenvolvimento da dança e outros conteúdos na EFE e ajudar a quebrar o paradigma sexista de que isso é conteúdo de meninas e o futebol é jogo de meninos.

Diferentes conteúdos podem ser desenvolvidos com os jogos digitais. Horn e Mazo (2010, p. 282) dizem que "o Winning Eleven/Pro Evolution Soccer é um dos jogos de maior circulação no Brasil". Segundo os autores, só os atletas mais lucrativos na venda do jogo possuem uma representação facial mais próxima da realidade, enquanto os demais só são identificados pelas marcas e patrocínios. Reis e Cavichiolli (2008, p. 166) dizem que "hoje, a indústria ligada aos jogos eletrônicos e aos videogames já é considerada a maior indústria de entretenimento no mundo, ultrapassando o faturamento da indústria do cinema". Mais que utilizar alguns desses jogos em nossas aulas, o essencial é poder trazer questões centrais a serem debatidas com os alunos, a forma como o marketing influencia os jogos digitais, os mercados consumidores etc., ampliando o conhecimento dos alunos acerca dessas produções e como elas podem interferir, ou não, em nossas vidas.

Além de inovar nas aulas, o professor pode, por exemplo, desenvolver no AVA conteúdos impossíveis de serem desenvolvidos na escola, pois necessitariam de recursos materiais e estrutura física para praticá-los. Conhecer e vivenciar virtualmente novos saberes é possibilitar e problematizar novas formas de aprendizado.

As tecnologias possibilitam um leque variado e abrangente de jogos e metodologias, que chegam para somar e criar novas possibilidades pedagógicas de interação e aprendizado, mas cabe ao professor identificar e selecionar o AVA que melhor cabe ao objetivo que pretende no desenvolvimento do seu conteúdo junto aos alunos.

Pensar essas possibilidades de ações virtuais não exclui a luta por escolas públicas com estrutura física, com quadra, espaços e locais adequados para aulas de Educação Física de qualidade. Utilizar jogos virtuais para aprender conteúdos e vivenciar virtualmente a prática é uma possibilidade a mais, e não uma troca de espaços ou metodologias.

Vale lembrar e deixar claro que os jogos virtuais, neste texto, não estão sendo colocados como solução para problemas de políticas públicas e panaceia para as escolas sem estrutura, tampouco induzindo a troca das práticas físicas pelas virtuais. As atividades práticas não devem ser substituídas pelas virtuais. O jogo virtual chega à Educação Física para acrescentar e deve ser utilizado intencionalmente, visando um aprendizado embasado em filosofia e princípios pedagógicos como em qualquer outra estratégia didática e pedagógica. Não deve ser visto como solução para a falta de espaços físicos e estrutura, e sim como uma nova possibilidade de aprendizado consciente, que pode ainda auxiliar o debate sobre diversas dimensões da sociedade, como a relação entre o sedentarismo e as tecnologias, o consumismo, o marketing, a economia e a política, entre outras.

As tecnologias surgem possibilitando novas formas de aprendizado e construção de conhecimentos. Em princípio, quando bem utilizadas e orientadas, as vantagens são identificadas com as novas possibilidades, que enriquecem o aprendizado e a prática pedagógica.

As vantagens são facilmente identificadas, como o fácil acesso à informação, variadas formas de comunicação, construção coletiva e virtual do conhecimento etc., porém as mesmas ferramentas que facilitam, quando mal utilizadas e orientadas, podem burlar a construção do conhecimento e distorcer todo o processo de aprendizagem, como quando os alunos copiam e colam textos da internet e entregam ao professor como pesquisa realizada.

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Fonte

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

08:42

Jogo de Queimada na Educação Física Escolar

 Imagem relacionada

Material: uma bola de vôlei ou de borracha.
Local: terreno plano (as crianças e adolescentes utilizam, muitas vezes, uma rua não movimentada).
Formação: à vontade, em campo marcado.
N.º de jogadores: 20 a 40
Atividade: intensa.
Qualidades desenvolvidas: rapidez de movimento, destreza, domínio, cooperação, etc.Resultado de imagem para jogo de queimada

Este jogo pode ser realizado com 20 ou mais jogadores. O terreno, de forma retangular e delimitado por fortes linhas, deve Ter mais ou menos 16 m de comprimento por 8 m de largura e ser dividido em dois campos iguais, por uma linha reta, bem visível traçada no solo. (A quadra de voleibol poderá ser aproveitada).

Os jogadores são preparados em dois grupos iguais, tanto quanto possível em número de habilidade, ostentando cada jogador o distintivo que o permita ser distinguido rapidamente.

É usada uma bola de vôlei ou de borracha (tamanho médio).

Cada partido se coloca num campo, sendo que apenas um jogador de cada partido deverá se colocar atrás da linha de fundo do campo adversário.

Para decidir sobre a posse da bola, no início do jogo, esses dois jogadores virão colocar-se ao centro, entre os dois campos; procede-se, então, como para início do jogo de basquete: “bola ao ar”. Feito isso, voltam os jogadores aos seus lugares, entregando-se a bola a qualquer jogador do partido que a obteve, para começar a partida, a qual é iniciada ao apito do instrutor.

O objetivo visado é fazer o maior número possível de prisioneiros em cada campo. Será vencedor, o grupo que, no fim de um tempo previamente determinado, fizer maior número de prisioneiros, ou então, aquele que aprisionar todos os jogadores adversários.

O jogo se desenvolve da seguinte forma:
Ao ser dado o sinal de início, um jogador do partido a quem coube a bola, atira-a ao campo contrário com o propósito de tocar (queimar) algum adversário com a bola.
Se o conseguir, o jogador tocado é considerado prisioneiro e deve sair do seu campo, e colocar-se próximo a qualquer das linhas de limite do campo adversário. Feito o primeiro prisioneiro, o jogador, que havia sido designado para se colocar atrás da linha de fundo do campo adversário, volta ao seu campo, para que tenha oportunidade de jogar, também, nesta posição.
A bola que, depois de haver tocado em um jogador, rola ou salta pelo terreno, pode ser recolhida por qualquer jogador, para ser arremessada novamente contra o grupo adversário. A bola pode, também ser recolhida por um adversário prisioneiro, a quem, neste caso, se permite entrar em campo, para apanhá-la e atirá-la mesmo do interior do campo, a um companheiro seu ou a um prisioneiro de seu grupo, para que então possa ser arremessada contra o grupo contrário, ou, então, pode sair do campo com a bola nas mãos e arremessá-la de seu devido lugar. Da mesma forma se procede quando a bola não tocar (queimar) nenhum jogador e rolar pelo campo ao qual foi arremessada.
O melhor do jogo e, portanto, aquele que todos os jogadores devem procurar fazer, é agarrar a bola no ar, quando arremessada do campo oposto, para atacar, rapidamente, os componentes do grupo, tratando de queimar a algum jogador coma bola.
Neste jogo, como se vê, a rapidez de ação e a cooperação entre os jogadores, tem enorme importância.

Regras:

1) Cada vez que se faz um prisioneiro, o instrutor fará trilar o apito, parando momentaneamente o jogo, para que o prisioneiro saia do campo, o que deve fazer correndo. A bola não estará em jogo novamente até que outro apito seja dado.
Tudo isto deve ser feito com maior rapidez.
2) Nenhum prisioneiro pode atirar a bola contra um adversário enquanto estiver mesmo com um pé dentro do terreno daquele. Se o fizer perderá a bola.
3) Nenhum jogador dos que estão no interior do campo, poderá agarrar a bola depois que esta tenha tocado o solo. Se o fizer passa a ser prisioneiro.
4) Quando a bola arremessada por um grupo, sair dos limites do campo adversário, será recolhida pelos prisioneiros que estão formando cerco nesse campo. Da mesma forma se procederá quando a bola, por qualquer circunstância, passe de um campo a outro.
5) Os jogadores e os prisioneiros de um mesmo grupo poderão fazer, entre si, todos os passes de bola que acharem convenientes.

Observação: Quando bem conduzido, esse jogo desperta nas crianças e jovens um interesse e entusiasmo extraordinários. É um jogo de grande movimentação, que oferece as mais variadas situações para manter alerta os seus participantes.
O estabelecido na regra n.º 3 obriga o jogador a Ter perfeito domínio de ação.
Requer, ainda, grande rapidez de movimentos, cooperação inteligente e contribui, em geral, para o desenvolver qualidades físicas, morais e sociais de grande alcance educacional.
Aplica-se a ambos os sexos.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

15:56

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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

08:11

Utilize o Futsal na Educação Física Escolar




O futsal é um dos esportes mais praticado nas escolas podendo ser praticado por qualquer idade da fase escolar, e além de ser um dos conteúdos mais presentes nas aulas de educação física está presente também como atividade extraclasse, principalmente na formação das equipes que representam o estabelecimento de ensino nos jogos escolares. No ambiente escolar, extra classe, o futsal sofreu modificações, além da finalidade competitiva e recreativa, se tornou um instrumento para retirar a criança da rua e ocupar seu tempo ocioso de forma educativa.

Além de desenvolver as capacidades técnicas e táticas, o aluno desenvolverá suas capacidades cognitivas de percepção, antecipação e tomada de decisões, tendo na aprendizagem psicomotora a base do processo da formação, por meio de movimentos básicos como correr, saltar e rolar o aluno irá desenvolver equilíbrio, ritmo, coordenação e noções de espaço e tempo. No entanto, para o aprendizado ocorrer de forma positiva é necessário que seja progressivo e bem fundamentado, o espaço devidamente apropriado criando uma boa expectativa e interesse por parte dos alunos. Neste caso, os treinos objetivam alcançar os níveis mínimos de desenvolvimento das qualidades que envolvem a modalidade como: o domínio das técnicas individuais, noções de equilíbrio, controle corporal e habilidades motoras, e assim, inserir exercícios de acordo com cada função dos atletas dentro do jogo.

A iniciação ao futsal deve ser uma continuidade do trabalho de desenvolvimento motor, quando são aplicados diversos movimentos e experiências que proporcionam o aumento do acervo motor da criança. Gradativamente, através da combinação de exercícios com bola e pequenos jogos que se tornarão cada vez mais complexos, tanto em regras como em movimentos, o futsal irá se incorporando ao acervo motor da criança.

Neste caso, o cuidado deve ser o maior possível quanto às necessidades de aprendizado e buscando uma forma de não sobrecarregá-las em relação aos treinamentos, sendo assim adequando as atividades na medida do possível de acordo com o desenvolvimento da turma. Respeitar os interesses nessa fase inicial é muito importante, pois de certa forma tanto os aspectos físicos, como o psicológico das crianças nessa etapa ainda não estão preparados para determinadas situações.

 A faixa etária dos alunos deve ser respeitada e as condições de trabalho adequadas de acordo com as necessidades de cada etapa, sendo de extrema importância que os treinamentos tenham um objetivo específico para cada categoria, considerando os aspectos do desenvolvimento motor, além das habilidades e capacidades técnicas dos mesmos.

A escola pode contribuir na formação do indivíduo no exercício da sua cidadania, ofertando várias modalidades esportivas com objetivo de formação pessoal, além do aperfeiçoamento esportivo que é um dos maiores motivadores dos alunos para participação dos treinamentos.

Para facilitar a vida o professor na escola utilizando o Futsal, vou indicar dois guias que me ajudaram. Se você quiser aplicar o futsal como forma de recreação, conheça o guia de recreação esportiva para o futsal. Se você procura atividades para aplicação de vários fundamentos do Futsal, voêcê precisa conhecer o TOP 100 Futsal. São 100 atividades de Futsal para aplicação imediata.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

10:04

6 atividades para Nado Costas



O Nado Costas é uma excelente opção após a realização de séries de Crawl e Borboleta. Mas para uma boa execução, deve-se ter um alinhamento entre o tronco e as pernas, além de manter o corpo paralelo ao nível da água.

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Veja abaixo 6 atividades para facilitar o aprendizado do nado costas.

Atividade 1. Aprendendo a flutuar e respirar (10').

Distribua os espaguetes para os alunos. Peça para que o posicionem nas costas, logo abaixo dos braços. As crianças devem se deitar tentando estender o corpo, olhando para o céu/teto de maneira relaxada e com a respiração tranqüila. O professor deverá observar aqueles alunos que permanecem mais ansiosos e ajudá-los a relaxar. Chegue perto da criança, nesses casos, e ajude-a a posicionar seu corpo, dando-lhe segurança.   

Atividade 2. Com a prancha (10').

Nesse segundo momento, troque os espaguetes pelas pranchas, numa tentativa de aumentar a independência das crianças em relação aos flutuadores. Peça para que coloquem-na atrás da cabeça como um travesseiro e que se deitem na água. Repita o mesmo procedimento com as crianças que estiverem mais inseguras. Atente-se ao ritmo de respiração das crianças.   

Atividade 3. Pernadas com ajuda (15').

Nesse momento, ensine as pernadas alternadas para seus alunos. Muitos deles provavelmente já saberão como fazer, mas não em decúbito dorsal. Distribua as crianças em duplas para que uma ajude a outra durante a realização das pernadas. Com os braços estendidos acima da cabeça e segurando a prancha, peça que se deitem lentamente na água e realize as pernadas alternadas. O colega deverá ajudá-lo no deslocamento e na manutenção da direção, sempre pegando na prancha e puxando-o. Em seguida, troque os papéis. Quem foi ajudado passa a ajudar o outro que realizará as pernadas. Com turmas grandes, o ideal é fazer essa atividade na largura da piscina.   

Atividade 4. Pernada sem ajuda (10').

Agora, na extensão da piscina, distribua os alunos por raias ou algo que se assemelhe a elas (marcas no chão). A cada sinal do professor, uma criança sai em direção a outra ponta da piscina, executado a pernada. Para essa atividade, algumas crianças preferem se abraçar à prancha, colocando-a em frente ao corpo.

Atividade 4. Braçadas I (15').

A braçada do nado costas, em geral, apresenta maior dificuldade para os pequenos. Nesse primeiro momento, peça para que cada um, de pé dentro da piscina, realize as braçadas. Em seguida, com os flutuadores de pernas e com a prancha, peça para que eles façam as braçadas. Os dois acessórios para flutuar são recomendados para a criança não afundar e para ela poder prestar atenção aos seus movimentos.  Esse é um exercício mais lento, por isso, intercale entre os movimentos de pé e deitados com a prancha.   

Atividade 5. Braçadas II (10').

Agora, somente com a prancha, peça para que os alunos executem as pernadas com as braçadas, mas também lentamente. Elas devem segurar a prancha com os braços estendidos a frente da cabeça. A cada braçada dada haverá a troca de mãos na prancha.   

Atividade 6. Nado completo (20').

Peça para que as crianças tentem nadar o nado aprendido. Instrua-as sobre a respiração constante e soltando borbolhas para não deixar que entre água no nariz. A todo momento, dê retorno sobre a execução dos movimentos, que estimula a criança a corrigi-los  

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