sexta-feira, 28 de setembro de 2018

08:11

Utilize o Futsal na Educação Física Escolar




O futsal é um dos esportes mais praticado nas escolas podendo ser praticado por qualquer idade da fase escolar, e além de ser um dos conteúdos mais presentes nas aulas de educação física está presente também como atividade extraclasse, principalmente na formação das equipes que representam o estabelecimento de ensino nos jogos escolares. No ambiente escolar, extra classe, o futsal sofreu modificações, além da finalidade competitiva e recreativa, se tornou um instrumento para retirar a criança da rua e ocupar seu tempo ocioso de forma educativa.

Além de desenvolver as capacidades técnicas e táticas, o aluno desenvolverá suas capacidades cognitivas de percepção, antecipação e tomada de decisões, tendo na aprendizagem psicomotora a base do processo da formação, por meio de movimentos básicos como correr, saltar e rolar o aluno irá desenvolver equilíbrio, ritmo, coordenação e noções de espaço e tempo. No entanto, para o aprendizado ocorrer de forma positiva é necessário que seja progressivo e bem fundamentado, o espaço devidamente apropriado criando uma boa expectativa e interesse por parte dos alunos. Neste caso, os treinos objetivam alcançar os níveis mínimos de desenvolvimento das qualidades que envolvem a modalidade como: o domínio das técnicas individuais, noções de equilíbrio, controle corporal e habilidades motoras, e assim, inserir exercícios de acordo com cada função dos atletas dentro do jogo.

A iniciação ao futsal deve ser uma continuidade do trabalho de desenvolvimento motor, quando são aplicados diversos movimentos e experiências que proporcionam o aumento do acervo motor da criança. Gradativamente, através da combinação de exercícios com bola e pequenos jogos que se tornarão cada vez mais complexos, tanto em regras como em movimentos, o futsal irá se incorporando ao acervo motor da criança.

Neste caso, o cuidado deve ser o maior possível quanto às necessidades de aprendizado e buscando uma forma de não sobrecarregá-las em relação aos treinamentos, sendo assim adequando as atividades na medida do possível de acordo com o desenvolvimento da turma. Respeitar os interesses nessa fase inicial é muito importante, pois de certa forma tanto os aspectos físicos, como o psicológico das crianças nessa etapa ainda não estão preparados para determinadas situações.

 A faixa etária dos alunos deve ser respeitada e as condições de trabalho adequadas de acordo com as necessidades de cada etapa, sendo de extrema importância que os treinamentos tenham um objetivo específico para cada categoria, considerando os aspectos do desenvolvimento motor, além das habilidades e capacidades técnicas dos mesmos.

A escola pode contribuir na formação do indivíduo no exercício da sua cidadania, ofertando várias modalidades esportivas com objetivo de formação pessoal, além do aperfeiçoamento esportivo que é um dos maiores motivadores dos alunos para participação dos treinamentos.

Para facilitar a vida o professor na escola utilizando o Futsal, vou indicar dois guias que me ajudaram. Se você quiser aplicar o futsal como forma de recreação, conheça o guia de recreação esportiva para o futsal. Se você procura atividades para aplicação de vários fundamentos do Futsal, voêcê precisa conhecer o TOP 100 Futsal. São 100 atividades de Futsal para aplicação imediata.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

10:04

6 atividades para Nado Costas



O Nado Costas é uma excelente opção após a realização de séries de Crawl e Borboleta. Mas para uma boa execução, deve-se ter um alinhamento entre o tronco e as pernas, além de manter o corpo paralelo ao nível da água.

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Veja abaixo 6 atividades para facilitar o aprendizado do nado costas.

Atividade 1. Aprendendo a flutuar e respirar (10').

Distribua os espaguetes para os alunos. Peça para que o posicionem nas costas, logo abaixo dos braços. As crianças devem se deitar tentando estender o corpo, olhando para o céu/teto de maneira relaxada e com a respiração tranqüila. O professor deverá observar aqueles alunos que permanecem mais ansiosos e ajudá-los a relaxar. Chegue perto da criança, nesses casos, e ajude-a a posicionar seu corpo, dando-lhe segurança.   

Atividade 2. Com a prancha (10').

Nesse segundo momento, troque os espaguetes pelas pranchas, numa tentativa de aumentar a independência das crianças em relação aos flutuadores. Peça para que coloquem-na atrás da cabeça como um travesseiro e que se deitem na água. Repita o mesmo procedimento com as crianças que estiverem mais inseguras. Atente-se ao ritmo de respiração das crianças.   

Atividade 3. Pernadas com ajuda (15').

Nesse momento, ensine as pernadas alternadas para seus alunos. Muitos deles provavelmente já saberão como fazer, mas não em decúbito dorsal. Distribua as crianças em duplas para que uma ajude a outra durante a realização das pernadas. Com os braços estendidos acima da cabeça e segurando a prancha, peça que se deitem lentamente na água e realize as pernadas alternadas. O colega deverá ajudá-lo no deslocamento e na manutenção da direção, sempre pegando na prancha e puxando-o. Em seguida, troque os papéis. Quem foi ajudado passa a ajudar o outro que realizará as pernadas. Com turmas grandes, o ideal é fazer essa atividade na largura da piscina.   

Atividade 4. Pernada sem ajuda (10').

Agora, na extensão da piscina, distribua os alunos por raias ou algo que se assemelhe a elas (marcas no chão). A cada sinal do professor, uma criança sai em direção a outra ponta da piscina, executado a pernada. Para essa atividade, algumas crianças preferem se abraçar à prancha, colocando-a em frente ao corpo.

Atividade 4. Braçadas I (15').

A braçada do nado costas, em geral, apresenta maior dificuldade para os pequenos. Nesse primeiro momento, peça para que cada um, de pé dentro da piscina, realize as braçadas. Em seguida, com os flutuadores de pernas e com a prancha, peça para que eles façam as braçadas. Os dois acessórios para flutuar são recomendados para a criança não afundar e para ela poder prestar atenção aos seus movimentos.  Esse é um exercício mais lento, por isso, intercale entre os movimentos de pé e deitados com a prancha.   

Atividade 5. Braçadas II (10').

Agora, somente com a prancha, peça para que os alunos executem as pernadas com as braçadas, mas também lentamente. Elas devem segurar a prancha com os braços estendidos a frente da cabeça. A cada braçada dada haverá a troca de mãos na prancha.   

Atividade 6. Nado completo (20').

Peça para que as crianças tentem nadar o nado aprendido. Instrua-as sobre a respiração constante e soltando borbolhas para não deixar que entre água no nariz. A todo momento, dê retorno sobre a execução dos movimentos, que estimula a criança a corrigi-los  

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09:46

Com os jogos, as crianças aprendem que ganhar e perder faz parte da vida


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Ao jogar - um comportamento que atravessa séculos -, a criança descobre que ganhar e perder faz parte da vida e desenvolve estratégias para enfrentar várias situações e os adversários.

Sentados em grupo, crianças, jovens, homens, mulheres e idosos lançam dados, viram cartas e movimentam peças de acordo com regras preestabelecidas e acordadas por todos. Em resumo, jogam. E, consequentemente, se divertem, desafiam uns aos outros, passam o tempo. Um olhar atento mostra algo mais: jogos de tabuleiro revelam peculiaridades da cultura de um povo. Alguns tradicionais, como o Jogo da Glória, surgiram como forma de simbolizar a vida e a morte. Outros demonstravam em sua origem a importância das estratégias de guerra, como o xadrez, e as crenças de um povo, como o mancala.

Levando em conta essas características de comportamento e cultura, quando se transforma em espaço de jogo, a escola possibilita a construção de saberes. O desafio de uma partida proporciona a elaboração e a exploração de questões relacionadas à sociabilidade (que se dá por intermédio de regras) e ao desenvolvimento de estratégias. Detalhes que chamam a atenção para a possibilidade de trabalhar com tabuleiros sem a obrigatoriedade de vincular a atividade às áreas do conhecimento.

É importante que as crianças descubram o gosto do brincar por si só. Esse tipo de abordagem não deve ser encarado pelos educadores como uma perda de tempo. Há vários ganhos importantes para o desenvolvimento dos pequenos, embora possam não parecer importantes ou concretos à primeira vista.

Fonte

Publicado em 18/07/11 e revisado em 17/09/18

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

10:03

Importância o professor de Educação Física para alunos de necessidades especiais



No atual sistema educacional nos deparamos com uma proposta de ensino/aprendizagem, priorizando a diversidade e a inclusão. Nos dias de hoje é comum encontrar pessoas com necessidades especiais nas escolas regulares. Este novo sistema educacional requer conhecimentos, e idéias novas que tenham o objetivo maior de incluir todos, independente de qualquer de condição física.

A Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva assegura acesso ao ensino regular a estudantes com deficiência (intelectual, física, auditiva e visual), com transtorno do espectro autista (TEA) e com altas habilidades/superdotação, entre outros, desde a educação infantil até o ensino superior. Desse modo, quando pensamos em uma abordagem para a educação física escolar inclusiva, faz-se necessário reconhecer o direito de todas as crianças e jovens ao componente curricular da disciplina, à qualidade da aprendizagem, ao respeito e à compreensão das diferenças.

É importante que se considere que o objetivo da educação física escolar é contribuir na formação geral dos estudantes através do desenvolvimento de cultura das capacidades motoras, cognitivas, afetivas e sociais, visando à aquisição do hábito da prática regular de atividades físicas como componente fundamental da educação para uma vida saudável. Portanto, a disciplina é um caminho privilegiado da educação, pelas suas possibilidades de desenvolver a dimensão motora e afetiva das crianças e adolescentes, conjuntamente com os domínios cognitivos e sociais, e por tratar de um dos preciosos recursos humanos, que é o corpo.

A prática de atividade física e/ou esportiva por pessoas que possuem algum tipo de deficiência, sendo esta visual, auditiva, intelectual ou física, pode proporcionar dentre os diferentes benefícios da prática regular de atividade física que são mundialmente conhecidos, a oportunidade de testar seus limites e potencialidades, prevenir as enfermidades secundárias à sua deficiência e promover a sua adequada integração social. Assim sendo, da mesma forma que os alunos ditos "normais", àqueles que possuem alguma deficiência precisam adquirir o hábito da prática desde a escola e compreender a importância dessa atividade ao longo de suas vidas.

Além do processo de inclusão social, é fundamental que a Educação Física seja ofertada a todos, uma vez que as atividades físicas e esportivas para as pessoas com deficiência física apresentam uma considerável gama de valores terapêuticos evidenciando os benefícios tanto na esfera física quanto na psíquica.

As ações dos professores em fazer com que os alunos com deficiência participem das aulas de Educação Física é importantíssimo para estes. Pois essa é a aula e representa o momento em que os alunos podem e têm mais contato uns com os outros, fazendo com que identifiquem e aprendam a respeitar às diferenças.

Com o desenvolvimento de uma Educação Física inclusiva às pessoas com deficiência, poder-se-ia demonstrar à sociedade que todo cidadão, com ou sem deficiência, é capaz de viver com seus limites, praticando alguma atividade física, sem que as pessoas os olhem com compaixão e evitem qualquer forma de exclusão. Dessa maneira, pode-se considerar que esse seria um procedimento acertado e capaz de ampliar suas possibilidades nos campos físico, social, político e cultural.

Se você quiser se aprofundar neste assunto precisa conhecer as Aulas de Educação Física para Alunos Especiais e o ebook Atividades Físicas de Alunos Especiais. São duas excelentes opções para quem trabalha com Educação Física Escolar  para alunos com necessidades especiais.

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